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Sindicato de Maringá e Região

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07/12/2017

‘Caixa continuará sendo patrimônio de todos os brasileiros’, destaca presidente do Sindicato


 

A Caixa Econômica Federal continuará 100% pública, decidiu o Conselho de Administração da instituição, em reunião nesta quinta-feira, 7, após a forte pressão do movimento sindical e de diversas instituições que se uniram nesta luta contra a tentativa de privatização do banco.

“Mais uma importante e história vitória do movimento sindical em favor da categoria bancária. A Caixa continuará 100% pública, continuará sendo patrimônio de todos os brasileiros”, afirma o presidente do Sindicato, Claudecir de Souza.

Em Maringá, desde o início do ano o Sindicato vem atuando contra a tentativa de abertura do capital da instituição. A ação mais recente aconteceu no mês passado, quando diretores do Sindicato e funcionários do banco realizaram um grande ato público denunciando a tentativa de privatização.

“Nossa ação não se limitou somente aos atos públicos, mas também trabalhamos intensamente na busca de apoios nesta luta para reverter a situação. Portanto, valeu a luta, parabéns a todo o movimento sindical, a todos os funcionário deste importante banco público, a todas as instituições que se uniram nesta empreitada”, finaliza Claudecir de Souza. 



06/12/2017

Reforma da Previdência transforma aposentadorias em mercadoria


Especialistas contestam mais uma vez o alegado déficit da Previdência, e dizem que proposta do governo Temer atende apenas aos interesses do sistema financeiro

O coordenador de comunicação e educação do Dieese, Fausto Augusto Júnior, afirma que as contas do sistema de Seguridade Social do país – que incluem gastos com saúde, assistência social e aposentadorias – estão "no azul", não registram déficit, e que a proposta de reforma da Previdência defendida pelo governo Temer atende apenas aos interesses dos bancos, que veem no enfraquecimento do sistema público de aposentadorias a possibilidade de expansão dos seus negócios com a venda de planos de previdência privada.

"A gente já viu isso acontecer. A saúde pública é o melhor exemplo. Quanto pior, mais os planos de saúde lucram. O que a gente está assistindo é novamente transformar um direito em uma mercadoria, que vai ser vendida no mercado", afirmou Fausto à repórter Vanessa Nakasato, para o Seu Jornal, da TVT.

"Quando você pega esse conjunto de dados da arrecadação e contrapõe o que se gasta nas áreas de saúde, assistência social e Previdência, o que nós temos é um orçamento equilibrado. A Previdência nunca foi pensada para ser financiada só com as contribuições de trabalhadores e empresas. Também foi pensada para ser financiada com contribuições gerais, ou seja, com impostos do conjunto da sociedade", acrescentou.

Dados da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco) mostram que, em 2015, por exemplo, as contas do sistema de Seguridade Social registraram superávit de R$ 11 bilhões. O problema é que o governo retira parte desses recursos e aplica em outras áreas, por meio da chamada Desvinculação das Receitas da União (DRU), como explica o professor de Direito Previdenciário da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Miguel Horvath Júnior:

"Muitas vezes, a União precisa de recursos para cumprir outras finalidades, e faltam recursos. A forma que historicamente se enxergou para suprir de certa maneira essa insuficiência foi a centralização das receitas da União. Pegar 20% desses orçamentos federais e utilizar para o cumprimento de atividades próprias do Estado, mas não para aquelas que tinham sido destinadas originalmente."

Eles destacam ainda que mais urgente do que rever os critérios de acesso às aposentadorias seria uma proposta de reforma tributária, que reduzisse a carga de impostos sobre o consumo – que acaba por recair mais fortemente sobre os mais pobres – e aumentasse a tributação sobre patrimônios e rendimentos, afetando que pode pagar mais. (Fonte: Rede Brasil)



29/11/2017

Reforma Trabalhista: empregado intermitente pode ter de pagar para trabalhar


Com a mudança, o próprio funcionário deverá ser o responsável pela diferença entre a contribuição e o mínimo exigido pela Previdência Social 
A Receita Federal divulgou nesta segunda-feira, as regras para o recolhimento da contribuição previdenciária dos trabalhadores intermitentes cujo rendimento mensal ficar abaixo do salário mínimo. Esta é uma situação inédita no País que pode ocorrer com aplicação das normas previstas na reforma trabalhista.

