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Sindicato de Maringá e Região

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04/09/2018

COE e Santander fecham proposta de aditivo


Banco assinou termo de compromisso prorrogando a validade do atual acordo

Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander se reuniu com o banco no dia 31 de agosto para negociar as cláusulas do acordo aditivo. O banco assinou um termo de compromisso prorrogando a validade até a assinatura do novo aditivo.

“É extremamente importante, neste momento de retirada de direitos, conseguirmos renovar um acordo aditivo como este, que existe desde a época do Banespa e perdura até os dias de hoje, assegurando cláusulas sociais que são referência para a Fenaban [federação dos bancos]”, afirmou a dirigente sindical Rita Berlofa. A dirigente lembra que o parcelamento de férias em três períodos, já previsto pelo aditivo do Santander, agora foi estendido também ao acordo assinado entre os bancários e a Fenaban.

Nenhum direito a menos

Outras cláusulas que estão contempladas na proposta de acordo negociada entre a COE e o banco são a licença-amamentação; a licença não-remunerada de até 30 dias ao ano para cuidar de parentes de primeiro grau que estejam adoecidos; a bolsa auxílio-estudo para primeira graduação e pós-graduação; e abono para PCDs (pessoas com deficiência), para aquisição e reparo de seus equipamentos, entre outros.

O texto resultante da reunião prevê, ainda, a renovação do Termo de Compromisso Cabesp, Banesprev e Acordo de Relações Laborais e Prestação de Serviços Financeiros – Boas Práticas. Também foi acordada a renovação do acordo do Programa de Participação nos Resultados do Santander (PPRS), que garante uma variável mínima de R$ 2.550 para todos os trabalhadores.

“Também é fundamental, na atual conjuntura, a inclusão de um termo de compromisso segundo o qual o Santander se compromete a priorizar a Comissão de Relações Trabalhistas (CRT) como meio de comunicação permanente antes de implementar qualquer mudança nas relações de trabalho previstas pela reforma trabalhista, bem como eventuais alterações de práticas já existentes durante a vigência deste acordo”, completou a dirigente Rita Berlofa.

“Esse acordo e os avanços nele apresentados se devem à mobilização e à confiança dos trabalhadores, que participam das atividades e paralisações, em suma, que se engajam na luta em defesa dos interesses e dos direitos dos bancários. Foi isso que possibilitou chegarmos a este acordo”, defendeu a dirigente sindical Maria Rosani.

Agora os sindicatos irão convocar os bancários em todas as bases para assembleias, com datas próximas, ainda a serem definidas, onde será discutida e deliberada a proposta. (SP Bancários)

 



03/09/2018

Banco Safra pagará PLR no dia 14/09

O Banco Safra comunicou que pagará a PLR aos seus empregados no próximo dia 14 de setembro já com o reajuste de 5% definido nesta Campanha Salarial. Com isto, a parcela fixa da regra básica da PLR passa a R$ 2.355,76; e o teto da parcela adicional (distribuição linear de 2,2% do lucro líquido do banco) passa a R$ 4.711,52.

Na antecipação, os bancários recebem 60% da regra básica, ou seja, 54% do salário + R$ 1.413,46; e a parcela adicional (distribuição linear de 2,2% do lucro líquido do semestre, com teto de R$ 2.355,76).

Os bancários do Safra poderão ter ainda um acréscimo de 20% na segunda parcela, dependendo do resultado do final do ano.

 

Diretoria Executiva da CONTEC



03/09/2018

Sindicato homenageia agência que completa 50 anos

O Sindicato presta homenagem a todos os bancários que trabalharam em agência do banco Santander nos 50 anos de existência da unidade, uma das mais antigas da cidade. Aquela agência pertencia ao Banespa, que foi incorporado pelo banco espanhol.


31/08/2018

Bancários de Maringá aprovam proposta da Fenaban, Caixa e BB


 

Por 170 votos a 1, foi aprovada nesta quinta-feira, 30, em assembleia convocada pelo Sindicato, a contraproposta da Fenaban, que prevê renovação da atual Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), reajuste de 5% nos salários para 2018 e INPC mais 1% de ganho real em 2019.

Conforme explanou aos bancários o presidente Claudecir de Souza, foram dez rodadas de negociação em São Paulo e duas em Brasília com a Fenaban, Caixa e Banco do Brasil. “Os bancos vieram para a mesa de negociação com o nítido propósito de retirar direitos. Inclusive corríamos o risco de não vermos renovada nossa CCT”, aponta.

Porém, acrescenta o presidente, graças a pressão do movimento sindical na mesa, negociando item a item da pauta, aos poucos foi-se avançando até arrancarmos a renovação da atual CCT, mais ganho real nos salários.

