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Sindicato de Maringá e Região

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02/02/2017

Sindicato realiza protesto dia 6 contra fechamento de agência


O Sindicato realizará no próximo dia 6 de fevereiro, segunda-feira, protesto contra o fechamento da agência do Itaú de Floraí. O banco anunciou a extinção da unidade a partir do próximo dia 20.


O ato será em frente a agência, das 9h às 15h. Serão utilizados faixas e cartazes denunciando a situação, considerada absurda e irresponsável do banco, acabando com empregos, prejudicando clientes e usuários, em uma atitude inaceitável.


“Foi com muita indignação que recebemos esta informação. Já estamos nos articulando contra esta postura arbitrária do banco Itaú”, adianta o presidente Claudecir de Souza.


No dia 25 de janeiro diretores do Sindicato se reuniram com o prefeito da cidade, Fausto Herradon, que também é presidente da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep), para buscar apoio do Executivo contra o fechamento da agência. O pedido de apoio se estende também aos demais prefeitos da região.


“Não podemos aceitar que os bancos comecem a fechar agências em cidades menores, prejudicando os funcionários, que perdem os seus empregos, e a comunidade local”, acrescenta.

O Sindicato já cobrou também apoio de outras entidades, bem como enviou pedido à direção do banco, para que reveja a medida. 



01/02/2017

Sindicato estará na mesa para discutir reajuste no Saúde Caixa


 

Representando os sindicatos e federações do Sul do país, o vice-presidente do Sindicato dos Bancários de Maringá e Região, Carlos Roberto Rodrigues, participará de reunião, nesta quinta-feira, 2, às 14h, com a direção da Caixa Econômica Federal. Em pauta, o reajuste do Saúde Caixa. O movimento sindical considera absurdo o reajuste do plano, tanto na mensalidade quanto na coparticipação.

 

Em comunicado enviado aos trabalhadores na última sexta-feira, o banco informou que, em 1º de fevereiro, o valor das mensalidades passará de 2% para 3,46% da remuneração base, que o percentual de coparticipação subirá de 20% para 30% e que o limite de coparticipação anual passará de R$ 2.400 para R$ 4.209,05.

 

LIMINAR FAVORÁVEL

Além da reunião com o banco e de outras ações que estão sendo organizadas contra esse reajuste, a Fenae ingressou com ação judicial para cancelar os reajustes anunciados pelo banco, obtendo liminar favorável.

 

O Acordo Coletivo obriga o banco a negociar com os empregados mudanças no plano de saúde. Além disso, diferentemente do que a direção do banco afirma, as projeções indicam que os exercícios de 2017 e 2018 do Saúde Caixa serão superavitários.

 



01/02/2017

Licença de 20 dias está valendo e é retroativa


A Fenaban já enviou comunicado orientando bancos a conceder o direito previsto na CCT, inclusive aos pais com bebês nascidos a partir de 27 de dezembro de 2016

A licença-paternidade de 20 dias é um direito de todos os bancários e já está valendo. O movimento sindical cobrou, a Fenaban (federação dos bancos) fez consulta ao governo e está confirmado. Todos os bancos já foram notificados e orientados a, conforme solicitado pelos representantes dos trabalhadores à Fenaban, conceder o benefício inclusive de forma retroativa.


Assim, todos os pais de bebês nascidos a partir de 27 de dezembro poderão gozar a licença-maternidade de 20 dias. Quem tirou somente os cinco dias referentes à legislação até 2016, poderá aproveitar os outros 15 a partir de agora.


“Essa é uma conquista importante dos trabalhadores e o movimento sindical correu atrás desde o início cobrando tanto os bancos quanto o governo federal para que o direito pudesse ser usufruído pelos pais, inclusive de forma retroativa, nessa fase tão fundamental da vida da família”, afirma a presidenta do Sindicato de SP, Juvandia Moreira.


