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06/11/2017

Seminário da UGT-PARANÁ debate Agenda 2030 e os 17 ODS


De 29 a 31 outubro, a UGT- PARANÁ, União Geral dos Trabalhadores no Estado do Paraná, promoveu um dos mais importantes encontros que debate a Agenda 2030 e os 17 ODS - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Brasil. Mais de 500 dirigentes sindicais e lideranças comunitárias de diversos estados brasileiros participaram da abertura do seminário, realizado na cidade de Foz do Iguaçu (PR).

O evento reuniu representantes de organismos internacionais como a ONU -Organização das Nações Unidas; OMS – Organização Mundial da Saúde; Pnud – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e OIT - Organização Internacional do Trabalho, além de representantes da Secretaria de Governo da Presidência da República, governo do Estado do Paraná, Sanepar, Itaipu Binacional, Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu; Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e representantes das Universidades.

Durante os três dias, uma extensa agenda de debates aprofundou os temas sobre os ODS e a implantação de políticas públicas para alcançar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e suas 179 metas. A introdução à Agenda 2030 foi o eixo principal das palestras e discussões, aproximando o mundo acadêmico e dirigentes sindicais.

“A integração do universo sindical com os ODS é muito mais do que uma obrigação, é uma das manifestações de cidadania preconizada pela UGT, que promulga a prática sindical cidadã, com ética e inovação”, destacou o presidente da UGT-PARANÁ, Paulo Rossi. Para o dirigente, esse seminário é um marco brasileiro para os ODS.

“Até então nenhuma central sindical aprofundou esse tema tão importante para a manutenção da vida com qualidade em nosso planeta; e esse bem-estar passa sem dúvidas pelo viés do trabalho decente, da saúde de qualidade, da educação, dos cuidados com o meio ambiente, da igualdade de gênero, das estruturas jurídicas, da erradicação da pobreza, pela produção de alimentos e o fim da fome no mundo e o fim das desigualdades sociais” destacou Rossi.

Representando o secretário de Articulação Social da Secretaria de Governo da Presidência da República, Carmen Silvia Corrêa Bueno destacou a gestão da estrutura organizacional da Agenda 2030 no Brasil: “a UGT é a única representante dos trabalhadores na Comissão Nacional ODS, e é um prazer participar desse magnífico evento, fruto da responsabilidade da central com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”.

Por sua vez o assessor especial da Diretoria de Coordenação da Itaipu Binacional, Sérgio Paulo de Oliveira enalteceu o envolvimento da UGT com a Agenda 2030: “sem dúvidas construir um seminário nacional dessa magnitude exige dedicação cidadã, elemento com postura essencial para alcançarmos esses 17 objetivos com suas 179 metas”.

Chico Brasileiro, prefeito de Foz do Iguaçu, além de agradecer a UGT por ter escolhido a cidade para sediar o evento, lembrou de sua trajetória junto à central: “a UGT sempre preconizou a cidadania como elemento integrante do conjunto de lutas da classe trabalhadora, e essa relação de companheirismo incentivou ainda mais nossa participação na central, por sua seriedade, comprometimento e atitudes”.

Mounir Chaowiche, presidente da Sanepar, falou dos compromissos da companhia com o meio-ambiente: “para a Sanepar não basta apenas produzir água com qualidade, pensamos muito além das torneiras, recuperando, cuidando e mantendo nascentes e rios do Paraná. Se cada um de nós fizer sua parte, com certeza alcançaremos esses 17 objetivos”.

O vice-presidente da UGT, Antônio Carlos dos Reis, o Salim - representando o presidente da central, Ricardo Patah-falou do envolvimento da central com os ODS: “ a UGT integrou de forma muito comprometida a proposta da ONU às suas diversas secretarias, e hoje temos a juventude, a formação sindical, as mulheres, aposentados e pensionistas discutindo profundamente o tema e elaborando práticas que efetivem a implantação dos ODS em todos os eventos realizados pela UGT”.

