Bancários

Sindicato de Maringá e Região

CONTEC
16° MIN 27° MÁX MARINGÁ
Seu Banco:


21/09/2017

Mais um ano com mordida mais branda do leão na PLR


Conquista dos trabalhadores virou lei sancionada pela então presidenta Dilma Rousseff e garante isenção a quem recebe até R$ 6.677,56 de PLR no ano. Para quem ganha acima, imposto é menor

Conquistada pelos trabalhadores em 2013, a Lei 12.832 garante a todos os trabalhadores isenção ou pagamento menor de imposto de renda sobre a PLR (Participação nos Lucros e Resultados).

Dessa forma, quem recebe até R$ 6.677,55 está livre do imposto. A partir desse valor, as alíquotas variam de 7,5% a 27,5%. Importante lembrar que a última correção nas faixas da tabela do IR foi ainda no governo Dilma, em abril de 2015.

Calendário 2017
Mas atenção: para a Receita, o cálculo é sobre o ano calendário 2017. Portanto, para saber quanto será retido de imposto, é preciso somar a segunda parcela da PLR de 2016 (recebida em fevereiro/março deste ano) com o que vem este mês, referente à primeira parcela da PLR 2017. (Fonte: Seeb SP)



20/09/2017

Sindicato busca mais segurança para região central

Diretores do Sindicato se reuniram na manhã desta quarta-feira, 20, com Comando do 4º Batalhão da Polícia Militar. Reivindicaram mais segurança para área central da cidade, principalmente nas imediações da praça Raposo Tavares. Os diretores Israel, Charles, Paulo e Edson Mosca relataram ao tenente coronel Enio e o capitão Arantes a situação de insegurança sentida nesta área, onde estão localizadas as principais agências bancárias. É visível a ocorrência de venda e consumo de drogas, gerando, com isso, temor no grande fluxo de pessoas que por ali circulam. Esta é também uma reivindicação da categoria bancária. Os comandantes adiantaram que irão avaliar a situação, em busca da melhor solução. 


19/09/2017

Empregados da CAIXA receberão reajustes na folha de setembro


A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL já está rodando as folhas de pagamento de setembro/2017 com o reajuste de 2,75% sobre todos os níveis das tabelas salariais de cargos efetivos e de funções gratificadas/cargos em comissão, bem como sobre os valores de Piso Salarial de Mercado e das Tabelas de Porte.

A medida visa atender o último Acordo Coletivo de Trabalho, que previu a correção das remunerações pelo INPC/IBGE acrescido de 1%.

A empresa informou ainda que as diferenças dos valores relativos aos adiantamentos creditados no período entre 01/09/2017 a 10/09/2017, a título de férias e conversão de licença-prêmio e APIP/IP judicial, serão pagas na folha de pagamento de outubro/2017.

Já os valores relativos ao auxílio alimentação/refeição (R$ 737) e cesta alimentação (R$580,83) serão creditados de forma atualizada nos respectivos cartões, nesta terça-feira (19/09).

A 13ª cesta alimentação será creditada, no respectivo cartão, em novembro/2017 e corresponderá ao valor de R$ 580,83. (Fonte: Contec)



18/09/2017

Dívida trabalhista da Caixa pode elevar o rombo da Funcef em R$ 6,3 bi


Ações trabalhistas contra a Caixa podem resultar em uma perda adicional de R$ 6,35 bilhões para a Funcef, fundo de pensão dos funcionários da estatal. Aposentados, pensionistas e empregados da ativa acusam o banco de não pagar horas extras ou exigem a incorporação de remunerações por função de confiança e gerência, o que acarreta revisão do valor a ser pago em aposentadorias e pensões.

Na prática, o funcionário da Caixa que ganha a ação na Justiça passa a receber uma aposentadoria maior do que o salário-base que o banco lhe pagava e sobre o qual contribuía. Hoje, a Funcef arca com essa diferença.

Um dos planos que estão no centro da disputa (o REG/Replan saldado), já tem um rombo de R$ 5,4 bilhões, sendo um quarto disso de ações trabalhistas. O outro (REG/Replan não saldado) teve um déficit de R$ 1,2 bilhão em 2016, quase metade oriundo de passivos trabalhistas. Rombos seguidos fazem com que os participantes desses dois planos tenham de pagar contribuições extras para evitar um colapso futuro no fluxo de benefícios.

Por considerar que as condenações judiciais têm reforçado o déficit, a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) quer que o banco banque sozinho esse custo. A Funcef diz que as próprias entidades de funcionários estimulam o ingresso dessas ações, potencializando o prejuízo. A Caixa não comentou.

