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06/03/2018

PDE tem baixa adesão e Caixa vai reabrir programa


Chega ao fim nesta segunda-feira (05.03) o prazo para adesão ao Programa de Desligamento do Empregado (PDE) lançando em 22 de fevereiro pela Caixa Econômica Federal. Mas o plano não agradou aos bancários.

Menos de 500 empregados optaram pelo PDE e vão deixar a instituição até 10 de março. Por conta da baixa adesão, a direção da Caixa já decidiu que vai, ainda este ano, reabrir o programa.

A data de reabertura ainda está sendo estudada. Mas, deve ficar para o segundo semestre. Essa estratégia não é nova. Em 2017, a Caixa lançou o PDVE no início do ano e reabriu o plano em agosto, depois de não ter atingido a meta de desligamentos.

Além disso, a Caixa vai aceitar nesse meio tempo que trabalhadores façam a adesão ao PDE mesmo fora do prazo. Isso também aconteceu em 2017.

NENHUMA MUDANÇA 
Mesmo com a baixa adesão, a estatal não vai fazer nenhuma mudança no plano. As condições e vantagens do PDE serão as mesmas de quem optou agora em março. A Caixa tem autorização para desligar 2.964 bancários. Caso consiga, a instituição afirmou que irá fazer uma economia na folha de pagamento de R$ 500 milhões a partir de dezembro. (Fonte: Contec)



02/03/2018

Sindicato trabalha para antecipar vacinação antigripal


O Sindicato, preocupado com a saúde e o bem estar dos bancários e seus dependentes legais, já está realizando levantamento junto às clínicas privadas e laboratórios em busca da vacina antigripal, para contratar o melhor preço, mas sem abrir mão da qualidade do produto. A intenção é garantir a vacinação tetravalente, imunizando contra a gripe A (H1N1) e três vírus da gripe sazonal, o mais breve possível.

Conforme o secretário de Saúde e Condições do Trabalho do Sindicato, José Carlos Leopoldino, a vacinação deve ocorrer no máximo na segunda quinzena de abril. “Lembramos a todos os bancários que nossa intenção é realizar a campanha o mais cedo possível, antecipando-se ao período de proliferação da doença, porém frisamos que dependemos da liberação dos lotes pela Anvisa, responsável pela padronização e normatização do setor. O Sindicato está atento e assim que liberado dará andamento, sendo amplamente divulgado à categoria”, aponta.

A campanha de vacinação antigripal do Sindicato completou, no ano passado 20 anos, sendo pioneira no país. 



02/03/2018

Em mega-assalto, bandidos bloqueiam duas rodovias e explodem caixas de três bancos em Palmeira


Ladrões deram vários tiros e fugiram com o dinheiro; sede da PM foi metralhada (Denise Mello e Antonio Nascimento)

Um mega-assalto isolou a cidade de Palmeira, nos Campos Gerais do Paraná. Por volta das 5 horas desta sexta-feira (02), pelo menos 30 assaltantes bloquearam trechos das BR-277 e PR-151 para impedir a chegada de reforço policial e explodiram caixas eletrônicos de três agências bancárias (Bradesco, Caixa e Itaú), que ficam em uma mesma rua.

Eles dispararam várias tiros para o alto para aterrorizar a população e evitar a reação da polícia. A quadrilha fugiu com dinheiro e ocorre uma grande busca na região.

O assalto ocorreu na Rua Conceição, no centro de Palmeira. Em uma ação orquestrada, os ladrões se dividiram em pelo menos oito veículos e bloquearam BR 277, na altura do km 194. Eles atravessaram um caminhão incendiado bloqueando a rodovia nos dois sentidos, a 30 km de Palmeira.

Em outro ponto, na PR-151, os ladrões também usaram um veículo para bloquear a estrada. O reforço policial só conseguiu chegar até a cidade cerca de uma hora depois do assalto.