Ao final do seminário foi produzida a Carta de Foz do Iguaçu, com indicativos e sugestões para governos e sindicatos produzirem ações efetivas para que o Brasil alcance essa importante Agenda, a ser reavaliada em 2030. (Fonte: UGT Paraná)






01/11/2017

Sindicato e funcionários protestam por Caixa 100% pública

Nós do Sindicato dos Bancários, juntamente com os funcionários da Caixa Econômica Federal, realizamos este ato nesta quarta-feira, 01, em defesa da Caixa 100% pública. Somos contra a abertura do capital, somos contra a privatização da Caixa Econômica Federal.

 

Não podemos permitir que este governo, que está atolado em um mar de lama, envolvido em denúncias de corrupção de toda a ordem, venda um dos nossos maiores patrimônios.

 

A Caixa Econômica Federal é patrimônio de todos os brasileiros. Tem mais de 150 anos de história, atuando no desenvolvimento econômico e social do nosso país.

 

Privatizando a Caixa, como quer este governo, quem cumprirá este importante e fundamental papel social? Quem financiará a casa própria, o estudante de baixa renda, o pequeno empresário? Quem pagará os programas sociais, como o bolsa família, entre tantos outros, ou  mesmo atenderá aos trabalhadores, que hoje recebem na Caixa o seu benefício, o seguro desemprego, o FGTS, PIS...?

 

Quem investirá em tratamento de água, esgoto para os pequenos municípios, em tantas obras de infraestrutura e desenvolvimento, hoje a cargo da Caixa? Qual banco privatizado faria isso?

 

A Caixa possui hoje mais de 3.200 agências, mais de 100 mil funcionários. Está presente em praticamente todos os municípios brasileiros. É um verdadeiro patrimônio, que não pode ser entregue nas mãos vorazes do mercado financeiro, da iniciativa privada.

 

Por isso, somos contra a abertura do capital, somos contra qualquer tipo de privatização. Queremos a Caixa 100% pública, trabalhando pelo Brasil e por todos os brasileiros.  

 

 



31/10/2017

Protesto nesta quarta em Maringá defende ‘Caixa 100% pública’


O Sindicato dos Bancários de Maringá e Região  realizará nesta quarta-feira, 01/11, manifesto contra a tentativa de abertura do capital e posterior privatização da Caixa e a consequente entrega do banco público, que é do povo brasileiro, ao capital privado.

 

O ato acontecerá em frente a agência centro do banco, partir das 9h30. Com material informativo, cartazes, faixas, som, o Sindicato irá denunciar a toda a sociedade esta tentativa vergonhosa deste governo de vender este patrimônio e as consequências que isto acarretará.

 

“A sociedade precisa saber que este mesmo banco responsável, por exemplo, por programas como Minha Casa, Minha Vida, Bolsa Família, Financiamento Estudantil, entre tantos outros, pode deixar de existir. Privatizando, qual o interesse dos bancos privados em promover habitação de interesse social ou qualquer um dos dezenas de outros programas levados a cabo pela Caixa?”, questiona.

 

Por isso, nesta quarta, este protesto conclama a participação de todos os funcionários da Caixa e da sociedade. É preciso mostrar força, união e determinação para frear esta tentativa iminente de privatização. 



18/10/2017

Sindicato e entidades pedem mais segurança e PM desloca viatura


 

Foi realizada nesta terça-feira, 18, na sede administrativa do Sindicato, uma reunião com as forças de segurança de Maringá. Estiveram presentes o Comando do 4º Batalhão da Política Militar, da Guarda Municipal, da Secretaria de Assistência Social, do Conselho de Segurança, comerciantes e bancários.

 

Durante a reunião foi solicitado policiamento para esta região central, sobretudo nas proximidades da praça Raposo Tavares, onde há grande circulação de pessoas e a presença de agências bancárias.

 

E nesta quarta-feira, em resposta ao pedido, a Polícia Militar deslocou para a área uma viatura.  Os policiais estão nas proximidades do Terminal Urbano e praça Raposo Tavares, principalmente nos horários de pico.

 

“Agradecemos ao comando da PM e esperamos que a presença policial e também da Guarda Municipal venha a inibir a atuação de meliantes, o comércio e uso de drogas, furtos, aliciamento de estudantes, entre outras práticas que eram visíveis nesta área cidade”, destaca o presidente Claudecir de Souza.