O fundo de pensão da Caixa já incluiu no balanço financeiro um total de R$ 2,4 bilhões referentes a causas com condenação provável, que devem resultar em custo maior com benefícios. Mas há outros R$ 12,7 bilhões em passivos trabalhistas que não foram incluídos nas contas do Funcef até o fim do ano passado, segundo levantamento da Fenae. O valor é 67% maior do que o de 2015 e metade disso (R$ 6,3 bilhões) é considerado passível de perda, ou seja, pode afetar as contas do fundo de pensão.

Uma decisão judicial que resulte em aumento no valor do benefício cria um “buraco” no plano, uma vez que a contribuição não foi devidamente recolhida. Se ninguém se responsabiliza por esse aporte adicional, a conta é repartida entre os participantes, ou seja, o banco e seus funcionários.

“Caixa e Funcef não autorizaram que os funcionários contribuíssem sobre função de confiança e horas extras, não é justo que eles arquem com isso agora”, diz a diretora de Administração e Finanças da Fenae, Fabiana Matheus.

Segundo ela, a Caixa já faz sozinha o aporte necessário quando algum beneficiário ganha na Justiça causas envolvendo auxílio-alimentação e plano de saúde, por exemplo. A entidade quer estender esse entendimento às demais questões de litígio entre a Caixa e os funcionários.

A Funcef disse que os déficits decorrem do momento econômico e de eventuais perdas sofridas com investimentos, mas que o “aumento de demandas judiciais agrava a situação”. (Fonte: Estadão)



18/09/2017

Ação sindical reintegra bancária do Itaú em Curitiba


Com suporte da representação do trabalhadores daquela base, funcionária do Itaú foi
 reintegrada por decisão judicial

Mais uma bancária foi reintegrada com o apoio sindical, desta vez uma funcionária do Itaú em Curitiba, com mais de 10 anos de casa e primeiro lugar de vendas.

O retorno às atividades foi determinado pela Justiça, atendendo à ação impetrada pelo sindicato daquela cidade, de acordo com matéria do sindicato da capital paranaene.

“O acolhimento que recebi no Sindicato foi muito importante, sem ele eu não teria conseguido nada. Mesmo sem ser sindicalizada, recebi atenção e consegui ter meu emprego de volta” afirma a bancária de Curitiba, que pediu pra ter seu nome preservado.

Ela foi demitida após passar por problemas de saúde e na família, além de ser vítima de episódios de assédio moral.

Ela conta que o assédio teve início com uma gestora que não dava ordens claras e não explicava os procedimentos corretamente e após algum tipo de falha a xingava de incompetente na frente dos clientes.

Após a reclamação de um cliente na ouvidoria do banco, a trabalhadora foi transferida de agência, mas seu sossego durou pouco tempo, pois logo a antiga gestora também foi transferida para a mesma agência. (Fonte: Seeb SP)



15/09/2017

PDV superou expectativas e abre espaço para promoções, diz Bradesco


Bradesco conseguiu 7,4 mil adesões ao Programa de Demissão Voluntária (PDV). Há espaço para promoções no banco, diz presidente Luiz Carlos Trabuco

O primeiro programa de demissão voluntária (PDV) do Bradesco teve resultado um pouco acima das expectativas ao totalizar 7,4 mil adesões, de acordo com o presidente do banco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. O executivo descartou, contudo, outro movimento nesta direção no curto e médio prazo.

"O PDV teve boa aceitação e cumpriu seus objetivos. Foi uma oportunidade para pessoas que tinham outros projetos, pessoais, de lazer, e muito tempo de casa. Isso abre oportunidade de carreira", disse Trabuco. "O PDV acaba sendo uma revitalização de carreira", acrescentou.

A adesão de 7,4 mil funcionários ao programa de demissão voluntária do Bradesco, concluído no fim de agosto, pode resultar em uma economia anual de R$ 1,5 bilhão ao banco, de acordo com cálculos do Credit Suisse. A cifra representa, segundo recente relatório do banco suíço, 4,5% da estimativa para o lucro da instituição antes impostos em 2018.

O resultado o PDV do Bradesco representa 7,04% da força de trabalho do banco, considerando os números do segundo trimestre, conforme os analistas do Credit Suisse, Marcelo Telles, Lucas Lopes e Alonso Garcia. Ao final de junho último, a instituição somava 105,143 mil pessoas em seu quadro.

