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18/09/2017

Ação sindical reintegra bancária do Itaú em Curitiba


Com suporte da representação do trabalhadores daquela base, funcionária do Itaú foi
 reintegrada por decisão judicial

Mais uma bancária foi reintegrada com o apoio sindical, desta vez uma funcionária do Itaú em Curitiba, com mais de 10 anos de casa e primeiro lugar de vendas.

O retorno às atividades foi determinado pela Justiça, atendendo à ação impetrada pelo sindicato daquela cidade, de acordo com matéria do sindicato da capital paranaene.

“O acolhimento que recebi no Sindicato foi muito importante, sem ele eu não teria conseguido nada. Mesmo sem ser sindicalizada, recebi atenção e consegui ter meu emprego de volta” afirma a bancária de Curitiba, que pediu pra ter seu nome preservado.

Ela foi demitida após passar por problemas de saúde e na família, além de ser vítima de episódios de assédio moral.

Ela conta que o assédio teve início com uma gestora que não dava ordens claras e não explicava os procedimentos corretamente e após algum tipo de falha a xingava de incompetente na frente dos clientes.

Após a reclamação de um cliente na ouvidoria do banco, a trabalhadora foi transferida de agência, mas seu sossego durou pouco tempo, pois logo a antiga gestora também foi transferida para a mesma agência. (Fonte: Seeb SP)



15/09/2017

PDV superou expectativas e abre espaço para promoções, diz Bradesco


Bradesco conseguiu 7,4 mil adesões ao Programa de Demissão Voluntária (PDV). Há espaço para promoções no banco, diz presidente Luiz Carlos Trabuco

O primeiro programa de demissão voluntária (PDV) do Bradesco teve resultado um pouco acima das expectativas ao totalizar 7,4 mil adesões, de acordo com o presidente do banco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. O executivo descartou, contudo, outro movimento nesta direção no curto e médio prazo.

"O PDV teve boa aceitação e cumpriu seus objetivos. Foi uma oportunidade para pessoas que tinham outros projetos, pessoais, de lazer, e muito tempo de casa. Isso abre oportunidade de carreira", disse Trabuco. "O PDV acaba sendo uma revitalização de carreira", acrescentou.

A adesão de 7,4 mil funcionários ao programa de demissão voluntária do Bradesco, concluído no fim de agosto, pode resultar em uma economia anual de R$ 1,5 bilhão ao banco, de acordo com cálculos do Credit Suisse. A cifra representa, segundo recente relatório do banco suíço, 4,5% da estimativa para o lucro da instituição antes impostos em 2018.

O resultado o PDV do Bradesco representa 7,04% da força de trabalho do banco, considerando os números do segundo trimestre, conforme os analistas do Credit Suisse, Marcelo Telles, Lucas Lopes e Alonso Garcia. Ao final de junho último, a instituição somava 105,143 mil pessoas em seu quadro.

O primeiro PDV do Bradesco, cujo resultado foi antecipado pela Coluna do Broadcast, visou a eliminar a gordura gerada com a integração do HSBC, que adicionou cerca de 20 mil funcionários ao banco.

PREVISÃO 
O presidente do Bradesco espera que o fim deste ano seja melhor que em 2016, ainda que o crédito não deva apresentar crescimento neste exercício. Em setembro, a demanda por empréstimos, segundo o executivo, já está melhor do que no mês de agosto e que a expectativa é de crescimento nos próximos 12 meses.

"O crédito está se movimentando e parou de refluir. Não podemos esperar evolução do crédito neste ano. De setembro deste ano até setembro de 2018, o crédito deve crescer. Esperamos que o fim de ano seja melhor do que foi em 2016", avaliou Trabuco, em conversa com jornalistas, durante a premiação Empresas Mais, promovida pelo Grupo Estado.