A licença-paternidade ampliada é uma conquista da Campanha 2016 e está prevista na cláusula 26 da CCT. O direito foi determinado pela lei 13.257/2016. Assim como a licença-maternidade de 180 dias – conquista dos bancários em 2009 –, a licença-paternidade de 20 dias é concedida por meio do programa Empresa Cidadã.


Os recursos federais para a concessão do benefício estão previstos na Lei Orçamentária Anual, sancionada em 10 de janeiro de 2017.


Como proceder
Para usufruir, o bancário terá de fazer requisição por escrito ao banco em até dois dias úteis após o parto, apresentando documento que comprove participação em programa ou atividade de orientação sobre paternidade responsável. A licença-paternidade de 20 dias também se aplica nos casos de adoção. No caso dos dias retroativos, os bancários devem procurar o RH do banco para solicitar o direito. (Fonte: Seeb SP)



20/01/2017

Sindicato entrega abaixo-assinado ao Procon

Depois de realizar protesto em frente às agências do Banco do Brasil, cujo fechamento foi anunciado pelo banco, e coletar milhares de assinaturas em abaixo-assinado contra o processo de reestruturação, diretores do Sindicato foram ao Procon, no dia 16 de dezembro, entregar cópia dos apoios recolhidos à diretoria do órgão de defesa do consumidor. Uma reunião anterior já havia sido feita no Procon, em novembro, pedindo ação efetiva contra fechamento das duas agências. “Esta foi mais uma ação, de uma série que estamos realizando, contra o sucateamento deste importante patrimônio de todos os brasileiros. Não podemos deixar que cortem funcionários, levem ainda mais à sobrecarga de trabalho, ao estresse, prejudicando os bancários e toda a sociedade”, aponta o presidente Claudecir de Souza.

 APOIOS Parte dos apoios foi coletada durante protesto realizado no último dia 5 de dezembro em frente às duas agências que serão fechadas, a Catedral, no Novo Centro, e a Cerro Azul. O restante, nas demais agências do banco em Maringá e região. Assinaram o documento clientes, usuários e funcionários da instituição. “São mais de 3 mil assinaturas, que demonstram o descontentamento com esta medida anunciada em novembro pela direção do BB. Sabemos que esta reestruturação trará prejuízos aos consumidores e aos funcionários do banco. Serão duas grandes agências a menos, e ainda ocorreu a redução do quadro atual, que já estava defasado, com o processo de demissão incentivada, além do congelamento de novos concursos”, aponta o presidente Claudecir de Souza.


17/01/2017

VALE CULTURA: CONTEC reforça pedido ao ministro da Fazenda

A CONTEC protocolou novo ofício no Ministério da Fazenda, solicitando ao ministro Henrique Meirelles, celeridade no processo de autorização dos recursos para o vale-cultura do trabalhador.


O presidente da CONTEC, Lourenço Prado, ratificou a importância do incentivo na vida do trabalhador. "O vale-cultura possibilitou a milhares de brasileiros o acesso a produção artística, literária e cultural. Por isto, estamos lutando tanto para que essa conquista da classe trabalhadora seja mantida", avalia.


O vale-cultura foi criado pela Lei nº12.761, de 27 de dezembro de 2012. Ele consiste no auxílio de R$ 50 (cinquenta reais) mensais para que o trabalhador brasileiro possa investir no acesso a produtos e serviços culturais. Infelizmente, a vigência deste projeto se encerrou em 31 de dezembro de 2016.