O próprio empregado poderá pagar a diferença entre a contribuição incidente sobre o contracheque e o mínimo exigido pela Previdência Social. A regra fará com que, no limite, alguns trabalhadores precisem pagar para trabalhar, caso optem pela contribuição previdenciária.

Nos últimos dois anos, 430 mil trabalhadores perderam empregos com carteira assinada no estado do Rio Divulgação Como no contrato intermitente o empregado atua apenas quando é convocado, o salário varia conforme o número de horas ou dias trabalhados.

Pela lei, deve-se receber, pelo menos, valor proporcional ao mínimo pela hora, R$ 4,26 , ou pelo dia trabalhado, R$ 31,23. Como o valor do contracheque é base de cálculo para os encargos sociais, os trabalhadores com salário inferior ao mínimo terão recolhimento abaixo do aceitopelo INSS para a contabilidade da aposentadoria.

Diante dessa situação inédita, a legislação prevê que trabalhadores "poderão recolher a diferença" entre a contribuição calculada sobre o contracheque e o mínimo exigido pelo INSS. Quem não recolher esse valor adicional por conta própria não terá acesso à aposentadoria nem a benefícios como a licença médica.

Nesta segunda-feira, a Receita explicou que esse recolhimento extra deverá ser feito pelo próprio trabalhador com base na alíquota de 8% sobre a diferença entre o que recebe e o salário mínimo até o dia 20 do mês seguinte ao salário.

A Receita confirmou a situação que tem gerado reações no mundo sindical e político porque, no limite, é possível que o empregado tenha de tirar dinheiro do próprio bolso para trabalhar. Como exemplo de situação extrema, pode ser citada uma das vagas anunciadas recentemente: operador de caixa intermitente de uma rede de supermercados em Fortaleza, no Ceará

Para quatro horas por dia, seis vezes por mês, a empresa oferece salário de R$ 4,81 por hora. Com essa carga horária, o salário mensal chegaria a R$ 115,44. Com este valor no contracheque, a contribuição à Previdência paga diretamente pela empresa à Receita seria de R$ 23,09. A contribuição mínima exigida pelo INSS, porém, é de R$ 187,40. Para se adequar à regra da Receita, portanto, o empregado precisaria desembolsar R$ 164,31. Ou seja, mais que o próprio salário, de R$ 115,44. Nesse caso, o trabalhador terminaria o mês devendo R$ 65,03.

Essa possibilidade aberta pela reforma trabalhista gera reações em vários setores. Entre as quase mil emendas ao ajuste da reforma, que ainda será votado pelo Congresso Nacional, algumas tentam mudar radicalmente o funcionamento da Previdência dos intermitentes.

O senador José Serra (PSDB-SP), por exemplo, propõe que empregados que receberem menos que mínimo "terão recolhidas pelo empregador a diferença entre a remuneração recebida e o valor do salário mínimo" para o INSS.

Na documentação entregue ao Congresso, o senador explica que a regra prejudicará exatamente trabalhadores de baixa renda. "É demasiado duro para um trabalhador pobre, que recebe abaixo do salário mínimo, contribuir para a Previdência de maneira desproporcional, com alíquotas efetivas maiores que a de trabalhadores mais ricos", diz Serra.

"Avaliamos que o trabalho intermitente não pode ser uma mera formalização do bico, da precarização, com papel passado. Temos de fornecer proteção efetiva para esses trabalhadores", completa. (Fonte: O Dia)



29/11/2017

Sindicalizados ganham mais e têm mais direitos, comprova estudo


Economista enumera desafios para o movimento sindical ampliar sua representatividade e preparar trabalhadores contra retrocessos da nova legislação trabalhista

Os acordos e Convenções Coletivas de Trabalho valem para toda uma determinada categoria, então tanto faz ser sindicalizado ou não. Não é bem assim. Existe sim diferença, e é melhor para quem é sindicalizado, revela estudo do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), órgão vinculado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Por meio de uma simples comparação das médias das remunerações diretas (referentes a setembro de 2015), é possível encontrar uma diferença entre trabalhadores sindicalizados e não sindicalizados. De acordo com o estudo, essa diferença equivale a R$ 562,28, em termos absolutos, em favor dos sindicalizados, ou 33,5%, em termos relativos.

