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20/03/2018

Sindicato investe na Sede Campestre, patrimônio de todos os bancários


Nos últimos três anos ocorreram diversas melhorias, como a revitalização completa do salão, banheiros, cozinha, churrasqueira, entre outros, tudo para atender bem nos eventos do Sindicato, bem como no uso particular à disposição de cada bancário.



20/03/2018

Caixa vai reduzir juros de financiamento com recursos da poupança


A Caixa Econômica Federal irá reduzir as taxas de juros de financiamento imobiliário com recursos da poupança. O presidente da instituição, Gilberto Occhi, afirmou, nesta segunda-feira (19/3), em um evento no Rio de Janeiro, que o conselho do banco está estudando a movimentação do mercado e deve alinhar suas taxas. O balanço sairá até semana que vem.

Segundo o presidente, foi observada uma atração na demanda do mercado, à medida em que os bancos privados anunciaram a redução em suas taxas. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a Caixa perdeu liderança no financiamento imobiliário nas linhas de créditos com recursos da poupança e foi ultrapassada por concorrentes pelo terceiro mês seguido.

No entanto, Occhi revelou que o balanço da instituição será o melhor da história do banco e, pela primeira, vez será melhor do que o desempenho do Banco do Brasil. Segundo ele, os dados positivos foram resultados de ajustes, redução de custos e melhorias na eficiência do banco.

De acordo com o presidente da instituição, a Caixa tem um orçamento para 2018 de R$ 82,1 bilhões de investimentos habitacionais no país. Desse total, cerca de R$ 58,8 bilhões virão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), R$ 12,7 bilhões do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo  (SBPE) e, o restante, de outras fontes.

Ele afirmou que a meta da Caixa é financiar cerca de 650 mil novas unidades habitacionais nos próximos anos, especialmente do programa governamental Minha Casa Minha Vida. Occhi disse que avalia com o governo a criação de um complemento à caderneta de poupança no financiamento do crédito imobiliário, a Letra Imobiliária Garantida (LIG).

Fonte: Correio Braziliense



16/03/2018

Previdência: vencemos uma batalha, mas não a guerra


Valeu a luta, levada a cabo nos últimos dois anos. Depois de muita pressão, o Governo finalmente recuou, engavetando, por ora, a tão famigerada “Reforma da Previdência”. Esta era uma tentativa esdrúxula de penalizar o trabalhador brasileiro, de obrigá-lo a trabalhar até morrer, enquanto permaneceriam praticamente intactos, senão ampliados, os benefícios de uma camada privilegiada, composta por políticos, juízes, o alto escalão do funcionalismo público, entre outros.

Foi preciso muita disposição, muitos protestos, muita pressão no Congresso para que a classe política recuasse. Era mais que óbvio que esta reforma não promoveria justiça social, não acabaria com privilégios. Pelo contrário, os ampliaria. Os únicos prejudicados seriam os trabalhadores da iniciativa privada, sobretudo aqueles que não têm condições de custear uma previdência privada.

Pelo texto, praticamente ninguém conseguiria reunir o tempo necessário para alcançar uma aposentaria integral. A não ser que começasse a trabalhar aos 15 anos de idade sem nunca deixar de contribuir um mês sequer. Portanto, esta vergonhosa proposta está totalmente aquém da realidade do nosso país. Aqui, onde a rotatividade de mão de obra é tão alta, quem conseguiria trabalhar ininterruptamente, contribuindo por 40, 50 anos. Algo totalmente irreal.

Aliás, o que o governo queria, e isso foi por mais de uma vez denunciado por nós, era empurrar os trabalhadores para os planos de previdência privados. Estes sim seriam os beneficiados. Já estavam esperando de boca aberta. Sem qualquer condição de contar com um benefício público, haveria uma corrida em busca destes planos. Basta analisar as dezenas de reuniões feitas entre o secretário da Previdência, Marcelo Caetano, e os responsáveis pelos grandes planos de previdência privada do país.

Porém, não nos enganemos, precisamos continuar muito atentos, pois conforme garantiu Michel Temer recentemente, esta proposta ainda pode voltar à pauta do Congresso Nacional em “setembro ou outubro” deste ano. Tudo dependerá do sucesso da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. Esta, aliás, feita apenas para desviar a atenção de problemas mais graves e para tentar elevar um pouco a rejeição do presidente, que decidiu apostar suas fichas nesta malfadada intervenção.

