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27/09/2017

Lucro da Caixa no segundo trimestre sobe 62,8% e vai a R$ 2,6 bilhões


Balanço divulgado com atraso mostra que o resultado líquido foi quase 70% maior que em igual semestre de 2016; no 2º trimestre, lucro foi de R$ 2,6 bilhões (Taís Laporta)

A Caixa Econômica Federal divulgou nesta terça-feira (26) que teve um lucro líquido de R$ 2,6 bilhões no 2º trimestre deste ano. O resultado é 62,8% maior que em igual período de 2016 e 73,9% ante o 1º trimestre.

No 1º semestre, o lucro foi de R$ 4,074 bilhões, crescimento de quase 70% ante o mesmo período do ano passado. O G1 adiantou, no início do mês, que a Caixa teve lucro líquido de R$ 4,073 bilhões, com base em dados disponibilizados pelo Banco Central.

No início de agosto, o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, havia dito que os números do banco estariam disponíveis no dia 21 de agosto e que seria anunciado "um lucro significativo". No entanto, o balanço foi divulgado com atraso.

Lucro recorrente 
O resultado recorrente (que desconsidera efeitos extradordinários) totalizou R$ 4,9 bilhões no semestre, 75,8% maior que no primeiro semestre de 2016. Já no segundo trimestre, o lucro recorrente alcançou R$3,2 bilhões, avanços de 93,4% em 12 meses e 92,6% em relação ao primeiro trimestre de 2017.

Conforme o banco, o resultado foi ajudado pelo crescimento da margem financeira, pela redução nas despesas com provisão para devedores duvidosos, além de receitas maiores com prestação de serviços e controle de despesas administrativas e de pessoal.

Carteira de crédito 
Em junho, a carteira de crédito do banco somava um saldo de R$ 715,9 bilhões, 3,5% maior que há 12 meses, com participação de mercado de 22,8%. Segundo a Caixa, o crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura, e crédito consignado, foram os principais responsáveis pela evolução da carteira.

A carteira imobiliária do banco cresceu 7% em 12 meses, com saldo de R$ 421,4 bilhões. Os créditos concedidos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) representam R$ 221,9 bilhões.

Já as operações de crédito com recursos da Caixa pela poupança, apresentam saldo de R$ 199,5 bilhões. A Caixa ganhou 1,3 ponto percentual de participação no mercado imobiliário, mantendo a liderança com 68,1% de participação.

As operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas totalizaram R$182,7 bilhões, redução de 6,6% em 12 meses, impactadas principalmente pelo segmento pessoa jurídica, que apresentou queda de 10,2% em virtude da menor demanda por crédito.

O índice de inadimplência encerrou o semestre com redução de 0,7 pontos percentuais em 12 meses, alcançando 2,51%, abaixo da média de mercado, de 3,74%.

Receitas e despesas 
As receitas com prestação de serviços totalizaram R$ 6,2 bilhões no trimestre, avanço de 11,3% em relação ao segundo trimestre de 2016. No semestre, as receitas com serviços cresceram 12,5%, totalizando R$ 12,2 bilhões.

Os principais destaques foram as receitas de crédito, administração de fundos de investimento e convênios e cobrança que cresceram, respectivamente, 13,3%, 16,9% e 21,5% em 12 meses.

No primeiro semestre, as outras despesas administrativas recuaram 1,5% em 12 meses, reflexo de ações focadas na melhoria da eficiência operacional implementadas, segundo a Caixa.

As despesas de pessoal alcançaram R$ 10,7 bilhões no semestre, avanço de 6,4% em 12 meses, desconsiderando o impacto do Plano de Demissão Voluntária Extraordinária (PDVE) no primeiro trimestre. (Fonte: G1)



22/09/2017

Bancos nas mãos de poucos


5 instituições detêm 4 de cada 5 reais movimentados, e isso é ruim para clientes, dizem analistas (TÉO TAKAR) 
Quando você pensa em bancos no Brasil, normalmente apenas quatro ou cinco nomes vêm à cabeça.

Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Santander respondem, juntos, por R$ 4 de cada R$ 5 movimentados no país. O R$ 1 restante é dividido entre cerca de 150 instituições, que normalmente atuam em áreas específicas, como financiamento de carro ou empréstimo para médias empresas.

A concentração bancária, que está no nível mais alto da história, é uma das razões pelas quais as famílias e pequenas empresas têm dificuldade para conseguir empréstimos, pagam taxas de juros altas, contam com poucas opções de investimentos e pagam caro por serviços bancários em geral, dizem especialistas.

