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03/04/2017

Bancos lucram quase R$ 50 bilhões em 2016 e são o melhor setor da Bolsa


Apesar de ainda registrarem os melhores resultados, o lucro somado do setor teve queda de 13% entre 2015 e 2016

Apesar de ter uma queda de 13%, os bancos brasileiros conseguiram se manter como o setor que mais lucrou no País em 2016, segundo levantamento feito pela consultoria Economatica com as empresas listadas na Bolsa. Com 23 instituições, o bancos conseguiram lucrar R$ 48,595 bilhões no ano passado.

O Itau Unibanco e o Bradesco lideraram a lista das empresas mais lucrativas, porém com queda nos seus resultados de 2016 com relação ao ano anterior. O primeiro lucrou R$ 21,639 bilhões - uma queda de R$ 1,720 bilhão -, enquanto o Bradesco teve resultado positivo de R$ 15,083 bilhões, ante R$ 17,189 bilhões no ano anterior.

Entre os 20 maiores lucros do Brasil, aparecem ainda o Banco do Brasil (R$ 8,033 bilhões), Santander (R$ 5,532 bilhões), BB Seguridade (R$ 4,013 bilhões) e BTG Pactual (R$ 3,408 bilhões). Confira a lista: (Fonte: InfoMoney)



03/04/2017

Caixa pode fechar 120 agências do banco em todo


A instituição financeira ainda não tem dados para Sergipe


Em entrevista coletiva concedida à imprensa nesta última terça-feira, 28/03, em São Paulo, o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, informou que a Caixa poderá fechar até 120 agências em 2017. Segundo ele, a intervenção será em agências deficitárias e entre as alternativas há possibilidade de fechamento, fusão, diminuição de estrutura ou remanejamento de agências para outro local. 




O presidente da Caixa apresentou que a instituição teve redução de 42% nos lucros em relação ao ano de 2015, o que está interferindo no pagamento da PLR [Participação dos Lucros e Resultado] dos funcionários, pois nem todos vão receber agora. Mas, mesmo assim, a Caixa teve um lucro de R$ 4,1 bilhões em 2016, segundo ele mesmo informou.

(fonte: Infonet)




03/04/2017

Menos de 20% dos acordos salariais têm aumento acima da inflação


Resultado de 2016 foi o pior em 20 anos, aponta o Dieese
Os efeitos da crise, que já tinham influenciado as campanhas salariais em 2015, foram sentidos com mais intensidade no passado, quando apenas 18,9% dos acordos analisados pelo Dieese tiveram aumento real (acima da inflação, medida pelo INPC-IBGE).

O resultado, equivalente a 2003, foi o pior da série histórica, iniciada em 1996. Foram 36,7% de acordos com índices inferiores à inflação, quase o dobro do ano anterior (19%). Os demais 44,4% foram equivalentes ao INPC.

Com o resultado negativo, a variação média dos reajustes ficou abaixo do índice de inflação: -0,52%. O instituto analisou 714 negociações, na indústria, no comércio e no setor de serviços.

"O quadro das negociações salariais analisado revela o agravamento da situação captada no balanço dos reajustes de 2015", diz o Dieese. Naquele ano, os reajustes acima da inflação foram pouco mais da metade (51%) do total.

Entre 2005 ​e 2014, as negociações com ganho real nunca foram menos do que 70% do total. Com exceção de 005, 2008 e 2009, foram de no mínimo 86%. Em dois anos, 2012 e 2014, superou os 90%. A situação piora em 2015, quando os acordos acima da inflação somaram 50,7%.

O Dieese apurou ainda aumento no número de reajustes salariais parcelados, o que já havia acontecido no ano anterior. Em 2016, 29,6% dos acordos tiveram parcelamento, ante 13,7% em 2015. De 2008 a 2013, a proporção ficava entre 4% e 5% do total.