De acordo com a Polícia Militar (PM), na cidade, outros criminosos metralharam a sede da corporação, com o objetivo de impedir a saída dos policiais para atender a ocorrência. Não há informações de feridos.

A PM não informou a quantidade de dinheiro levado. O local está isolado com risco de explosivos. Até às 7 horas, não havia previsão de liberação da BR-277, no km 194, segundo informou a Polícia Rodoviária Federal.

Outra ação 
Em fevereiro, em outra ação de bandidos a cinco carros-fortes na BR-376, também em Palmeira, quatro pessoas foram mortas, sendo dois vereadores, um caminhoneiro e um suspeito. (Fonte: BandaB)



01/03/2018

Brasileiros pagaram R$ 27 bilhões em tarifas bancárias em 2017


Milhões de clientes do Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander e Caixa pagam dezenas de tarifas de conta enquanto poderiam economizar bilhões abrindo contas em corretoras e bancos digitais

O consultor de vendas Alberto Gzzo Filho manteve durante muito tempo uma rotina mensal desgastante. Correntista do Banco do Brasil desde 2009 e do Bradesco desde 2013, sempre que precisava enviar dinheiro para alguém que tinha conta em outros bancos ele ia até um caixa eletrônico, fazia um saque e levava a quantia consigo até o banco, para então realizar o depósito na conta da pessoa. Tudo isso para fugir da tarifa de TED, que no Bradesco custa R$ 9,70 pela internet e no Banco do Brasil sai por R$ 9,40.

Como fazia isso mais de 10 vezes por mês, para evitar um gasto anual absurdo com o pagamento de tarifas de TED, Alberto se expunha ao risco de assaltos e tinha o inconveniente de precisar se locomover até os caixas eletrônicos várias vezes por mês. Assim como ele, milhões de brasileiros precisam fazer malabarismos para fugir de tarifas como essa.

Enquanto uma TED pode ser feita em menos de um minuto pelo internet banking, o deslocamento entre caixas eletrônicos para sacar e depositar pode levar horas – isso se o banco da pessoa que vai receber tiver agência na sua cidade. Sem contar o perigo de andar por aí com dinheiro no bolso. “Eu só fazia esse tipo de coisa com valores de no máximo R$ 1 mil. E sempre tomei muito cuidado para evitar ser assaltado”, diz o consultor.

Quando tinha que fazer transferências de valores mais altos, ele preferia não se arriscar e pagava os R$ 9,70 cobrados pelo banco. A verdade é que clientes como Alberto contribuíram muito para rechear os cofres do Bradesco em 2017 – só no ano passado o banco teve um lucro líquido de R$ 19 bilhões.

Apenas as tarifas cobradas por serviços da conta corrente, que engloba o envio de DOC e TED, assim como saques em caixas eletrônicos, extratos, emissão de folhas de cheque e tarifas de manutenção de conta, geraram uma receita de R$ 6,658 bilhões para o Bradesco no ano passado, 10% a mais que o banco faturou em 2016 com estes mesmos serviços.

Mas é claro que o banco da Cidade de Deus não é o único que fatura alto com a cobrança de tarifas. Um levantamento do InfoMoney mostra que os 5 maiores bancos do país tiveram juntos uma receita R$ 27,3 bilhões com tarifas de conta corrente em 2017.

Esse valor bilionário refere-se apenas a serviços de conta corrente – olhando o balanço dos bancos, não é possível identificar todas as mordidas que os brasileiros tomam dos bancos em um nível maior de detalhe. Ou seja, o valor total de tarifas pagas pelos brasileiros é, na verdade, ainda muito maior.

O recordista é o Banco do Brasil, com a cobrança de R$ 6,956 bilhões em tarifas referentes a conta corrente no ano passado, seguido por Itaú (R$ 6,761 bilhões), Bradesco (R$ 6,658 bilhões), Caixa (R$ 4,106 bilhões apenas até setembro – o banco ainda não divulgou o balanço do último trimestre) e Santander (R$ 2,901 bilhões). “Essa é uma parte importantíssima das receitas de um banco”, diz um analista que cobre o setor.

