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22/02/2019

Reforma de Bolsonaro: Trabalhador prestes a se aposentar vai pagar pedágio

Se a proposta para a reforma da Previdência 2019, entregues na quarta-feira 20, por Jair Bolsonaro (PSL/RJ) ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), for aprovada, os trabalhadores prestes a se aposentar terão de pagar um pedágio, ou seja, trabalhar e contribuir por mais tempo.

A reportagem é do Portal CUT.

De acordo com a proposta, os mais prejudicados serão os mais pobres, que começam a trabalhar mais cedo. Isso porque, o pedágio para quem está prestes a se aposentar será de 50% do tempo que faltaria para aposentadoria, tanto por contribuição como por idade.

Atualmente, o trabalhador pode se aposentar por tempo de contribuição (30 anos mulheres, 35 homens), independentemente da idade. A reforma acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição.  

Pelas regras de transição da equipe econômica de Bolsonaro, uma mulher que tem ou completa 59 anos em 2019 deverá esperar para completar 60 anos e seis meses para solicitar sua aposentadoria. O mesmo vale para homens que estão com 64 anos.

Quem está prestes a cumprir o tempo de contribuição mínimo para aposentadoria – 30 anos, se mulher, e 35, se homem – poderá optar pela aposentadoria sem idade mínima, aplicando-se o Fator Previdenciário, após também cumprir pedágio de 50% sobre o tempo faltante.

No caso de uma mulher com 29 anos de contribuição poderá se aposentar pelo Fator Previdenciário se contribuir mais um ano e meio. O mesmo vale para homens que já tenham 34 anos de contribuição.



21/02/2019

Aposentado pode perder multa de 40% do FGTS se continuar trabalhando




A proposta consta da minuta de reforma da Previdência já desperta reação no Congresso Nacional.

A equipe econômica quer livrar as empresas de pagar a multa de 40% sobre os depósitos efetuados no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do trabalhador quando o empregado demitido sem justa causa já estiver aposentado.

A proposta consta da minuta de reforma da Previdência revelada pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, e já desperta reação no Congresso Nacional. Nos bastidores, parlamentares criticam a inclusão de pontos que não estão ligados estritamente à reforma e que poderiam dificultar a votação da proposta. A avaliação de lideranças ouvidas pela reportagem é de que “penduricalhos” incluídos na proposta aumentam as resistências à reforma e tiram o foco dos debates mais importantes como o da transição.

O texto ainda passa por ajustes finais e pelo pente-fino das áreas jurídicas do governo. A promessa é de que seja protocolado nesta quarta-feira, 20, no Congresso. Também deve ser convocada uma coletiva para detalhar os pontos da reforma.

Um desses “penduricalhos” criticados pelos congressistas é justamente a questão dos 40% de multa. Hoje o funcionário da iniciativa privada que se aposenta e continua trabalhando saca o saldo do seu FGTS normalmente. Depois, se for demitido sem justa causa, a empresa precisa pagar a multa prevista.

O advogado trabalhista Fernando Abdala explica que, se passar, essa alteração pode funcionar como um incentivo para que o trabalhador ainda em atividade adie o pedido de aposentadoria, na expectativa de ao ser demitido receber os 40% sobre o FGTS. Com isso, ele continuaria contribuindo para a Previdência. “Ou o governo pode querer apenas diminuir o ônus do empregador”, afirma Abdala.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem feito diversos acenos na direção de medidas que buscam a reduzir a carga sobre as empresas. A proposta de desobrigá-las a pagar a multa na demissão de aposentados havia sido incluída no relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-RJ), relator da reforma da Previdência enviada pelo ex-presidente Michel Temer. O texto não chegou a ser votado no plenário da Câmara. (Fonte: Estadão)



20/02/2019

Banco do Brasil pagará PLR no dia 07/03


O Banco do Brasil informou a CONTEC que vai pagar a segunda parcela da PLR no dia 07 de março.