Entre os setores, o de serviços teve a maior proporção de reajustes abaixo da inflação: 49%. Outros 20,6% ficaram acima do INPC, índice maior que a média geral.

Na indústria, foram 16,9% de acordos com reajuste superior à variação do INPC e 30,6% abaixo, com 52,6% equivalente ao índice usado como referência nas negociações. O comércio teve 21,4% acima e 29,1% abaixo, com praticamente metade (49,6%) iguais ao INPC. (Fonte: RedeBrasilAtual)



31/03/2017

Relator da reforma da Previdência diz que proposta será flexibilizada


De acordo com Arthur Maia, todos os pontos da refoma são suscetíveis de mudanças, por serem os mais demandados pelos deputados (Alessandra Azevedo)

O relator da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, Arthur Maia (PPS-BA), admitiu nesta quinta-feira (30/3) que a proposta poderá ser flexibilizada em cinco pontos: a equiparação das regras de aposentadoria para trabalhadores rurais e urbanos, a regra de transição, a retirada da previsão de aposentadorias especiais, a impossibilidade de acumular pensão e aposentadoria e, por fim, quanto às mudanças propostas ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), devido a idosos e deficientes de baixa renda.

De acordo com Arthur Maia, todos esses pontos são suscetíveis de mudanças, por serem os mais demandados pelos deputados. Ele não sinalizou, no entanto, quais serão as alterações incluídas no parecer da comissão especial, que pretende apresentar no início de abril. "É muito prematuro, neste momento, dizer o que será flexibilizado e o que não será. Se eu já tivesse isso na cabeça, não precisaria conversar com ninguém, eu apresentaria hoje meu parecer, o que não e o caso", afirmou.

A última audiência pública da comissão, realizada nesta quinta, durou cerca de seis horas e contou com a presença do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que discorreu sobre os números que explicam a necessidade da reforma, e do secretário de Previdência Social, Marcelo Caetano. Terminadas as audiências, o relator pode apresentar o parecer quando achar conveniente. A intenção é elaborar um relatório "que seja a síntese do sentimento dos deputados que apoiam o governo aqui na Câmara", disse. Mudança de planos

O deputado Arthur Maia afirmou que o relatório poderá ser apresentado apenas na segunda semana de abril, contrariando a previsão de finalizá-lo na semana que vem. O motivo seria a necessidade de conversar com os deputados antes de concluí-lo.

Desde quarta-feira (29/3), o relator tem se reunido com as bancadas da Câmara para discutir o assunto. “Não apresentarei o parecer enquanto não fizer essa rodada de conversas com os partidos. Na semana que vem, intensificarei isso ao máximo. Tão logo termino de falar com os partidos, procurarei apresentar o parecer”, garantiu.

Na intenção de chegar a um entendimento sobre os pontos de discordância e angariar mais apoio à reforma, o deputado afirma que pretende ouvir também "os partidos da oposição que estiverem dispostos a dialogar". Segundo ele, “existem aqueles que são contra a reforma e outros que são contra a reforma como ela foi apresentada, mas que podem apoiar na medida em que se façam algumas mudanças”. (Fonte: Correio Braziliense)



31/03/2017

Negociado sobre legislado recebe maioria de emendas na reforma trabalhista


A prevalência de acordos e convenções coletivos entre patrões e empregados sobre a legislação, ponto central da chamada reforma trabalhista (PL 6.787/16), foi o principal tema das 842 emendas apresentadas à proposta do governo, anunciou a Agência Câmara.

Essa também é a espinha dorsal do texto enviado pelo Executivo em dezembro do ano passado. Foram 155 emendas sobre o tema, 18,4% do total. 
Pela proposta, o acordo coletivo vai prevalecer para 13 pontos específicos, entre eles plano de cargos e salários e parcelamento de férias anuais em até três vezes. Veja no quadro ao lado os pontos da proposta original.

As emendas tratam de cerca de 110 temas diferentes, desde a proibição de revista íntima dos trabalhadores pela empresa até o trabalho de adolescentes.