A receita é tão importante que os bancos não pensam duas vezes antes de aumentar as tarifas de conta. Um estudo do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) divulgado no final do ano passado mostrou que os preços dos serviços bancários (tarifas avulsas e pacotes de serviços) desses cinco bancos tiveram aumentos muito acima da inflação entre outubro de 2016 e novembro de 2017.

Entre os 58 pacotes de tarifas oferecidos pelos cinco bancos, 47 sofreram aumento de preço. A Caixa, por exemplo, reajustou todos as cestas entre 10,71% e 78,88%. No mesmo período, a inflação acumulada (Índice de preços amplo ao consumidor - IPCA) ficou em 2,70%.

O que para os banqueiros é uma mina de ouro, para o cliente é um ralo por onde o dinheiro escoa sem parar. Por exemplo, o cliente que tem conta em algum destes cinco bancos paga entre R$ 36,80 e R$ 39 por mês para ter um pacote de tarifas que engloba itens como 3 DOCs/TEDs, 8 saques e três extratos.

Faça as contas. No caso de alguém como Alberto, que realiza 10 TEDs por mês no Bradesco, o gasto mensal seria de R$ 106,80. Isso porque o banco cobra R$ 38,90 por mês pelo pacote de tarifas que engloba três TEDs. O cliente então precisaria pagar por fora as outras sete transferências, totalizando mais R$ 67,90 em um mês. Em um ano, a pessoa paga para o banco nada menos do que R$ 1.281 apenas com estas transações. Isso sem contar outras operações que poderiam ter custos adicionais, como saques, extratos, etc.

Entenda as tarifas 
Todos os bancos são obrigados pelo Banco Central a oferecer alguns serviços sem nenhum tipo de cobrança. Entre eles estão quatro saques por mês, duas transferências entre contas da própria instituição, dois extratos e 10 folhas de cheque. Além disso, consultas a saldos e extratos pela internet também são isentos de tarifas. Fora isso, fica a critério dos bancos os valores de cobrança por cada transação efetuada na conta corrente.

No caso das TEDs e DOCs, por exemplo, os valores ficam na faixa entre R$ 9 e R$ 10 quando feitos pela Internet ou por canais alternativos, como o telebanco. Já o cliente que resolve fazer um DOC ou TED no guichê do caixa paga R$ 18,85 pela operação no Banco do Brasil, R$ 17,90 no Itaú e R$ 17,40 no Santander. Pelos saques que excederem o limite isento pelo BC, o cliente do Santander precisa desembolsar R$ 2,40, enquanto o correntista da Caixa paga R$ 2,10 e o do Banco do Brasil R$ 2,15.

Os bancos também oferecem pacotes de serviços que englobam uma série de transações por mês e pelos quais os clientes pagam valores fixos mensais. Entre os pacotes, 4 são padronizados, ou seja, todos os bancos precisam disponibilizá-los e as transações inclusas são iguais em todos eles. Já a cobrança por cada pacote varia de banco para banco, como mostram as tabelas a seguir:

Você pode ter os mesmos serviços sem pagar nada 
Ter uma conta corrente é imprescindível para qualquer pessoa e abandonar de vez os bancos para fugir das tarifas está fora de questão. Mas você pode migrar dos grandes bancos de varejo, como o Itaú, Santander, Caixa, BB e Bradesco, para instituições financeiras digitais, que oferecem todos os serviços de conta corrente e mais alguns outros sem nenhuma cobrança de tarifa.

Foi justamente isso que fez Alberto, que há 8 meses decidiu encerrar sua conta no Banco do Brasil, transformar a conta do Bradesco apenas em conta salário (para receber o pagamento da empresa e nada mais) e abriu uma conta no Banco Inter, um banco digital que não cobra nenhuma tarifa. “Agora eu realizo em média 15 TEDs por mês e o meu custo é sempre zero”, afirma o consultor de vendas. Ele saca quantas vezes quiser na rede 24 horas, assim como consulta extratos, também gratuitamente.

