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06/04/2018

Novo plano de demissões da Caixa tem menos da metade da adesão esperada

Banco fará 1.296 desligamentos, 43,7% do número estimado; programa deve gerar uma economia anual de R$ 256 milhões (Taís Laporta)

O último Programa de Desligamento de Empregado (PDE) da Caixa Econômica recebeu 1.296 adesões de empregados este ano, informou o banco. O número equivale a 43,7% da adesão prevista. O prazo para aderir à proposta terminou no dia 5 de março.

O limite de desligamentos para este ano estava fixado em 2.964 funcionários. Segundo a Caixa, os desligamentos deverão gerar uma economia anual de R$ 256 milhões para o banco.

As duas últimas edições dos planos de desligamento voluntários, realizados em 2017, tiveram a adesão de 7.036 empregados, informou o banco. A intenção era desligar 10 mil funcionários. A economia das três edições deve ultrapassar R$ 1,68 bilhão por ano.

A opção pela adesão ficou a critério do empregado e a prerrogativa de aceitar a proposta de desligamento é da Caixa.

Segundo a Caixa, puderam aderir ao PDV empregados que atendessem a uma das exigências abaixo:

 - aposentados pelo INSS até a data do desligamento, com exceção de aposentados por invalidez;
 - que estejam aptos a se aposentarem pelo INSS até 31 de dezembro deste ano;
 - com no mínimo 15 anos de trabalho na Caixa até a data do desligamento;
 - com adicional de incorporação de função de confiança ou cargo em comissão/função gratificada até a data de desligamento.

Remuneração
O PDV anunciado este ano prevê a indenização em parcela única equivalente a 9,8 remunerações do empregado, limitada a R$ 490 mil, considerando como referência o pagamento recebido em 31 de janeiro.

O pagamento será em parcela única junto com as verbas rescisórias e será feito em até 10 dias após a data de desligamento.

Segundo a Caixa, os empregados que têm o plano de saúde Saúde Caixa que se aposentarem até 31 de dezembro e aderirem ao programa de demissão voluntária, terão a manutenção do plano. Os demais casos terão a manutenção do plano por 24 meses sem a possibilidade de prorrogação. (Fonte: G1)



05/04/2018

Comissão do Senado aprova licença-maternidade de 180 dias


Texto de autoria da senadora Rose de Freitas (MDB-ES) também permite ao pai acompanhar a mãe do bebê em consultas e exames durante a gravidez

 

 

A licença maternidade de 180 dias, já praticada por empresas públicas e algumas privadas, está mais perto de ser uma realidade para todas as mulheres. Foi aprovado, nesta quarta-feira, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, o Projeto de Lei que amplia o prazo da licença-maternidade de 120 para 180 dias.

 

O texto, de autoria da senadora Rose de Freitas (MDB-ES), também permite ao pai acompanhar a mãe do bebê em consultas e exames durante a gravidez. Como foi aprovado em caráter terminativo, caso não haja recurso para que a proposta seja analisada pelo plenário do Senado, o texto seguirá direto para a Câmara dos Deputados.

 

"É uma medida que estimula a paternidade responsável, inserindo o genitor, desde os primeiros momentos, na rotina de cuidados com o seu filho que irá nascer", disse o relator da proposta, Paulo Paim (PT-RS).

 

Sobre a extensão da licença maternidade, o relator indicou dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, mostrando que bebês que ficam seis meses ao lado da mãe têm reduzidas as chances de contrair pneumonia, desenvolver anemia ou sofrer com crises de diarreia. Segundo o relator, o Brasil gasta somas altíssimas por ano para atender crianças com doenças que poderiam ser evitadas, caso a amamentação regular tivesse ocorrido durante os primeiros meses de vida.

 

Novidades

 

Outra proposta mais abrangente sobre o assunto está em análise na comissão, mas apesar de lida e discutida, ainda não pode ser votada por falta de quórum. Também da senadora Rose Freitas, o PLS 151/2017 modifica a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para ampliar a licença-maternidade para 180 dias, permitindo o compartilhamento de 60 dias, mesmo nos casos de licença-adoção. Na proposta, além de ampliar o tempo da licença, a senadora sugere o aumento no prazo da licença-maternidade, com a possibilidade de compartilhamento, como estímulo à paternidade responsável.