Os assuntos que receberam mais sugestões já estão tratados na proposta do Executivo como a duração da jornada de trabalho, o trabalho temporário e o representante dos trabalhadores nas empresas.

A homologação da rescisão do contrato de trabalho, que teve 29 emendas apresentadas, é relacionada a uma das principais fontes de disputas judiciais atualmente no País.

Cerca de 58% dos 10 milhões de processos na Justiça do Trabalho, atualmente, tratam de rescisão do contrato de trabalho, de acordo com o estudo Justiça em Números, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), de 2016.

Recorde 
A reforma trabalhista foi a terceira recordista em emendas entre as propostas que já passaram por comissões especiais da Câmara. 
Ela ficou atrás da então proposta do Plano Nacional de Educação (PNE, atual Lei 13.005/14) de 2014 a 2024, com 3.365 emendas; e do Código de Processo Civil (atual Lei 13.105/15), com 900 emendas.

Normalmente, as comissões especiais são criadas quando mais de três comissões temáticas vão discutir um tema, ou em projetos de códigos, por exemplo. 
Para o relator da proposta, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), o número de emendas revela uma “demanda reprimida” em alterar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT, Decreto-lei 5.452/43).

“Há uma necessidade da sociedade, da economia como um todo, de modernizar essa legislação. Esse é um fato inquestionável demonstrado pelos números”, disse. 
O prazo para apresentação de emendas terminou em 22 de março. Oito delas foram retiradas pelos autores. (Fonte: Diap)



30/03/2017

PREVI tem superávit no exercício de 2016


Ativos do Plano 1 e do PREVI Futuro superaram a meta atuarial.

O presidente da Previ, Gueitiro Genso, acompanhado da Diretora de Administração Cecília Garcez, do Diretor de Investimentos Marcos de Almeida, do Diretor de Seguridade Marcel Barros e do representante do Diretor de Planejamento, apresentaram ontem, a partir das 9 horas, no Auditório Park Cidade Corporate, em Brasília/DF, o resultado do exercício de 2016.

O Plano 1 registrou rentabilidade acumulada de 15,03% em seus investimentos, enquanto o Plano PREVI Futuro teve rentabilidade total de 22,52%. Ambos os desempenhos foram superiores à taxa atuarial de 11,91% acumulada no ano.

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Plano de Benefícios 1

O patrimônio do maior e mais antigo plano de benefícios da PREVI terminou o ano com um patrimônio de R$ 160,6 bilhões, havendo apresentado em 2016 um superávit de R$ 2,19 bilhões.

No fechamento do exercício, 49,08% dos ativos do mencionado Plano estavam alocados em renda variável, 40,33% em renda fixa e 10,59% em outros segmentos, como imóveis e operações com os participantes. Os ativos de renda variável que se destacaram foram Petrobrás PN (121,97%), Brasil ON (98,99%) e CPFL Energia ON (75,23%).

Os resultados alcançados, foram destinados à cobertura do déficit de R$ 2,9 bilhões que precisaria ser equacionado por meio de contribuições extraordinárias, conforme divulgado em matéria publicada pela PREVI sobre o tema em 16/12/2016.

PREVI Futuro

O Plano PREVI Futuro, dos funcionários que tomaram posse no Banco do Brasil a partir de 1998, fechou 2016 com R$ 9,46 bilhões em ativos.

Os principais segmentos de investimento do plano PREVI Futuro apresentaram rentabilidades superiores ao índice de referência em 2016. Ao final do exercício de 2016, 54,95% dos ativos do PREVI Futuro estavam alocados em renda fixa, 28,01% em renda variável e 17,04% em outros segmentos.

Um dos destaques no segmento de renda fixa foi a carteira de Títulos Públicos para Negociação, que rendeu 24,63%.

Veja os números de 2016 no Hotsite Resultado e no Painel Informativo do site http://www.previ.com.br.