O acordo 2018/2020 garante o mesmo modelo de PLR sem redução de direitos para os funcionários do BB, uma vez que são aplicados os dispositivos do acordo de PLR da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

Lucro Recorde 
O Banco do Brasil lucrou R$13,5 bilhões em 2018, um crescimento de 22,2% com relação ao mesmo período de 2017. Segundo o banco, esse resultado se deve principalmente pela redução das despesas de provisão de crédito (-19,3%), pelo aumento das rendas de tarifas (+5,7%), que cresceram acima da inflação e pelo controle de custos, que caíram mais que a inflação.

Excluindo os resultados de itens extraordinários, o lucro líquido do BB em 2018 cresceu 16,8%, alcançando R$12,86 bilhões. O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (RPSL) cresceu de 12,30% em 2017 para 13,90% em 2018.

Em compensação, o BB fechou de 2.272 postos de trabalho em um ano. No final de 2018 eram 96.889 funcionários, queda de 2,29% com relação a dezembro de 2017. (Fonte: Com a Contec)


15/02/2019

Previdência de Bolsonaro tem transição mais dura do que projeto na Câmara

O governo Bolsonaro afirmou que está definida a idade mínima para a aposentadoria na reforma da Previdência: 65 anos para homens e 62 para mulheres. Esse patamar seria atingido após um período de transição de 12 anos, de acordo com Rogério Marinho, secretário especial de Previdência e Trabalho.

Se for confirmada, a regra será mais dura que a do texto que está parado na Câmara dos Deputados, proposto durante o governo do ex-presidente Michel Temer e alterado na Comissão Especial da Casa. A proposta que já está no Congresso prevê uma idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para mulheres, mas num período de transição mais longo, de 20 anos.

BOLSONARO COGITOU USAR TEXTO DE TEMER

Logo após tomar posse, no início de janeiro, o presidente Bolsonaro cogitou usar parte da proposta de Temer, que está parada na Câmara dos Deputados. Depois, o secretário Rogério Marinho chegou a dizer que já estava definido o uso do texto proposto pelo ex-presidente.

Parlamentares avaliaram, porém, que o procedimento seria alvo de críticas e poderia ser visto como quebra do rito de tramitação. A ideia, então, foi abandonada.

PROPOSTA DE TEMER NÃO FOI VOTADA
A primeira versão da reforma da Previdência de Temer estabelecia idade igual para homens e mulheres, de 65 anos, e transição em 20 anos.

Porém, o texto sofreu alterações na comissão especial da Câmara e foi enxugado mais de uma vez pelo próprio governo, que encontrava dificuldade para conseguir os votos necessários para aprovação.

Em sua última versão, o texto propunha idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para mulheres, a serem atingidos após um período de transição de 20 anos.

Essa proposta nem chegou a ser votada. Primeiro, houve o escândalo envolvendo conversas de Temer com o executivo Joesley Batista, da JBS. O vazamento criou uma grande crise política para o governo, que precisou negociar com parlamentares para barrar as investigações contra o então presidente.

Depois, teve início a intervenção federal na segurança pública no Rio de Janeiro, impossibilitando a votação da proposta. Mudanças na Previdência só podem ser feitas via PEC (Proposta de Emenda Constitucional), e é proibido votar esse tipo de lei quando há algum estado sob intervenção. (Fonte: UOL)


14/02/2019

Banco do Brasil tem lucro de R$ 12,8 bilhões em 2018

O Banco do Brasil (BB) apurou lucro líquido ajustado de R$ 3,845 bilhões no quarto trimestre, o que representa alta de 20,6% em relação ao mesmo período do ano passado. O número veio acima da projeção média de analistas consultados pelo Valor, que era de R$ 3,786 bilhões.

O lucro líquido contábil ficou em R$ 3,803 bilhões, indicando aumento de 22,3% na comparação anual.

No resultado fechado de 2018, o lucro ajustado foi de R$ 13,513 bilhões, com alta de 22,2%. Já o lucro contábil cresceu 16,8%, a R$ 12,862 bilhões.

