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13/04/2017

Santander é obrigado a apresentar metas mensais de todos os seus empregados à Justiça trabalhista


MPT requer condenação do Banco por dano moral coletivo em R$ 460 milhões 
O Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou Ação Civil Pública (ACP), com abrangência nacional, contra o Banco Santander pela prática de assédio moral e submissão dos empregados a metas abusivas. A ACP tramita na 3ª Vara do Trabalho de Brasília, em razão de outra Ação mais antiga com tema semelhante. O pedido de indenização por danol moral coletivo é de R$ 460 milhões.

O juiz Francisco Luciano de Azevedo Frota atendeu ao pedido do MPT, determinando que o Banco apresente as metas mensais de todos os empregados do Santander, abrangendo o período de janeiro de 2015 a março de 2017. Também, agendou audiência inicial para o dia 10 de maio próximo.

As irregularidades que geraram a ACP foram apuradas pela fiscalização do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS). Pressão psicológica e ameaças implícitas e explícitas de demissão dos bancários, bem como o subdimensionamento do quadro de empregados como punição pelo não-cumprimento das metas foram as constatações dos fiscais.

Para eles, a Instituição Bancária adota modelo de organização laboral baseado na gestão por estresse e humilhação, estabelecendo metas elevadas e cobranças excessivas. Há sobrecarga de trabalho, ameaças de demissão pelo não atingimento de metas e os bancários são punidos quando clientes fazem saques em aplicações.

Toda essa pressão resulta em danos à saúde dos trabalhadores e também aos cofres públicos. A estimativa de gastos do Instituto Nacional de Seguridade Social com os empregados adoecidos do Santander chega a R$ 90 milhões.

Para os procuradores signatários da ACP, Paulo dos Santos Neto e José Pedro dos Reis, do MPT no Distrito Federal, e Sandro Eduardo Sardá, do MPT em Santa Catarina, “dessarte, amplamente demonstrado nos autos que a grave inadequação do meio ambiente de trabalho no Banco réu, baseado em metas abusivas, cobranças excessivas, subdimensionamento de pessoal, pressões excessivas, sobrecarga de trabalho, dentre outras, vem gerando uma verdadeira legião de jovens bancários acometidos de transtornos mentais, com danos irreparáveis à saúde dos empregados, mas com impactos negativas no sistema de saúde e previdenciário.”, afirmam.

O MPT também requisitou instauração de inquérito à Polícia Federal para apurar os crimes de lesão corporal, constrangimento ilegal e frustração de direito assegurado em lei trabalhista e de exposição a vida e a saúde de outrem a risco, contra os diretores do Banco e demais responsáveis pelas condutas ilícitas adotadas. Processo nº 0000342-81.2017.5.10.0011Com informações do MPT em Santa Catarina. (Fonte: MPT)



12/04/2017

Reunião debate conquistas e reivindicações dos empregados do Bradesco
Ontem (terça, 11), foi realizada reunião na sede do Bradesco, na Cidade de Deus, em São Paulo, pelo movimento sindical, assessorado pela Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco, quando estiveram em pauta as reivindicações dos empregados do Banco.

A realização desta reunião foi de extrema importância para avançar nos pontos de reivindicações dos funcionários do Bradesco. Foram obtidos importantes avanços na questão dos vales alimentação e refeição, onde cada bancário e bancária terá sua própria governabilidade.

Outra importante conquista foi sobre a licença-maternidade garantida para casais do mesmo sexo, o que representa estabilidade tanto para a família quanto para a sociedade. Apesar destes importantes avanços, é preciso intensificar a luta na defesa dos empregos. Um dos destaques da mesa foi a conversão dos valores dos Vales-Alimentação (VA) e Refeição (VR).

Pela primeira vez o banco vai estar disponibilizando, a partir de setembro deste ano, a transferência de valores entre o VA e VR. O bancário pode optar por transferir qualquer valor do VA para o VR ou vice e versa, a qualquer momento, inclusive a 13ª cesta-alimentação. Desde que não zere um dos cartões para não o deixar inativo. Este programa de conversão de valores será implementado a partir da primeira quinzena de setembro. O bancário poderá fazer a transição de valores através do SAP do portal do banco, até o dia 10 de todo mês.