Algumas instituições que oferecem taxa zero são:

- Neon e banco Inter não cobram por serviços de conta corrente como pacote de serviços, TED, DOC, saque, extrato, transferências, etc.;

- Nubank, Digio, Credicard e banco Inter têm cartão de crédito sem anuidade;

- XP, Rico e Clear cobram zero de custódia para investimentos em Tesouro Direto, ações, fundos imobiliários, títulos de renda fixa e outros investimentos;

- Rico cobra taxa de corretagem zero para negociação de fundos imobiliários;

- XP, Rico e Clear cobram taxa zero na TED para envio do dinheiro de volta ao banco;

- Clear cobra apenas R$ 0,80 por ordem na corretagem de ações;

Uma pegadinha comum nos grandes bancos é que muitas vezes o cliente decide trocar a instituição tradicional por outra digital, mas o gerente do banco tenta convencê-lo a ficar dizendo que dará “serviços gratuitos mediante condições”. O truque é o seguinte: o gerente oferece um pacote de serviços “gratuito” para o cliente, desde que ele mantenha aplicações financeiras no banco.

Neste caso, o prejuízo é ainda maior. Isso porque os bancos de varejo cobram taxas exorbitantes em fundos de investimentos e o cliente acaba pagando muito mais de taxa de administração do que pagaria no próprio pacote de tarifas, como mostrou uma reportagem exclusiva do InfoMoney publicada este mês.

A solução ideal, portanto, é abrir uma conta em um banco digital para as operações do dia a dia da conta corrente: pagar contas, fazer transferência, realizar depósitos e saques, etc. Ao mesmo tempo a pessoa deveria abrir uma conta em uma grande empresa de investimentos para também economizar enormemente no pagamento de tarifas com o dinheiro que está sendo poupado para o futuro.

“Se você escolher um banco pequeno para gerenciar a sua conta corrente e deixar seu investimento em um lugar realmente robusto e seguro, você tem o melhor dos dois mundos. Tem uma conta digital barata e o seu dinheiro fica em um lugar sólido e que oferece boas opções de investimento”, diz o economista Luiz Fernando Roxo, que apresenta o programa Riqueza Pessoal na InfoMoneyTV e também é professor do InfoMoney Educação.

É importante lembrar que alguns bancos de varejo tinham adotado há alguns anos o modelo de conta digital com isenção de uma grande quantidade de tarifas. No entanto, essas contas eram muito pouco divulgadas para os clientes e os bancos optaram por descontinuar o serviço entre 2016 e 2017.

“Curiosamente, no mesmo período em que as contas digitais foram suspensas, a última pesquisa de sobre tecnologia bancária, divulgada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), indica que o uso dos meios digitais para serviços financeiros em 2016 alcançou 21,9 bilhões de transações representando um crescimento de quase 100% em relação ao ano anterior”, aponta o Idec.

Os clientes que já tinham as contas com isenções de tarifas antes do encerramento tiveram os benefícios mantidos. Já quem optar agora por uma conta digital nos maiores bancos de varejo do país vai ter que arcar com a cobrança de muitas tarifas. O Itaú oferece conta nesse modelo, mas sem vantagens em termos tarifários, o que faz pouco sentido para o cliente. O BB tem a Conta Fácil, mas a soma dos créditos recebidos não pode ultrapassar R$ 5 mil por mês e há cobrança de tarifas para realização de DOCs e TEDs.

Há poucos meses o Bradesco lançou o Next, uma conta digital que também tem isenção de tarifas com o plano Na Faixa. No entanto, o cliente tem direito a apenas uma TED ou DOC por mês. Os demais são cobrados no mesmo valor do banco de varejo, a R$ 9,70 por operação. Já o Santander tem o Superdigital, que também cobra tarifas dos seus clientes.