O executivo lembrou que no ano passado as pessoas aproveitaram o 13º salário para quitar dívidas. Sobre se tal movimento se repetirá este ano, ele afirmou que é preciso esperar para ver qual será o comportamento em 2017. (Fonte: Estadão)



14/09/2017

PLR já tem data e valores no Bradesco, Itaú, Safra e Santander


Atendendo a reivindicação do movimento sindical, empresas confirmam crédito da primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados antes do prazo final previsto pela Convenção Coletiva de Trabalho

Atendendo à reivindicação do movimento sindical, Bradesco, Santander, Itaú, Safra e Banco do Nordeste (BNB) já confirmaram que vão pagar a primeira parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) antes de 30 de setembro, data final para o pagamento prevista na Convenção Coletiva de Trabalho 2016 e 2018.

Confira abaixo tabela com valores por faixa salarial do Banco Bradesco, Santander e Itaú.

Bradesco é o primeiro que paga, na sexta-feira 15. Logo depois, na quarta 20, é a vez do Santander. Ambos vão pagar a regra básica (54% do salário mais R$ 1.346,15), além de parcela adicional no valor de R$ 2.243,58. O Safra também vai antecipar, para o dia 25 de setembro, e paga a regra básica (54% do salário mais R$ 1.346,15) mais adicional pelo teto, acrescidos de 20% conquistados pela categoria, totalizando R$ 2.692,30.

Itaú confirmou, na quarta 13, o pagamento para o dia 22. Também será a regra básica (54% do salário mais R$ 1.346,15) e parcela adicional no valor de R$ 2.243,58. Paga junto PCR de R$ 2.535,87. O BNB paga dia 15.

O movimento sindical reivindicou a todos os bancos solicitando que antecipem o crédito. A segunda parcela deve ser paga até março de 2018.

Bradesco
Os bancários do Bradesco que vieram do HSBC recebem exatamente nos mesmos moldes. Os desligados no PDVE receberão automaticamente, na mesma data e da mesma forma que o pessoal da ativa. Para os demais desligados que fazem jus ao pagamento vale a orientação vigente: entregar carta solicitando o pagamento na área administrativa de seu antigo setor. (Fonte: Seeb SP)





13/09/2017

Santander paga PLR no dia 20


Pagamento da PLR será pelo teto da regra no Santander

O Santander atendeu a reivindicação do movimento sindical e vai antecipar o crédito da primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

O pagamento será na quarta-feira 20. Serão creditados 54% do salário, mais R$ 1.346,15, além de adicional de R$ 2.243,58.

Pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2016/2018, as instituições financeiras têm até o dia 30 de setembro para efetuar o crédito da primeira parcela da PLR. Outros bancos já anunciaram a antecipação, como o Bradesco, que paga dia 15, e o Safra, que creditará no dia 25.

A segunda parcela da PLR deve ser paga até março de 2018.

Safra
Também o banco Safra antecipa a primeira parcela da PLR para o dia 25.

Serão creditados 54% do salário, mais R$ 1.346,15, além de adicional de R$ 2.243,58. 

A segunda parcela da PLR também deve ser paga até março de 2018.



12/09/2017

Plano de demissão do Bradesco tem 7,4 mil adesões


Funcionários com mais de dez anos de casa ou tempo para aposentadoria puderam aderir ao plano


O Bradesco registrou 7,4 mil adesões ao Plano de Desligamento Voluntário Especial (PDVE) lançado em 13 de julho. O prazo para adesão se encerrou em 31 de agosto e somente funcionários com mais de dez anos de casa ou tempo para aposentadoria puderam aderir ao plano. O banco não divulgou, porém, quantos dos funcionários que serão desligados da empresa são oriundos do HSBC.


O lançamento do PDVE aconteceu um ano paós o Bradesco adquirir o HSBC por R$ 16 bilhões. Apesar de ter se comprometido a manter a sede do banco britânico em Curitiba, assim como grande parte dos funcionários e da estrutura herdada, o Bradesco acabou abrindo um plano de demissão neste ano para diminuir o seu quadro de funcionários.


Após a aquisição do HSBC, o Bradesco tinha, no total, 106.644 funcionários e 5.122 agências. Com as demissões do PDVE, o quadro de funcionários cai para cerca de 99 mil pessoas. O banco não informou quando acontecerá os 7,4 mil desligamentos.