De acordo com o estudo, em setembro de 2015 os trabalhadores sindicalizados ganhavam em média entre R$ 2.157,17 e R$ 2.318,55. Em comparação, os não sindicalizados recebiam a média de R$ 1.642,48 a R$ 1.708,87.

Quanto às remunerações indiretas (como vale-alimentação, vale-transporte e auxílio-saúde), a situação é similar. Entre os sindicalizados, 36% dos trabalhadores se beneficiam dos convênios médicos, contra 20,3% dos não sindicalizados; 63,9% dos trabalhadores sindicalizados têm acesso ao vale-alimentação, contra 49,3% dos não sindicalizados; e54,4% dos sindicalizados contam com vale-transporte, contra 49,1% dos não sindicalizados.

“O que comprova que as negociações e acordos coletivos elevam sim o padrão de condições de trabalho e remuneração dos trabalhadores”, sustenta Patrícia Pelatieri, pesquisadora e economista do Departamento Intersindical de Estudos Sócio Economicos (Dieese).

Durante o II Seminário Internacional Reforma Trabalhista – Crise, Desmonte e Resistência, organizado pelo Instituto Lavoro na sexta-feira 24, Pelatieri se baseou no estudo do Ipea divulgado em setembro para reforçar a importância de sindicalizar os trabalhadores a fim de resistir aos retrocessos causados pela nova legislação trabalhista aprovada em 11 de novembro.

A economista Patrícia Pelatieri A economista ressaltou que a taxa de sindicalização no Brasil aumentou nos últimos anos (19,5% em 2015), mas ainda se encontra abaixo da média mundial (25%). A motivação principal para a sindicalização é a convicção de que o sindicato defende os direitos dos trabalhadores (51,2%). E em 2015, mais de 3 milhões de trabalhadores participaram de alguma atividade do sindicato, como assembleias, palestras e cursos e manifestações. Os números são do IBGE.

Pelatieri enumerou três desafios para o movimento sindical ampliar sua representatividade e angariar mais filiações: 
1. Ampliar a consciência dos trabalhadores sindicalizados sobre o significado da luta sindical na conquista de direitos e melhores condições de trabalho; 
2. Intensificar as campanhas de sindicalização, ampliando a abrangência da representação para todos os segmentos do mercado de trabalho, inclusive dos desempregados; 
3. Criar novas estratégias de negociação coletiva.

“Os sindicatos devem trabalhar com quem está nas bases. Conscientizar aqueles que se sindicalizaram de que a luta de classes está no centro do desenvolvimento socioeconômico. Se nós não tivermos entidades sindicais muito fortes, e muito fortes significa ter uma alta taxa de sindicalização com consciência, dificilmente nós enfrentaremos a atual conjuntura que está colocada”, afirmou Pelatieri.

“Temos de fazer a disputa ideológica. É a conscientização de que sozinho a gente só se ferra, seja no trabalho assalariado com carteira, seja trabalho intermitente, seja terceirizado. Não importa. Quando estamos falando da elevação da qualidade dos postos de trabalho, estamos falando que isso só é possível com um coletivo consciente e estrutura sindical forte”, finalizou a economista. (Fonte: Seeb SP)



27/11/2017

Grande festa marca comemorações dos 60 anos do Sindicato


 

O Sindicato dos Bancários de Maringá e Região realizou, neste final de semana, a  festa em comemoração aos 60 anos de fundação. O evento foi realizado no sábado e no domingo. Em ambos os dias os bancários lotaram o salão da Sede Campestre do Sindicato.


“Esta é uma data ímpar, que merecia uma comemoração estendida para os dois dias. Assim, conseguimos reunir a maioria dos bancários e seus familiares, lotando nosso salão no sábado e no domingo. Realmente foi uma festa maravilhosa. Os nossos bancários merecem esta grande comemoração”, comentou o presidente Claudecir de Souza.


A grande festa foi prestigiada por autoridades, entre elas a diretora da Confederação Nacional dos Empregados em Empresas de Crédito (Contec), Rumiko Tanaka, o presidente do Sindicato dos Bancários de Ponta Grossa, Gilberto Leite, representando a Federação dos Bancários do Paraná (Feeb-PR), o presidente da União Geral dos Trabalhadores no Paraná (UGT-PR), Paulo Rossi, presidentes de sindicatos, ex-presidentes do Sindicato, entre outros.