 

A proposta ainda prevê a concessão de licença-maternidade em dobro, no caso de filho com deficiência ou com necessidade especial, com previsão de compartilhamento por até a metade do prazo, com o cônjuge ou companheiro, de forma alternada.

 

O senador Jorge Viana (PT-AC), relator da proposta, apresentou um substitutivo ao projeto, favorável ao compartilhamento dos cuidados da criança nos primeiros meses de vida. Para o senador, cabe aos pais, em conjunto, decidir quem está mais apto, nos primeiros meses de vida do bebê, a ficar afastado de seu posto de trabalho, a fim de ministrar os cuidados necessários ao bem-estar da criança, e quem, no mesmo período, está em melhores condições de permanecer trabalhando. Agência Brasil



05/04/2018

Vacinação no Sindicato começará na próxima segunda

Importante sobre a Vacina da Gripe


- Vacina é indicada a partir de 6 meses de vida.

-Crianças que receberam sua primeira dose, deverá receber a segunda dose após 30 dias.

-Gestantes podem receber a vacina desde que recomendado pelo obstetra.

-Não pode receber a vacina: alérgicos a ovo,  quem faz uso de corticoides por tempo prolongado e quem estiver em estado febril. 


MAIS INFORMAÇÕES: 3227-2955.



04/04/2018

Presidente da FEEB-PR se reúne com Sindicato, em Maringá, para discutir Campanha Salarial 2018

Presidente da FEEB-PR se reúne com Sindicato, em Maringá, para discutir Campanha Salarial 2018

O presidente da Federação dos Bancários do Paraná, Gladir Basso, e integrantes da Diretoria do Sindicato dos Bancários de Cascavel participaram de reunião nesta quarta-feira, 04/04, na sede administrativa do Sindicato dos Bancários  de Maringá e Região. Em pauta a Campanha Salarial 2018.

Gladir Basso ressaltou que esta campanha salarial exigirá ainda mais do movimento sindical bancário e da categoria. "Esta campanha será realizada em uma nova conjuntura, a da nova Lei Trabalhista, que trouxe significativas mudanças nas relações trabalhistas. Por isso, teremos de trabalhar ainda mais unidos, organizados, tendo como único objetivo garantir as conquistas já existentes e atuar pela ampliação de direitos."

Ele apontou que o movimento patronal, que ganhou força com a chegada à Presidência de Michel Temer, continua atuando com uma pauta totalmente contrária aos trabalhadores. Um exemplo são os mais de 60 projetos pró-patrões que estão tramitando no Congresso, e uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho, que poderá permitir o trabalho bancários aos sábados. 

"Este atual momento está exigindo uma vigilância constante, diária, um monitoramento cerrado em cima das pautas do Congresso Nacional, das decisões judiciais e das manobras patronais. E são em momentos como este que percebemos a importância de termos sindicatos atuantes e fortes, a exemplo deste de Maringá, bem como dos demais ligados a nossa Federação", enfatiza. 

ENCONTROS
O Encontro Estadual dos Bancários, para definir a pauta de reivindicações da Campanha Salarial, deverá ocorrer  neste início de maio e o Encontro Nacional está agendado para dias 25, 26 e 27 de maio, em São Paulo. Os bancos receberão a minuta em 12 de junho. A partir daí terão início as negociações salariais. 




02/04/2018

Funcef apresenta balanço com deficit de R$ 6,5 bilhões

Na quarta-feira 28, a Funcef apresentou o balanço anual de 2017. A quatro dias das eleições para escolha de diretores e conselheiros, a fundação anunciou aos participantes um deficit de R$ 6,5 bilhões, 50% maior que os R$ 4 bilhões registrados em 2014, no início da atual gestão.