Os funcionários que serão desligados terão direito ao pagamento da multa do FGTS e saque do saldo, verbas rescisórias na modalidade de dispensa “sem justa causa”, manutenção do plano de saúde e odontológico por 18 meses, pagamento de valor equivalente a seis meses de vale alimentação e um bônus de 0,60 da remuneração fixa de junho por ano trabalhado, limitado a 12 salários.


Segundo nota divulgada nesta terça-feira, o Bradesco afirma que “a implementação do PDVE não afeta o elevado padrão de qualidade dos serviços prestados aos seus clientes e usuários, em todas as localidades e atividades em que atua”. (Fonte: Gazeta do Povo)



12/09/2017

Bancário do Itaú dispensado próximo da aquisição da estabilidade pré-aposentadoria será reintegrado


O Itaú Unibanco S. A. foi condenado pela Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho a reintegrar um empregado que foi dispensado depois de 30 anos de serviços à empresa e seis meses antes da aquisição do direito à estabilidade pré-aposentadoria, estabelecida em norma coletiva. Para a Turma, o banco violou tanto a função social do contrato e da empresa, como a dignidade da pessoa humana.

A norma coletiva da categoria impede a dispensa arbitrária se faltarem 24 meses para a aposentadoria proporcional ou integral. Ao pedir a reintegração, o bancário, admitido em 1979 e demitido em 2009, alegou que faltavam seis meses para atingir a estabilidade pré-aposentadoria, e que sua dispensa foi discriminatória.

O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) manteve a sentença que julgou o pedido improcedente, sob o entendimento de que a norma coletiva impede a dispensa arbitrária se faltarem apenas 24 meses para a aposentadoria proporcional ou integral. No caso, faltavam 30 meses para que ele completasse o tempo mínimo para se aposentar.

TST 
No recurso ao TST, o bancário reiterou que, mesmo tendo recebido premiação por bons préstimos em função dos 30 anos de trabalho em conduta ilibada, foi dispensado com a finalidade de obstar sua estabilidade, em flagrante ofensa à função social do contrato.

O relator do recurso, ministro José Roberto Freire Pimenta, ressaltou que após três décadas servindo ao banco, seu trabalho deixou de ter valor quando restavam 30 meses para a aposentadoria. “Agora, com mais de 50 anos de idade, fica à mercê do mercado de trabalho, que é tão ingrato com trabalhadores nessa condição”, afirmou.

Em seu entendimento, a dispensa do empregado nessa situação teve por fim impedir o gozo do direito. “Trata-se de verdadeiro abuso de direito que contraria diretamente a boa-fé e a função social do contrato e da empresa, princípios norteadores dos contratos, especialmente do contrato de trabalho”, afirmou. “Afinal, o que são 30 meses perto de 30 anos de serviços prestados em favor do banco!?!”.

José Roberto Freire Pimenta destacou ainda que, à época da dispensa, o empregado não tinha 53 anos, como registrado pelo Tribunal Regional, mas esse requisito também seria cumprido no período de 30 meses. Considerando preenchidas todas as condições que garantem ao bancário o direito à estabilidade pré-aposentadoria, como disposto no ar. 129 do Código Civil, o relator determinou a reintegração, com pagamento dos salários relativos ao período do afastamento até a efetiva reintegração.

A decisão foi unânime. Após a publicação do acórdão, tanto o banco quanto o trabalhador opuseram embargos declaratórios, ainda não examinados. (Mário Correia/CF) Processo: RR-434-49.2010.5.01.0401 (Fonte: SCS/TST)



12/09/2017

Projeto de lei prevê demissão de concursados por mau desempenho

A possibilidade de um servidor concursado perder o cargo público por mau desempenho de suas funções será debatida pela Comissão Senado do Futuro (CSF) em um ciclo de audiências públicas. Os temas a serem analisados pela CSF foram apresentados pelo presidente da comissão, senador Hélio José (PMDB-DF), e aprovados na reunião desta quarta-feira (28).