No entanto, o Ministro da Cultura, deputado Roberto Freire, entendendo a importância dos resultados do Vale-Cultura, garantiu no Orçamento Geral da União 2017 recursos para a continuidade dessa iniciativa. Mas ainda é necessária a chancela do Ministério da Fazenda para que haja a prorrogação do prazo da lei. (Fonte: Contec)



17/01/2017

PDV pode aumentar adoecimento na Caixa

O que já é ruim, pode piorar muito. Os dados mais recentes sobre adoecimento de empregados da Caixa, do Anuário Estatístico da Previdência Social de 2014, apontam 681 afastamentos devido a transtornos mentais e outros 558 devido a distúrbios osteomusculares (LER/Dort), totalizando 1.239. Esse número de afastamentos tende a aumentar significativamente se realmente saírem 10 mil empregados por meio de um plano de demissão voluntária (PDV) – como almeja a direção da Caixa – sem a devida reposição. Essas são as doenças [LER/Dort] que mais acometem a categoria bancária e não por acaso: estão diretamente relacionadas à sobrecarga de trabalho que já é grande. Esses números de LER/Dort são de 2014, quando a Caixa tinha cerca de 100 mil trabalhadores. De acordo com o último balanço divulgado pelo banco, no terceiro trimestre de 2016, a Caixa contava com pouco mais de 95 mil trabalhadores. Se houver essa saída que o banco quer, sem a devida reposição, teremos algo em torno de 85 mil trabalhadores no banco. Serão 15 mil bancários a menos em relação a 2014. Ou seja, será criado um ambiente propício para aumentar o assédio moral pela cobrança de metas, sobrecarga de trabalho e, consequentemente, muito mais bancários adoecendo.


27/05/2016

Quase 3 milhões já ficam sem seguro-desemprego neste ano no Brasil


À medida que o desemprego avança, piora a situação dos que perdem o direito ao benefício pago À medida que o desemprego avança, piora a situação dos que perdem o direito ao benefício pago. (Joana Cunha e Felipe Maia)

 

Mariana Tassi Barbosa, 28, recebeu neste mês a última parcela do seguro-desemprego. A analista de mídias sociais, que está sem trabalho há oito meses, vinha usando o benefício para pagar prestações do apartamento que comprou com o noivo.

 

"Estou quase aceitando ganhar menos do que antes", diz ela, que achava que já estaria empregada a esta hora.

À medida que o desemprego avança, piora a situação dos que perdem o direito ao benefício pago pelo governo, válido por até cinco meses (veja quadro).

 

Além de Barbosa, outras 542,4 mil pessoas receberam a última parcela do benefício neste mês. Desde o começo do ano, já foram 2,862 milhões, número 8% superior ao do mesmo período de 2015 (2,650 milhões), segundo o Ministério do Trabalho.

 

Ao mesmo tempo, fica mais difícil conseguir uma recolocação num momento em que a economia brasileira está fechando vagas em proporção maior que abrindo novas.

 

Em abril, pelo 13º mês seguido, o mercado de trabalho formal encerrou 62.844 postos de trabalho.

 

ESPERA RECORDE

De acordo com o IBGE, 30,9% dos desocupados nas seis principais regiões metropolitanas do país em fevereiro estavam fora do mercado de trabalho havia mais de seis meses. Trata-se do maior índice para o mês desde 2006.

 

O seguro, com valor máximo de R$ 1.542, é em geral usado para despesas mais básicas, como as de alimentação e remédios.

"Ele já é usado no básico. Quando acaba, nem isso eu consigo manter. Carro e geladeira dá para postergar. Arroz, feijão e remédio, não dá", afirma Fabio Pina, assessor econômico da FecomercioSP.

 

Entre os profissionais entrevistados pela Folha, vários demonstraram surpresa pela duração do desemprego: mesmo com a crise, não achavam que levariam tanto tempo para se recolocar.

 

"Não imaginava que ia ser tão difícil. Minha área não é tão concorrida", diz a técnica em biblioteconomia Aline da Silva, 26, desempregada há quase dez meses e ainda recebendo o seguro-desemprego, que representa metade do que ganhava antes.

 

A técnica já fez ajustes nas contas: a filha de um ano e oito meses foi para uma creche pública, por exemplo.

Ela desistiu de procurar vaga formal: está assessorando o cunhado, que tem um grupo de corrida, e vendendo almofadas personalizadas.