O que dizem os bancos 
Todos os bancos foram procurados pelo InfoMoney. Após diversos contatos com a assessoria de imprensa do Bradesco questionando a ausência de um pacote de tarifas que englobasse uma quantidade maior (ou ilimitada) de TED, a reportagem foi informada na manhã desta sexta-feira (23) que o banco decidiu incluir a partir de 1º/03/2018 a opção de Cesta de Serviços com TED ilimitada, sem cobrança de tarifa adicional.

"Essa Cesta será negociada de acordo com o perfil e a necessidade do cliente e seu valor pode chegar a isenção, conforme relacionamento que o cliente mantém com o banco", disse o Bradesco, em nota.

Também em nota, o Santander informou que “os preços e os reajustes das tarifas dos pacotes de serviços visam a acompanhar os movimentos do mercado e a inflação do período referente à última alteração. Vale ressaltar que o Banco oferece orientações sobre as melhores alternativas de utilização dos serviços, conforme a movimentação usual e as necessidades financeiras dos clientes, inclusive a opção de uso gratuito de determinados serviços da conta corrente.”

Já o Banco do Brasil disse que avalia permanentemente os custos dos serviços disponibilizados aos clientes para assegurar que os preços praticados em tarifas estejam entre os mais competitivos do mercado.

“Mantendo o compromisso de transparência e respeito aos clientes, o BB disponibiliza mensalmente o extrato de serviços (via internet, TAA e mobile), no qual apresenta o valor do pacote contratado (se houver), a franquia de serviços incluída no preço e os serviços efetivamente consumidos em cada período, para que cada cliente possa avaliar, permanentemente, a relação custo x benefício”, disse o banco.

O Itaú afirmou que busca sempre manter a melhor relação custo-benefício para o cliente e que os reajustes realizados levam em consideração a inflação, custos operacionais e características de cada pacote ou serviço. “Importante reforçar que mantivemos ao longo destes anos nosso posicionamento de ter preços competitivos no mercado, sem abrir mão de oferecer aos clientes qualidade de serviço e produtos de valor agregado”, afirmou o banco, em nota.

A Caixa não respondeu até a publicação da reportagem. (Fonte: InfoMoney)



01/03/2018

Clientes do Santander relatam pane no sistema do banco


Por conta desse problema, o Santander aparece em segundo lugar entre os assuntos mais comentados no Twitter no Brasil. Clientes do Santander relatam pane no sistema do banco

Clientes do banco Santander relatam pane no sistema do banco no início da tarde desta quarta-feira, 28. Nas redes sociais, os correntistas do banco reclamam que não estão conseguindo fazer transações com cartões de crédito e débito e ainda pagar contas ou fazer outras operações bancárias. Eles reclamam também de não conseguirem acessar o aplicativo ou os terminais eletrônicos do banco.

Pelos relatos, a pane atinge todo o Brasil. “Fui almoçar e o cartão de débito do Santander não passou”, diz uma usuária no Twitter. “Estou sem acesso ao app ou até mesmo o site”, relata outro cliente do banco. “No supermercado, na hora de pagar a conta, o cartão do Santander não passou”, relata outro cliente.

“Débito, saques em caixas eletrônicos e aplicativo fora do ar”, afirma um cliente do Santander também no Twitter.

Uma das queixas mais comuns nas redes sociais é que a pane ocorre justamente no dia em que muitas pessoas recebem o salário

Outro lado 
Procurado, o Banco Santander informou que devido a uma oscilação elétrica alguns serviços do banco ficaram indisponíveis. O banco diz ainda que estas operações estão sendo normalizadas.

