Bancários

Sindicato de Maringá e Região

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12/06/2018

Confira horário bancário para os jogos do Brasil na Copa do Mundo

Segundo informações da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os cenários serão os seguintes, sempre tendo como referência o horário de Brasília:

— Em dias de jogos marcados para as 9h, o atendimento ao público nas agências bancárias do interior, capital e regiões metropolitanas será das 13h às 17h;

— Já nos dias de jogos às 11h, o atendimento ao público nas agências do interior, da capital e regiões metropolitanas será feito das 8h30 às 10h30 e das 14h00 às 16h00;

— Quando os jogos estiverem marcados para o horário das 15h, o atendimento ao público será realizado das 9h00 às 13h00.

Agências devem afixar avisos com 48h de antecedência

Ainda de acordo com a Febraban, os bancos deverão deixar bem claras as informações ao público, afixando em suas dependências aviso sobre o horário diferenciado de atendimento nos dias de jogos da seleção brasileira, com antecedência de pelo menos 48 horas.

Pagamento de contas

No caso de pagamento de contas, a entidade lembra que além das agências, os bancos oferecem aos clientes opções como os caixas eletrônicos, internet banking, aplicativo do banco no celular e atendimento por telefone, canais que facilitam essas e outras transações bancárias. Vale a pena verificar, junto ao seu banco, qual o procedimento para cadastrar sua senha e utilizar todos os serviços disponibilizados.

 



11/06/2018

Atenção, assembleia nesta segunda, 11, no Sindicato




06/06/2018

Futuro da Cassi em jogo: entidades entregam proposta ao BB

 

As entidades que integram a Mesa de Negociação sobre a CASSI se reuniram, no último dia 5 de junho, com representantes do Banco do Brasil, para apresentarem proposta alternativa em razão das dificuldades enfrentadas pela Caixa de Assistência. A reunião aconteceu na GEPES do Rio de Janeiro.

A proposta apresentada vinha sendo elaborada há cerca de 30 dias pelas entidades e contou com a importante colaboração de diversos ex-dirigentes eleitos e indicados da CASSI, o que contribuiu para a formatação de um posicionamento consistente e realista em relação à situação atual daquela Caixa de Assistência. Essa proposta, que se espera seja aceita, proporcionará maiores condições para elaboração de um documento sem atropelos e com tempo suficiente para ser amplamente debatido e levado para aprovação dos associados.

A proposta leva em consideração fatos e decisões que privilegiem a perenidade da CASSI e atenda aos anseios de seus associados e usuários.

Na entrega do documento, as entidades alegaram que a CASSI enfrenta a pior crise da sua história e que é necessário um esforço conjunto para manter viva a Caixa de Assistência. Ressaltaram também que haverá algum sacrifício, mas que não recaia somente sobre os associados, pois o patrocinador detém obrigações relacionadas a direitos trabalhistas conquistados ao longo do tempo.

A proposta entregue pelas entidades engloba três blocos que requerem tempos distintos para soluções:

·         Risco Iminente de Intervenção da ANS em função dos baixos Índices de Liquidez e de Solvência.

·         Modelo de Custeio e Estrutura de Governança.

·         Mudanças Estruturais no Modelo de Atenção à Saúde, na Estrutura de Atenção Primária, nos Modelos Negociais com Prestadores, nos Métodos de Controle e Aprimoramento de Indicadores de Saúde.

A proposta entregue pelas entidades prevê as seguintes ações:

AÇÕES DE CURTÍSSIMO PRAZO (45 a 60 dias)

·         Obter junto ao patrocinador Banco do Brasil adiantamento estimado em R$ 1,2 bilhão, para ser quitado em 10 anos.

·         O adiantamento será devolvido na forma de dedução mensal, pelo Banco do Brasil, quando do repasse das contribuições ordinárias no período de devolução pactuado.

·         Obter junto ao Banco do Brasil a integralização dos valores relativos ao compromisso dele perante o Grupo de Dependentes Indiretos (GDI) no valor de aproximadamente R$ 700 milhões.

 

AÇÕES DE CURTO PRAZO (8 a 12 meses)

·         Entidades apresentarão propostas sobre Modelo de Custeio e Estrutura de Governança e outros que necessitam de formalização estatutária e debate com os associados.

 

AÇÕES DE MÉDIO PRAZO (3 anos)

·         Reavaliação do modelo de Atenção Integral à Saúde e dos programas assistenciais.

·         Ampliação do número de adesões ao Plano CASSI Família no mercado de saúde.

·         Aprimoramento do modelo negocial com prestadores.

·         Revisão do modelo de negócios (avaliação da possibilidade de verticalização, retomando as discussões de avaliação da possibilidade de parcerias com a Previ, avaliação da possibilidade de fusão com outras autogestões, entre outras).