 



18/10/2017

Governo quer transformar Caixa em empresa de sociedade anônima


Mudança, que será levada hoje ao conselho de administração do banco, abre espaço para uma futura abertura de capital da instituição (Murilo Rodrigues Alves e Adriana Fernandes)

A área econômica quer transformar a Caixa em uma empresa de sociedade anônima, modelo pelo qual o capital do banco é dividido em ações. A intenção é melhorar a governança e abrir caminho par a abertura de capital da instituição.

O modelo é o mesmo do Banco do Brasil, cujo acionista majoritário é a União. Ainda assim, o BB continua sendo um banco público. Já a Caixa é um banco com único acionista: a União.

O assunto pode ser votado hoje em reunião do conselho de administração do banco, presidido pela secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, que defende a mudança. O Estadão/Broadcast apurou, porém, que ainda faltam alguns pareceres técnicos para analisar o assunto.

Segundo uma fonte da equipe econômica, o novo modelo é visto como o mais adequado por diminuir a interferência política, pelas exigências normativas em relação à transparência da instituição e pela pressão dos acionistas minoritários (caso o banco abra o capital) por resultado melhores na comparação com os concorrentes.

Dessa forma, decisões de investimentos ou desembolsos que coloquem em risco a saúde financeira do banco seriam monitorados e possivelmente evitados pela fiscalização dos minoritários.

O governo vem discutindo com a Caixa uma revisão estatuto do banco e medidas para adesão da instituição ao programa de governança das estatais da B3 (a Bolsa de Valores brasileira). Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o banco teve problemas com perdas relacionadas a decisões erradas de desembolsos.

“A ideia é que a Caixa seja um banco que tenha governança sólida, que faça decisões de crédito saudáveis e que possa, portanto, ter resultados positivos para o governo e para a sociedade”, afirmou Meirelles, em entrevista ao Estadão/Broadcast.

O ministro afirmou que o governo conta com a Caixa para assegurar o crescimento do País nos próximos anos. Meirelles ressaltou, no entanto, que, no momento, não há proposta de abertura de capital da Caixa como um todo, apenas da área de seguros do banco.

Programas. Com forte influência política, a Caixa encampou programas que tecnicamente colocavam em risco a saúde financeira do banco. Um dos exemplos mais gritantes foi o programa Minha Casa Melhor, de financiamento de móveis e eletrodomésticos para beneficiários do Minha Casa Minha Vida, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

Embora a área jurídica do banco tivesse recomendado que o programa não entrasse em vigor no modelo que foi desenhado pela equipe da ex-presidente, o banco assumiu os riscos. Um ano e meio depois, o governo da própria Dilma teve que cancelar o Minha Casa Melhor devido à alta inadimplência do programa, que beirava 30%.

Ainda na gestão PT, o banco foi usado em manobras contábeis para melhorar as contas públicas e serviu de locomotiva do crédito para impulsionar o crescimento.

Procurada, a Caixa não quis comentar. (Fonte: Estadão)



17/10/2017

Reunião nesta terça no Sindicato buscará reforço na segurança da área central de Maringá


 

Um dos problemas visíveis é o comércio, consumo de drogas, aliciamento de estudantes, roubos, furtos, assaltos e principalmente insegurança nas saídas de bancos

 

Preocupado com a segurança na área central de Maringá, sobretudo nas proximidades das agências bancárias, será realizada nesta terça-feira, 17às 14h, na sede administrativa do Sindicato dos Bancários, uma reunião com as forças de segurança da cidade.

 

De acordo com o presidente do Sindicato, Claudecir de Souza, estão confirmadas presenças do Comandante do 4.o Batalhão da Polícia Militar, da chefia da Guarda Municipal, do Gabinete de Segurança da Prefeitura, da Secretaria de Assistência Social, do Conselho de Segurança, do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá, do Banco do Brasil, comerciantes, entre outros.

 

“Já estivemos em reunião com o Comando da Polícia Militar, apresentando a situação e agora queremos ampliar a discussão. É visível a insegurança que ronda principalmente esta região central da cidade, nas proximidades do estacionamento público, da praça Raposo Tavares, na saída das agências bancárias concentradas neste quadrilátero”, aponta Souza.