A margem financeira bruta somou R$ 12,490 bilhões entre outubro e dezembro, o que mostra uma queda de 0,7% frente ao terceiro trimestre e redução de 2,6% na comparação com o quarto trimestre de 2017. A carteira de crédito ampliada subiu 1,8% no ano, a R$ 697,3 bilhões. Na passagem do terceiro para o quarto trimestre, a expansão foi de 1,0%.

O estoque de operações com pessoas físicas totalizava R$ 196,654 bilhões no fim de 2018, o que representa alta de 2,7% em três meses e de 5% em um ano. O banco avançou principalmente nas linhas de consignado, financiamento imobiliário, cartão de crédito e empréstimos pessoais, e recuou em financiamento de veículos, cheque especial e CDC salário.

A carteira de pessoa jurídica, por sua vez, cresceu 0,6% no trimestre, mas recuou 4,6% em 12 meses, para R$ 219,951 bilhões. O banco encolheu 5%, em um ano, nas operações com médias e grandes empresas, e reduziu em 16,1% o portfólio de micro e pequenas. Apenas as operações com o governo tiveram desempenho positivo na comparação com dezembro de 2017.

Quase todas as linhas encolheram no ano passado, com exceção de ACC/ACE, que sofre influência do câmbio, e recebíveis.

No crédito rural, a carteira do BB somava R$ 187,193 bilhões no fim do ano passado, o que representa queda de 0,1% frente a setembro e alta de 3,2% em relação ao fim de do ano anterior.

As despesas líquidas com provisões para devedores duvidosos (PDD) caíram 19% em relação ao quarto trimestre do ano passado, para R$ 3,168 bilhões. Na comparação com o terceiro trimestre, houve queda de 1,8%.

As receitas com tarifas subiram 7,4% na comparação anual, para R$ 7,236 bilhões. As despesas administrativas recuaram 0,2%, para R$ 8,220 bilhões.

O retorno sobre o patrimônio líquido ajustado pelo critério de mercado ficou em 16,3% no quarto trimestre, de 14,3% no terceiro e 14,5% no mesmo período do ano passado.

O BB fechou dezembro com índice de Basileia de 18,9% e 10,0% de capital principal.

Queda na inadimplência
O BB registrou inadimplência de 2,53% em dezembro, de 2,82% em setembro e 3,72% no fim de 2017. Em pessoa jurídica, o índice recuou para 3,17%, de 3,70% e 6,18%, na mesma base de comparação. Em pessoa física, as taxas foram de 3,08%, ante 3,27% e 3,36%, respectivamente. E em agronegócio, o indicador ficou em 1,53%, de 1,62% e 1,67%.

Da inadimplência em pessoa física, a maior taxa foi observada na linha CDC Salário, com 4,63%. Na sequência aparecem Financiamento Imobiliário, com 2,54%, e Cartão de Crédito, com 2,41%.

Em pessoa jurídica, a taxa de inadimplência mais elevada é na linha ACC/ACE, de 1,36%. Depois vêm as linhas Recebíveis, com 1,06%, e Capital de Giro, com 1,00%.

Em agronegócios, a linha com maior inadimplência é Pronaf, com 3,01%; seguida de Pronamp, com 2,44%; e BNDES/Finame Rural, com 1,85%.

O BB também divulga o indicador New NPL/Carteira de Crédito, que representa uma tendência da futura inadimplência. O indicador é apurado pela relação entre a variação trimestral do saldo das operações vencidas há mais de 90 dias, acrescida das baixas para prejuízo efetuadas no trimestre; e o saldo da carteira de crédito classificada do trimestre anterior.

No quarto trimestre, esse indicador foi de 0,52%, ante 0,27% no terceiro e 0,89% no quarto trimestre de 2017.

Planos para 2019
Segundo o guidance do BB para 2019, que foi publicado na manhã desta quinta-feira, o banco projeta um lucro líquido ajustado entre R$ 14,5 bilhões e R$ 17,5 bilhões para este ano.

O BB também prevê um crescimento de 3% a 6% em sua carteira de crédito em 2019, o que indica que adotará um ritmo mais moderado que os concorrentes privados.

Tanto Bradesco quanto Itaú Unibanco estimam que podem crescer mais de 10% em estoque de operações.