A proposta foi assinada pela AAFBB, ANABB, CONTEC e FAABB.

As Entidades solicitaram que os representantes do BB deem o encaminhamento necessário para que a proposta seja analisada pelo patrocinador e pela CASSI e pediram agendamento de nova reunião tão logo seja possível. Além disso, foi reiterado a importância da continuidade da Mesa de Negociações.

CONHEÇA A PROPOSTA APRESENTADA PELAS ENTIDADES PARA A CASSI CLICANDO AQUI




29/05/2018

Sindicato protesta contra Bradesco pelo fim de metas abusivas e melhorias em plano de saúde

O Sindicato dos Bancários de Maringá e Região realizou na nesta terça-feira, 29/05, protesto contra o Banco Bradesco em decorrência de diversas situações que prejudicam os seus funcionários, bem como compromete o atendimento a toda a população.

 

O banco Bradesco registrou lucro de quase R$ 4 bilhões e meio no 1º trimestre deste ano, alta de 10%. Mesmo assim, continua pressionando seus funcionários para o cumprimento de metas abusivas, cada vez mais inatingíveis. Outro método de pressão utilizado pelo banco é o assédio, que tem se intensificado.

 

Além disso, queremos a extensão do plano de saúde do banco para bancários aposentados e desligados, a exemplo do que já ocorre em outras instituições bancárias.

 

Este protesto é ainda em favor da contratação de mais pessoas com deficiência, atendendo a exigência legal, uma vez que este banco não cumpre a cota determinada pela legislação em vigor.

 

O Sindicato defende também melhorias no plano de saúde para os funcionários do banco Bradesco, com a contratação de mais médicos para a rede credenciada. Exigimos também o fim do descredenciamento de cônjuges do plano de saúde. Garantir a saúde dos trabalhadores é mais que um direito.

 

Por tudo isso, pedimos o apoio dos bancários e da sociedade para este ato, que visa garantir direitos dos trabalhadores bancários e melhorar o atendimento do Banco Bradesco para com toda a população.

 

 



24/05/2018

Sindicato participa de Encontro Nacional para elaboração da pauta de reivindicações


 Mais de 400 dirigentes bancários e securitários estarão reunidos em São Paulo de sexta (25/05) a domingo (27/05) no XLVI Encontro Nacional de Dirigentes Bancários e Securitários – Planejamento da Campanha Salarial 2018. A reunião visa a unificação das propostas aprovadas nos encontros regionais para a elaboração de uma pauta única de reivindicação das categorias.

Representando os bancários de Maringá e região estarão presentes os diretores do Sindicato Claudecir de Souza (presidente), Carlos Roberto Rodrigues (vice), Ricardo Wakita, Odilon Carlos de Oliveira, Nicélia, Israel Lobo Coelho e José Leopoldino.

Às 10h da sexta-feira (25/05), haverá a Palestra da Dra. Dora Kaufman, professora da USP, sobre “Revolução 4.0 e os trabalhos do Sistema Financeiro” – Análise e Conjuntura. Em seguida, às 15h, a Sistematização de pautas aprovadas pelas Federações. Às 21h, a Solenidade Oficial de Abertura do XLVI Encontro Nacional de Dirigentes Bancários e Securitários – Planejamento da Campanha Salarial 2018.

No Sábado (26/05), as atividades estão concentradas na discussão das minutas de Pautas de Reivindicação da Campanha Salarial 2018/2019.

No domingo (27/05), a partir das 9h, aprovação e votação das minutas da Pauta de Reivindicações das categorias. Também serão definidos os eixos das campanhas e o material de divulgação. 



24/05/2018

Começa Encontro Nacional para planificação da pauta de reivindicações


Começou nesta sexta-feira, 25/05, e vai até no domingo  o XLVI Encontro Nacional de Dirigentes Bancários e Securitários para Planejamento da Campanha Salarial 2018. Representando os bancários de Maringá e região estão presentes os diretores do Sindicato Claudecir de Souza (presidente), Carlos Roberto Rodrigues (vice), Ricardo Wakita, Odilon Carlos de Oliveira, Nicélia, Israel Lobo  Coelho, José Leopoldino e Magal.

Nesta sexta pela manhã, aconteceu a Palestra da Dra. Dora Kaufman, professora da USP, sobre “Revolução 4.0 e os trabalhos do Sistema Financeiro” – Análise e Conjuntura. Em seguida, às 15h, a Sistematização de pautas aprovadas pelas Federações. Às 21h, a Solenidade Oficial de Abertura do XLVI Encontro Nacional de Dirigentes Bancários e Securitários – Planejamento da Campanha Salarial 2018.

No Sábado (26/05), as atividades estão concentradas na discussão das minutas de Pautas de Reivindicação da Campanha Salarial 2018/2019.