Licença-maternidade: adoção para casais do mesmo sexo 
Outro ponto de avanço obtido na reunião foi sobre a licença-maternidade - adoção para casais homoafetivos. A COE do Bradesco conseguiu que o banco garantisse a licença-maternidade adoção e a estabilidade para parceiros do mesmo sexo, ou seja, será concedido para um(a) parceiro(a) do casal homoafetivo a licença-maternidade de 120 dias ou 180 dias, conforme opção do trabalhador ou da trabalhadora. Os representantes dos trabalhadores também reivindicaram a licença-paternidade para o casal e o banco disse que vai avaliar o assunto.

Parcelamento do adiantamento do salário de férias 
A Comissão de Organização dos Empregados insistiu sobre o parcelamento do adiantamento do salário de férias. Sem avanço, esta pauta continua em negociação. Será discutida na próxima reunião.

Assembleias no mês de maio 
Na ocasião, foi dado informe ao banco que no mês de maio serão realizadas assembleias para aprovação junto aos trabalhadores para os seguintes acordos:

- Ponto eletrônico; 
- CIPA treinet; 
- Bradesco investimento.

Vale ressaltar que é importante que exista uma mesa permanente com o banco para que a gente aproxime a realidade vivida pelo bancário e a realidade vivida pela direção do banco.

Demissões continuam e banco não age com transparência 
Na defesa do emprego, a COE do Bradesco cobrou do banco explicações sobre o número de demissões. Em 2015, o banco demitiu 2.613 funcionários, em 2016, houve 3.121 cortes de postos de trabalho e no primeiro trimestre de 2017, cerca de 1.200 bancários e bancárias foram demitidos. As demissões continuam a todo vapor e o banco nega. A conta não fecha e vamos continuar na defesa do emprego dos trabalhadores.



12/04/2017

Reforma trabalhista: relator poderá apresentar parecer nesta quarta feira (12)


Foi convocada para esta quarta-feira (12), às 9h30, no plenário 2 da Câmara dos Deputados, reunião deliberativa da comissão especial da reforma trabalhista (PL 6.787/16) destinada à apresentação do parecer do relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN).

O projeto, do Poder Executivo, altera a legislação trabalhista, permitindo o contrato temporário de trabalho e a prevalência do negociado sobre o legislado para alguns direitos, tais como: parcelamento de férias, jornada de trabalho, banco de horas, entre outros pontos.

Conforme apurado, Marinho deverá apresentar substitutivo abordando entre outros temas, os seguintes:

1) Estabelecimento de parâmetros e critérios para a edição de súmulas trabalhistas; 
2) Horas in itinere (trajeto casa trabalho e vice-versa); 
3) Parcelamento e fruição de férias; 
4) Fim da obrigatoriedade da contribuição sindical; 
5) Trabalho da mulher; 
6) Trabalho intermitente; 
7) Trabalho a tempo parcial; 
8) Terceirização; 
9) Teletrabalho ou trabalho remoto; 
10) Prevalência do negociado sobre o legislado; 
11) Jornada 12h x 36h e insalubridade; 
12) Estabelecimento de teto para reparação por dano moral; 
13) Permissão de acordo extrajudiciais entre empregador e empregado (jurisdição voluntária); 
14) Arbitragem individual nas relações de trabalho com base no valor da remuneração do trabalhador; 
15) Distrato do contrato de trabalho; 
16) Representante dos empregados na empresa; 
17) Sucumbência recíproca; 
18) Penalização pela litigância de má-fé.

Procedimentos para votação do parecer 
Quanto aos procedimentos de votação e ao calendário de tramitação do projeto, destaque-se os seguintes aspectos:

A votação não acontecerá logo após a apresentação do parecer. O relator deverá apresentar substitutivo ao projeto original. Fato que, regimentalmente, forçará a abertura do prazo de cinco sessões para a apresentação de emendas ao substitutivo.

Entretanto, para burlar o regimento, Marinho poderá apresentar parecer pela aprovação do projeto com emendas, sem oferecer um substitutivo. Caso isso ocorra, não será aberto prazo para apresentação de emendas e deverá ser concedida vista coletiva de duas sessões aos membros da comissão.

Caso se confirme a apresentação de substitutivo e decorrido prazo para apresentação de emendas, ao final desse prazo, o relator deverá apresentar novo parecer observando as novas emendas. Após a leitura do novo voto, deverá ser concedida vista coletiva de duas sessões aos membros da comissão.