O deficit cresceu em todos os planos em 2017. No REG/Replan Saldado, foram R$ 4,2 bilhões; no Não Saldado, R$ 481 milhões; Novo Plano, R$ 59 milhões; e REB, R$ 878 mil, totalizando R$ 4,7 bilhões, que somado ao deficit de 2016 (R$ 12,4 bilhões), chegaria a R$ 17,2 bilhões. O deficit de dois dígitos só não se confirmou porque R$ 9,7 bilhões foram integralmente inseridos no plano de equacionamento previsto para começar em março deste ano. Essa parcela que entraria no balanço como deficit, foi lançada como “reserva a integralizar”, e é a mesma que será debitada a cada mês pelo prazo definido no equacionamento, por participantes e patrocinadora.

“A diretoria da Funcef não explica que a solução encontrada para abater mais da metade do deficit foi transferir a conta para o contracheque dos participantes. Enquanto a fundação diz que teve o melhor resultado da história, o pessoal do REG/Replan está pagando o maior desconto de todos os tempos, mais de 20%”, questiona a diretora de Saúde e Previdência da Fenae, Fabiana Matheus.

O peso da redução da meta

A redução de 1 p.p na meta atuarial implementada em janeiro nivelou todos os planos em INPC + 4,5% e consumiu R$ 6,6 bilhões, segundo a própria Funcef, o que agravou o deficit que já existia. A diretora da Fenae lembra que esse valor empregado para cobrir o ajuste na meta poderia ter sido usado a favor do participante. "Era possível rever os planos de equacionamento com esse montante. Em vez disso, agravaram o deficit", observa Fabiana.

“Os gestores da Funcef deixaram de investir essa enorme quantia para abater do déficit e diminuir o valor das contribuições extraordinárias. Em vez disso, fizeram uma redução da meta agravando ainda mais o quadro deficitário de uns planos e diminuindo o benefício futuro de outros”, questiona a diretora da Fenae.

Os próprios diretores da Funcef chegaram a afirmar que a redução da meta elevaria a probabilidade de atingimento dos resultados e que, com a meta mais baixa, ficaria mais fácil ter superávit e até reduzir a alíquota de cobrança do equacionamento do REG/Replan Saldado referente a 2014 e 2015, de 10,64% para 9,94%, o que não se confirmou.

Reclassificação do Contencioso Judicial

Maior fator isolado de deficit nos planos de benefícios, o provisionamento para o contencioso previdencial (ações trabalhistas que geram revisão nos valores dos benefícios) havia sido contabilizado em R$ 2,4 bilhões até novembro de 2017. No balanço anual, porém, a diretoria da Funcef decidiu reclassificar o grau de risco das ações, o que resultou na diminuição de R$ 1 bilhão no provisionamento.

No balanço, fica claro que a Funcef tirou esse R$ 1 bilhão da categoria das ações de perda provável (execução esperada) e reclassificou como perda possível (probabilidade de execução estimada em 50%), cuja contabilização não é obrigatória. Os valores envolvidos nas ações classificadas como de perda possível cresceram R$ 3,9 bilhões e já chegam a R$ 15,9 bilhões.

“Essa foi a manobra encontrada para dizer que essa conta, que é de responsabilidade da Caixa, foi reduzida, quando ela foi apenas jogada para debaixo do tapete. Daqui a alguns anos, esse passivo será cobrado de nós”, alerta a diretora Fabiana Matheus.

Funcef perdeu oportunidade de recuperação

O segmento de Renda Variável e investimentos estruturados alcançaram significativa rentabilidade em todos os planos. No Novo Plano, por exemplo, os investimentos de renda variável (20% dos ativos) renderam 21,19% em 2017 enquanto os FIPs (somente 2,7% dos ativos) chegaram a 36,53%. O desempenho dos dois segmentos poderia ter ajudado a Funcef a recuperar resultados, não fosse a baixa concentração de recursos destinada a essas posições.

O segmento de Renda Variável e investimentos estruturados alcançaram significativa rentabilidade em todos os planos. No Novo Plano, por exemplo, os investimentos de renda variável (20% dos ativos) renderam 21,19% em 2017 enquanto os FIPs (somente 2,7% dos ativos) chegaram a 36,53%. O desempenho dos dois segmentos poderia ter ajudado a Funcef a recuperar resultados, não fosse a baixa concentração de recursos destinada a essas posições.