Fonte: PREVI



30/03/2017

Trabalhadores pagam por prejuízos, corrupção e má gestão em estatais



Com a situação financeira comprometida por corrupção, loteamento político de cargos e má gestão, empresas do governo federal recorrem à dispensa de empregados para tentar reduzir custos

correios

Correios pretendem cortar até 25 mil funcionários, após registrar perdas de R$ 4 bilhões nos últimos dois anos

Os prejuízos acumulados pelas empresas estatais nos últimos anos serão pagos com a demissão de milhares de empregados. Os sucessivos casos de corrupção, o loteamento político de cargos e investimentos desastrosos em projetos sem rentabilidade serão cobertos com a redução de gastos com pessoal. Nos Correios, por exemplo, os executivos já estudam dispensar até 25 mil trabalhadores para fechar as contas no azul em 2017, após acumular um rombo de R$ 4 bilhões nos últimos dois anos. A possibilidade foi antecipada pelo Correio, em janeiro, quando a Vice-Presidência de Recursos Humanos solicitou um parecer ao Departamento Jurídico sobre a possibilidade de demissão motivada.
Empregados de empresas públicas não podem ser demitidos sem justa causa; é necessário que haja motivação. Além disso, é necessário apresentar os critérios para os cortes de pessoal e verificar se os serviços prestados não serão afetados. Pela tese defendida pelo Departamento Jurídico dos Correios, a dispensa seria motivada por questões técnicas, econômicas e financeiras.

Conforme o memorando enviado pela Vice-Presidência de RH, a medida seria adotada caso as ações em curso não sejam suficientes para equilibrar as contas da estatal. O parecer ainda leva em conta dados apresentados pela Vice-Presidência de Finanças e Controle Interno, que mostram um crescimento de R$ 3 bilhões, em 2006, para R$ 7,5 bilhões, em 2015, na folha de pagamento da empresa. Com isso, as despesas com pessoal saltaram de 49% para 62% dos gastos totais da estatal. No mesmo período, o número de empregados passou de 107 mil para 118 mil. Mas o “tráfego de objetos” caiu de 8,6 bilhões para 8,2 bilhões. Além disso, o nível de produtividade diminuiu de 80 para 70 objetos por trabalhador.

No caso na Telebras, os problemas são ainda maiores. A estatal, ressuscitada pelo governo Dilma Rousseff, fechou 2016 com patrimônio negativo R$ 500,1 milhões, mais que o dobro dos R$ 218,8 bilhões registrado no ano anterior. Foi um aumento de 128,5% num buraco que não se sabe onde vai parar. O patrimônio negativo da Telebras cresce por causa dos consecutivos prejuízos acumulados, que saltaram, no ano passado, de R$ 498,7 milhões para R$ 769,6 milhões.

Os gastos com pessoal cresceram 39,5% entre 2015 e 2016, com a fatura pulando de R$ 50,7 milhões para R$ 70,8 milhões. No total, as despesas operacionais da Telebras subiram 18% no ano passado, totalizando R$ 195,2 milhões — sem qualquer justificativa plausível para uma empresa que havia sido praticamente fechada. No ano passado, o prejuízo foi de R$ 270,9 milhões contra R$ 235,6 milhões em 2015.
Demora

A lista de empresas no vermelho deve ser ainda maior, mas a demora na divulgação das informações mantém os dados escondidos. Segundo o Ministério do Planejamento, as estatais têm até 30 de maio para enviar à pasta os demonstrativos financeiros do ano passado. Antes disso, é impossível saber quantas das 152 companhias federais tiveram prejuízo ou não.

Outra empresa que se mantém deficitária é a Petrobras, vítima do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava-Jato. A petroleira teve prejuízo líquido de R$ 14,8 bilhões em 2016, o terceiro consecutivo. Apesar dos números ruins, a companhia reduziu o endividamento em 20%. A dívida líquida, no fim de 2016, estava em R$ 314,12 bilhões, ante R$ 392 bilhões em 2015. Em dólares, o total de débitos recuou 4%, passando de US$ 100,4 bilhões para US$ 96,38 bilhões.