Por conta desse problema, o Santander aparece em segundo lugar entre os assuntos mais comentados no Twitter no Brasil. (Fonte: Estadão)



27/02/2018

Novo PDE da Caixa traz menos vantagens


O Programa de Desligamento do Empregado (PDE) lançado pela Caixa Econômica Federal na última quinta-feira (22/02) é menos vantajoso em relação ao Programa de Demissão Voluntária Extraordinário  (PDVE) lançado pelo banco ano passado. A principal diferença é em relação as verbas financeiras. O PDE oferece 9.8 salários limitados a R$ 490 mil a título de indenização. Já o de 2017 oferecia 10 salários limitados a R$ 500 mil.

Desde 2015, a Caixa vem, ano após ano, apresentando aos seus trabalhadores planos de demissão/incentivos a aposentadoria. O resultado disso é um enxugamento no quadro de pessoal. Em 2014, a Caixa chegou a ter cerca de 105 mil empregados. Atualmente, esse número não passa de 87 mil. Uma redução de aproximadamente 17%.

PDE 2018

Os bancários, que já estão aposentados pelo INSS ou que vão adquirir essa condição até 31 de dezembro, vão poder aderir ao PDE. Trabalhadores com no mínimo 15 anos de efetivo exercício de trabalho, além dos empregados com adicional de incorporação de função até a data do desligamento (esse último, sem exigência de tempo mínimo de trabalho na Caixa) também vão poder aderir ao Programa.

Já o plano de saúde (Saúde Caixa) será mantido e não terá nenhuma alteração.

Diretoria Executiva da CONTEC

 



27/02/2018

Novo presidente do TST afirma que vai priorizar análise da reforma trabalhista



O novo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), João Batista Brito Pereira, tomou posse nesta segunda-feira (26), no lugar do ministro Ives Gandra Martins Filho. Durante a cerimônia, Pereira afirmou que a reforma trabalhista será pauta prioritária da Corte. “A prioridade de hoje é a implantação da reforma trabalhista na jurisprudência do TST, que é o órgão dedicado a uniformização da jurisprudência”.

Os julgamentos sobre a reforma só devem chegar à Corte por meio de recursos interpostos contra as decisões dos tribunais regionais do Trabalho, lembrou Pereira. No entanto, o presidente do TST ressaltou que a Corte já tem um grupo de ministros discutindo a questão: “uma comissão designada pelo Tribunal, para estudar as novidades impostas na Consolidação das Leis do Trabalho e assim, quem sabe, contribuir com os juízes do trabalho sem lhes atingir a independência, que é sagrada”.

Ele disse ainda que, antes dos recursos chegarem, o que pode ser feito é a edição de algum procedimento que possa servir de referência para decisões inferiores. “Mas nada que possa vincular ao juiz, que tem a autonomia e independência nos julgamentos”, reforçou, em entrevista coletiva após a cerimônia de posse.

Direito adquirido
Uma das questões discutidas na justiça do Trabalho é se as novas regras da reforma se aplicariam aos contratos já existentes quando ela entrou em vigor, em 11 de novembro, ou somente pra aqueles celebrados depois desta data. O entendimento em vários casos foi pela validade das novas regras apenas nos contratos novos, preservando o direito adquirido dos trabalhadores.

No dia 14 de novembro, o governo federal editou a Medida Provisória 808, afirmando de maneira expressa que a Lei nº 13.467 “se aplica, na integralidade, aos contratos de trabalho vigentes”. Ou seja, as regras não seriam apenas para os contratos a partir de 11 de novembro, mas também seriam levadas em consideração em processos judiciais ajuizados antes mesmo da entrada em vigor da reforma.

A análise a ser feita pelo pleno do Tribunal Superior do Trabalho, portanto, terá que incluir também a possibilidade dessa determinação. A MP ainda não foi convertida em lei e pode não ser efetivada pelo Congresso Nacional.

Em seu discurso de posse, o novo presidente do TST lembrou da tripartição dos poderes e acrescentou que as disposições contrárias à Constituição não serão consideradas. “Se estiver em conflito com a Constituição, prevalece a Constituição”, disse.