Emendas ao texto 
Houve número recorde de emendas ao texto. Foram, ao todo, apresentadas 850 emendas (sendo válidas 842, já que oito foram retiradas). Destas, 80% são de partidos da base do governo; de parlamentares ligados diretamente ao setor empresarial (urbano ou rural), de regiões com forte presença industrial e agropecuária. Parte dessas emendas foram para adicionar temas novos ou modificar os principais temas, portanto, para ampliar a chamada reforma trabalhista.

Das 850 emendas, 468 foram aditivas, 272 modificativas, 109 supressivas e um substitutivo global.

A prevalência do negociado sobre o legislado — centro do projeto e principal item da agenda legislativa empresarial — foi o principal tema das emendas apresentadas. Foram 155 emendas sobre o assunto.

Foram apresentadas ainda 69 emendas sobre a ampliação do trabalho temporário, outras 66 sobre jornada de trabalho e 28 abordando o trabalho parcial. Além desses tipos de contrato de trabalho — temporário e parcial — novas modalidades como o trabalho intermitente e o trabalho remoto receberam emendas.

O tema “representação no local de trabalho” recebeu 52 emendas, 34 para “audiência de julgamento”, o tema “rescisão contrato de trabalho” recebeu 27, custas e emolumentos, 26, o tema férias, 23, e intervalo para repouso e alimentação, 22. (Fonte: Diap)



11/04/2017

Previdência: bancos estão entre os maiores devedores

Na lista dos devedores estão empresas públicas, privadas e fundações; Varig é a empresa que lidera a lista, com dívida de cerca de R$ 3,713 bilhões

 

 

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional fez um levantamento onde foi apurado que os devedores da Previdência Social acumulam dívida de R$ 426,07 bilhões. O valor é quase três vezes superior ao atual déficit da categoria, que fechou 2016 em R$ 149,7 bilhões.

A lista dos nomes que apresenta débito com a Previdência Social tem a relação de mais de 500 empresas – privadas, públicas, fundações, governos estaduais e prefeituras. Entre as companhias citadas pela Procuradoria estão também empresas que não prestam mais serviços, como a Varig , que quebrou em 2006. A companhia é responsável por liderar a lista, com dívida de R$ 3,713 bilhões. A segunda empresa que mais deve é a JBS, com R$ 1,8 bilhão.

A Vasp, que não funciona desde 2005, também foi citada, e contém um débito de mais de R$ 1,5 bilhão. A extinta TV Manchete está relacionada entre as empresas devedoras com débito de R$ 336 milhões. Já a mineradora Vale deve R$ 275 milhões.

 

Bancos

A Caixa Econômica Federal, de natureza pública, deve aproximadamente R$ 550 milhões à Previdência. O antigo Banco do Ceará (Bancesa) tem o compromisso de pagar uma dívida de R$ 1,683 bilhão. Já o Bradesco, o Banco do Brasil e o Itaú Unibanco tem débito de respectivamente, R$ 465 milhões, R$ 208 milhões e R$ 88 milhões.

O coordenador–geral da Dívida Ativa da União, Cristiano Lins de Moraes frisa que muitas dessas dívidas colossais tiveram início ainda na década de 1960. Em declaração, o procurador da Fazenda Nacional, frisou que existem variações entre os tipos de devedores, e que reconhece que há sim situações de fraude, crimes de sonegações e esquemas sofisticados.

 

Recuperação

As ações na Justiça são o principal meio que a Procuradoria-geral da Fazenda Nacional tem usado para recuperar o deficit. Em 2016, o setor conseguiu resgatar cerca de 1% do total devido, aproximadamente R$ 4,150 bilhões.

Outro meio utilizado pela Procuradoria é a elaboração de projetos para agilizar o pagamento. Mas Moraes afirma que programas de parcelamento de dívidas públicas de estados e prefeituras atrasam o pagamento dos débitos.

 

Outro lado

A assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal comunicou que a instituição paga sempre no prazo as contribuições previdenciárias. Entretanto, ressalta que questiona as cobranças realizadas por processos judiciais movidos por empregados.

A JBS informou que está disposta a saldar a dívida com créditos que acumula na Receita Federal. Assim como a Caixa, a empresa também questiona o sistema, que impede que a troca ocorra, o que trem gerado multa. Em nota, a mineradora Vale afirmou que pretende usar a justiça para obter o atestado de “Regularidade Fiscal” e se mostra confiante em suas argumentações.