No Novo Plano, cerca de 70% dos ativos estão alocados em renda fixa, cuja rentabilidade foi de apenas 9,62%, desempenho que chega a ser inferior ao dos empréstimos aos participantes, que renderam 10,12%.

“A Funcef tem mais retorno cobrando taxas excessivas de seus participantes do que o que obtém com os títulos públicos. No entanto, concentra seus investimentos na renda fixa e deixa passar as oportunidades que os outros fundos encontraram na bolsa de valores. Que gestão é essa?”, questiona Fabiana. (fonte: SP Bancários)



02/04/2018

Campeonato Bancário: Primeira rodada será dia 7/4




29/03/2018

Funcef vai processar bancos e gestores por perda bilionária


 

 

Além de frente judicial, fundo de pensão traça plano para vender ativos (Julio Wiziack)

 

 

Alvo da Polícia Federal, que investigou fraudes bilionárias em fundos de pensão, a Funcef (dos funcionários da Caixa Econômica Federal) reverteu R$ 10,6 bilhões de suas perdas no ano passado e traçou um plano jurídico e financeiro para evitar o colapso da instituição.

“Do jeito que estava, os planos [de previdência] não durariam 30 anos”, disse o presidente da Funcef, Carlos Fernandes em entrevista à Folha.

Terceiro maior fundo de previdência do país, com 135,9 mil associados, a Funcef destinou no passado

R$ 6 bilhões para compra de cotas de fundos de participação em projetos como Sete Brasil e Eldorado, investigados pela Polícia Federal por esquemas de corrupção e outras irregularidades.

“Perdemos R$ 4 bilhões com esses investimentos”, disse Fernandes.

Com o acordo de leniência do Grupo J&F, dos empresários Wesley e Joesley Batista, a Funcef receberá R$ 1 bilhão pelos prejuízos com o FIP Eldorado, criado pela holding dos Batista para ajudar a financiar uma fábrica de celulose da J&F.

Recentemente, a Funcef vendeu sua participação nesse fundo por R$ 660 milhões.

Com a Petrobras, uma arbitragem discute os prejuízos com a Sete, empresa criada em 2010 para construir e alugar sondas de perfuração do pré-sal para a petroleira. A expectativa é que recebam R$ 2,5 bilhões.

Em outra frente, a fundação pedirá indenizações na Justiça aos bancos e gestores responsáveis pelos FIPs.

A iniciativa ganhou força depois que o Bradesco pagou R$ 37 milhões à Funcef pelos problemas na gestão do FIP Enseada, que financiou um projeto na área de tecnologia, também investigados pela PF.

A fundação registrou perdas com os FIPs RG Estaleiro, Multiner, Operações Industriais, entre outros.

IMPASSE

Segundo Fernandes, avançam as negociações com a Caixa para tentar resolver uma pendência histórica.

A fundação é ré em 16 mil ações na Justiça movidas por associados da Funcef que pedem a revisão de benefícios. Estima-se que o estoque dessa dívida potencial gire em torno de R$ 16 bilhões.

Em 2016, a Funcef reservou R$ 2,5 bilhões para fazer frente a processos desse gênero em que considerava haver chance de derrota.

Esse valor corresponde, em média, a 30% dos processos judiciais.

A partir de agora, no entanto, a Funcef só destinará R$ 1,4 bilhão.

A mudança, segundo Fernandes, se deve a um novo entendimento no Poder Judiciário sobre o papel da fundação e o da Caixa nessas discussões. Ainda segundo ele, o banco concordou em arcar com sua parte desse passivo, mas não revelou o valor.

Cerca de 80% do passivo da fundação se deve a esse tipo de pendência. metas

Além da estratégia jurídica de reversão de perdas, a Funcef também traçou planos financeiros.

“Nada disso teria sentido se a gente não revisasse o plano de investimento e a própria meta de rentabilidade”, disse Fernandes.

“Um terço dos investimentos não seguiam a meta definida e 40% dos cenários traçados na política de investimento não se sustentam em trinta anos.”

Por isso, no fim do ano passado, o conselho da fundação reduziu a meta de rentabilidade de 12,5% ao ano para 7,69%.

