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31/01/2019

Bradesco reajusta KM para R$ 0,86 e libera barba

Mais uma importante conquista do movimento sindical em favor dos funcionários do Bradesco. O banco atendeu a reivindicação e reajustou o valor reembolsado por quilômetro rodado, passando de R$ 0,72 para R$ 0,86.

A reivindicação foi feita no ano passado em reunião com Eduara Cavalheiro e Priscilla Wallace, da área de Relações Sindicais.

Barba e gravata

O banco liberou também o uso de barba. O tema gerava polêmica e não havia uma decisão formal a respeito, o que gerava controvérsias. Agora questão da barba está equacionada, assim como a liberação da gravata, que entrou em vigor em setembro do ano passado. O que era uma opção desde junho de 2017 apenas às sextas-feiras, agora se estende para a semana inteira, com exceção das ocasiões formais onde o uso (da gravata) é obrigatório.

 



31/01/2019

Lucro do Bradesco sobe para R$ 19 bilhões em 2018

Valor representa um crescimento de 30% na comparação com o resultado de 2017.

 

O Bradesco anunciou nesta quinta-feira (31) ter registrado lucro líquido contábil de R$ 5,08 bilhões no quarto trimestre de 2018, uma alta de 1,4% em relação aos três meses anteriores.

 

Já no acumulado no ano passado, o lucro do banco atingiu R$ 19,085 bilhões, o que representa um crescimento de 30,19% na comparação com 2017 (R$ 14,659 bilhões).

 

Já o lucro líquido recorrente (que desconsidera efeitos extraordinários) foi de R$ 5,83 bilhões no 4º trimestre (alta de 6,6%), somando R$ 21,564 bilhões no exercício de 2018 (alta de 19,9%).

 

O retorno sobre o patrimônio líquido, um indicador da lucratividade dos bancos, atingiu 19,7% no 4º trimestre.

 

A carteira de crédito expandida do Bradesco alcançou R$ 531,6 bilhões em dezembro, com alta de 7,8% na comparação anual, impulsionada pelas linhas para pessoas físicas, que cresceram 11% no ano.

 

O índice de inadimplência acima de 90 dias ficou em 3,51%, ante 3,63% em setembro e 4,7% no final de 2017.



30/01/2019

Lucro do Santander Brasil cresce 52% em 2018 e alcança R$ 12,16 bilhões

No 4º trimestre do ano passado, banco registrou lucro líquido de R$ 3,336 bilhões, alta de 9,8% na comparação com o trimestre anterior.
O Santander Brasil registrou lucro líquido de R$ 3,336 bilhões no 4º trimestre de 2018, o que representa um crescimento de 9,8% na comparação com o 3º trimestre (R$ 3,039 bilhões). Já o lucro gerencial, que exclui fatores extraordinários, alcançou R$ 3,405 bilhões nos últimos 3 meses do ano passado, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (30).

No acumulado em 2018, o lucro líquido do Santander somou R$ 12,166 bilhões, alta de 52% na comparação como 2017 (R$ 7,997 bilhões). Já o lucro gerencial alcançou R$ 12,398 bilhões.

A carteira de crédito total somou R$ 305,2 bilhões ao final de dezembro, uma expansão de 12% na comparação anual, impulsionada pelos segmentos de pessoa física e financiamento ao consumo.

O retorno sobre o patrimônio líquido do Santander Brasil, um indicador da lucratividade dos bancos, atingiu 19,9% em 2018 alta de 3 pontos percentuais na comparação anual. No trimestre, a rentabilidade atingiu 21,1%.

O índice de inadimplência superior a 90 dias atingiu 3,1% no final de dezembro, ante 2,9% no final de setembro. (Fonte: G1)


30/01/2019

Em reunião, Santander apresenta novo modelo de agência


Nesta quarta-feira (30/01), às 11 h, antecedendo a reunião do Comitê de Relações Trabalhistas do Santander / CONTEC, o Banco fez a apresentação do novo modelo de agência de negócios que pretende adotar, onde predomina o caráter mais  informal e o intenso uso dos mais modernos instrumentos da informática (internet, whatsapp, aplicativos, etc…). O argumento para as mudanças é a necessidade de otimizar o atendimento aos clientes com rapidez e eficiência, com o abandono da maneira formal tradicionalmente usada pelo sistema financeiro no Brasil. O modelo já funciona no Chile e na Argentina.

Estiveram presentes e representando esta Federação e seus Sindicatos filiados, Israel Lobo Coelho, Douglas Cristiano Reino e Veridiany de Vicente Pinotti, diretores do Sindicato dos Bancários de Maringá e Júlio Marenda, diretor do Sindicato dos Bancários de Ponta Grossa.

