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26/02/2018

Sindicato abre mão da contribuição sindical. Confira informe distribuído à categoria




26/02/2018

Novo plano de demissão da Caixa prepara terreno para privatização


Banco quer cortar quase 3 mil postos de trabalho para buscar mais "eficiência", de acordo com comunicado. "Perdem empregados, a população e o país

Um novo plano de demissões voluntárias, anunciado na quinta-feira 22 e iniciado na sexta-feira 23 pela Caixa Econômica Federal, prepara terreno para a privatização e prejudica empregados e o público, avaliam representantes dos bancários ouvidos pela Rede Brasil Atual.

O chamado Programa de Desligamento de Empregado (PDE) tem como objetivo, segundo o banco, "ajustar a estrutura ao cenário competitivo e econômico". A meta é atingir o "limite máximo" de 2.964 funcionários.

“Com o anúncio, o banco reforça a intenção do governo Temer de reduzi-lo ainda mais, preparando-o para a privatização e favorecendo as instituições financeiras privadas", afirmou a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Ivone Silva.

"Perdem empregados, cada vez mais sobrecarregados, a população, com o atendimento precarizado, e o país, que vê a redução do papel social da Caixa como banco público. Ganham os bancos privados, que não têm interesse em promover o desenvolvimento do país."

"Essa agenda irá aprofundar a recessão na medida em que enfraquece o mercado interno e a infraestrutura social e econômica que nos fizeram avançar na última década", disse Ivone. De acordo com a dirigente. a Caixa representa 22,9% do total de crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e 68,7% de crédito na habitação.

De janeiro a setembro do ano passado, o banco teve lucro líquido de R$ 6,2 bilhões, crescimento de 84,5% em comparação a igual período de 2016. Nesse intervalo, foram cortados 7.315 postos de trabalho, para 87.779.

"Os bancos públicos desempenham um papel fundamental na economia brasileira, pois são um importante instrumento de política econômica e de promoção ao desenvolvimento econômico e social. São responsáveis por 56% do crédito no país, percentual que vem crescendo muito desde a crise de 2008, quando a atuação destes bancos foi fundamental para amenizar os impactos da crise no Brasil.

No entanto, esta atuação tão importante vem sendo atacada pelo atual governo. O crédito nos bancos públicos caiu 3,3% nos últimos 12 meses", afirma o Sindicato.

O período para adesão vai até 5 de março. Segundo a Caixa, o desligamento ocorrerá por meio de pedido de rescisão do contrato de trabalho, sem necessidade de cumprimento do aviso prévio. (Fonte: Rede Brasil Atual)



22/02/2018

Caixa deve lançar novo Programa de Demissão Voluntária nesta sexta


A Caixa Econômica Federal deve anunciar um novo programa de demissão voluntária (PDV) aos seus funcionários nesta sexta-feira, 23.

A iniciativa ocorre no âmbito da sua busca por reduzir custos, ser mais eficiente e, principalmente, melhorar o seu capital, após ter barrada a operação de até R$ 15 bilhões junto ao FGTS.

Na quarta-feira, 21, em seminário internacional sobre financiamento estudantil, o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, afirmou que o anúncio ocorrerá até o final deste mês.

Velha receita. Nos dois últimos PDVs, realizados no ano passado, a Caixa contabilizou cerca de 7,3 mil adesões, que permitiram ao banco uma economia de mais de meio bilhão de reais, conforme relatório das demonstrações financeiras do terceiro trimestre.

O banco precisava do aval da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), que estava a espera do posicionamento do Ministério da Fazenda, para tocar o novo PDV.

Tanto que a ideia era anunciá-lo ainda em janeiro, mas só se concretizou agora. (Fonte: Estadão)




22/02/2018

Convênio com Uningá garante desconto de até 50% para bancários


 

O Sindicato firmou um convênio inédito com a Faculdade Uningá, garantindo descontos de 30% a 50% para bancários sindicalizados e dependentes legais nos mais diversos cursos da instituição.

 

Para todos os cursos presenciais noturnos, o desconto é de 30%. Esse percentual é extensivo também aos presenciais. Já nos cursos presenciais matutinos, o valor do abatimento nas mensalidades é de 50%. Exceção apenas para Medicina.

 

A Uningá possui 25 cursos de graduação presenciais, 36 à distância e 17 pós-graduações.