“Não dá para ter uma rentabilidade tão elevada num cenário de juro e inflação baixos e que tende a prevalecer no longo prazo”, disse o presidente da fundação.

CARTEIRA

Hoje, 60% da carteira está concentrada em renda fixa (títulos do Tesouro). Ou seja: as chances de retorno elevado são mínimas. Outros 20% estão em ações, e a Vale é considerada pela Funcef a “joia da coroa”.

Com a retomada do setor, a companhia de mineração voltou a ter suas ações valorizadas nas Bolsas. Foram R$ 650 milhões neste ano.

No total dos investimentos, a Funcef obteve uma reversão de R$ 4 bilhões. Sem esse resultado, o déficit acumulado da Funcef teria sido de R$ 6,5 bilhões. No final, fechou em R$ 2,5 bilhões.

 

INVESTIMENTOS

Diante do novo cenário, a Funcef definirá nos próximos meses sua política de investimentos numa tentativa de amenizar o impacto das perdas para os futuros aposentados.

Segundo o presidente da fundação, Carlos Fernandes, uma das ideias é vender aplicações que já estão “maduras” —como ações que atingiram o patamar máximo de valorização.

A Vale é o principal exemplo. A fundação colocou cerca de R$ 1 bilhão na mineradora. Em 2015, viu essa participação cair à metade. Em 2017, com a retomada do setor e da produção na China, a Vale ganhou força e a fatia da Funcef na empresa passou para R$ 660 milhões.

A exemplo da Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil, a Funcef também planeja esperar um pouco mais para se desfazer dessas ações, que podem se valorizar.

“Com o dinheiro da venda, vamos rever também a política de equacionamento dos planos [de aposentadoria]”, disse Fernandes.

Hoje, dos R$ 10,6 bilhões que foram depositados na Funcef, mais da metade foi bancada pelos próprios associados. “É possível que a gente possa reduzir a duração desse equacionamento.”

Em muitos casos, os associados já pagam 20% a mais nas suas contribuições para cobrir o buraco da Funcef. (Fonte: Folha.com)

 



28/03/2018

Caixa pagou PLR nesta terça-feira (27/03)

A Caixa Econômica Federal resolveu antecipar o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para esta terça-feira (27.03). O valor estava previsto para ser creditado na próxima quinta-feira (29.03).

A mudança de datas foi decidida na manhã desta terça-feira, pouco antes do anúncio oficial do resultado do banco em 2017. A Caixa teve lucro líquido de R$ 12,5 bilhões.

Pelo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), o banco tinha até o dia 31 de março para efetuar o pagamento.

A PLR na Caixa é composta pela regra básica Fenaban (90% do salário base), mais parcela adicional de 2,2% do lucro líquido dividido (pelo número total de empregados em partes iguais) e PLR Social.

A Caixa é o último dos cinco maiores bancos do país a distribuir os lucros. Essa não é a primeira vez que acontece. Ano passado, a situação se repetiu com o pagamento da primeira parcela.

Diretoria Executiva da CONTEC



28/03/2018

Senado aprova projeto que eleva pena para roubo a caixa eletrônico com explosivo

O Senado aprovou dia 27/03 o projeto que endurece as penas para diversas modalidades de roubo, incluindo o de caixas eletrônicos com uso de explosivos (PLS 149/2015). O texto final incorporou modificações da Câmara dos Deputados que obrigam os bancos a instalarem dispositivos que inutilizem as cédulas dos caixas atacados. O projeto segue agora para sanção presidencial.

A medida eleva em dois terços a pena por roubo quando há uso de explosivos para destruir um obstáculo. Já a prática de furto com o emprego de explosivos passa a ser uma modalidade de furto qualificado, com pena de quatro a dez anos de prisão.

O furto e o roubo de equipamentos explosivos também teve suas penas aumentadas: quatro a dez anos de prisão, para o caso de furto, e elevação da pena em até 50%, para o caso de roubo. Além disso, o roubo realizado com uso de armas também teve sua punição agravada: passa a render aumento de dois terços da pena.

Caso o ato de roubo resulte em lesão corporal grave contra a vítima, a pena para o criminoso passa a ser de sete a 18 anos de reclusão – atualmente, a pena é de 7 a 15 anos.