O primeiro PDV do Bradesco, cujo resultado foi antecipado pela Coluna do Broadcast, visou a eliminar a gordura gerada com a integração do HSBC, que adicionou cerca de 20 mil funcionários ao banco.

PREVISÃO 
O presidente do Bradesco espera que o fim deste ano seja melhor que em 2016, ainda que o crédito não deva apresentar crescimento neste exercício. Em setembro, a demanda por empréstimos, segundo o executivo, já está melhor do que no mês de agosto e que a expectativa é de crescimento nos próximos 12 meses.

"O crédito está se movimentando e parou de refluir. Não podemos esperar evolução do crédito neste ano. De setembro deste ano até setembro de 2018, o crédito deve crescer. Esperamos que o fim de ano seja melhor do que foi em 2016", avaliou Trabuco, em conversa com jornalistas, durante a premiação Empresas Mais, promovida pelo Grupo Estado.

O executivo lembrou que no ano passado as pessoas aproveitaram o 13º salário para quitar dívidas. Sobre se tal movimento se repetirá este ano, ele afirmou que é preciso esperar para ver qual será o comportamento em 2017. (Fonte: Estadão)



14/09/2017

PLR já tem data e valores no Bradesco, Itaú, Safra e Santander


Atendendo a reivindicação do movimento sindical, empresas confirmam crédito da primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados antes do prazo final previsto pela Convenção Coletiva de Trabalho

Atendendo à reivindicação do movimento sindical, Bradesco, Santander, Itaú, Safra e Banco do Nordeste (BNB) já confirmaram que vão pagar a primeira parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) antes de 30 de setembro, data final para o pagamento prevista na Convenção Coletiva de Trabalho 2016 e 2018.

Confira abaixo tabela com valores por faixa salarial do Banco Bradesco, Santander e Itaú.

Bradesco é o primeiro que paga, na sexta-feira 15. Logo depois, na quarta 20, é a vez do Santander. Ambos vão pagar a regra básica (54% do salário mais R$ 1.346,15), além de parcela adicional no valor de R$ 2.243,58. O Safra também vai antecipar, para o dia 25 de setembro, e paga a regra básica (54% do salário mais R$ 1.346,15) mais adicional pelo teto, acrescidos de 20% conquistados pela categoria, totalizando R$ 2.692,30.

Itaú confirmou, na quarta 13, o pagamento para o dia 22. Também será a regra básica (54% do salário mais R$ 1.346,15) e parcela adicional no valor de R$ 2.243,58. Paga junto PCR de R$ 2.535,87. O BNB paga dia 15.

O movimento sindical reivindicou a todos os bancos solicitando que antecipem o crédito. A segunda parcela deve ser paga até março de 2018.

Bradesco
Os bancários do Bradesco que vieram do HSBC recebem exatamente nos mesmos moldes. Os desligados no PDVE receberão automaticamente, na mesma data e da mesma forma que o pessoal da ativa. Para os demais desligados que fazem jus ao pagamento vale a orientação vigente: entregar carta solicitando o pagamento na área administrativa de seu antigo setor. (Fonte: Seeb SP)





13/09/2017

Santander paga PLR no dia 20


Pagamento da PLR será pelo teto da regra no Santander

O Santander atendeu a reivindicação do movimento sindical e vai antecipar o crédito da primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

O pagamento será na quarta-feira 20. Serão creditados 54% do salário, mais R$ 1.346,15, além de adicional de R$ 2.243,58.

Pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2016/2018, as instituições financeiras têm até o dia 30 de setembro para efetuar o crédito da primeira parcela da PLR. Outros bancos já anunciaram a antecipação, como o Bradesco, que paga dia 15, e o Safra, que creditará no dia 25.

A segunda parcela da PLR deve ser paga até março de 2018.

Safra
Também o banco Safra antecipa a primeira parcela da PLR para o dia 25.

Serão creditados 54% do salário, mais R$ 1.346,15, além de adicional de R$ 2.243,58. 

A segunda parcela da PLR também deve ser paga até março de 2018.



12/09/2017

Plano de demissão do Bradesco tem 7,4 mil adesões


Funcionários com mais de dez anos de casa ou tempo para aposentadoria puderam aderir ao plano


O Bradesco registrou 7,4 mil adesões ao Plano de Desligamento Voluntário Especial (PDVE) lançado em 13 de julho. O prazo para adesão se encerrou em 31 de agosto e somente funcionários com mais de dez anos de casa ou tempo para aposentadoria puderam aderir ao plano. O banco não divulgou, porém, quantos dos funcionários que serão desligados da empresa são oriundos do HSBC.