 

Portanto, mais uma opção para os bancários que buscam ampliar sua formação profissional e de seus dependentes. 



21/02/2018

MP da Reforma Trabalhista é prorrogada por mais 60 dias


O presidente do Congresso Nacional e do Senado, Eunício Oliveira, do PMDB/CE, prorrogou por 60 dias a vigência da Medida Provisória que altera pontos da reforma trabalhista, aprovada em julho.

A medida, que perderia a validade nesta quinta-feira, 21/02, agora permanecerá em vigor até abril. A matéria ainda não começou a tramitar e está longe disso. Os líderes partidários sequer indicaram os nomes para a comissão mista que analisará a proposta.

A MP nasceu como uma contrapartida do Palácio do Planalto em troca do compromisso de deputados e senadores em aprovarem a reforma sem alterações, no meio do ano passado.

A Medida Provisória 808 recebeu quase 1000 mil emendas dos parlamentares. Há propostas de vários partidos, inclusive da base governista.

A MP possui 17 itens, entre eles o que restringe as jornadas de 12 horas de trabalho por 36 de descanso; ou ela constam 17 itens, outro que estabelece regras para a atuação de grávidas e lactantes em locais insalubres; e o que aumenta o poder de acordos coletivos firmados entre empregados e empregadores, independentemente da legislação. (Fonte: Convergência Digital)



20/02/2018

Governo desiste oficialmente de votar reforma da Previdência e anuncia plano B


Coube ao ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, dar a má notícia. Diante da decisão, governo apresentou 15 propostas para a área econômica a serem tocadas como prioridade

Depois de sustentar o discurso de que continuaria trabalhando pela aprovação da reforma da Previdência mesmo com a intervenção no estado do Rio de Janeiro, o governo federal anunciou oficialmente nesta segunda-feira (19) a suspensão da tramitação da proposta que muda as regras de aposentadoria e pensão no país.

O porta-voz da decisão foi o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, que admitiu haver “insegurança jurídica” sobre a possibilidade de continuar discutindo a reforma durante o período da intervenção e suspender o decreto para promulgar as alterações, como era o plano do presidente Michel Temer. “Hoje, tramitação da reforma da Previdência está suspensa”, disse Marun.

Diante da decisão, o governo apresentou uma lista de 15 propostas para a área econômica a serem tocadas como prioridade ainda neste ano. Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, não se trata apenas de uma agenda fiscal. Estão na lista: reforma do PIS/Cofins; autonomia do Banco Central, lei geral das agências reguladoras, reoneração da folha de pagamento, mudanças no cadastro positivo e distrato, entre outras medidas que dependem do Congresso.

Marun evitou cravar uma nova data para a reforma da Previdência, mas assegurou que a votação em fevereiro está “fora de cogitação”. O ministro acenou com uma possibilidade de apreciação da proposta pelo Congresso em novembro, desde que o governo entenda que as razões que motivaram o decreto de intervenção (que vale até dezembro de 2018) cessaram antes do período estipulado.

“Pode votar antes de dezembro se o governo entender que os motivos que promoveram a edição do decreto tenham cessado”, disse. “Não temos a intenção de suspender o decreto”, afirmou.

A Constituição impede mudanças em seu texto durante períodos de intervenção federal. Temer traçou uma estratégia inicial de continuar discutindo a proposta com lideranças para viabilizar a votação. O decreto de intervenção na segurança pública do Rio seria suspenso apenas para votar a proposta e promulgá-la.

Nesta segunda-feira (19), no entanto, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), endureceu o discurso e disse que não pautaria nenhuma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para discussão ou votação na Casa. Segundo ele, o artigo da Constituição impede até mesmo o debate de mudanças constitucionais pelo Legislativo, não apenas a promulgação.

“As palavras de Eunício não são de todo desarrazoadas”, admitiu Marun, que se reuniu por cerca de três horas com deputados da base aliada do governo. Segundo o ministro, o governo também vê com preocupação a segurança jurídica da tramitação da reforma da Previdência em meio à intervenção federal. Marun disse que o governo é “contrário a interpretações criativas” e mostrou mudança na estratégia traçada ao negar agora a intenção de suspender o decreto - o que seria algo “controverso”, segundo o ministro.