Além de João Batista Brito Pereira , também tomaram posse nesta segunda-feira Renato de Lacerda Paiva como vice-presidente do Tribunal e Lelio Bentes Corrêa como corregedor-geral da Justiça do Trabalho.

Fonte: Brasil Econômico

Diretoria Executiva da CONTEC



26/02/2018

Sindicato abre mão da contribuição sindical. Confira informe distribuído à categoria




26/02/2018

Novo plano de demissão da Caixa prepara terreno para privatização


Banco quer cortar quase 3 mil postos de trabalho para buscar mais "eficiência", de acordo com comunicado. "Perdem empregados, a população e o país

Um novo plano de demissões voluntárias, anunciado na quinta-feira 22 e iniciado na sexta-feira 23 pela Caixa Econômica Federal, prepara terreno para a privatização e prejudica empregados e o público, avaliam representantes dos bancários ouvidos pela Rede Brasil Atual.

O chamado Programa de Desligamento de Empregado (PDE) tem como objetivo, segundo o banco, "ajustar a estrutura ao cenário competitivo e econômico". A meta é atingir o "limite máximo" de 2.964 funcionários.

“Com o anúncio, o banco reforça a intenção do governo Temer de reduzi-lo ainda mais, preparando-o para a privatização e favorecendo as instituições financeiras privadas", afirmou a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Ivone Silva.

"Perdem empregados, cada vez mais sobrecarregados, a população, com o atendimento precarizado, e o país, que vê a redução do papel social da Caixa como banco público. Ganham os bancos privados, que não têm interesse em promover o desenvolvimento do país."

"Essa agenda irá aprofundar a recessão na medida em que enfraquece o mercado interno e a infraestrutura social e econômica que nos fizeram avançar na última década", disse Ivone. De acordo com a dirigente. a Caixa representa 22,9% do total de crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e 68,7% de crédito na habitação.

De janeiro a setembro do ano passado, o banco teve lucro líquido de R$ 6,2 bilhões, crescimento de 84,5% em comparação a igual período de 2016. Nesse intervalo, foram cortados 7.315 postos de trabalho, para 87.779.

"Os bancos públicos desempenham um papel fundamental na economia brasileira, pois são um importante instrumento de política econômica e de promoção ao desenvolvimento econômico e social. São responsáveis por 56% do crédito no país, percentual que vem crescendo muito desde a crise de 2008, quando a atuação destes bancos foi fundamental para amenizar os impactos da crise no Brasil.

No entanto, esta atuação tão importante vem sendo atacada pelo atual governo. O crédito nos bancos públicos caiu 3,3% nos últimos 12 meses", afirma o Sindicato.

O período para adesão vai até 5 de março. Segundo a Caixa, o desligamento ocorrerá por meio de pedido de rescisão do contrato de trabalho, sem necessidade de cumprimento do aviso prévio. (Fonte: Rede Brasil Atual)



22/02/2018

Caixa deve lançar novo Programa de Demissão Voluntária nesta sexta


A Caixa Econômica Federal deve anunciar um novo programa de demissão voluntária (PDV) aos seus funcionários nesta sexta-feira, 23.

A iniciativa ocorre no âmbito da sua busca por reduzir custos, ser mais eficiente e, principalmente, melhorar o seu capital, após ter barrada a operação de até R$ 15 bilhões junto ao FGTS.

Na quarta-feira, 21, em seminário internacional sobre financiamento estudantil, o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, afirmou que o anúncio ocorrerá até o final deste mês.

Velha receita. Nos dois últimos PDVs, realizados no ano passado, a Caixa contabilizou cerca de 7,3 mil adesões, que permitiram ao banco uma economia de mais de meio bilhão de reais, conforme relatório das demonstrações financeiras do terceiro trimestre.

O banco precisava do aval da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), que estava a espera do posicionamento do Ministério da Fazenda, para tocar o novo PDV.

Tanto que a ideia era anunciá-lo ainda em janeiro, mas só se concretizou agora. (Fonte: Estadão)




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