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, reconduzido ontem ao cargo até março de 2019, afirmou no começo do ano que a empresa manterá disciplina e acompanhamento mensal de resultados para melhorar o balanço, mas sem reduzir a meta de produção. Segundo ele, o objetivo é reduzir os custos operacionais em 18% em relação ao previsto no cenário básico, além de implantar novos sistemas de gestão. A estatal está concluindo o segundo programa de demissão voluntária, totalizando a adesão de 19 mil colaboradores, o equivalente a 20% do quadro de funcionários diretos da companhia.
Prejuízos acumulados

Rombos sucessivos de estatais prejudicam esforço do governo para recuperar contas públicas

Telebras

» Entre 2015 e 2016, o rombo na Telebras mais que dobrou. O patrimônio líquido negativo saltou de R$ 218,8 milhões para R$ 500,1 milhões, uma piora de 128,5%

» O prejuízo acumulado saltou de R$ 498,7 milhões para R$ 769,6 milhões

» O gasto com pessoal cresceu 39,5%, passou de R$ 50,7 milhões para R$ 70,8 milhões

Correios

» A empresa acumulou rombo de R$ 4 bilhões nos últimos dois anos e estuda dispensar até 25 mil empregados por meio da demissão motivada

» Pela tese defendida pelo Departamento Jurídico da estatal, essa dispensa seria motivada por questões técnicas, econômicas e financeiras

» Será necessário apresentar previamente os critérios para os cortes de pessoal e se os serviços prestados não serão afetados

Petrobras

» A Petrobras teve prejuízo líquido de 

R$ 14,8 bilhões em 2016, o terceiro ano consecutivo de resultados negativos

» Em 2015, a estatal registrou prejuízo recorde de R$ 34,8 bilhões e em 2014, as perdas somaram R$ 21,6 bilhões

» Em comunicado após a divulgação do balanço, a Petrobras atribuiu o novo prejuízo à reavaliação “de ativos e de investimentos, no total de R$ 20,9 bilhões”

Fonte: Correio Braziliense



30/03/2017

BB é estatal que mais ganha no governo Temer e única a subir em 2017


O Banco do Brasil, que figura hoje entre as maiores altas do Ibovespa, é também a empresa controlada pelo governo federal que mais se valorizou no mercado financeiro com a recente mudança de governo no país, segundo dados do Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor.

Hoje, o presidente Michel Temer comentou, em pronunciamento durante congresso de investidores, que os papéis dessas empresas têm avançado com as mudanças na política econômica.

A ação do Banco do Brasil negociada na bolsa de valores de São Paulo subiu 45,4% desde 30 de agosto, véspera da votação do impeachment de Dilma Rousseff, que deu a Michel Temer o comando da nação.

Nesse mesmo período, a Petrobras ganhou 10,4%. Somente a Eletrobras perdeu nesse período: o papel preferencial da companhia recuou 24,8%.

Em 2017, com a expectativa de implementação de reformas estruturais, o Banco do Brasil sobe 21,6%. A perspectiva positiva para o desempenho da instituição levou os estrategistas do UBS a rever a recomendação para ações do BB de venda para neutra, com preço-alvo de R$ 34, ante R$ 23 anteriormente definido. Essa informação deu fôlego adicional ao papel na sessão de hoje.

Na contramão, Petrobras acumula queda de 2,9% em 2017, em parte por causa da queda do preço do petróleo no mercado internacional. Já Eletrobras, que vem lidando com dúvidas sobre sua capacidade de vender ativos com o objetivo de reduzir sua alavancagem, perde 16,8%.