Sem desculpa 
Marun ainda aproveitou para rechaçar a acusação de que o governo encontrou no decreto de intervenção no Rio de Janeiro uma desculpa para adiar mais uma vez a votação da reforma da Previdência. Ele admitiu que a situação de falta de votos necessários para aprovar a mudança é a mesma, mas argumentou que o governo “fez a sua parte”.

“O governo não precisa se desculpar por não aprovar a reforma da Previdência. O governo fez e está fazendo a sua parte”, disse o ministro, ressaltando que não é preciso criar nenhuma situação para “servir de desculpa” para o adiamento. “Tínhamos e temos consciência de que a reforma é necessária”, afirmou.

Segundo Marun, a situação da segurança no Rio assumiu um caráter “tão explosivo que requereu medidas excepcionais”, que tiveram como efeito colateral a suspensão da tramitação da reforma. “Não precisamos de desculpa para nada”, repetiu. Para o ministro, se a reforma não for aprovada no futuro, “será uma derrota para o Brasil”.

A decisão de priorizar a questão da segurança no Rio de Janeiro foi defendida por Marun, mesmo que o tema tenha passado à frente da Previdência.

“A opção pelo combate ao banditismo é uma decisão tomada pelo governo. O governo tomou a decisão de fazer da guerra ao banditismo uma prioridade”, afirmou o ministro. “Penso que o assunto tem a gravidade que e a urgência que fizeram que fosse necessária essa intervenção. Eu lamento e reconheço que isso cria um óbice jurídico para a evolução da discussão da reforma da Previdência.”

Violência 
Marun rebateu argumentos de que a violência no Rio, alvo da intervenção federal, é menor do que em outros locais do país. Como mostrou reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, 16 de 27 indicadores de violência no estado fluminense, como homicídios, furtos e roubos de celular, inclusive tiveram queda no Carnaval de 2018 se comparado ao do ano passado.

“A violência não se mede só por estatística. É evidente que no Rio estão presentes condições excepcionais”, argumentou o ministro, citando o uso de armas de alto calibre pelas facções criminosas.

As 15 propostas 
Conheça as propostas da anova agenda econômica do governo: Reforma do PIS/Cofins e a simplificação tributária;

Autonomia do Banco Central;

Marco legal de licitações e contratos;

Nova lei de finanças públicas;

Regulamentação do teto remuneratório;

Privatização da Eletrobras;

Reforço das agências reguladoras;

Depósitos voluntários no Banco Central;

Redução da desoneração da folha;

Programa de recuperação e melhoria empresarial das estatais;

Cadastro positivo;

Duplicata eletrônica;

Distrato;

Atualização da Lei Geral de Telecomunicações;

Extinção do Fundo Soberano; (Fonte: Estadão)



19/02/2018

Sindicato realiza protesto contra Reforma da Previdência


 
O Sindicato dos Bancários de Maringá e Região, em adesão à mobilização nacional, realiza nesta segunda-feira, 19, protesto contra a Reforma da Previdência. A finalidade é chamar a atenção da população para esta tentativa do Governo de acabar com a previdência pública. “Não se trata apenas de uma reforma para colocar um limitador, como a idade mínima. Mas é um projeto muito mais amplo, que tem como finalidade tornar a previdência pública inviável, empurrando os trabalhadores para os planos de previdência privados”, aponta presidente Claudecir de Souza.

Além da grande mentira do suposto “déficit” da previdência, outro engodo apregoado pelo Governo é o fim dos privilégios hoje existentes. Na verdade, os privilégios dos altos calões do funcionalismo público federal, do Judiciário, dos políticos, serão mantidos, senão ampliados. Portanto, esta “reforma” acabará, se aprovada, dificultando a aposentadoria apenas para os trabalhadores mais humildes, para as camadas menos favorecidas. Por isso, o Sindicato se soma a esta grande mobilização nacional, realizando o protesto com a fixação de faixas, cartazes e charges, em frente ao Terminal Urbano, chamando a atenção para esta grande sacanagem do Governo e seus aliados. 


19/02/2018

Sindicato manifesta apoio a greve de jornalistas de “O Diário”


 
Diretores do Sindicato dos Bancários receberam, nesta sexta-feira, 16, em sua sede administrativa, funcionários do jornal “O Diário”, que estão em greve.
 
Os jornalistas relataram a situação pela qual passa a empresa, que está buscando recuperação judicial. Segundo eles, os salários estão atrasados há vários meses e há ainda diversos outros benefícios não pagos, como férias, 13.o salário, entre outros.
 