 

CICLO EM PROGRESSO

Para Pina, é difícil afirmar com precisão em que etapa do ciclo de desemprego o país está hoje. O número de beneficiários do seguro ainda pode variar muito conforme a evolução das demissões, das mudanças dos requisitos adotados para a concessão e do próprio caixa do governo.

 

A tendência, entretanto, é que os profissionais fiquem mais tempo fora do mercado. As seleções estão demorando mais –as empresas têm mais opções e, ao mesmo tempo, mais receio de errar na contratação.

 

"Tenho executivos que estão há quatro, cinco meses, em um mesmo processo seletivo", diz Claudia Monari, diretora de outplacement da consultoria Career Center, especializada em recolocação.

 

Katia Beltrão é formada em economia, tem pós-graduação em marketing e trabalha há mais de 20 anos na indústria farmacêutica. Há sete meses, foi demitida de um cargo de diretoria e, apesar de ter um bom planejamento financeiro, teve de reduzir o nível de consumo.

 

"Você elimina as despesas supérfluas, a academia fora do prédio, reduz o pacote de pacote de telefone, a frequência a restaurantes", conta ela.

Beltrão tem consciência de que, para o seu nível hierárquico, a espera tende a ser maior. "Quando você vai contratar um diretor, há várias etapas, entrevistas. Até falar com todo mundo, é normal que demore um pouco mais."

 

Naercio Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, afirma que ficar desempregado por até seis meses é normal, mesmo em épocas de crescimento econômico. Porém os motivos são distintos: na bonança, é mais comum que a rotatividade seja causada por uma busca de melhores oportunidades. Agora, trata-se de necessidade.

 

Monari, da Career Center, diz que, durante seleções, os candidatos devem "criar uma narrativa" a respeito do que estão fazendo no período de desemprego e como estão se atualizando –cursos on-line gratuitos, ações para aumentar a rede de contato etc.

 

"Aos olhos dos recrutadores, não é grave ficar mais tempo fora do mercado em um momento de crise. O problema é quando o mercado está favorável e a pessoa não consegue se recolocar."

 

CONHEÇA O SEGURO DESEMPREGO

quinta-feira, 26 de maio de 2016 20:16

 

FAIXAS DE VALORES

Mínimo de R$ 880,00

Máximo de R$ 1.542,24

 

NÚMERO DE PARCELAS

de 3 a 5 - a depender se é a primeira solicitação do benefício e do tempo de trabalho no emprego

 

PRAZOS PARA SOLICITAÇÃO

Do 7º ao 120º dia - a depender de qual trabalho é exercido

 

ONDE SOLICITAR

Nas Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego (SRTE), no Sistema Nacional de Emprego (SINE), agências credenciadas da Caixa e outros postos credenciados pelo MTE

 

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

- Comunicação de Dispensa - CD (via marrom) e Requerimento do Seguro

- Desemprego - SD (via verde)

- Termo de rescisão do Contrato de Trabalho - acompanhado do Termo de Quitação de Rescisão do Contrato de Trabalho ou do Termo de Homologação de Rescisão

- Carteira de Trabalho

- Carteira de Identidade ou Certidão de Nascimento ou CNH ou Passaporte ou Certificado de Reservista

- Comprovante de inscrição no PIS/PASEP

- Documento de levantamento dos depósitos no FGTS ou extrato comprobatório

- CPF

- Comprovante dos 2 últimos contracheques ou recibos de pagamento para o trabalhador formal

 

QUEM TEM DIREITO

- Trabalhador formal e doméstico, em virtude da dispensa sem justa causa

- Trabalhador formal com contrato de trabalho suspenso em virtude de participação em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador

- Pescador profissional durante o período do defeso

- Trabalhador resgatado da condição semelhante à de escravo

 

CONDIÇÕES

1- ter recebido salários em:

a) pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando na primeira solicitação

b) pelo menos nove meses nos últimos 12 meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando na segunda solicitação

c) cada um dos seis meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando nas demais solicitações