O Banco Central considera que o país tem concentração "moderada", mas, para o FMI, o Brasil está acima da média mundial. A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) diz que o predomínio de poucas empresas é resultado das regras mais rígidas, mas ainda é menor que em países desenvolvidos.

Entenda por que esse movimento de concentração do setor financeiro ganhou força não apenas no Brasil, mas no mundo todo, nos últimos anos.

Concentração em nível recorde 
Em 17 anos, desde 2000, a concentração bancária no Brasil pulou de 50,4% para 72,4%, segundo dados do Banco Central*. Em dezembro de 2016, de todos os bens e recursos das instituições financeiras comerciais, 72,4% estavam nas mãos dos quatro maiores bancos do país: Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Caixa Econômica Federal e Bradesco.

Se forem consideradas apenas as operações de crédito, a participação desses quatro grandes é ainda maior: de 78,99%. Eles também respondem juntos por 78,5% do total de dinheiro depositado nas contas, e são donos de 75 de cada 100 agências espalhadas pelo país.

*Esse levantamento do BC inclui os quatro maiores bancos do país

BC diz que concentração é "moderada" 
Para o Banco Central, responsável por autorizar os movimentos de aquisição e fusão de bancos, o nível de concentração do sistema ainda é considerado "moderado", mesmo após grandes transações recentes, como a compra do HSBC pelo Bradesco e a aquisição das operações de varejo do Citibank no Brasil pelo Itaú Unibanco.

No mais recente Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado em abril, o BC usa um índice internacional, o IHH (Índice Herfindahl-Hirschman). O IHH é usado como referência por órgãos de defesa da concorrência no mundo todo para avaliar os níveis de concentração econômica.

O IHH do total de recursos do sistema era de 1.450. Em operações de crédito, o nível de concentração era de 1.741. E em depósitos, o IHH estava em 1.711 em dezembro do ano passado. Valores de IHH entre 0 e 1.000 são considerados de baixa concentração. Entre 1.000 e 1.800, de moderada concentração. E acima de 1.800, de alta concentração.

Com base nesse indicador, o sistema bancário nacional está “dentro do intervalo considerado como de moderada concentração”, diz o Banco Central.

Para FMI, concentração no Brasil é maior que no mundo 
Um relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI)** em 2014 aponta que o movimento recente de consolidação do setor bancário no país levou o Brasil a ficar próximo dos países com maior concentração no mundo.

O estudo, que leva em conta a quantidade de recursos controlada pelos três maiores bancos de cada país, aponta o Canadá, a França e a Espanha como países de alta concentração. Neles, a participação dos três bancos líderes supera 60% dos recursos do setor.

"O sistema bancário da Espanha se resume praticamente a dois grandes bancos: o Santander e o BBVA", diz o professor Ricardo Rocha, do Insper. 
A média mundial de concentração bancária, segundo o FMI, é de 40%, tanto nas economias avançadas como em países emergentes. No Brasil, o relatório mostra que a concentração de recursos dos três maiores saltou de 35%, em 2006, para 55%, em 2014.

**O relatório do FMI considera os três maiores bancos do país

Especialistas apontam oligopólio e má distribuição 
Para o professor Ricardo Rocha, do Insper, o nível de concentração no Brasil é "alarmante". "Estabeleceu-se quase um oligopólio. É um mercado sem competição", afirma.

Segundo ele, os efeitos são sentidos por consumidores e empresas. "Esse problema atinge diretamente as pessoas físicas e os pequenos empresários. Se você precisa abrir uma conta ou pedir um empréstimo, não tem muita alternativa. Vai acabar tendo que recorrer a um desses bancos."

Com menos concorrência, a oferta de crédito, de produtos e serviços é menor, e as taxas tendem a ser mais altas, diz Rocha. "Estamos em um momento de retomada da economia. Se houvesse o dobro de bancos, certamente esse processo seria mais rápido.

Como não há concorrência, um banco fica observando o que outro vai fazer e o crédito não deslancha. Num mercado concentrado, é mais fácil você controlar os passos do seu concorrente."

Para o professor Marcio Pochmann, da Unicamp, as dimensões continentais do Brasil e as grandes diferenças regionais justificariam um sistema bancário descentralizado, como acontece nos Estados Unidos. "Os bancos são o meio para o desenvolvimento de um país. O ideal seria que tivéssemos mais bancos estaduais e municipais, voltados para as necessidades de suas regiões."