O Banco do Brasil esclareceu que recorreu a decisão do Tribunal de Contas da União, uma vez que “o processo de tomada de contas especiais promovida pelo TCU, em 1992, que entendeu serem indevidos os valores auferidos pela rede bancária nos meses de novembro e dezembro de 1991”. Já o Bradesco informou que “não comenta o assunto sob análise administrativa ou judicial dos órgãos responsáveis”

A reportagem não teve sucesso ao tentar contato com representantes da Varig, Vasp, Bancesa e TV Manchete. E o Itaú não se manifestou até a publicação do texto sobre o débito com a Previdência Social.

Fonte: Economia - iG @ http://economia.ig.com.br/2017-02-21/previdencia-social.html



10/04/2017

COMEÇA VACINAÇÃO NO SINDICATO


 

Começou nesta segunda-feira, dia 10, e vai até na próxima quarta, durante todo o dia, a vacinação antigripal na sede administrativa do Sindicato. Quadrivalente, a vacina imuniza contra vírus H1N1, da Gripe A, H3N2 e dois Influenza B, que causam a gripe sazonal. A vacinação é direcionada a bancários e seus dependentes legais.

 

“Chamamos a atenção dos bancários para que não deixem para a última hora, aproveitando esses três dias, onde estamos com uma equipe de profissionais aplicando a vacina no nosso sindicato. Além da comodidade, quem tomar a sua dose agora já estará imunizado antes do surgimento de maior número de casos, principalmente da gripe A, que é a que mais preocupa”, aponta o diretor José Carlos Leopoldino. 



10/04/2017

Com placar desfavorável, governo estuda recuar na reforma da Previdência


Entre os pontos que podem sofrer alterações estão o tempo de contribuição de 49 anos e a idade mínima para as mulheres (Paulo de Tarso Lyra)

O governo poderá ter de ceder ainda mais do que os cinco pontos anunciados na última quinta-feira, se quiser, de fato, aprovar a reforma da Previdência no Congresso Nacional. A duas semanas da previsão de votação do texto na Comissão Especial da Câmara, o Planalto e a equipe econômica sabem que dois tópicos estão na mira dos congressistas: o tempo de contribuição de 49 anos e o estabelecimento de uma idade mínima diferente para homens e mulheres. Poderá haver uma convergência para que as mulheres se aposentem com 62 anos, e não aos 65 anos previstos como regras para homens.

O Planalto começará a se debruçar, efetivamente, sobre a planilha de votações a partir de segunda-feira, para municiar o presidente Michel Temer nas conversas individuais com os parlamentares. Os números apresentados até o momento são assustadores para o governo. Segundo levantamento do Instituto Pública, em parceria com Sindilegis, 54% dos deputados vão votar contra o texto.

A pesquisa mostra que dos 513 parlamentares, 279 disseram que não apoiam o texto. Apenas 186 são a favor da PEC 287/16 — destes, 111 fazem ressalvas ao projeto,15 deputados estão indecisos e 33 não responderam à pesquisa. Para ter o documento aprovado pelo Plenário, o Executivo precisa de 308 votos.

Nilton Paixão, presidente da Pública Central do Servidor, chama a atenção para o fato de que 56,9% dos deputados favoráveis, da base de governo, têm duvidas. “Pensam que a reforma poderia e deveria ser diferente, seja pelo senso de oportunidade, seja por tratar questões desiguais de modo igual e assim cometer diversas injustiças”. O flagrante da intenção de voto neste momento, lembrou, sinaliza a grande dificuldade do governo para aprovar sua proposta. “Revela a influência da opinião pública sobre os parlamentares”, reforçou.

Economia 
Com as mudanças já propostas, a economia pretendida inicialmente pelo governo diminui. A meta inicial era que a reforma pudesse aliviar os cofres em R$ 678 bilhões entre 2018 e 2027. As alterações no Benefício de Prestação Continuada (BPC), pensão por morte, aposentadoria de policiais e professores, trabalhadores rurais e regras de transição diminuem em R$ 115,26 bilhões essa economia — ou 17% do valor original.