 

Entre as soluções que devem ser apresentadas está o pedido de mais policiamento nesta região da cidade. Um dos problemas visíveis é o comércio, consumo de drogas, aliciamento de estudantes, roubos, furtos, assaltos e principalmente insegurança nas saídas de bancos.

 

A reunião será no Sindicato, localizado na Travessa Guilherme de Almeida, 36, 1.o andar, quase em frente ao Terminal Urbano.


16/10/2017

Sindicato vai ingressar com 3 ações coletivas contra BB


 

Farão parte das ações bancários sindicalizados até na data de ajuizamento

 

O Sindicato irá ajuizar três novas ações coletivas em nome dos funcionários do Banco do Brasil. Poderão fazer parte da ação, porém, somente os bancários sindicalizados até a data de ajuizamento das ações, o que deve ocorrer até no próximo dia 10 de novembro.

 

Conforme explica o diretor de Assuntos Jurídicos do Sindicato, Odilon Carlos de Oliveira, são três ações distintas. “Temos de avaliar, porém, caso a caso, para ver em quais cada um se encaixa. Estamos à inteira disposição dos bancários para tirar as dúvidas”, frisa.

 

 7ª E 8ª HORAS

Um das ações pleiteia o pagamento de 7ª e 8ª horas para os ocupantes dos cargos de Assistente A e B e demais cargos de assessoramento sindicalizados que não foram contemplados com a ação anteriormente ajuizada, tendo em vista a ocorrência de rodízio dos assistentes na base territorial.

 

“Aproveitamos para informar que a ação já ajuizada anteriormente deu ganho de causa aos trabalhadores sindicalizados, mas ainda está pendente de julgamento de recurso do banco”, explica o diretor.

 

 INCORPORAÇÃO DE FUNÇÃO

 O Sindicato também vai ajuizar ação pleiteando a incorporação de função para quem exerceu cargo comissionado por 10 anos ou mais.

 

DESCOMISSIONAMENTO

A terceira ação questionará o descomissionamento para diversos cargos, tendo em vista o processo de reestruturação implantado unilateralmente pelo Banco do Brasil, em total descumprimento ao Acordo Coletivo em vigor.

 

ATENÇÃO

 Para integrar qualquer uma das ações os bancários devem assinar contrato e procuração para, no caso de possível resultado positivo, estarem representados no processo de execução de sentença. Alertamos ainda que haverá, sobre o resultado positivo da ação, a cobrança de 10% de honorários para custeio das despesas com advogado e custas do processo.



09/10/2017

Sindicato adere a Campanha Outubro Rosa




02/10/2017

Banco Postal fecha 1.800 agências e afeta saque de benefícios de 137 mil aposentados


Mais de 137 mil aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serão afetados com a migração do pagamento de seus benefícios para outras agências bancárias e, em algumas situações, para outros municípios devido à decisão dos Correios de encerrar os serviços prestados pelo Banco Postal em 1.800 agências de 12 Estados.

Dados do INSS repassados ao Valor pelo Ministério do Desenvolvimento Social mostram que 1.231 pessoas terão que se dirigir a outro município para conseguir sacar os benefícios. Os demais terão recursos depositados em agências mais próximas do Banco do Brasil, ou transferidos para outras instituições. Os beneficiários mais atingidos sãos os da Bahia, Piauí, Rio Grande do Norte e Ceará.

O serviço do Banco Postal será "descontinuado" porque os Correios, segundo sua assessoria de imprensa, não têm condições de arcar com os custos para atendimento de decisões judiciais de várias cidades brasileiras que obrigam a contratação de vigilantes armados e instalação de portas giratórias. O custo mensal nessas agências poderia chegar a R$ 8 milhões por mês. A tendência, conforme fontes, é que essas decisões judiciais se alastrem por mais cidades.

Segundo fontes ouvidas pelo Valor, a intenção dos Correios era repassar essa despesa para o Banco do Brasil, que tem contrato para operar com o Banco Postal, o que não deu certo. "Pelo contrato vigente entre BB e Correios, os custos para contratação de vigilantes são responsabilidade dos Correios. Entretanto, o BB e Correios mantêm negociações para encontrar alternativas que permitam a manutenção de parte dos pontos de atendimento", informou o Banco do Brasil por meio da assessoria.