A predominância de bancos com cobertura nacional acaba privilegiando as regiões mais ricas do país, que são mais rentáveis para as instituições. "Você acaba tendo um deslocamento da poupança nacional. As regiões mais pobres recebem pouco investimento porque o crédito para as empresas nessas áreas fica mais caro e difícil de obter", diz Pochmann. (Fonte: UOL)



21/09/2017

PF deflagra Operação Inimigo Oculto contra desvios em empréstimos na Caixa Econômica


O cumprimento de mandados ocorre em Brasília e entorno do Distrito Federal

Também foram desencadeadas ações no Pará e na Bahia A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (20) a Operação Inimigo Oculto, para desarticular um grupo de criminosos responsável por prejuízos de quase R$ 1 milhão aos cofres da Caixa Econômica Federal.

Três ex-prestadores de serviço do banco que teriam desviado os valores por meio de concessão fraudulenta de 46 empréstimos pessoais para familiares e amigos são alvos de mandados de prisão temporária.

Além destes mandados, estão sendo cumpridos mais 30 de condução coercitiva e buscas em três endereços residenciais. A Justiça Federal determinou ainda o bloqueio de cerca de R$ 950 milhões nas contas dos investigados.

O cumprimento de mandados ocorre em Brasília e entorno do Distrito Federal. Também foram desencadeadas ações no Pará e na Bahia.

De acordo com informações da Polícia Federal, os investigados, para viabilizar os empréstimos, usavam senhas dos empregados da Caixa e faziam a inserção indevida de dados no sistema. Eles incluíam rendas fictícias e sem a apresentação de documentos comprobatórios.

Quando os empréstimos eram creditados, os investigados efetuavam saques e transferências, o que evitava que a Caixa bloqueasse os valores ao identificar a fraude.

Os alvos serão indiciados por estelionato qualificado, falsificação de documento público, associação criminosa e lavagem de dinheiro. (Fonte: Jovem Pan)



21/09/2017

Mais um ano com mordida mais branda do leão na PLR


Conquista dos trabalhadores virou lei sancionada pela então presidenta Dilma Rousseff e garante isenção a quem recebe até R$ 6.677,56 de PLR no ano. Para quem ganha acima, imposto é menor

Conquistada pelos trabalhadores em 2013, a Lei 12.832 garante a todos os trabalhadores isenção ou pagamento menor de imposto de renda sobre a PLR (Participação nos Lucros e Resultados).

Dessa forma, quem recebe até R$ 6.677,55 está livre do imposto. A partir desse valor, as alíquotas variam de 7,5% a 27,5%. Importante lembrar que a última correção nas faixas da tabela do IR foi ainda no governo Dilma, em abril de 2015.

Calendário 2017
Mas atenção: para a Receita, o cálculo é sobre o ano calendário 2017. Portanto, para saber quanto será retido de imposto, é preciso somar a segunda parcela da PLR de 2016 (recebida em fevereiro/março deste ano) com o que vem este mês, referente à primeira parcela da PLR 2017. (Fonte: Seeb SP)



20/09/2017

Sindicato busca mais segurança para região central

Diretores do Sindicato se reuniram na manhã desta quarta-feira, 20, com Comando do 4º Batalhão da Polícia Militar. Reivindicaram mais segurança para área central da cidade, principalmente nas imediações da praça Raposo Tavares. Os diretores Israel, Charles, Paulo e Edson Mosca relataram ao tenente coronel Enio e o capitão Arantes a situação de insegurança sentida nesta área, onde estão localizadas as principais agências bancárias. É visível a ocorrência de venda e consumo de drogas, gerando, com isso, temor no grande fluxo de pessoas que por ali circulam. Esta é também uma reivindicação da categoria bancária. Os comandantes adiantaram que irão avaliar a situação, em busca da melhor solução. 


19/09/2017

Empregados da CAIXA receberão reajustes na folha de setembro


A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL já está rodando as folhas de pagamento de setembro/2017 com o reajuste de 2,75% sobre todos os níveis das tabelas salariais de cargos efetivos e de funções gratificadas/cargos em comissão, bem como sobre os valores de Piso Salarial de Mercado e das Tabelas de Porte.

A medida visa atender o último Acordo Coletivo de Trabalho, que previu a correção das remunerações pelo INPC/IBGE acrescido de 1%.

A empresa informou ainda que as diferenças dos valores relativos aos adiantamentos creditados no período entre 01/09/2017 a 10/09/2017, a título de férias e conversão de licença-prêmio e APIP/IP judicial, serão pagas na folha de pagamento de outubro/2017.

Já os valores relativos ao auxílio alimentação/refeição (R$ 737) e cesta alimentação (R$580,83) serão creditados de forma atualizada nos respectivos cartões, nesta terça-feira (19/09).