“Este Sindicato foi referência para o movimento sindical bancário, exercendo uma grande liderança, demonstrando força, determinação, coragem, estando presente em todas as mesas de negociação. Os bancários de Maringá estão muito bem representados e devem estar muito orgulhosos do seu Sindicato, que comemora 60 anos de muita luta em favor de toda a categoria”, enfatizou Rumiko Tanaka.


O presidente Claudecir de Souza destacou a trajetória vitoriosa da entidade, seus grandes embates e a grande representativa que possui na categoria. “Se hoje temos um índice de mais de 90% de filiação, é porque o trabalhador bancário reconhece o empenho, a luta, a determinação do nosso Sindicato, que está sempre pronto a defendê-lo. E nossa história mostra isso”, apontou o presidente. 



23/11/2017

Esperamos você, bancário, na comemoração dos 60 anos do nosso Sindicato!

Para marcar seus 60 anos de história, o Sindicato realizará nos dias 25 (sábado) e 26 (domingo) de novembro uma grande festa para os bancários, na Sede Campestre. Será servida costela ao fogo de chão nos dois dias.


“Por ser uma data muito importante, em que nosso Sindicato completará seis décadas de lutas em favor da categoria bancária, queremos comemorar com todos os bancários. Por isso, realizaremos as comemorações no sábado e no domingo. O bancário terá a opção de escolher entre um dos dois dias. Com isso, conseguiremos reunir todos os bancários, parte no primeiro dia e parte no segundo”, aponta o presidente Claudecir de Souza.


O presidente adianta, no entanto, que os convites são limitados, devido a capacidade do salão de festas. Por isso, os bancários devem adquirir o quanto antes o seu convite junto aos diretores do Sindicato. A festa é extensiva também aos dependentes legais. O custo é de R$ 20 por pessoa.

 

HISTÓRIA DE LUTAS

A festa é para comemorar a história do Sindicato, marcada pela defesa intransigente do trabalhador bancário. “Historicamente o movimento sindical sempre foi combatido, tanto pelo Estado quanto pelos detentores do capital. Em alguns momentos com mais intensidade, em outros menos. Mas, de uma coisa é certa, cada avanço é forjado na base da luta, da pressão, do enfrentamento, do sacrifício. Temos inclusive inúmeros exemplos de verdadeiros heróis que deram a sua vida em favor da causa”, comenta Claudecir de Souza.


Logo no início de sua constituição, o Sindicato já enfrentou os anos de chumbo que se abateram sobre o país a partir de 1964. Foram 20 anos de perseguição, prisões, até passar pela intervenção militar imposto a esta entidade.


Já com a redemocratização do país a situação amenizou, em partes, na questão da perseguição política, mas a pressão continuou violenta, tanto por parte do Estado quanto dos meios privados. E assim foi ao longo dos anos de 1980, 1990, 2000, até os dias atuais.


“E hoje, sem sombra de dúvidas podemos afirmar que vivemos um dos piores momentos da luta dos trabalhadores. A tentativa de reduzir direitos é travada diariamente. Os patrões estão totalmente articulados com os poderes constituídos, principalmente o Congresso Nacional, imbuídos desse propósito. Por isso, este é momento de comemorarmos nossa história vitoriosa, mas sem esquecer que não podemos baixar a guarda jamais. Precisamos continuar mantendo nosso sindicato sempre forte, atuante e contando com o forte apoio que sempre teve junto a categoria bancária”, finaliza. 



22/11/2017

Bancos já fecharam 17.801 postos de trabalho no Brasil, em 2017


A Caixa foi responsável pelo fechamento de 6.827 postos, sendo 3.039 em março e 2.302 em agosto, os dois piores saldos apresentados

Os bancos fecharam 17.801 postos de trabalho no Brasil, entre janeiro e outubro de 2017, de acordo com a análise do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged), feita pela subseção do Departamento Intersindical de Estatística.

O mês de julho foi o único do ano no qual houve registrou de saldo positivo de postos de trabalho, 72. Isto, após dezessete meses consecutivos de saldos negativos no setor bancário. Nos três meses seguintes, o Caged registrou o fechamento de 7.121 postos impactado, principalmente, pelos PDVE’s lançados por Caixa e Bradesco em julho de 2017.