A projeção do BB é aumentar de 7% a 10% o portfólio de crédito a pessoas físicas. Na carteira de pessoas jurídicas, o banco prevê uma variação de 0% a 3%. No crédito rural, a expansão esperada é de 3% a 6%.

A margem financeira bruta do BB deve crescer de 3% a 7% em 2019. As despesas líquidas com provisões para devedores duvidosos devem ficar entre R$ 11,5 bilhões e R$ 14,5 bilhões neste ano, depois de terem somado R$ 14,221 bilhões em 2018.

A expectativa do banco é que as rendas de tarifas aumentem entre 5% e 8% e as despesas administrativas, de 2% a 5%. (Fonte: Valor Econômico)



12/02/2019

Nesta terça, 12, REUNIÃO COM DIRETOR E NEGOCIADOR DA FENABAN

 

Com a presença de diretores do Sindicato de Maringá, está ocorrendo nesta terça-feira, 12, em Curitiba, reunião entre a Federação dos Bancários do Estado do Paraná (Feeb-PR) e o diretor de Políticas de Relações Trabalhistas e Sindicais e negociador da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), Adauto de Oliveira Duarte.


Das 8h30 às 10h30, o encontro debateu vários assuntos específicos, como a reforma da Previdência, falta de funcionários e extrapolação da jornada de trabalho. E das 10h30 às 14h, haverá a reunião com o diretor e negociador da Fenaban, Adauto de Oliveira Duarte, quando estarão em pauta a Convenção Coletiva de Trabalho 2018/2020 e seu Anexo III. (Feeb/PR com Sindicato)



05/02/2019

BANCO DO BRASIL: Adesão ao banco de horas é totalmente voluntária

 

Qualquer tipo de pressão de gestor deverá ser denunciada no Sindicato

Teve início no dia 05 de fevereiro a opção para os funcionários do Banco do Brasil aderirem ao banco de horas, como cumprimento do acordo coletivo de trabalho 2018-2020.

 

O acordo prevê a concessão de uma hora de descanso para cada hora extra prestada. Quando o número de horas extras completar uma jornada diária de trabalho, elas poderão ser compensadas com um dia de folga. As compensações deverão ser obrigatoriamente realizadas dentro de um período máximo seis meses, em datas a serem previamente combinadas com cada gerência.

 

Mas atenção. A opção pelo banco de horas deverá ser totalmente voluntária. Portanto, nenhum gestor poderá exercer qualquer tipo de pressão para que o funcionário faça a adesão. Qualquer ação nesse sentido deve ser imediatamente denunciada no Sindicato, que está acompanhando de perto.

Aqueles que não desejarem aderir continuarão a receber pelas horas extras em espécie com adicional de 50% sobre o valor da hora normal. Da mesma forma, para os que aderirem, deverá ficar disponível no sistema a opção para desistir da opção a qualquer momento.



04/02/2019

Safra pagará PLR dia 22 de fevereiro


 

Após cobrança e negociação com o movimento sindical, o Safra informou que antecipará o crédito da segunda parcela da PLR para 22 de fevereiro – pela CCT, o banco teria até 1º de março para o pagamento –; além disso, pagará com o acréscimo de 20% na parcela adicional da PLR para todos os bancários e com 20% na regra básica para os funcionários em cargos técnicos administrativos.

O Safra, já havia antecipado o pagamento da primeira parcela da PLR, que foi realizado no dia 14 de setembro. O valor pago em setembro será descontado desta segunda parcela.

Entenda a regra da PLR
Os bancários foram a primeira categoria a conquistar o direito à Participação nos Lucros e Resultados, em 1995. A PLR é formada pela regra básica e parcela adicional. Na Campanha Nacional dos Bancários 2018, a categoria conquistou reajuste de 5% nas parcelas fixas da PLR, assim como sobre salários e demais verbas. Veja como ficou:

PLR Total: Regra Básica + Parcela Adicional
•  Regra Básica: 90% do salário + valor fixo de R$ 2.355,76. Caso o montante não atinja 5% do lucro líquido dos bancos o valor será elevado até o limite individual de 2,2 salários.
•  Parcela Adicional: distribuição linear de 2,2% do lucro líquido anual dos bancos, com teto de R$ 4.711,52.