Durante a reunião do Comitê de Relações Trabalhistas – CR, propriamente dita, o Banco informou que para atingir o objetivo da mudança pretendida (implantação do novo modelo de agência / atendimento, com o Cargo Único), irá concentrar na função de Gerente de Negócios as seguintes funções:  Caixa, Agente Comercial, Assistente de Atendimento, Coordenador e Gerente Especial.

O número dos exercentes das funções incorporadas estão por volta de 13 mil bancários. O Santander afiançou que não haverá aumento nas remunerações, as jornadas continuarão sendo de 6 e 8 horas, respectivamente, com a obrigatoriedade de todos  serem portadores de CPA 10.

O banco garantiu ainda que não haverá demissões e sim contratações de novos bancários, que hoje estão em torno de 150 a 200 novas contratações ao mês.

Os dirigentes sindicais bancários externaram a preocupação com o novo modelo de agência/atendimento a ser implantado nos próximos meses, tendo em vista antigas experiências como  a da implantação do Caixa Executivo CAIEX, no século passado,  mediante a concentração de quase 10 (dez) funções em um único bancário (a), sem aumento salarial relevante e com o empregador se apropriando cada vez dos benefícios da mão-de-obra do trabalhador.

O Banco assegurou que não haverá superposição de tarefas ou funções e que estará sempre à disposição do movimento sindical para o diálogo e a correção dos erros que ocorrerem.

E ao movimento sindical toca a responsabilidade de analisar todos os fatos decorrentes da nova metodologia a ser adotada pelo Banco e não permitir nenhuma injustiça, com a busca de solução para os problemas.  

A reunião foi realizada em uma das agências do Santander, na Avenida Paulista, 2064, em São Paulo – Capital. (Fonte: Contec)


25/01/2019

Os bancos fecharam 2.929 postos de emprego bancário no Brasil em 2018


Em 2018, foram fechados 2.929 postos de emprego bancário em todo o país. O saldo é resultado da contratação de 29.392 novos bancários e o desligamento de 32.321. Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal apresentaram os maiores saldos negativos. Apenas em dezembro, os bancos fecharam 1.540 postos de trabalho no país, sendo 1.435 pela Caixa, em função de Plano de Desligamento Voluntário (PDV) reaberto pela instituição.

No primeiro semestre do ano passado, houve saldo positivo de emprego em janeiro (+652 vagas). Porém, o saldo é negativo nos cinco meses seguintes; esse quadro se inverte no segundo semestre de 2018, quando se assiste a cinco meses consecutivos de saldos positivos, entre julho e novembro, e ao saldo negativo em dezembro (-1.540 postos).

A análise por Setor de Atividade Econômica (CNAE) revela que a Caixa Econômica Federal foi responsável pelo fechamento de 2.493 postos em 2018, enquanto os “Bancos múltiplos com carteira comercial”, categoria que engloba bancos como, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil, fecharam 607 postos, em 2018. No caso da Caixa, esse saldo é reflexo do Programa de Desligamento Voluntário (PDV) de 2017, reeditado em fevereiro e novembro de 2018.

Faixa Etária
Os bancos continuam concentrando suas contratações nas faixas etárias até 29 anos, em especial entre 18 e 24 anos, na qual foram contratados 9.522 trabalhadores. Acima de 30 anos, todas as faixas apresentaram saldo negativo, com destaque para a faixa de 50 a 64 anos, com fechamento de 7.212 postos.

Desigualdade entre Homens e Mulheres
As 14.189 mulheres admitidas nos bancos em 2018 receberam, em média, R$ 3.696,33. Esse valor corresponde a 75,2% da remuneração média auferida pelos 15.203 homens contratados no período. Constata-se a diferença de remuneração entre homens e mulheres também nos desligamentos. As 16.048 mulheres desligadas dos bancos recebiam, em média, R$ 5.879,46, o que representou 76,8% da remuneração média dos 16.273 homens desligados dos bancos.

Reflexos da Reforma Trabalhista nos dados do Caged
As demissões sem justa causa representaram 53,4% do total de desligamentos no setor bancário, no ano de 2018. As saídas a pedido do trabalhador representaram 38,2% dos desligamentos. Nesse período, foram registrados, ainda, 125 casos de demissão por acordo entre empregado e empregador, modalidade de demissão criada a partir da Lei 13.467/2017, a Reforma Trabalhista, em vigência desde novembro de 2017. A remuneração média dos desligados por essa modalidade foi de R$ 9.489,11. (Fonte: CNAE)


24/01/2019

Reunião com o banco Santander será dia 30/01


A  Comissão de Organização dos Empregados Coe/Contec/Santander se reúne com o banco no dia 30/01/2019, às 09:30 no Work Café, na Avenida Paulista em São Paulo, para tratar de assuntos de interesse dos funcionários.


