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04/05/2017

Reforma da Previdência é aprovada em comissão após tropeços e concessões

Movimento sindicato vem atuando contra esta "reforma", que torna a aposentadoria apenas um sonho para a maioria dos trabalhadores


Depois de substituir parlamentares contrários à reforma, exonerar ocupantes de cargos ligados aos “infiéis” da base e acenar com liberação de emendas, o governo conseguiu aprovar na comissão especial o texto base da reforma da Previdência nesta quarta-feira (3) por 23 votos a 14. O texto agora vai a plenário, mas ainda não há data para essa votação. O governo teme que, se pautada nesse momento, não obteria os 308 votos necessários para aprovar essa mudança na Constituição.

O texto aprovado foi completamente desfigurado desde o início da discussão. Mesmo nessa quarta, dia da votação, houve alterações. Na parte da manhã, o relator incluiu os agentes penitenciários na categoria de aposentadoria especial. Depois do longo do intervalo do almoço, e um puxão de orelhas do Palácio do Planalto, essa previsão foi excluída.

Durante a discussão, os governistas foram provocados pelo deputado Silvio Costa (PTdoB-PE), que fez uma proposta. Ele sugeriu que o relatório fosse levado a plenário já na semana que vem. Outros opositores do governo Temer como ele, se manifestaram a favor. O presidente da comissão, o governista Carlos Marun (PMDB-MS), desconversou.

Maia voltou a afirmar que as mudanças que fez na Previdência visam atender, prioritariamente, os mais pobres entre os pobres. “O trabalhador rural poderá se aposentar aos 60 anos e com 15 anos de contribuição. O acúmulo de aposentadoria e pensão poderá de ser de dois salários mínimos. O BPC (benefício para idoso sem renda mínima e para pessoas com deficiência) está atrelado ao valor de um salário mínimo. O importante é que compatibilizamos o ajustes fiscal com a sustentabilidade da Previdência e a atenção ao social. Mudanças, agora, só se for por emendas de deputados na comissão e no plenário. Que vença no voto!”, afirmou o relator.

No momento da votação, ciente da derrota, a oposição entoou refrão do samba “você pagou com traição, a quem sempre lhe deu a mão”. 
Festejado pelos colegas da base, o relator disse que a diferença de votos foi significativa e mostrou a união da base. Ao todo, o governo fez cinco trocas na comissão para aprovar o texto. “Esse relatório pode ser defendido em qualquer canto do país. É uma defesa dos mais pobres”, disse Maia.

O relator, primeiro, negou que houve recuos no texto e chamou as mudanças de “grandezas da democracia”. Depois, ao falar da exclusão dos agentes penitenciários, admitiu se tratar de um recuo. “Nesse caso foi um recuo mesmo. Defendi isso, mas depois com a reação dos deputados no whatsapp, retirei. Os agentes tiveram um comportamento inadequado”.


Fonte: Gazeta do Povo



04/05/2017

Itaú lucra R$ 6,2 bilhões no primeiro trimestre de 2017


O grupo fechou 1.652 postos de trabalho em relação a março de 2016


O Itaú lucrou R$ 6,2 bilhões no primeiro trimestre de 2017, com crescimento de 19,64% em relação ao mesmo período de 2016. O retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio Anualizado (ROE) ficou em 22,0%, representando uma alta de 2,4 p.p. em doze meses.

Clique aqui e veja os destaques do Dieese.

A holding encerrou o primeiro trimestre de 2017 com 81.219 empregados no país, uma redução de 1.652 postos de trabalho em relação a março de 2016. Foram abertas 36 agências digitais (que já somam 144 unidades) e fechadas 202 agências físicas no país no ano. O total de agências e pontos de atendimento do banco no Brasil e exterior, em março de 2017, foi de 5.005.



04/05/2017

Reforma Trabalhista aumenta jornada e reduz salários

Muito se discute sobre a Reforma Trabalhista, que foi aprovada no dia 26 de abril, pela Câmara dos Deputados. O governo ilegítimo de Michel Temer defende a proposta como solução para o déficit financeiro do Brasil e reafirma a promessa ilusória de gerar mais empregos e alavancar a economia. Por outro lado, uma grande parte da população brasileira ainda não sabe que a medida é uma ameaça para os trabalhadores e pequenos e médios empresários, além de ser um enorme retrocesso ao país.