O vice-presidente do Sindicato, Carlos Rodrigues, que esteve presente representando os bancários de Maringá nas negociações com os bancos, destaca que esta foi uma das negociações mais tensas já realizadas.

“Os bancos tinham um trunfo muito importante, que é a nova legislação trabalhista. Inclusive iniciaram as negociações propondo retirada de direitos de gestantes, bancários em tratamento médico; corríamos o risco de perdermos o Saúde Caixa, a PLR Social, entre inúmeras outras conquistas de nossa CCT. Foi preciso muita habilidade, muita determinação, para que conseguíssemos chegar a esta proposta”, frisa. 



31/08/2018

Itaú: PCR será pago dia 20


Verba será reajustada pelo índice aprovado na proposta da Fenaban, de 5%, resultando no valor de R$ 2.662,62

O Itaú pagará o PCR (Programa Complementar de Resultados), junto com primeira parcela da PLR, no dia 20 de setembro. O PCR é uma conquista dos bancários do Itaú, em negociação iniciada em 2003, com mais de 80.000 trabalhadores contemplados em todo o país.

O valor do PCR será reajustado pelo índice acordado com a Fenaban, 5% (reposição da inflação mais 1,18% de aumento real), que resultará no valor de R$ 2.662,62*.  

O PCR que será pago no dia 20 é resultado do acordo bianual específico para a verba, 2017/2018, reajustado pelo índice conquistado na Campanha 2018. Os representantes dos trabalhadores cobram a renovação do acordo.

“Cobramos do Itaú, devido à reforma trabalhista, um posicionamento se existe interesse na renovação do acordo. O banco já sinalizou que sim e que, encerrada a Campanha 2018, o acordo 2019/2020 será discutido para que até dezembro esteja assinado”, esclarece o dirigente sindical Jair Alves.

O PCR também será pago aos bancários oriundos do Citibank, que teve a área de varejo recentemente incorporada pelo Itaú, de forma integral. (SP Bancários)



30/08/2018

NÃ0 à alteração do Estatuto da Cassi

 

 

 

O Sindicato dos Bancários de Maringá e Região orienta os funcionários do Banco do Brasil, da ativa e aposentados, a votarem NÃO à alteração do Estatuto da Cassi, que trará inúmeros prejuízos a todos os seus associados.

 

Na avaliação dos diretores da entidade, a proposta de mudança do Estatuto institui a cobrança de contribuição por dependente, quebrando a solidariedade ao criar contribuições diferenciadas de acordo com as faixas etárias. Além disso, institui um limitador de 7,5% dos proventos totais de cada associado.

 

Esta proposta diferencia os associados com dependentes e os sem dependentes salariais da ativa ou aposentado. Os sem dependentes continuarão contribuindo com os atuais 4% sobre os proventos totais. Já os com dependentes passarão a contribuir, num primeiro momento, com percentuais entre 4 e 7,5%, porém em poucos anos todos passarão a contribuir com 7,5%.

 

Portanto, quando se foca apenas nas questões econômicas, o banco desvia-se a atenção do verdadeiro risco da proposta, que é a total alteração do estatuto. Esta proposta atende exclusivamente aos seus interesses em detrimento dos interesses dos associados.

 

O Banco do Brasil tem feito vistas grossas ao “direito adquirido” garantido na resolução CGPAR 23. O nosso entendimento sobre esta questão é que o BB é responsável pela saúde de seus funcionários da ativa e aposentados e seus dependentes e pensionistas. Esta garantia faz parte do nosso contrato de trabalho.

 

Além do mais esta proposta que será colocada em votação não garante sustentação para a Cassi por muito tempo por conta da gritante defasagem entre os reajustes salariais e a inflação médica.

 

Alertamos aos associados para que não se deixem enganar com o terrorismo que vem sendo feito, principalmente em relação a eventual intervenção da ANS. Mesmo que isso venha a ocorrer, uma intervenção não será mais maléfica que a alteração estatutária.

 

Por conta disso, quando da votação da proposta de alteração estatutária da CASSI que o banco vai submeter ao corpo social, a orientação do Sindicato é pelo voto “NÃO”

 

O voto “NÃO” fará o BB apresentar uma proposta melhor e que garanta a autossuficiência para a Cassi.

 

Fiquemos atentos!  



29/08/2018

PLR VEM ATÉ DIA 20 DE SETEMBRO




Participação nos Lucros e Resultados dos bancários, assim como salários e demais verbas, terá reajuste de 5%, com ganho real de 1,18% nos valores fixos da regra. Proposta da Fenaban prevê ainda manutenção de todos os direitos da CCT


A proposta apresentada pela Fenaban (federação dos bancos) em rodada de negociação no dia 25 /08 prevê reajuste de 5% nos salários, PLR e demais verbas (que corresponde a reposição da inflação mais 1,18% de aumento real) e mantém todos os direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários, inclusive a regra da PLR.