A demissão de servidores públicos concursados seria regulamentada pelo Projeto de Lei do Senado Complementar (PLS) nº 116/2017, da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE).

O texto do projeto trata da avaliação periódica dos servidores públicos municipais, estaduais e federais e regulamenta dispositivo da Constituição permitindo a exoneração do servidor público estável – aqueles concursados que já passaram pelo estágio probatório e foram aprovados – avaliado com insuficiência no desempenho do cargo.

O teor do projeto coincide com um dos temas – o futuro das carreiras de servidores públicos no Brasil – aprovados para o ciclo de debates da comissão. O PLS 116/2017 – Complementar será examinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde tem como relator o senador Lasier Martins (PSD-RS).

Neste momento, o texto da ementa está aberto a consulta pública no portal e-Cidadania e pode receber o voto dos internautas por meio deste link. Cerca de 22,5 mil pessoas já opinaram sobre o projeto de lei, 11.360 contrárias e 11.246 favoráveis.

Como funcionaria?

Se aprovada a proposta, servidores públicos municipais, estaduais e federais terão seu desempenho avaliado semestralmente e, caso recebam notas inferiores a 30% da pontuação máxima por quatro avaliações consecutivas, poderão ser exonerados. Também perderá o cargo aquele que tiver desempenho inferior a 50% em cinco das últimas dez avaliações.

O projeto garante aos servidores o direito de pedir a reconsideração das notas, bem como de apresentar recurso ao órgão máximo de gestão de recursos humanos da instituição em que trabalha. Uma eventual exoneração ocorrerá apenas após processo administrativo, instaurado depois das primeiras avaliações negativas, com o objetivo de auxiliar o avaliado a identificar as causas da insuficiência de desempenho e superar as dificuldades encontradas no serviço público.

O que faz a CSF?

A Comissão Senado do Futuro foi criada em 2012 por iniciativa do então presidente do Senado Renan Calheiros para debater grandes temas de grande importância para o futuro do país. A sugestão para a criação da comissão partiu do senador Cristovam Buarque, inspirado num modelo semelhante aplicado pelo Senado do Chile. Cabe à comissão, definir temas que serão debatidos em audiências públicas.

Além das carreiras dos servidores públicos, outros temas a serem debatidos pela Comissão Senado do Futuro são o futuro da Previdência Social e dos direitos trabalhistas; das emissoras de rádio e TV comunitárias; da inovação e produção científica e tecnológica; dos meios de transporte e da mobilidade urbana; e da produção de energia no Brasil. Gazeta do Povo

 



11/09/2017

Com definição do INPC, acordo de dois anos garante reajuste acima da inflação aos bancários


Na última quarta-feira (6), o IBGE (O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou oficialmente o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de agosto. A variação no mês foi negativa de - 0,03%. Com isso, o acumulado nos últimos 12 meses ficou em 1,73%.

Consequentemente, o reajuste da categoria bancária será de 2,75%, já que o acordo de dois anos firmado ano passado assegura 1% de aumento real em 2017. O presidente da Federação dos Bancários do Paraná e do Sindicato de Cascavel e Região, Gladir Basso, cita que, de acordo com um levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), entre 300 categorias, 30 tiveram reajustes abaixo da inflação; para 91 foi igual ao INPC; 107 categorias conseguiram apenas 0,5% acima da inflação e 38 categorias entre 0,51% e 1% acima da inflação, que é o caso dos bancários.

Aumento real 
Os bancários conquistaram o aumento real de 1% depois de uma longa greve de 31 dias em 2016, em um acordo de dois anos. Para 2017, o reajuste vai repor integralmente a inflação (INPC/IBGE) e garantir mais 1% de aumento real nos salários e em todas as verbas. Desde 2004, os bancários conquistam aumento real de salários. Neste ano, o reajuste de 1% acima da inflação deve ser ressaltado não apenas pelo momento histórico do País, mas também por vir em um tempo de deflação, enquanto em anos anteriores o reajuste acabava sendo corroído pela inflação.