No domingo (27/05), a partir das 9h, aprovação e votação das minutas da Pauta de Reivindicações das categorias. Também serão definidos os eixos das campanhas e o material de divulgação.



23/05/2018

Sindicato protesta hoje contra demissões e assédio no Santander


 

 

Diretores do Sindicato dos Bancários de Maringá e Região realizam, nesta quarta-feira, 23/05, protesto em frente a agência centro do banco Santander, em decorrência de diversas situações que prejudicam os seus funcionários.

 

No ato são utilizadas faixas e banners, além de distribuição de carta aberta à população, denunciando os abusos.

 

O Santander lucrou nos primeiros três meses deste ano quase R$ 3 bilhões, aumento de 54% em relação ao mesmo período do ano passado. Mesmo assim, continua pressionando seus funcionários para o cumprimento de metas abusivas, cada vez mais inatingíveis.

 

O clima de terror faz parte permanente da rotina dos funcionários do Santander. O banco continua se valendo de qualquer subterfúgio para promover uma onda de demissões. A prática faz parte de uma política perversa do banco, tornando-se uma espécie de regra que tem deixado em pânico seus funcionários.

 

Essas demissões trazem como consequência a sobrecarga de trabalho, além de prejudicar o atendimento à população, com filas, demora no atendimento, entre outras situações.

 

 

Este ato trata-se de uma primeira advertência que o Sindicato faz. Caso persista estas práticas abusivas, poderão ocorrer outras ações, inclusive com o fechamento de agências.

 

 

 



17/05/2018

Sindicato realiza protesto contra situações abusivas no Itaú




Ato acontece nesta quinta-feira em frente a agência centro do banco

 

O Sindicato dos Bancários de Maringá e Região realiza nesta quinta-feira, 17/05, protesto contra o Banco Itaú em decorrência de diversas situações que prejudicam os seus funcionários, bem como compromete o atendimento a toda a população. O ato acontece em frente a agência centro. Com faixas e banners e a distribuição de uma carta aberta, a entidade chama a atenção para abusos que estão ocorrendo no banco.

 

O Itaú lucrou nos primeiros três meses deste ano mais de R$ 6 bilhões. Mesmo assim, continua pressionando seus funcionários para o cumprimento de metas abusivas, cada vez mais inatingíveis.

 

O clima de terror faz parte permanente da rotina dos funcionários do Itaú. O banco continua se valendo de qualquer subterfúgio para promover uma onda de demissões. Não escapam nem os trabalhadores com deficiência. A prática faz parte de uma política perversa do banco, tornando-se uma espécie de regra que tem deixado em pânico seus funcionários.

 

Essas demissões trazem como consequência a sobrecarga de trabalho, além de prejudicar o atendimento à população, com filas, demora no atendimento, entre outras situações.

 

Outro problema grave é a presença de gestores do banco em audiências trabalhistas, o que leva ao constrangimento de testemunhas.

 

“Este protesto é contra essas situações absurdas que estão acontecendo neste banco. Estamos aqui para dar um basta. Caso o banco mantenha esta postura, tomaremos outras providências, inclusive com possibilidade de fechamento de agências”, frisa o presidente em exercício do Sindicato, Carlos Rodrigues.

 

 

 

 



16/05/2018

Confira horário bancário para os jogos do Brasil na Copa do Mundo

De acordo com a Circular n.º 3.897, de 09.05.2018, do Banco Central do Brasil, e por motivos de segurança das agências e de transporte de valores, recomendamos que sejam adotados os seguintes horários de funcionamento das agências bancárias nos dias de jogos da Seleção Brasileira de Futebol:

a) Jogos no horário das 9h00
Interior: das 13h00 às 17h00 (horário de Brasília/DF);
Capitais e Regiões Metropolitanas: das 13h00 às 17h00 (horário de Brasília/DF).

b) Jogos no horário das 11h00
Interior: das 8h30 às 10h30 (horário de Brasília/DF) e das 14h00 às 16h00 horário de
Brasília/DF);

Capitais e Regiões Metropolitanas: das 8h30 às 10h30 (horário de Brasília/DF) e das 14h00
às 16h00 horário de Brasília/DF).

c) Jogos no horário das 15h00
Interior: das 9h00 às 13h00 (horário de Brasília/DF);
Capitais e Regiões Metropolitanas: das 9h00 às 13h00 (horário de Brasília/DF).

Os bancos deverão, com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas, afixar em suas
dependências aviso sobre o horário de atendimento nos dias de jogos.

Fonte: Febraban



11/05/2018

Bancos cortaram cerca de 56 mil postos de trabalho desde 2012


Além de frear desenvolvimento econômico devido às altas taxas de juros cobradas, grandes bancos colaboram com avanço do desemprego no país, mesmo registrando lucros bilionários (Thiago Pereira)

 

Com taxas de juros que "enforcam" a economia real e colaboram para a estagnação do crescimento, os grandes bancos que atuam no Brasil também têm contribuído com a elevação do desemprego. Desde 2012, o setor, que registra sucessivos lucros bilionários, cortou cerca de 56 mil postos de trabalho no país. A reportagem é da Rede Brasil Atual.