Apenas a Paraíba apresentou saldo positivo no emprego bancário, com 49 postos abertos no período. Todos os demais estados apresentaram saldo negativo de emprego entre janeiro e outubro de 2017. São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro foram os estados mais impactados pelos cortes, com fechamento de 5.233, 2.885 e 1.919 postos, respectivamente

A análise por Setor de Atividade Econômica revela que os “Bancos múltiplos com carteira comercial”, categoria que engloba bancos como, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil, foi responsável pelo fechamento de 10.682 postos no período analisado. Nesses, já podem estar incluídos postos fechados em decorrência do PDVE do Banco Bradesco, porém, os seus impactos podem se estender até o final do ano, tendo em vista o prazo dado de até 180 para a efetivação dos desligamentos.

A Caixa foi responsável pelo fechamento de 6.827 postos, sendo 3.039 em março e 2.302 em agosto, os dois piores saldos apresentados. Meses, estes, seguintes às divulgações dos PDV’s, também, abertos pela instituição em 2017. O mês de setembro apresentou o primeiro saldo positivo na Caixa, desde março de 2015 (56 postos abertos), voltando a ser negativo em outubro (-38).

O fechamento dos postos bancários concentrou-se na faixa etária entre 50 a 64 anos, com fechamento de 14.643 postos de trabalho. Esse dado é indicativo do resultado dos PDV’s anunciados, por se destinarem a bancários aposentados ou em vias de se aposentar. Os saldos positivos concentram-se na faixa etária entre 18 e 25 anos (6.422 postos), sendo que o saldo positivo se estende apenas para bancários com até 29 anos de idade.

As 10.195 mulheres admitidas nos bancos entre janeiro e outubro de 2017 receberam, em média, R$ 3.468,53. Esse valor corresponde a 71,1% da remuneração média auferida pelos 10.369 homens contratados no mesmo período. Constata-se a diferença de remuneração entre homens e mulheres também nos desligamentos. As 19.817 mulheres desligadas dos bancos recebiam, em média, R$ 6.547,45, o que representou 77,3% da remuneração média dos 18.548 homens desligados dos bancos no período. (Fonte: Dieese)



18/11/2017

Edital de convocação para prestação de contas




17/11/2017

Convocação: assembleia de prestação de contas, dia 30/11




14/11/2017

Como fica sua vida com a reforma trabalhista?


Nova legislação já está em vigor e participar do seu Sindicato na luta por direitos é crucial. Com acordo de dois anos, bancários têm direitos assegurados pela Convenção Coletiva de Trabalho até 31 de agosto de 2018; desrespeitos devem ser denunciados

Patrocinada por banqueiros e maus empresários, a reforma trabalhista de Temer entrou em vigor no sábado 11. A lei 13.467/2017 alterou cerca de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sempre no sentido de desemparar o trabalhador e resguardar os patrões.

A nova legislação altera profundamente as relações de trabalho, abrindo possibilidade para aumento da jornada e redução de salários. Também possibilita o trabalho intermitente, por meio do qual serão pagas somente horas efetivamente trabalhadas, independentemente do tempo à disposição, e sem direito a conquistas como 13º, férias e fundo de garantia.

A lei enfraquece ainda o poder de negociação dos trabalhadores. Antes, os acordos e convenções coletivas só valeriam mais do que a lei se fossem melhores para o trabalhador. Direitos poderão ser rebaixados em diversos pontos como ampliação da jornada, redução do horário de almoço, Participação nos Lucros e Resultados, remuneração por produtividade e desempenho.

Acordo de dois anos
Mesmo com a reforma em vigor, o acordo com validade de dois anos que os bancários conquistaram em 2016 resguarda direitos da categoria até 31 de agosto de 2018.

“O acordo de dois anos, fruto da Campanha Nacional 2016 e de uma greve que durou 31 dias, assegura nossos direitos e não aceitaremos nenhum desrespeito. Caso o bancário tenha direitos reduzidos, ele deve denunciar ao seu Sindicato. O sigilo é absoluto”, diz a secretária-geral do Sindicato de SP, Neiva Ribeiro, convocando os trabalhadores para a luta.

“Agora, mais do que nunca, é fundamental a união de toda a classe trabalhadora em torno das entidades representativas. Sindicalize-se e defenda seu emprego e direitos. Somente com muita luta vamos conseguir resguardar nossas conquistas frente à entrada em vigor desse desmonte trabalhista. Vamos ser vitoriosos, mas precisamos de todos para fazer frente ao desmonte. Sindicalizar é o primeiro passo”, conclama Neiva.  (Fonte: Seeb SP)



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