Reivindicações 

Novo plano de cargos
O Banco ficou de levar mais informações sobre este assunto, que ainda está causando muitas desinformação nas agências e entre os funcionários.

Homologações
Solicitamos o retorno das homologações nos sindicatos. O Banco ficou de dar uma resposta em relação a este assunto.



24/01/2019

Caixa estuda demissão voluntária para poupar R$ 2 bi ao ano


Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica, está estudando como desarmar um bomba: 24 mil funcionários do banco (28% do total), contratados em 1989, terão direito a se aposentar este ano…

A Caixa estuda abrir Programa de Demissão Voluntária (PDV) que pode economizar até R$ 2 bilhões por ano se o processo for bem-sucedido.

Medida abrangeria até 10 mil empregados
Explicando: pelo que se apurou, o programa de demissões abrangeria 10 mil empregados, segundo antecipou o blog da coluna no Broadcast ontem. E incentivaria parte dos potenciais 24 mil funcionários a sair voluntariamente.
A CE conta atualmente com 85 mil contratados.

No meio do caminho, as perdas da Funcef
Mas por que o funcionário da Caixa, que tem direito a aposentar-se legalmente, optaria por um PDV?

Segundo fonte da equipe econômica, muitos contratados não querem sair por que continuam pagando por perdas registradas pela Funcef. Até o reequilíbrio das contas do fundo de pensão, tanto o banco quanto seus empregados mais antigos – meio a meio – estão contribuindo para fechar o buraco aberto pela má gestão.

O PDV ajudaria também a promover saída ordenada dos empregados. Além de abrir portas para oxigenação.

Se por um lado os que têm direito a se aposentar este ano representam 28% do efetivo do banco, por outro existem 6 mil concursados de 2014 querendo entrar. (Fonte: Estadão)


21/01/2019

Caixa e BB vão mudar estratégia em busca de maior competitividade no setor

O discurso de austeridade dos gastos transbordou a Esplanada e passou a ser prioridade também dos bancos públicos. O ministro da Economia, Paulo Guedes, escalou dois comandantes liberais para as instituições públicas, que prometem uma nova era no setor. A intenção da equipe é deixar a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil (BB) com mais cara de empresa, ao reduzir subsídios e aplicar taxas de mercado. O governo terá, também, uma tarefa árdua para aumentar a competitividade no setor, que está concentrado nas mãos de cinco instituições financeiras.

A missão será “desestatizar” o mercado de crédito, ou seja, reduzir a participação pública nos empréstimos em 2019. O crescimento econômico mais forte deve permitir que o estoque de financiamentos seja o maior dos últimos cinco anos.

De acordo com os presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, e do BB, Rubem Novaes, é necessário ampliar a concorrência no mercado de crédito e fazer com que os recursos cheguem aos que mais precisam, como consumidores de baixa renda e empresas menores. Economistas ressaltam que o discurso mostra a continuidade de um trabalho que já vinha sendo feito.

A principal preocupação dos presidentes empossados é com o desempenho financeiro dos bancos públicos, deixando-os com mais cara de empresa privada. O BB é uma instituição de capital aberto e, segundo Novaes, passará a ser mais “compatível com o interesse de acionistas minoritários”. O dirigente ressalta que é preciso vender alguns ativos, desde que não sejam as “joias da coroa” e sinaliza que há uma posição do governo eleito de diminuir subsídios para financiar o setor agrícola com juros mais baixos, mas que ainda não há definições.

Dívida
O presidente da Caixa deu mais detalhes de como será a gestão no banco. A intenção é adotar políticas que reduzam a dívida da instituição com o governo federal, que é de R$ 40 bilhões. Guimarães ressalta que pretende quitar o pagamento em quatro anos. A estatal deverá vender participações em áreas, como seguros e loterias, reforçar o financiamento imobiliário via mercado de capitais e investir em microcrédito a juros mais baixos.

“É fundamental discutir a parte imobiliária. Hoje temos problemas de funding. Via mercado de capitais, vamos vender de R$ 50 bilhões a R$ 100 bilhões para a Caixa continuar ofertando esse crédito”, diz o executivo. “Não me conformo em ver pessoas tomando dinheiro a 15%, 20% ao mês. O Brasil pode ser uma referência em microcrédito”, acrescenta. Nas próximas 30 semanas, Guimarães vai visitar todos os estados para conhecer o que a população acha da Caixa.