Nós, do movimento sindical, continuaremos atentos, monitorando de perto, para evitar qualquer surpresa. Deste governo não podemos esperar boa coisa. Sabemos que, de uma hora para outra, ele pode empurrar para votação esta proposta vergonhosa. Precisamos também contar com a participação ativa de todos os bancários, pois qualquer mudança, por mais que a propaganda governamental tente convencer em contrário, somente trará prejuízos aos trabalhadores. A todos os trabalhadores indistintamente.

Portanto, vencemos uma batalha, uma importante batalha, mas não a guerra. Esta tentativa de ataque a nossos direitos vai continuar. Se haverá avanços ou retrocessos, só dependerá de nossa disposição, de nossa garra, coragem e união. Não somente dos bancários, mas de todos os trabalhadores brasileiros.



15/03/2018

Relatório Cassi: Sindicato orienta pela rejeição

Em breve os associados da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) terão que votar o relatório do exercício de 2017 da entidade. O Sindicato orienta pela rejeição. A rejeição é uma forma de provocar a mudança na maneira como o relatório é encaminhado aos associados. “O associado não tem tempo, nem condições de analisar o relatório, que é enviado de maneira resumida, com nítidas distorções. Já passou da hora da diretoria desta entidade passar a realizar as coisas às claras”, aponta o diretor Odilon Carlos de Oliveira. De acordo com ele, o Sindicato vem há anos pressionando, mas é preciso que a resposta negativa ao relatório parta dos associados. A Cassi vem apresentando diversos problemas, como deficiência na assistência, déficit, entre outros problemas, mas os associados têm pouco acesso aos detalhes da condução da Caixa de Assistência.


15/03/2018

Assédio no Itaú: Banco constrange testemunhas em audiências

O banco Itaú vem adotando a prática de exigir a presença de gestores nas audiências trabalhistas. Isto, com certeza, pressiona e constrange as testemunhas “indicadas” pelo banco. Se já não bastassem as orientações dos advogados de como proceder e falar nas audiências em favor do banco, o Itaú vem com mais esta atitude. Já cobramos os gestores e pedimos o fim desta prática, também insistimos junto aos departamentos em São Paulo que parem com este abuso. Caso o banco venha a insistir com esta prática, o Sindicato adotará medidas para coibir mais este tipo de assédio. Lembramos aos funcionários que são intimados a testemunhar em favor do banco, que seu depoimento poderá ser utilizado contra si próprio no futuro. Sugerimos aos bancários, que nas audiências trabalhistas envolvendo outros colegas, falem somente a verdade e não caiam nas amarras do banco.


15/03/2018

ELEIÇÃO FUNCEF: NOSSO FUTURO ESTÁ EM JOGO

De 2 a 4 de abril será realizada eleição para a diretoria da Funcef. Essa eleição, mais do que nunca, exigirá de cada um dos funcionários da Caixa Econômica Federal, muito discernimento, pois é o futuro de cada um de nós, associados, que está em jogo. Vale lembrar que a Funcef passou, nos últimos anos, por sérios problemas de gestão, que levaram a um déficit, cuja conta está sendo paga por todos nós, associados. Vale lembrar que a Funcef é fundamental para a garantia do pagamento da nossa aposentadoria. Nos últimos – e isso é público – os planos de previdência, principalmente a Funcef, foram utilizados por grupos políticos, que administraram como bem entenderam esse patrimônio pertencente aos trabalhadores de empresas públicas. Esse déficit é resultado principalmente de investimentos no mínimo duvidosos. Por isso, esse é o momento de escolhermos, com muito critério, os nossos futuros representantes. Não podemos deixar nos levar pela propaganda. É preciso fazer a nossa parte. 

CHAPAS INSCRITAS 

CONTROLE E RESULTADO 
DIRETORIA EXECUTIVA: Antonio Augusto de Miranda e Souza Delvio Joaquim Lopes de Brito Max Mauran Pantoja da Costa; CONSELHO DELIBERATIVO: Ciro Cormack Jairo Dantas Celso Matos Vilson Willemann; CONSELHO FISCAL: Isidoro Perez Ramos Ana Cristina Gomes dos Santos 

JUNTOS PELA FUNCEF 
 DIRETORIA EXECUTIVA: Alberto Cavalcante Braga Liane Vinagre Klautau Lucio Flavio Mourão Santos; CONSELHO DELIBERATIVO: Cely de Campos Mantovani Jose Oswaldo Fernandes Caldas Morone Rogerio Antonio Vida Gomes Carlos Jairo Limberger Hahn: CONSELHO FISCAL: Vilmar Luiz Mattiello Fernanda Oliveira de Souza Soares 