 

O maior movimento de fechamento de vagas se deu nos últimos três anos, com cerca de 50 mil cortes. No ano passado, Bradesco, Itaú, Santander e Banco do Brasil – as quatro maiores instituições com ações listadas na Bolsa – somaram R$ 57,63 bilhões em lucros. Em 2016, esse número foi de R$ 50,2 bilhões e, em 2015, alcançaram a cifra de R$ 61,9 bilhões, de acordo com a consultoria Economatica.

 

Já o fechamento de vagas – diferença entre demitidos e contratados – foi de 17.905, em 2017, depois de ter alcançado 20.553 no ano anterior. Mesmo em 2015, quando os lucros foram recordes, 9.886 postos de trabalho foram extintos.

 

Em dezembro do ano passado, os dispensados ganhavam em média R$ 7.456. Já a média salarial dos contratados foi de R$ 4.139, o que representa apenas 56% da remuneração dos desligados.

 

Neste ano, a tendência continua. Nos primeiros três meses deste ano, foram 2.226 vagas extintas, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

 

De janeiro a março, apenas os três maiores bancos privados –  Itaú Unibanco, Santander e Bradesco – registraram lucro líquido de R$ 14,3 bilhões.

 

Reestruturação que corrói empregos

Segundo o economista do Dieese Gustavo Cavarzan, trata-se de uma "reestruturação produtiva" por meio da qual o setor pretende maximizar resultados reduzindo estruturas. Mas nem sempre foi assim. De 2003 a 2011, os bancos conciliavam a ampliação dos negócios, com o crescimento do número de agências e de funcionários. Desde 2012, a terceirização e a substituição tecnológica, tendências verificadas desde os anos 1990, são intensificadas.

 

Além da terceirização (transferência de serviços para empresas prestadoras de serviços, ainda que de natureza bancária), os bancos se utilizam dos chamados "correspondentes bancários" – quando outros estabelecimentos comerciais, lotéricas e agências dos Correios, por exemplo, passam a oferecer serviços financeiros, em substituição a agências de bancos.

 

"Esses estabelecimentos fazem contratos com os bancos para prestar determinados serviços, só que os trabalhadores não são bancários, não têm os direitos previstos em convenção coletiva da categoria, têm salários muito menores, entre outros fatores. Assim, os bancos conseguem expandir suas atividades sem contratar, ou até mesmo demitindo", explica Cavarzan.

 

Outro processo ainda mais decisivo é a intensificação da tecnologia no setor. Estudo divulgado pela própria Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que 35% de todas as operações bancárias hoje são realizadas por meio de smartphones. Só em 2017, os grandes bancos investiram R$ 19,5 bilhões em desenvolvimento tecnológico.

 

Só os bancos ganham

Contudo, apesar dos custos infinitamente mais baixos dessas transações, as tarifas bancárias não caem, ao contrário, continuam subindo. O técnico do Dieese destaca que, segundo relatório do Bradesco, o custo das operações virtuais é de cerca de 3% do que seria se elas fossem realizadas numa agência. Ainda assim, as tarifas tiveram reajuste de cerca de 9%, segundo o Dieese, frente a uma inflação oficial de 2,95%, no ano passado.

 

"A gente não vê esse movimento, que está no discurso dos bancos – de que os clientes seriam beneficiados com a redução de custos –, sendo reproduzido na prática. As tarifas seguem aumentando muito acima da inflação geral. Essa redução de custos está sendo totalmente apropriada pelas empresas", ressalta Gustavo.

 

Para a presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, Ivone Silva, os avanços tecnológicos são importantes, mas não podem ficar a serviço apenas dos banqueiros. "É preciso assegurar transações seguras, com a redução do valor das taxas para população, com melhores serviços e melhores condições de trabalho para a categoria."

 

Ela lembra que o uso das novas tecnologias pode ainda aumentar a exclusão de parcela mais pobre da população, além daqueles que vivem em áreas afastadas, fora dos espaços urbanos, e que não contam com fácil acesso à internet.

 

Segundo, em vez de haver um compartilhamento dos ganhos tecnológicos, parte das inovações serve para tornar mais precárias as relações de trabalho no sistema financeiro. "Os trabalhadores sempre tiveram de se mobilizar para conquistar seus direitos, e isso não vai mudar. No ano passado, durante negociação salarial, os trabalhadores conseguiram incluir cláusula para garantir a requalificação e realocação de trabalhadores atingidos pelo avanço tecnológico. Esperamos que todos os bancos mantenham e cumpram o compromisso." (Fonte: Rede Brasil Atual)



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