Analistas de mercado acreditam que, se esse número baixar ainda mais, para algo em torno de 30% da meta original prevista para o governo — o que representaria uma economia final de R$ 474,6 bilhões no mesmo período, ainda assim a reforma valeria a pena para o país. É um sinal claro de que ainda há margem para novas concessões. O ponto de consenso, irredutível, é a idade mínima de 65 anos para aposentadoria dos homens. Se for o mesmo para as mulheres, melhor.

Para o economista Cesar Bergo, sócio consultor da OpenInvest, os números divulgados pelo Instituto Pública não são tão ruins quanto parecem. “Não depende de quantidade e sim de qualidade. As estatísticas mostram que o governo tem que trabalhar os líderes. Convocando um, os liderados vêm junto”, disse. Deve ainda escolher interlocutores com credibilidade. “Falta uma equipe capacitada. Quem pode fazer esse papel é Henrique Meirelles (Fazenda). Mas o governo está perdendo vontade política e colocando a sua cabeça na bandeja. Só ele dá más notícias. Depois, o Planalto ameniza”, reclamou.

Para José Matias-Pereira, especialista em contas pública da Universidade de Brasília (UnB), as pesquisas atuais retratam o momento. “O que está faltando é habilidade na comunicação com a sociedade. O governo tem que combater as informações equivocadas, maldosamente jogadas nas redes sociais.” Ele disse, ainda, que já conversou com vários parlamentares e teve outra percepção. “A impressão é de que a reforma caminha para a aprovação”, disse Matias-Pereira.original da reforma para conseguir convencer deputados. (Fonte: Correio Braziliense)



10/04/2017

Oportunidades e ameaças para os trabalhadores em 2017


O DIAP vai lançar em breve a Agenda Legislativa dos Trabalhadores 2017, que identifica as principais oportunidades e ameaças à classe trabalhadora, em particular, e a sociedade, em geral, em tramitação no Congresso Nacional.

2017 será um ano de muitos desafios para os trabalhadores em termos legislativos. A existência de correlação de forças desfavorável no Congresso Nacional com uma bancada empresarial numerosa e uma sindical pequena, mas combativa, e a mudança de orientação no governo, com a confirmação de Michel Temer como presidente da República, consolidou o quadro de avanço sobre a agenda de retirada e flexibilização de direitos.

Os presidentes da Câmara dos Deputados e Senado Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE), respectivamente, como exemplo do avanço dessa agenda, priorizaram a votação da regulamentação da terceirização sancionada como Lei 13.429/17 e a promulgação da Emenda Constitucional 95/16, que congela o orçamento por 20 anos, ambas consideradas medidas negativas para os trabalhadores e a sociedade.

Na Câmara encontra-se mais ameaças: o PLP 343/17, que trata que trata do refinanciamento das dívidas Estados; a PEC 287/16 da reforma da Previdência e o PL 6.787/16 da reforma trabalhista; todas trazem um pacote de maldades para os trabalhadores e servidores públicos.

Foi apresentada a reforma trabalhista em nível constitucional: PEC 300/16, que determina a prevalência do negociado sobre o legislado e a possibilidade de aumenta da jornada de trabalho das atuais 8 horas para até 10 horas diárias.

Tramitam ainda o acordo extrajudicial de trabalho (PL 427/15); o impedimento do empregado demitido de reclamar na Justiça do Trabalho (PL 948/11 e PL 7.549/14); a prevalência do negociado sobre o legislado (PL 4.193/12); a livre estimulação das relações trabalhistas (PL 8.294/14); e o simples trabalhista (PL 450/15), entre outras.

Tramita o PL 6.324/16 sobre normas gerais de tutela do trabalho; o PL 6.323/16, que trata de processo do trabalho; o PL 6.322/16 sobre convenções e acordos coletivos de trabalho; e o PL 6.561/16 para aplicação de arbitragem nas relações de trabalho.

Existem propostas que buscam fracionar as férias em três períodos: PL 6.714/16 e PL 6.715/16. Outras como o PL 6.711/16, PL 6.705/16, PL 5.881/16 e PL 5.902/16 tratam da livre estipulação das relações de trabalho; do acordo extrajudicial de trabalho, que dificulta o acesso do trabalhador à Justiça trabalhista; a permissão de que a compensação de jornadas, na modalidade de banco de horas, possa ser firmada por acordo escrito entre empregador e empregado; e a permissão para se prorroga a jornada de trabalho em atividade insalubre por negociação coletiva.