DEFESA DO EMPREGO 
Outro avanço obtido com o acordo de 2016 foi a criação dos Centros de Realocação e Requalificação Profissional, previstos na cláusula 62 da Convenção Coletiva de Trabalho da Categoria. Os bancos deverão criar estes centros para, ao invés de demitir funcionários, requalificá-los e realocá-los em outros postos de trabalho.

O direito foi acrescentado na CCT da categoria nas negociações de 2016 e a redação da cláusula foi aprovada na última reunião do movimento sindical e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos. Uma das prioridades dos bancários deste ano é a defesa do emprego.

O comando nacional dos bancários entregou à Fenaban uma proposta de Termo de Compromisso com 21 pontos para proteção de empregos, de direitos históricos e de delimitação dos atos nocivos que podem advir da nova Lei Trabalhista (Lei 13.467/2017) e da Lei de Terceirização (Lei 13.429/2017) e de outras que ainda tramitam no Congresso Nacional. A Fenaban vai discutir o termo com os bancos para dar a resposta ao movimento sindical.

PLR E VALES 
O reajuste de 2,75% também será válido para a PLR dos bancos privados e vales refeição e alimentação, além do auxílio creche/babá. Os novos valores já são válidos para os salários referente ao mês de setembro, a serem pagos em outubro. Já a PLR deve ser paga até o dia 30 de setembro.

O comando nacional dos bancários já solicitou aos bancos a antecipação do pagamento. Atendendo à solicitação, o Banco do Brasil, que tem um programa próprio de PLR, que independe do índice, já efetuou o pagamento da PLR aos funcionários no dia 31/08. O acordo de dois anos também garantiu o abono dos 31 dias de paralisação, sem a necessidade de compensação. fonte: FEEB-PR



11/09/2017

Bradesco paga PLR nesta sexta, 15


Bradesco atendeu ao pedido do movimento sindical  e vai antecipar o pagamento da PLR para sexta, dia 15/09. Serão creditados 54% do salário, mais R$ 1.346,15, além de adicional de R$ 2.243,58.


O pagamento da PLR para todos os bancários está previsto na Convenção Coletiva de Trabalho assinada em 2016 e válida até 2018. Pelo acordo, o prazo final para crédito é 30 de setembro. 


O pagamento para quem veio do HSBC segue exatamente os mesmos moldes.


Desligados - Os bancários desligados no PDVE receberão automaticamente, na mesma data, da mesma forma que o pessoal da ativa. Para os demais desligados que fazem jus ao pagamento vale a orientação vigente: entregar carta solicitando o pagamento na área administrativa de seu antigo setor. (SEEB Maringá, com informações SP Bancários)



08/09/2017

Reajuste salarial dos bancários será de 2,75%



Bancários de todo o país terão seus contracheques do mês de setembro, reajustados em 2,75%. O percentual é composto pela inflação dos últimos 12 meses, além de 1% de aumento real. O INPC – índice definido na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), divulgado pela IBGE nesta quarta-feira (06/09), ficou em 1,73%. Pela CCT, esse percentual é arredondado para mais e acrescido de 1%. Chegando, portanto, a 2,75%.

 

O reajuste atinge também, as demais verbas financeiras. Assim, o auxílio refeição passa a ser de R$ 33,50 por dia. A cesta alimentação vai para R$ 580,81 e o auxílio creche/babá vai atingir R$ 446,10.

 

PLR

 

O aumento também se aplica a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). Pelo CCT, os bancos têm até 30 de setembro para creditar a antecipação da PLR. A primeira parcela corresponde a 54% do salário, mais R$ 1.346,11 fixo. Esse valor é limitado a R$ 7.221,23 e ao teto de 12,8% do lucro líquido dos bancos (o que ocorrer primeiro) verificado no primeiro semestre deste ano.

 

Além disso, os bancários também têm direito a receber a parcela adicional. Essa parcela corresponde a 2,2% do lucro líquido das empresas registrado nos seis primeiros meses, dividido linearmente pelo número total de empregados. Cada trabalhador recebe, no máximo, R$ 2.243,52. Parte da parcela adicional também é paga junto com a primeira parcela da PLR. (Contec)



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