Fonte:  Valor

 



29/03/2017

ATENÇÃO BANCÁRIOS: vacinação começa dia 10/4


 

Garanta sua dose, adquirindo cupom junto aos diretores. Doses limitadas

 

 

O Sindicato, através da Secretaria de Saúde e Condições do Trabalho, dará início no próximo dia 10 de abril à edição 2017 da Campanha de Vacinação direcionada aos bancários sindicalizados e seus dependentes legais.

Durante três dias (10, 11 e 12 de abril), a vacinação ocorrerá na sede administrativa do Sindicato, das 8h às 11h e das 13 às 17h.

 

Conforme explica o diretor José Carlos Leopoldino, para garantir a dose, o bancário deverá adquirir o cupom, mediante pagamento, já a partir desta quinta-feira, junto aos diretores, que irão às agências bancárias de Maringá e região.

“Como as doses são limitadas, a reserva será feita mediante a aquisição do cupom. Quem adquiriu o seu cupom, mas preferir outra data, terá até 10 de maio para tomar a dose na Casa da Vacina”, acrescenta.

 

PREÇO BEM MENOR

“Mais uma vez, o Sindicato demonstra sua atuação em favor da categoria bancária, viabilizando a vacina a preço acessível (R$ 85 a quadrivalente), tendo em vista que nas clínicas privadas a dose da quadrivalente custa R$ 140 e a trivalente é vendida a R$ 100, ou seja, estamos disponibilizando a quadrivalente por um preço abaixo da trivalente”, aponta o diretor.

 

QUADRIVANTE: MAIS COMPLETA

Como vem acontecendo em outras edições, o Sindicato adquiriu a vacina quadrivalente, imunizando contra o vírus H1N1 e da gripe sazonal, contendo duas cepa do vírus similar ao influenza B; um vírus similar ao influenza A (H1N1); e um vírus similar ao influenza A (H3N2). Na rede pública a imunização é feita com a vacina trivalente, que possui uma cepa a menos.

 

PREÇO: R$ 85

O preço será bem inferior ao valor cobrado nas clínicas privadas. “Como adquirimos uma boa quantidade de doses, conseguimos manter um valor menor. Serão R$ 85 para bancários  sindicalizados e seus dependentes, inclusive crianças”, adianta o diretor. Mais informações: Casa da Vacina, telefone 3262-1425, com Juliana Pelosi. Endereço: Av. Rio Branco, 833 - Zona 05.

 

ANTECIPAÇÃO

 “Sempre procuramos nos antecipar, garantindo a imunização aos nossos bancários antes da disponibilização da vacina na rede pública ou mesmo do período de maior correria às clínicas, quando normalmente há falta do produto devido a grande procura, bem como majoração nos preços. Além disso, quando começar a ser registrado maior número de casos, os bancários já estarão imunizados”, adianta.

 

 

 

PRIMEIRO CASO NO PR

O primeiro caso de gripe A neste ano no Paraná foi confirmado no dia 25 de março pela Secretaria de Estado da Saúde. Doença foi detectada em jovem de 24 anos que mora em Cascavel. Paciente apresentou os sintomas em fevereiro durante viagem a Santa Catarina, onde ficou internado. Em 2016, o Paraná contabilizou 1.078 casos de gripe H1N1, com 217 mortes.

 

 

 

Em 2016, preços chegaram a R$ 250

No ano passado houve grande correria após registros de mortes. Com isso, além de faltar a vacina, preços foram às alturas.



27/03/2017

Campeonato Suíço: confira os jogos da rodada


 

Será sábado, dia 01 de abril, a segunda rodada do Campeonato de Futebol Suíço, edição 2017. Veja a tabela de jogos das rodadas.

 

 

CAMPO ‘A’

9   horas – Caixa Econômica                   X                     Banco do Brasil

10 horas – Bradesco União                      X                     Bradesco Mandaguari

           

CAMPO ‘B’

9   horas – Banco Itaú                               X                     Sicoob

10 horas – Banco Santander                   X                     Bradesco Maringá

 

Folga: Sicredi



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