01/02/2019

Caixa quer vender área de loterias, seguros, cartões e gestora até junho do ano que vem

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou nesta quarta-feira, 30, que o objetivo de sua gestão é vender todos as quatro subsidiárias da instituição, tidas como não são centrais ao negócio do banco público.

Assim, devem ser vendidas as área de gestora de recursos, a empresa de  loterias, de seguros e de cartões.

Outro objetivo da nova gestão é também listar os papéis da Caixa na bolsa, mas em Nova York. O executivo acredita que ao menos duas destas empresas devem fazer a abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) este ano e, em uma "previsão conservadora", disse ele, até junho de 2020 todas estas companhias devem estar com capital aberto.

No discurso de posse, o executivo havia afirmado que o objetivo era vender as quatro empresas durante os quatro anos do governo de Jair Bolsonaro, mas após suas primeiras semanas no comando do banco, encurtou o prazo para meados do ano que vem.

Loteria pode ser a primeira
A empresa de loterias do banco, disse Guimarães, tem chances de ser a primeira a lançar ações, pois já está mais preparada, disse durante palestra em evento com 650 investidores, empresários e analistas promovido pelo Credit Suisse.

Pedro Guimarães ressaltou que o objetivo das operações não é vender 100% das subsidiárias, mas uma fatia menor e, em um segundo, uma opção é fazer uma oferta subsequente (follow-on, pelo jargão do mercado financeiro).

"Não penso que IPOs tem que ser 30%, 40% ou 50%, prefiro fazer menor." Operações menores, disse ele, conseguem atrair os pequenos investidores.

Venda do banco
Sobre a abertura de capital da própria Caixa, Guimarães disse que essa é uma decisão do ministro da Economia, Paulo Guedes. Seu mandato no banco público, disse ele, é vender as subsidiárias. O executivo ressaltou ainda que a privatização da Caixa não está em discussão no governo.

Guimarães disse não gostar do modelo parcerias e fusões para o banco e acredita que o mais viável é vender as empresas por meio de ofertas de ações. Ele disse que o banco planeja criar algum mecanismo nos papéis para atrair pessoas físicas.

O executivo prometeu um choque de gestão no banco. Ele destacou que só o fato de abrir o capital pode ajudar o lucro de algumas das subsidiárias aumentar em 50%, como já aconteceu com empresas semelhantes do Banco do Brasil.

Maquininha
Pedro Guimarães disse que o banco estuda entrar no segmento de adquirência de cartões, que são as empresas responsáveis pelo credenciamento de estabelecimentos e captura de transações com meios eletrônicos de pagamentos. O executivo disse que a Caixa é o único grande banco a não ter esse tipo de operação com maquininhas de cartões. "Isso vai mudar em dois meses", afirmou durante palestra, sem dar detalhes do que pretende fazer.

Guimarães ressaltou que a Caixa tem 100 milhões de clientes e 96 milhões de cartões de débito, mas apenas 5 milhões de cartões de crédito e nenhum cartão de crédito consignado. Por isso, o banco planeja lançar um plástico consignado e vê chance de chegar a 30 milhões em um mês. "Há demanda fenomenal de lotéricas para um segundo produto, como seguro ou cartão de crédito consignado", disse ele.

Não é possível, disse o presidente do banco, ter operação de cartões sem ter um adquirente. "Isso vai mudar em dois meses. O que vamos fazer? Não posso falar, mas certamente não vai ser não fazer nada." A Caixa deixa de ganhar por não ter um adquirente e não ter antecipação de recebíveis, ressaltou ele. Com as maquininhas, o banco consegue, por exemplo, fazer operações de antecipação de recebíveis.

Entre os grandes bancos, o Banco do Brasil e o Bradesco são donos da Cielo, enquanto o Itaú tem a Rede e o Santander a GetNet. (Fonte: Estadão)


01/02/2019

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