CHAPA DO PARTICIPANTE 
DIRETORIA EXECUTIVA: Fabiana Cristina Meneguele Matheus Emanoel Souza de Jesus Alvaro Augusto Hall; CONSELHO DELIBERATIVO: Selim A. Salles Oliveira Alana Cristina G. Silva Valter San Martin Ribeiro Celeste Cássia da Fonseca; CONSELHO FISCAL: Carlos Augusto da Silva Tulio R. Nogueira Menezes 


15/03/2018

REVITALIZAÇÃO: SEDE CAMPESTRE, PATRIMÔNIO DOS BANCÁRIOS

O Sindicato investiu, nos últimos três anos, na revitalização da sede campestre dos bancários. Além de melhorar a infraestrutura, refazendo muros, parte hidráulica, entre outros, foi feita a reforma completa do salão social, desde troca de piso, banheiros, até a colocação de forro com gesso acartonado. 
Todo o investimento na infraestrutura da sede campestre é para melhor atender aos bancários, que podem utilizar o espaço para seus eventos, como festas de aniversário, casamentos, confraternizações, a valor subsidiado. Além disso, o espaço é palco para os eventos de confraternização e festivos, organizados pelo Sindicato em datas especiais. 
As benfeitorias no espaço devem continuar em próximas etapas, como instalação de ar condicionado, construção de novos quiosques, entre outros. 


13/03/2018

Acordo prevê pagamento da PLR da Caixa até dia 31



O movimento sindical tem cobrado antecipação, o que pode ocorrer até a data determinada pelo ACT em vigor, mas valores ainda dependem da publicação do balanço de 2017 (Leonardo Guandeline)

A segunda parcela da PLR deve ser paga pela Caixa até o dia 31 de março, data limite determinada pelo Acordo Coletiva de Trabalho (ACT) em vigor. Os bancários tem cobrado a antecipação, mas o pagamento ainda depende da publicação do balanço de 2017. A PLR é conquista da mobilização dos trabalhadores ao lado do movimento sindical e passou a ser paga pela Caixa em 2004.

Além disso, o banco público distribui, desde 2011, 4% do lucro líquido entre todos os empregados, que corresponde à PLR Social, fruto da Campanha Nacional de 2010. A PLR Social - que também deve ser paga até o dia 31 - leva em conta funções sociais da Caixa.

Na Caixa, a PLR é composta pela regra básica Fenaban (90% do salário base), parcela adicional (2,2% do lucro líquido dividido pelo número total de empregados em partes iguais) e PLR Social. Isso garante a distribuição superior a 19% do lucro líquido para todos os trabalhadores da empresa.

PCS 2008
Os empregados da Caixa tiveram creditados no último dia 20, retroativos a janeiro, os reajustes da promoção por mérito. Conquista renovada ano após ano desde a Campanha Nacional de 2007, os deltas agregaram aumento de cerca de 2,34% nas remunerações do Plano de Cargos e Salários (PCS). De 87.635 trabalhadores do banco (em 31/12/2017), 83.985 eram promovíeis. Destes, 72.128 (85,9%) receberam deltas. (Fonte: Seeb SP)



13/03/2018

BB pagou PLR nesta segunda



O Banco do Brasil efetuou o pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) no início da tarde desta segunda-feira (12), no mesmo dia em que ocorre a distribuição de dividendos aos acionistas, conforme solicitado pelo movimento sindical.

“O pagamento da PLR no mesmo dia em que é feita a distribuição dos dividendos aos acionistas é um fruto de negociação histórica, desde quando passamos a assinar o acordo em sua totalidade”. 

Nos primeiros, o BB chegou a propor o pagar a PLR em 30 dias após o pagamento efetuado aos acionistas. Os bancários conseguiram reduzir o prazo para 10 dias e, atualmente, o pagamento é efetuado no mesmo dia do pagamento aos acionistas.

O Banco do Brasil lucrou R$ 11,1 bilhões em 2017, o que representa um crescimento de 54,2% em doze meses e 15,9% no trimestre. No segundo semestre de 2017, o crescimento do lucro foi de 14,1%, na comparação com o primeiro semestre.

O resultado foi obtido graças ao esforço dos funcionários e funcionárias do banco, que, mesmo em condições de trabalho desfavoráveis, têm exercido seu trabalho com competência.

Veja abaixo a tabela com os valores a serem pagos.




08/03/2018

Parabéns a todas as mulheres nesta data tão importante




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