Com cerca de 100 artigos da constituição alterados, a Reforma Trabalhista estabelece um “comum acordo” entre o empregado e empregador. Ou seja, o empregador fica livre para fazer a proposta de trabalho que ele quiser e o empregado sujeito a uma negociação sob pressão e sem limites.

Com isso, os salários passam a ser reduzidos. Quem trabalha até 30 horas por semana pode ganhar um salário inferior ao mínimo. Essas mudanças, de fato, refletem na economia do país. Uma vez que os cidadãos perdem o poder de compra, por consequência da redução dos salários, deixam de frequentar os grandes centros comerciais, restaurantes e locais de lazer e entretenimento.

Nesse caso, até as pequenas e médias empresas saem prejudicadas. A falta de poder aquisitivo das pessoas enfraquece a economia, além de contribuir para a falência do comércio.

A proposta muda também a expectativa de vida da população. A jornada de trabalho passa a ser flexível - a carga horário aumenta de 8 para 12 horas diárias e o intervalo diminui para apenas 30 minutos – e as férias podem ser divididas em 3 vezes, de acordo com a decisão do empregador.  Tudo isso contribui para o cansaço físico do trabalhador, que aumenta os riscos de doenças, acidentes e até mortes.



03/05/2017

Reforma da Previdência pode ser votada em Comissão esta semana


O projeto da reforma da Previdência (PEC 287) – que enterra o direito dos trabalhadores brasileiros à aposentadoria – pode ter sua votação iniciada em Comissão Especial nesta quarta-feira 4. A ideia do governo Temer é acelerar os trâmites para que a votação na Comissão seja concluída até o final da semana, evitando assim que o relator ceda às pressões por mudanças no seu parecer.

Entretanto, de acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo, Temer admite a possibilidade de o projeto ser votado na Comissão somente na próxima semana ou até mesmo na seguinte. Sem número suficiente de votos para aprovação do texto em plenário, o adiamento pouparia o governo do desgaste de aprovar a reforma na Comissão e ter de aguardar indefinitivamente até que tenha a segurança para aprovação em plenário.

Brasileiros dizem não ao fim da aposentadoria – De acordo com pesquisa Datafolha divulgada na segunda 1º, sete em cada dez brasileiros desaprovam a reforma da Previdência. A rejeição é maior entre jovens de 25 a 34 anos (76%), pessoas com curso superior (76%), quem recebe entre dois e cinco salários mínimos (74%), e mulheres (73%). Entre funcionários públicos, a reprovação chega a 83%. 

Pressão – Para pressionar os parlamentares pela não aprovação das reformas da Previdência e trabalhista, movimentos sociais e sindical estarão em Brasília nesta semana.. 

Já na quarta-feira 3, as organizações dos movimentos sociais e sindical se reunirão para discutir os próximos passos da resistência às reformas. As alternativas são uma marcha de 100 mil pessoas até Brasília ou nova greve geral. É possível também que ambas as ações aconteçam.

 



28/04/2017

Todos na rua. Vamos à luta agora ou seremos calados para sempre!

"Vamos parar o Brasil. Esse governo, esses deputados terão de ouvir a voz dos trabalhadores", aponta o presidente Claudecir de Souza, durante protesto da sexta-feira, 28. O protesto, com forte presença do nosso Sindicato, começou com grande adesão de diversas categorias, inclusive dos motoristas do transporte coletivo, que pararam os ônibus. A concentração teve início em frente a Praça Raposo Tavares.

Já a partir das 9h, a concentração aconteceu em frente ao prédio do INSS, Em Maringá. "Estamos parando o Brasil nesta sexta-feira, 28, e já adiantamos: este é apenas o início desta grande cruzada contra estas reformas, que pretendem espoliar o trabalhador de seus direitos e ainda impedi-lo de um dia alcançar a sua aposentadoria."


28/04/2017

‘Não podemos aceitar este crime contra os trabalhadores’, aponta presidente

 

 

Em seu discurso à multidão que se concentrou em frente ao INSS, em Maringá, na manhã da sexta-feira, 28/04, em protesto contra as “reformas” do Governo Temer, o presidente Claudecir de Souza, foi enfático: “Não podemos aceitar este crime que estão praticando contra os trabalhadores, contra o povo brasileiro”. Por isso, hoje estamos nas ruas.