Com a decisão dos Correios, o Banco do Brasil terá que transferir o pagamento de 81,2 mil beneficiários para outros bancos. Outras 56,7 mil passarão a receber o benefício nas agências do banco estatal. A migração dos benefícios para outras agências bancárias já foi integralmente feita, segundo o INSS.

Segundo o Banco do Brasil, o contrato com os Correios permanece vigente e permitirá o atendimento nos mais de 4 mil pontos do Banco Postal que permanecerão abertos. "Os pagamentos do BB referentes ao contrato do Banco Postal serão reduzidos proporcionalmente ao número de pontos encerrados", informou o banco. "O BB e os Correios permanecem em negociação para buscar soluções que reduzam o impacto do fechamento dos pontos do banco. "

O Banco do Brasil assumiu o Banco Postal em janeiro de 2012, no lugar do Bradesco. O contrato com o BB terminaria no ano passado. Como não houve novos interessados em licitação, o banco e os Correios assinaram acordo para dar continuidade à distribuição de produtos e serviços da instituição na rede de atendimento do Banco Postal pelo prazo de até 36 meses.

Em audiência pública no Senado, o presidente dos Correios, Guilherme Campos, disse que tem consciência de que fechar o Banco Postal afeta de maneira profunda vários municípios em que não há agências bancárias. "Não temos condições de subsidiar o Banco Postal em localidade que não seja lucrativa."

O encerramento dos serviços do Banco Postal foi debatido na reunião do Conselho Nacional de Previdência. O representante da Confederação Nacional dos Municípios (CMN), Sérgio Aureliano Silva, disse que o tema será discutido pela entidade, pois prejudicará não só o pagamento de aposentadorias e pensões como de outros benefícios.

Além disso, ao transferir o pagamento para outro município, fará com que os beneficiários consumam produtos em outros locais prejudicando a economia de cidades menores. Até o fechamento desta edição, os Correios não responderam aos questionamentos feitos pelo Valor. (Fonte: Valor Econômico Edna Simão Colaborou Lucas Marchesini, de Brasília)



02/10/2017

PDVE finalizado no Bradesco, movimento sindical cobra contratações


Cerca de 7.400 trabalhadores deixaram o banco; dirigentes sindicais acompanharam processo para preservar direitos dos trabalhadores e agora reivindicam mais bancários para acabar com sobrecarga (Cláudia Motta)

O Plano de Demissão Voluntária Especial do Bradesco foi concluído em 31 de agosto. Aproximadamente 7.400 trabalhadores aderiram ao PDVE, de acordo com o banco.

O movimento sindical, que esteve ao lado dos bancários exigindo esclarecimento e preservação dos direitos, agora está acompanhando a realocação dos funcionários das agências que foram fechadas – foram 159 no país e 11 na base do Sindicato de SP.

“Percebemos que o banco tem feito novas contratações, mas vamos pressionar por mais!”, afirma a secretária-geral do Sindicato de SP, Neiva Ribeiro.

“Acompanhamos todo o processo e trabalhamos no sentido de ajudar a sanar dúvidas e proporcionar o máximo de informações para que cada bancário pudesse tomar uma decisão consciente sobre a adesão ou não ao PDVE”, lembra a dirigente.

Foram feitas plenárias nas regionais do Sindicato, além de materiais informativos e plantão de dúvidas com assessoria jurídica na sede do Sindicato, no centro de São Paulo, e na Regional Osasco.

“Agora estamos cobrando do banco que contrate mais trabalhadores”, afirma a dirigente sindical. “Diante de um movimento desse porte, o banco precisa readequar, distribuir melhor os empregados nos departamentos e agências, para acabar com a sobrecarga de trabalho.”

O movimento sindical também está acompanhando a rotina nos locais de trabalho, para que não haja pressão, assédio moral, fechamento de agências.

“O Bradesco assinou na segunda-feira 25 o termo de compromisso para criação dos centros de realocação e requalificação profissional”, ressalta Neiva. “Ou seja, diante das mudanças impostas pelas novas tecnologias, deverá requalificar, realocar seus funcionários. Nada de demitir.” (Fonte: Seeb SP)



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