Acompanhados de representantes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Norte do Paraná, seccional de Maringá, os trabalhadores estiveram no Sindicato dos Bancários em busca de apoio, a exemplo do que já fizeram com relação a outros sindicatos laborais, do Arcebispo Dom Anuar Battisti e de outras entidades.
 
O presidente Claudecir de Souza enfatizou que o Sindicato dos Bancários, como entidade que atua na defesa dos trabalhadores, se solidariza com este movimento grevista, entendo-o como legítimo direito dos profissionais que estão com seus salários e outros benefícios atrasados.
 
“O pagamento dos salários em dia é um direito básico de todo trabalhador. Por isso, apoiamos esta luta. Vivemos um momento em que os trabalhadores sofrem ataques de todas as formas e só temos de enaltecer a coragem destes profissionais, que estão lutando por seus legítimos direitos.”


16/02/2018

Itaú é condenado a pagar R$90 mil ao Grendacc e indenizar o Sindicato de Jundaí


Banco tentou impedir greve; Justiça vê violação de direitos e atitude antissindical

O tribunal Regional da 15ª região condenou o Itaú Unibanco a indenizar o Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região em R$ 201 mil por má-fé. Em 2011 o banco entrou com ação contra o Sindicato, na tentativa de impedir que os bancários realizassem a greve na Campanha Salarial.

De acordo com a Justiça do Trabalho, em decisão publicada em 26 de janeiro, a ação do banco foi utilizada como estratégia para violar o direito de greve de seus funcionários em atitude claramente antissindical.

Na ação, o banco teria, inclusive, se utilizado de um “fura greve oficial” para levantar a hipótese de que a trabalhadora teria sido barrada.

“Durante a greve, o Sindicato tem o legítimo direito de conversar e convencer os trabalhadores a aderirem ao movimento”, informa Vladimir Tavares, advogado do departamento jurídico Sindicato.

Além da indenização, o Itaú Unibanco também foi condenado a pagar mais R$ 90 mil em multa por abuso processual, a serem revertidos para o Grupo em Defesa da Criança com Câncer (Grendacc).

O advogado informa que ainda cabe recurso para ambas as partes. (Fonte: Seeb - Jundiaí-SP)



15/02/2018

Bancários do Santander recebem PLR no dia 20


Banco atendeu reivindicação do movimento sindicale vai antecipar pagamento segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados; data limite prevista pela CCT é 2 de março

O Santander vai antecipar para o dia 20 o pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados aos bancários. 
A regra básica da PLR será majorada de acordo com o lucro do banco – que cresceu 35,6% em 2017 – e os trabalhadores receberão 2,2 salários, descontada a primeira parcela paga no ano passado, limitado a R$ 26.478,55.

A parcela adicional também será paga pelo teto, de R$ 4.487,16, descontado o valor de R$ 2.243,58, creditado em 2017. 
Todos os bancários do Santander receberão pelo menos R$ 2.260,50 a título de PPRS (Programa Próprio de Resultados do Santander).

“O lucro do Santander foi astronômico e fruto do resultado do trabalho dos bancários. A distribuição de todo esse lucro é uma luta constante do Sindicato, seja por meio da PLR, dos programas próprios, com melhores salários, empregos e condições de trabalho. A força da união e mobilização entre bancários e Sindicato é que faz nossos direitos avançarem”, afirma a Maria Rosani, diretora executiva do Sindicato de SP e coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados do Santander.

Isso é conquista
Os bancários foram a primeira categoria a conquistar o direito à PLR previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) nacional, em 1995. A luta conjunta ao lado do Sindicato garantiu outros avanços como forma de distribuir renda por meio da Participação nos Lucros de Resultados dos bancos. Na Campanha Nacional Unificada de 2007, a mobilização da categoria garantiu o valor adicional à PLR. Além disso, desde 2013, os trabalhadores têm direito à PLR sem IR para determinados valores e, a partir desses, descontos progressivos.

Dinheiro no bolso
Outros bancos já atenderam à solicitação do movimento sindical de antecipação do pagamento da segunda parcela aos seus trabalhadores. O Citibank pagou no dia 1º de fevereiro, o Bradesco e a Losango no dia 9 e o Safra creditará no dia 23. A data limite para pagamento, prevista na CCT é 2 de março. (Fonte: Seeb SP)



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