Na oportunidade, Claudecir aproveitou para lembrar quem são os “vagabundos” neste país, em alusão às falas de entidades patronais e políticos contra os representantes dos trabalhadores: “Ainda bem que existem vagabundos para defender os seus direitos. E, claro, os meus também. Afinal, os vagabundos tiveram papel importante na construção dos direitos em todo o mundo.”


E prosseguiu: “Foram vagabundos que, com as greves do início dos anos 80, forçaram os grandes empresários a apoiar a luta pela volta da democracia, pondo fim a uma ditadura de 20 anos.”


“Eram também vagabundos aqueles hippies que iniciaram uma revolução cultural nos anos 60 e culminaram na emancipação feminina e no respeito ao direito das minorias.”


“Naquela época, lá nos Estados Unidos, um pastor vagabundo liderou milhares de outros vagabundos pelo reconhecimento dos direitos dos negros e pelo fim do apartheid naquele país”, lembra.


“Por falar em apartheid, quem não se lembra do vagabundo que ficou preso na África do Sul por quase toda sua vida e que acabou derrubando um regime racista com suas greves e boicotes a produtos produzidos pelos brancos?”, questiona o presidente do sindicato.

“Foram também vagabundos que, no início do século XX, iniciaram uma onda de manifestações na Europa e na América pelo reconhecimento dos direitos trabalhistas e pela redução da jornada de trabalho.”

“Assim como as vagabundas que foram queimadas em uma fábrica norte-americana chamaram a atenção do mundo para a equiparação dos direitos femininos àqueles dos homens. Foi em um 8 de março, mais tarde reconhecido como dia internacional da mulher.”


“Se eu fosse lembrar de todos os vagabundos que lutaram e perderam a vida para que eu e você tivéssemos uma vida melhor, não bastaria um textão na internet. Eu precisaria escrever uma enciclopédia.”


“Portanto, termino com uma pequena frase: ainda bem que existem os vagabundos!”, finaliza, em discurso aplaudido por milhares de pessoas presentes ao protesto nesta sexta-feira, em Maringá. 



26/04/2017

Sindicato discute futuro da luta dos trabalhadores em evento nacional da UGT


 

 Evento reitera importância de todos os trabalhadores irem às ruas na próxima sexta-feira, dia 28

 

 

O Sindicato participou do  “IV Seminário 1º de Maio – Os dez anos de luta da UGT e os desafios para superar a crise política e econômica do Brasil”, realizado dias 24 e 25 deste mês.

 

 

O evento ocorreu em São Paulo e reuniu cerca de 900 pessoas, entre presidentes das UGTs estaduais, dirigentes sindicais, representantes políticos e sociedade civil.

 

 

 “Foi um evento muito rico, onde tivemos a oportunidade de promover um debate atual, relevante, sobre os enormes desafios que enfrentam a classe trabalhadora neste momento e sobre a necessidade de irmos à luta contra o desmonte do estado de bem estar social e todos os ataques aos diretos trabalhistas promovidos pelo Governo Temer”, aponta o diretor Carlos Antônio da Silva que esteve representando o Sindicato, juntamente com Francisco Rink, que acrescenta: “Este é o momento de irmos às ruas e vamos fazer isso, com muita força, garra nesta sexta-feira, em Maringá”.

 

 

SEMINÁRIO

 

Ricardo Patah, presidente nacional da Central, abriu o seminário fazendo um alerta: “Estamos vivenciando uma tragédia no direito do trabalhador. Um momento de desesperança. Do ponto de vista sindical, nem na ditadura vivemos algo assim. A Justiça do Trabalho que, assim como o Ministério do Trabalho, veio do sindicalismo, está se distanciando cada vez mais das necessidades dos trabalhadores”.

 

 

Segundo o presidente, a reforma trabalhista, por exemplo, quer permitir até que mulheres grávidas trabalhem em locais insalubres e determina que o empresário escolha o responsável pelas negociações, sem precisar que este seja sindicalizado.

 

 

“É algo inaceitável. Por isso, precisamos nos unir, sem ter medo de quem quer nos destruir. Temos que mostrar nossa indignação e dar um basta nessas ideias de reformas que retiram tantos direitos do cidadão”, disse Patah. “O movimento sindical não gosta de greves e não admite violência. O que queremos é ir para as ruas mostrar unidade e conscientizar a população sobre a destruição das leis trabalhistas que o governo está tentando nos impor. Daí a importância de as centrais e os trabalhadores se unirem e suspenderem as atividades no dia 28 de abril. Vamos parar. Vamos chamar a atenção. Vamos mostrar que não aceitaremos nenhum direito a menos.”