2-O trabalhador não pode receber outra remuneração oriunda de vínculo empregatício formal ou informal

3- Não estar recebendo qualquer benefício previdenciário, com exceção da pensão por morte e auxílio-acidente (Fonte: Folha.com)



27/04/2016

"Estamos sendo espoliados de nossos direitos"

"Estamos sendo espoliados de nossos direitos. Se não fizermos nada agora, amanhã será tarde demais. Por isso, apelamos para a consciência de cada trabalhador. Cada um precisará fazer a sua parte, participando desta da grande mobilização que o movimento sindical realiza em todo o país", aponta o presidente do Sindicato, Claudecir de Souza.


Em Maringá, a concentração ocorreu a partir das 9h, em grande ato público no centro da cidade. "Este é o maior ataque aos direitos sociais e dos trabalhadores proposto por um governo nas últimas décadas. Nem a Ditadura Militar, que praticamente cassou todos os direitos civis, atacou as liberdades, foi tão pernicioso à classe trabalhadora quanto esta investida de Michel Temer e seu grupo de apoio no Congresso. Por isso, todos na rua", conclama.


REFORMA TRABALHISTA RASGA CLT

A última vitória do governo foi alcançada na noite desta quarta-feira, quando os deputados aprovaram a proposta de Reforma Trabalhista, que acaba com dezenas de direitos conquistados nas últimas décadas, com muita luta e sacrifícios pela classe trabalhadora. Esta vem se somar à terceirização irrestrita, aprovada anteriormente, e deve ser coroada com a Reforma da Previdência, caso o grito dos trabalhadores e movimentos sociais não seja ouvido em Brasília.


A mobilização do Sindicato dos Bancários de Maringá e Região teve início já na segunda-feira, 24, com uma barraca no centro da cidade, em preparação para a grande concentração da sexta-feira, 28. 


27/04/2016

Nesta sexta, todos na rua!




27/04/2016

Câmara rasga CLT e aprova reforma trabalhista

A Câmara dos Deputados aprovou nesta noite de quarta-feira (26/04), por 296 votos a favor e 177 contrários, o texto-base da reforma trabalhista proposta pelo governo federal. Para seguir ao Senado, os deputados ainda precisam votar 17 destaques, com sugestões de mudanças no texto.

 

A reforma define pontos que podem ser fruto de acordo entre empresários e representantes dos trabalhadores, passando a ter força de lei. O relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), porém, incluiu diversas mudanças no texto enviado pelo Palácio do Planalto.

 

Além da oposição, que é contra a reforma, os líderes dos partidos SD, PMB e PSB, que fechou questão contra o texto, orientaram o voto contrário à proposta.

Durante a sessão desta quarta, a oposição protestou com cartazes e palavras de ordem em diversos momentos. Deputados subiram à mesa do plenário, com placas e dizeres contrários à proposta.

Os oposicionistas afirmam que a aprovação do texto irá fragilizar as relações de trabalho, além de gerar demissões.

 

Principais pontos do projeto:

  • As férias poderão ser parceladas em três vezes ao longo do ano;
  • Será permitido, desde que haja acordo, que o trabalhador faça até duas horas extras por dia de trabalho;
  • A contribuição sindical, hoje obrigatória, passa a ser opcional;
  • Patrões e empregados podem negociar, por exemplo, jornada de trabalho e criação de banco de horas;
  • Haverá multa de R$ 3 mil por trabalhador não registrado. No caso de micro e pequenas empresas, o valor cai para R$ 800.
  • O trabalho em casa (home office) entra na legislação e terá regras específicas, como reembolso por despesas do empregado;
  • Juízes poderão dar multa a quem agir com má-fé em processos trabalhistas.

 

Na Câmara, o projeto precisava apenas ser aprovado na comissão especial e já poderia ir direto ao Senado. Na última semana, porém, os deputados aprovaram um requerimento de tramitação em regime de urgência e levaram a análise do texto ao plenário principal da Casa.

 

Fonte: G1



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