Aprovado com modificações na Câmara no final de fevereiro, o PL originário do Senado precisou retornar à Casa para que sua tramitação fosse concluída. A medida altera trechos do Decreto-Lei nº 2.848, um dispositivo legal do Código Penal da década de 1940. Atualmente, a legislação prevê pena de dois a oito anos de reclusão e multa para o crime de furto qualificado.

O texto também estabelece que as instituições financeiras serão obrigadas a instalarem equipamentos que inutilizem as cédulas depositadas em caixas eletrônicos em caso de arrombamento, movimento brusco ou alta temperatura.

Cédulas

O PL prevê que as instituições financeiras poderão utilizar qualquer tipo de tecnologia existente para inutilizar as cédulas, tais como tinta especial colorida, pó químico, ácidos e solventes, desde que não coloquem em perigo os usuários e funcionários que utilizam os caixas eletrônicos.

Para cumprir essa medida, será obrigatória a instalação de placa de alerta que deverá ser fixada de forma visível no caixa eletrônico, bem como na entrada do banco, informando a existência do dispositivo e o seu funcionamento.

Segundo o projeto, essas exigências poderão ser implantadas de forma gradativa. Nos municípios com até 50 mil habitantes, 50% das exigências deverão estar em vigor num prazo de nove meses e os outros 50% em 18 meses. Nos municípios que tem entre 50 mil habitantes e 500 mil, as instituições financeiras têm até 24 meses para implementar as tecnologias de inutilização de cédulas; já em municípios com mais de 500 mil habitantes, os bancos têm 36 meses para se adaptarem à nova legislação.

Fonte: Agência Brasil

Diretoria Executiva da CONTEC



27/03/2018

Boletos vencidos acima de R$ 800 já podem ser pagos em qualquer banco

A medida faz parte da nova plataforma de cobrança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban)

A partir do dia (24), boletos vencidos acima de R$ 800 poderão ser pagos em qualquer banco. A medida faz parte da nova plataforma de cobrança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que começou a ser implementada em julho do ano passado. As mudanças estão sendo feitas de forma escalonada, tendo sido iniciada com a permissão para quitação de boletos em atraso acima de R$ 50 mil. A partir de 26 de maio, serão permitidos os boletos acima de R$ 400 e a expectativa é que até setembro deste ano o processo seja concluído.

A nova plataforma de cobrança permite a identificação do Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do pagador, o que, de acordo com a Febraban, facilita o rastreamento de pagamentos. Ao quitar o boleto, o próprio sistema verifica as informações. Se os dados do boleto coincidirem com os da plataforma, a operação é validada.

O sistema de boleto de pagamento anterior foi criado em 1993 com o início do procedimento de compensação eletrônica. Após 25 anos, a avaliação do setor bancário é que ele precisava ser modernizado. Entre os benefícios da nova plataforma está a permissão para pagamento de boletos após o vencimento em qualquer agência bancária, sem risco de erros nos cálculos de multas e encargos.

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A Febraban optou por um período de convivência entre o modelo antigo e o novo. O cronograma de desligamento do sistema antigo também é feito de forma escalonada. A partir de fevereiro deste ano, por exemplo, passou a ser obrigatório que os boletos com valores acima de R$ 2 mil fossem registrados na nova plataforma de pagamentos da rede bancária, não sendo mais aceitos boletos sem registro.

O calendário inicial previa que a nova plataforma incluísse todos os boletos a partir do fim de 2017. “Mas foi necessária uma adaptação para garantir a segurança e a tranquilidade no processamento, em função do elevado número de documentos”, justificou a federação. Segundo a entidade, são processados cerca de 4 bilhões de boletos por ano no país.

Cronograma

Os boletos acima de R$ 400 são os próximos a serem incluídos no novo sistema, a partir do dia 26 de maio. Em 21 de julho, poderão ser pagos em qualquer banco após o vencimento os boletos de qualquer valor. Em 22 de setembro o processo será concluído com a inclusão dos boletos de cartão de crédito e de doações, entre outros. (Fonte: Correio Braziliense)

 



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