 

 

Também presente ao evento, Chiquinho Pereira, secretário nacional de Organização e Políticas Sindicais da UGT – departamento responsável pela organização do seminário, afirmou que o 1º de Maio da Central é diferente porque “há alguns anos, temos muito pouco a comemorar. Então, preferimos nos reunir para refletir e encontrar caminhos”.

 

 

Para Chiquinho, “estão acabando com a dignidade do nosso povo. São mais de 13 milhões de desempregados no País e as reformas propostas não se preocupam com isso”.

 

 

“O mundo sindical precisa reagir. Caso contrário, teremos uma escravidão na vida moderna”, afirmou o dirigente.



26/04/2017

Sindicato dos Bancários já está mobilizado para greve geral da sexta-feira

Diretores do Sindicato dos Bancários de Maringá e Região já estão concentrados, desde a segunda-feira, 24, no centro de Maringá, em protesto contra as “reformas” do Governo Temer e prontos para a greve geral que ocorrerá em todo o país na próxima sexta-feira, dia 28.

 

"Estamos de plantão até o dia da grande manifestação, que acontecerá em frente ao INSS. Este é o momento de reação: vamos à luta agora, ou seremos espoliados de todos os nossos direitos”, aponta o presidente Claudecir de Souza. 

 

O Sindicato montou uma barraca, na avenida Getúlio Vargas, esquina com a Santos Dumont. Ideia é chamar a atenção dos trabalhadores para a importância desta ação, vital para a manutenção de direitos conquistados com décadas de luta. 



24/04/2017

Sindicato participa de Seminário Nacional da UGT nesta segunda e terça

O Sindicato está presente no Seminário 1º de Maio, organizado em São Paulo pela União Geral dos Trabalhadores (UGT). O evento para mais de 1 mil sindicalistas de todo o país começou nesta segunda, 24 de março, e vai esta terça-feira. Neste evento serão discutidos os rumos da luta dos trabalhadores contra o desmonte de direitos trabalhistas alcançados com décadas de lutas e consagrados pela Constituição.

 

“Estamos vivendo um momento de ruptura histórica muito grande, de grande impacto não somente para a nossa, mas para futuras gerações. Todos os direitos, todo o arcabouço de proteção aos trabalhadores existente hoje corre o risco de desaparecer em um curto espaço de tempo”, aponta o presidente Claudecir de Souza.

 

Por isso, segundo ele, este seminário ganha importância histórica. “Precisamos discutir quais os rumos tomar. Ou reagimos agora, ou não sobrará nada. Todas essas reformas que estão em andamento têm como único objetivo acabar com direitos dos trabalhadores, enfraquecer movimento sindical, movimentos sociais e dar todo o poder ao patrão”, explica.

 

“Durante dois dias, representantes de sindicatos de todo o país estarão imersos em profundas discussões acerca do futuro. Estamos no limiar. Espero que saiamos deste grande evento que reúne sindicatos, federações e confederações de todo o país vinculados à UGT imbuídos de um único propósito: ampliar a luta em defesa nossos direitos, preservar a seguridade social e o futuro das próximas gerações”, finaliza.



24/04/2017

Sindicato inicia nesta segunda protesto contra

O Sindicato dos Bancários de Maringá e Região inicia nesta segunda-feira, 24, mais uma etapa da luta contra as "reformas" que estão em discussão no Congresso Nacional. "Esta é uma luta que acontece hoje, neste período histórico conturbado em que estamos vivendo, mas diz respeito ao futuro das próximas gerações. O que estão querendo é acabar com todos os direitos trabalhistas e o estado de bem estar social conquistado com tanta luta nas últimas décadas", aponta o presidente Claudecir de Souza.

Durante toda a semana o Sindicato estará denunciando essa situação com uma barraca montada na avenida Getúlio Vargas, esquina com a Santos Dumont. "De hoje (dia 24) a quinta-feira estaremos aqui. E na sexta-feira marcharemos para o grande protesto que acontece em frente ao INSS, nos reunindo a trabalhadores de outras categorias. Maringá estará firme, participando desta greve geral organizado pelo movimento sindical", aponta.


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