A 13ª cesta alimentação será creditada, no respectivo cartão, em novembro/2017 e corresponderá ao valor de R$ 580,83. (Fonte: Contec)



18/09/2017

Dívida trabalhista da Caixa pode elevar o rombo da Funcef em R$ 6,3 bi


Ações trabalhistas contra a Caixa podem resultar em uma perda adicional de R$ 6,35 bilhões para a Funcef, fundo de pensão dos funcionários da estatal. Aposentados, pensionistas e empregados da ativa acusam o banco de não pagar horas extras ou exigem a incorporação de remunerações por função de confiança e gerência, o que acarreta revisão do valor a ser pago em aposentadorias e pensões.

Na prática, o funcionário da Caixa que ganha a ação na Justiça passa a receber uma aposentadoria maior do que o salário-base que o banco lhe pagava e sobre o qual contribuía. Hoje, a Funcef arca com essa diferença.

Um dos planos que estão no centro da disputa (o REG/Replan saldado), já tem um rombo de R$ 5,4 bilhões, sendo um quarto disso de ações trabalhistas. O outro (REG/Replan não saldado) teve um déficit de R$ 1,2 bilhão em 2016, quase metade oriundo de passivos trabalhistas. Rombos seguidos fazem com que os participantes desses dois planos tenham de pagar contribuições extras para evitar um colapso futuro no fluxo de benefícios.

Por considerar que as condenações judiciais têm reforçado o déficit, a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) quer que o banco banque sozinho esse custo. A Funcef diz que as próprias entidades de funcionários estimulam o ingresso dessas ações, potencializando o prejuízo. A Caixa não comentou.

O fundo de pensão da Caixa já incluiu no balanço financeiro um total de R$ 2,4 bilhões referentes a causas com condenação provável, que devem resultar em custo maior com benefícios. Mas há outros R$ 12,7 bilhões em passivos trabalhistas que não foram incluídos nas contas do Funcef até o fim do ano passado, segundo levantamento da Fenae. O valor é 67% maior do que o de 2015 e metade disso (R$ 6,3 bilhões) é considerado passível de perda, ou seja, pode afetar as contas do fundo de pensão.

Uma decisão judicial que resulte em aumento no valor do benefício cria um “buraco” no plano, uma vez que a contribuição não foi devidamente recolhida. Se ninguém se responsabiliza por esse aporte adicional, a conta é repartida entre os participantes, ou seja, o banco e seus funcionários.

“Caixa e Funcef não autorizaram que os funcionários contribuíssem sobre função de confiança e horas extras, não é justo que eles arquem com isso agora”, diz a diretora de Administração e Finanças da Fenae, Fabiana Matheus.

Segundo ela, a Caixa já faz sozinha o aporte necessário quando algum beneficiário ganha na Justiça causas envolvendo auxílio-alimentação e plano de saúde, por exemplo. A entidade quer estender esse entendimento às demais questões de litígio entre a Caixa e os funcionários.

A Funcef disse que os déficits decorrem do momento econômico e de eventuais perdas sofridas com investimentos, mas que o “aumento de demandas judiciais agrava a situação”. (Fonte: Estadão)



18/09/2017

Ação sindical reintegra bancária do Itaú em Curitiba


Com suporte da representação do trabalhadores daquela base, funcionária do Itaú foi
 reintegrada por decisão judicial

Mais uma bancária foi reintegrada com o apoio sindical, desta vez uma funcionária do Itaú em Curitiba, com mais de 10 anos de casa e primeiro lugar de vendas.

O retorno às atividades foi determinado pela Justiça, atendendo à ação impetrada pelo sindicato daquela cidade, de acordo com matéria do sindicato da capital paranaene.

“O acolhimento que recebi no Sindicato foi muito importante, sem ele eu não teria conseguido nada. Mesmo sem ser sindicalizada, recebi atenção e consegui ter meu emprego de volta” afirma a bancária de Curitiba, que pediu pra ter seu nome preservado.

Ela foi demitida após passar por problemas de saúde e na família, além de ser vítima de episódios de assédio moral.

Ela conta que o assédio teve início com uma gestora que não dava ordens claras e não explicava os procedimentos corretamente e após algum tipo de falha a xingava de incompetente na frente dos clientes.