O lançamento do PDVE aconteceu um ano paós o Bradesco adquirir o HSBC por R$ 16 bilhões. Apesar de ter se comprometido a manter a sede do banco britânico em Curitiba, assim como grande parte dos funcionários e da estrutura herdada, o Bradesco acabou abrindo um plano de demissão neste ano para diminuir o seu quadro de funcionários.


Após a aquisição do HSBC, o Bradesco tinha, no total, 106.644 funcionários e 5.122 agências. Com as demissões do PDVE, o quadro de funcionários cai para cerca de 99 mil pessoas. O banco não informou quando acontecerá os 7,4 mil desligamentos.


Os funcionários que serão desligados terão direito ao pagamento da multa do FGTS e saque do saldo, verbas rescisórias na modalidade de dispensa “sem justa causa”, manutenção do plano de saúde e odontológico por 18 meses, pagamento de valor equivalente a seis meses de vale alimentação e um bônus de 0,60 da remuneração fixa de junho por ano trabalhado, limitado a 12 salários.


Segundo nota divulgada nesta terça-feira, o Bradesco afirma que “a implementação do PDVE não afeta o elevado padrão de qualidade dos serviços prestados aos seus clientes e usuários, em todas as localidades e atividades em que atua”. (Fonte: Gazeta do Povo)



12/09/2017

Bancário do Itaú dispensado próximo da aquisição da estabilidade pré-aposentadoria será reintegrado


O Itaú Unibanco S. A. foi condenado pela Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho a reintegrar um empregado que foi dispensado depois de 30 anos de serviços à empresa e seis meses antes da aquisição do direito à estabilidade pré-aposentadoria, estabelecida em norma coletiva. Para a Turma, o banco violou tanto a função social do contrato e da empresa, como a dignidade da pessoa humana.

A norma coletiva da categoria impede a dispensa arbitrária se faltarem 24 meses para a aposentadoria proporcional ou integral. Ao pedir a reintegração, o bancário, admitido em 1979 e demitido em 2009, alegou que faltavam seis meses para atingir a estabilidade pré-aposentadoria, e que sua dispensa foi discriminatória.

O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) manteve a sentença que julgou o pedido improcedente, sob o entendimento de que a norma coletiva impede a dispensa arbitrária se faltarem apenas 24 meses para a aposentadoria proporcional ou integral. No caso, faltavam 30 meses para que ele completasse o tempo mínimo para se aposentar.

TST 
No recurso ao TST, o bancário reiterou que, mesmo tendo recebido premiação por bons préstimos em função dos 30 anos de trabalho em conduta ilibada, foi dispensado com a finalidade de obstar sua estabilidade, em flagrante ofensa à função social do contrato.

O relator do recurso, ministro José Roberto Freire Pimenta, ressaltou que após três décadas servindo ao banco, seu trabalho deixou de ter valor quando restavam 30 meses para a aposentadoria. “Agora, com mais de 50 anos de idade, fica à mercê do mercado de trabalho, que é tão ingrato com trabalhadores nessa condição”, afirmou.

Em seu entendimento, a dispensa do empregado nessa situação teve por fim impedir o gozo do direito. “Trata-se de verdadeiro abuso de direito que contraria diretamente a boa-fé e a função social do contrato e da empresa, princípios norteadores dos contratos, especialmente do contrato de trabalho”, afirmou. “Afinal, o que são 30 meses perto de 30 anos de serviços prestados em favor do banco!?!”.

José Roberto Freire Pimenta destacou ainda que, à época da dispensa, o empregado não tinha 53 anos, como registrado pelo Tribunal Regional, mas esse requisito também seria cumprido no período de 30 meses. Considerando preenchidas todas as condições que garantem ao bancário o direito à estabilidade pré-aposentadoria, como disposto no ar. 129 do Código Civil, o relator determinou a reintegração, com pagamento dos salários relativos ao período do afastamento até a efetiva reintegração.

A decisão foi unânime. Após a publicação do acórdão, tanto o banco quanto o trabalhador opuseram embargos declaratórios, ainda não examinados. (Mário Correia/CF) Processo: RR-434-49.2010.5.01.0401 (Fonte: SCS/TST)



Anterior | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | Próxima






Travessa Guilherme de Almeida, 36 - 1º andar
Centro - CEP 87013-150 - Maringá/PR

Fone (044) 3227-2955 - Fax (044) 3031-2965

2015 - Sindicato dos Bancários de Maringá e região - Todos os direitos reservados.