Caminho
Na opinião do economista-chefe da Modal Mais, Álvaro Bandeira, a sinalização é de que os bancos públicos vão financiar quem precisa é correta. “Quando se tem recursos escassos, é preciso delimitar e pulverizar mais o dinheiro para dar acesso maior às empresas menores e consumidores. É um processo que já vinha acontecendo e deve ter continuidade com os novos gestores”, avalia.

Para João Alberto De Negri, especialista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil tem um problema sério de crédito, que representa 50% do Produto Interno Bruto (PIB) — índice baixo se comparado com as nações desenvolvidas. “O grande desafio dos presidentes é fazer com que aumente essa relação, porque, hoje, há restrição grande. As taxas de juros são elevadas e é preciso aumentar a competição bancária”, ressalta.

De Negri afirma que a Caixa e o BB terão de ampliar a capacidade tecnológica e fomentar a modernização do setor, financiando fintechs e inovações para deixar o setor mais competitivo. “Não dá para fazer mais do mesmo. O grande desafio é deixar o crédito mais acessível para aumentar a produtividade e financiar empreendimentos inovadores”, argumenta.

Segundo dados do Banco Central (BC), mais de 80% do mercado de crédito está concentrado em cinco instituições  — Caixa, BB, Bradesco, Santander e Itaú. O aumento da competitividade tende a reduzir a taxa, de acordo com analistas. O professor e economista Istvan Kasznar, da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz que a agenda liberal faz muito sentido e é necessária para reduzir as taxas de juros “estratosféricas”. “Apesar de ter caído nos últimos anos, o fato é que há muita concentração. É preciso abrir o mercado bancário e reverter esse quadro”, aponta.

Maior desafio
Para o economista-chefe da Rio Bravo Investimentos, Evandro Buccini, caberá ao presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, a tarefa mais difícil: refazer toda a política de financiamento de empreendimentos. “Ele terá de priorizar as empresas médias, o que é bom, porque as grandes, que já conseguem acesso ao crédito no mercado privado, são as principais beneficiadas. Isso mostrou que não houve impacto muito significativo no investimento do Brasil”, afirma. Buccini defende que a redução de ofertas de empréstimos às companhias maiores não deve ter um efeito danoso à economia. (Fonte: Correio Braziliense)


17/01/2019

SANTANDER PAGA SEGUNDA PARCELA DA PLR E PLR ADICIONAL, NO DIA 28/02

Após varias cobrança do movimento sindical, o Santander informou que vai pagar no próximo dia 28/02, a segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e PLR adicional.

O anúncio ocorreu após insistentes cobranças do movimento sindical reivindicando o pagamento da segunda parcela da PLR.

Segunda parcela
Cada bancário do Santander ganhará o total da regra básica e do adicional, deduzindo-se a primeira parcela que foi paga em outubro do ano passado.


16/01/2019

PEC 300: amplia jornada de trabalho para até 10 horas diárias

No último dia 9, o deputado federal Luiz Fernando Faria (PP-MG) deu parecer favorável à admissibilidade, por parte da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/2016. De autoria do deputado Mauro Lopes (MDB-MG), o texto altera o artigo 7º da Carta, retirando mais direitos dos trabalhadores, além daqueles já modificados/extintos pela "reforma" trabalhista.

Entre as alterações propostas estão a ampliação da jornada diária de trabalho para 10 horas, respeitando-se o limite já estabelecido de 44 horas semanais, sendo "facultada a compensação de horários e a alteração da jornada, mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho".

A proposta também prevê o reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho prevalecendo sobre as disposições previstas em lei. Ou seja, consolida-se constitucionalmente o que já foi disposto na "reforma" trabalhista aprovada em novembro de 2017, com o negociado se sobrepondo ao legislado.

A PEC 300 também pretende dificultar ainda mais o acesso do empregado à Justiça do Trabalho. De acordo com o texto, o prazo prescricional para se ingressar com uma ação, que hoje é de dois anos para os trabalhadores urbanos e rurais após a extinção do contrato de trabalho, passaria para apenas três meses.

O trabalhador também seria obrigado a, antes de impetrar uma ação, ter obrigatoriamente que passar por uma comissão de conciliação prévia. Em agosto do ano passado, o Supremo Tribunal Federal já havia decidido que demandas trabalhistas podem ser submetidas à apreciação o Poder Judiciário sem análise de comissão de conciliação prévia. A discussão era relativa à interpretação do artigo 625-D da CLT.

A tramitação havia sido paralisada devido à intervenção federal que vigorava no Rio de Janeiro, o que impedia a análise de propostas que modificassem a Constituição. Ainda não há data para apreciação do parecer na CCJ. (Fonte: Rede Brasil Atual)


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