Após a reclamação de um cliente na ouvidoria do banco, a trabalhadora foi transferida de agência, mas seu sossego durou pouco tempo, pois logo a antiga gestora também foi transferida para a mesma agência. (Fonte: Seeb SP)



15/09/2017

PDV superou expectativas e abre espaço para promoções, diz Bradesco


Bradesco conseguiu 7,4 mil adesões ao Programa de Demissão Voluntária (PDV). Há espaço para promoções no banco, diz presidente Luiz Carlos Trabuco

O primeiro programa de demissão voluntária (PDV) do Bradesco teve resultado um pouco acima das expectativas ao totalizar 7,4 mil adesões, de acordo com o presidente do banco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. O executivo descartou, contudo, outro movimento nesta direção no curto e médio prazo.

"O PDV teve boa aceitação e cumpriu seus objetivos. Foi uma oportunidade para pessoas que tinham outros projetos, pessoais, de lazer, e muito tempo de casa. Isso abre oportunidade de carreira", disse Trabuco. "O PDV acaba sendo uma revitalização de carreira", acrescentou.

A adesão de 7,4 mil funcionários ao programa de demissão voluntária do Bradesco, concluído no fim de agosto, pode resultar em uma economia anual de R$ 1,5 bilhão ao banco, de acordo com cálculos do Credit Suisse. A cifra representa, segundo recente relatório do banco suíço, 4,5% da estimativa para o lucro da instituição antes impostos em 2018.

O resultado o PDV do Bradesco representa 7,04% da força de trabalho do banco, considerando os números do segundo trimestre, conforme os analistas do Credit Suisse, Marcelo Telles, Lucas Lopes e Alonso Garcia. Ao final de junho último, a instituição somava 105,143 mil pessoas em seu quadro.

O primeiro PDV do Bradesco, cujo resultado foi antecipado pela Coluna do Broadcast, visou a eliminar a gordura gerada com a integração do HSBC, que adicionou cerca de 20 mil funcionários ao banco.

PREVISÃO 
O presidente do Bradesco espera que o fim deste ano seja melhor que em 2016, ainda que o crédito não deva apresentar crescimento neste exercício. Em setembro, a demanda por empréstimos, segundo o executivo, já está melhor do que no mês de agosto e que a expectativa é de crescimento nos próximos 12 meses.

"O crédito está se movimentando e parou de refluir. Não podemos esperar evolução do crédito neste ano. De setembro deste ano até setembro de 2018, o crédito deve crescer. Esperamos que o fim de ano seja melhor do que foi em 2016", avaliou Trabuco, em conversa com jornalistas, durante a premiação Empresas Mais, promovida pelo Grupo Estado.

O executivo lembrou que no ano passado as pessoas aproveitaram o 13º salário para quitar dívidas. Sobre se tal movimento se repetirá este ano, ele afirmou que é preciso esperar para ver qual será o comportamento em 2017. (Fonte: Estadão)



14/09/2017

PLR já tem data e valores no Bradesco, Itaú, Safra e Santander


Atendendo a reivindicação do movimento sindical, empresas confirmam crédito da primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados antes do prazo final previsto pela Convenção Coletiva de Trabalho

Atendendo à reivindicação do movimento sindical, Bradesco, Santander, Itaú, Safra e Banco do Nordeste (BNB) já confirmaram que vão pagar a primeira parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) antes de 30 de setembro, data final para o pagamento prevista na Convenção Coletiva de Trabalho 2016 e 2018.

Confira abaixo tabela com valores por faixa salarial do Banco Bradesco, Santander e Itaú.

Bradesco é o primeiro que paga, na sexta-feira 15. Logo depois, na quarta 20, é a vez do Santander. Ambos vão pagar a regra básica (54% do salário mais R$ 1.346,15), além de parcela adicional no valor de R$ 2.243,58. O Safra também vai antecipar, para o dia 25 de setembro, e paga a regra básica (54% do salário mais R$ 1.346,15) mais adicional pelo teto, acrescidos de 20% conquistados pela categoria, totalizando R$ 2.692,30.

Itaú confirmou, na quarta 13, o pagamento para o dia 22. Também será a regra básica (54% do salário mais R$ 1.346,15) e parcela adicional no valor de R$ 2.243,58. Paga junto PCR de R$ 2.535,87. O BNB paga dia 15.

O movimento sindical reivindicou a todos os bancos solicitando que antecipem o crédito. A segunda parcela deve ser paga até março de 2018.

Bradesco
Os bancários do Bradesco que vieram do HSBC recebem exatamente nos mesmos moldes. Os desligados no PDVE receberão automaticamente, na mesma data e da mesma forma que o pessoal da ativa. Para os demais desligados que fazem jus ao pagamento vale a orientação vigente: entregar carta solicitando o pagamento na área administrativa de seu antigo setor. (Fonte: Seeb SP)





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