As iniciativas parlamentares também contemplam oportunidade, porém sem muita chance de aprovação nesse ambiente político, como a redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário, a proteção contra a despedida arbitrária, a ampliação da licença-maternidade, a igualdade de gênero no trabalho, o fim do banco de horas, a contribuição adicional em função de rotatividade da mão de obra, a estabilidade do dirigente sindical, dentre outras. (Fonte: Diap)



07/04/2017

Bandidos destroem agência do BB de Itambé. Sindicato esteve no local dando suporte aos funcionários



Diretores do Sindicato dos Bancários de Maringá e Região estiveram na manhã desta sexta-feira, 7, em Itambé, onde, durante a madrugada, bandidos explodiram a agência do Banco do Brasil da cidade e efetuaram disparos contra o prédio do Bradesco. "Nossa preocupação é com integridade física e psicológica  dos bancários. Por isso, estivemos acompanhando de perto a situação. Imediatamente já iremos  cobrar, como já fizemos em outras ocasiões,  mais segurança e ação mais efetiva do Estado" , destaca presidente Claudecir de Souza. Ele esteve acompanhado dos diretores José Carlos Leopoldino, Odilon Carlos de Oliveira, Vilmar Alves Feitosa, Maria de Lourdes e Paulinho. 

De acordo com a polícia, foram utilizados pelo menos 5 carros. Bandidos fecharam entradas da cidade, cercaram destacamento policial, fizeram pelo menos 15 pessoas que estavam em uma lanchonete reféns. Ação começou por volta das 2h30 da madrugada. 

Foram utilizados armamento pesado e muitos explosivos. Agência ficou praticamente destruída. No entanto, não conseguiram levar dinheiro, pois o cofre não abriu. A agência permanecerá fechada para restauração. No Bradesco houve apenas disparos contra o prédio.




07/04/2017

Bandidos destroem agência. Sindicato dá suporte a funcionários



Diretores do Sindicato dos Bancários de Maringá e Região estiveram na manhã desta sexta-feira, 7, em Itambé, onde, durante a madrugada, bandidos explodiram a agência do Banco do Brasil da cidade e efetuaram disparos contra o prédio do Bradesco. "Nossa preocupação é com integridade física e psicológica  dos bancários. Por isso, estivemos acompanhando de perto a situação. Imediatamente já iremos  cobrar, como já fizemos em outras ocasiões,  mais segurança e ação mais efetiva do Estado" , destaca presidente Claudecir de Souza. Ele esteve acompanhado dos diretores José Carlos Leopoldino, Odilon Carlos de Oliveira, Vilmar Alves Feitosa, Maria de Lourdes e Paulinho. 

De acordo com a polícia, foram utilizados pelo menos 5 carros. Bandidos fecharam entradas da cidade, cercaram destacamento policial, fizeram pelo menos 15 pessoas que estavam em uma lanchonete reféns. Ação começou por volta das 2h30 da madrugada. 

Foram utilizados armamento pesado e muitos explosivos. Agência ficou praticamente destruída. No entanto, não conseguiram levar dinheiro, pois o cofre não abriu. A agência permanecerá fechada para restauração. No Bradesco houve apenas disparos contra o prédio.



06/04/2017

CPA 10 E CPA 20: CONVÊNIO GARANTE CURSOS PARA BANCÁRIOS


 

O Sindicato firmou convênio com a empresa Pegasus Treinamentos  Financeiros para disponibilização aos bancários de cursos de CPA 10 e CPA 20 preparatórios para exame da Anbima.  As aulas serão ministradas pelo professor Silvio Pinto do Carmo, que possui mais de 30 anos de experiência, é graduado em Direito e Ciências Contábeis e possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.

 

CPA 10

Mediante o convênio, os bancários terão duas opções de dias e horários. Aos sábados, das 8h às 18h, ou durante a semana, das 19h às 23h. O curso tem duração de 24 horas.

CPA 20

Este curso será ministrado também durante a semana (19h às 23h) e aos sábados, das 8h às 18h, com 30 horas de duração.

DESCONTO DE 10%

Pelo convênio firmado com a empresa, os bancários terão desconto de 10% em ambos os cursos. A parceria é válida também para demais cursos na área financeira oferecidos pela Pegasus. Informações e inscrições: 3046-4695.



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