Assim, com o reajuste, a parcela fixa da regra básica da PLR passa a R$ 2.355,76 – lembrando que a esse montante é somado 90% do salário base –; e o teto da parcela adicional (distribuição linear de 2,2% do lucro líquido do banco) passa a R$ 4.711,52.

Na antecipação, os bancários recebem 60% da regra básica, ou seja, 54% do salário + R$ 1.413,46; e a parcela adicional: distribuição linear de 2,2% do lucro líquido do semestre, com teto de R$ 2.355,76 (tabela abaixo mostra quanto bancários receberá de acordo com seu salário).

Ficou acordado na mesa de negociação que  a antecipação da PLR será creditada até o dia 20 de setembro.

Confira a regra da PLR

PLR Total: Regra Básica + Parcela Adicional
•  Regra Básica: 90% do salário + valor fixo de R$ 2.355,76. Caso o montante não atinja 5% do lucro líquido dos bancos o valor será elevado até o limite individual de 2,2 salários.
•  Parcela Adicional: Distribuição linear de 2,2% do lucro líquido anual dos bancos, com teto de R$ 4.711,52

Antecipação da PLR
•  60% da regra básica, ou seja, 54% do salário + R$ 1.413,46
• Parcela adicional: Distribuição linear de 2,2% do lucro líquido semestral dos bancos, com teto de R$ 2.355,76 (Fonte: Seeb SP)

Veja quanto receberá de acordo com o salário:




28/08/2018

Assembleia nesta quinta, 30, para deliberar sobre proposta Fenaban

Confira edital!


27/08/2018

BB MANTÉM TODOS OS DIREITOS




O banco propôs, assim como na mesa única, um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) de dois anos com reajuste de 5% de 2018 e inflação mais ganho real de 1% em 2019 sobre todas as verbas.

Intervalo de almoço
O intervalo de almoço dos funcionários com  jornada de oito horas poderá ser reduzido para 30 minutos, de forma facultativa. Já para os funcionários de seis horas será mantido o modelo atual, sem registro de ponto. A mudança no intervalo dos funcionários de seis horas será discutida ao longo do processo de negociação permanente até que se tenha um entendimento, inclusive em outros bancos.

No caso de horas extras, o tempo mínimo de intervalo para o funcionário de jornada de seis horas, poderá ser de 30 minutos. Diferente de como acontece atualmente, no qual o funcionário é obrigado a fazer uma hora de intervalo.

 Banco de horas
Os funcionários terão seis meses para a compensação das horas extras com folgas, sendo um dia acumulado para um dia folgado, e caso a compensação não aconteça em até seis meses, o saldo de horas será convertido em espécie e pago no mês subsequente com o devido adicional de hora extra, ou seja, uma hora e meia.

PLR
Está mantido o mesmo modelo de PLR no Banco do Brasil e o pagamento do primeiro semestre, assim como nos anos anteriores, será logo após a assinatura do acordo, caso seja aprovado.

Manutenção das três avaliações
Foi conquistada na última reunião, realizada no dia 22 de agosto, a manutenção da cláusula do Acordo Coletivo que garante a observação de três ciclos avaliatórios consecutivos de GDP com desempenhos insatisfatórios, para efeito de descomissionamento.

Mesas temáticas
O acordo mantém a mesa temática sobre Saúde e Segurança no Trabalho, e acrescenta duas novas mesas temáticas sobre Teletrabalho e Escritórios Digitais e Entidades Patrocinadas de Bancos Incorporados.

A proposta também inclui um dia de luto para falecimento de padrastos e madrastas do funcionário. E o trabalhador poderá optar pelo recebimento do vale-transporte em dinheiro ou em cartão magnético. (FEEB/PR)

 



27/08/2018

PROPOSTA MANTÉM SAÚDE CAIXA E PLR SOCIAL

Proposta veda descomissionamento de gestante; mantém Saúde Caixa nos moldes atuais para empregados e aposentados, PLR social, além de direitos contidos em inúmeras cláusulas do A

 A oitava rodada de negociação com a direção da Caixa resultou na manutenção da cobertura do Saúde Caixa nos moldes atuais, e em outros avanços em relação a proposta apresentada originalmente. Os representantes dos trabalhadores também asseguraram o pagamento da PLR Social.  A negociação se estendeu pela madrugada de domingo 26, em São Paulo e foi realizada após a mesa com a Fenaban.  

Manutenção do Saúde Caixa
As negociações garantiram a manutenção do Saúde Caixa e do modelo de custeio no qual os custos administrativo e fiscal ficarão sob encargo do banco. Além disso, 70% dos custos assistenciais também serão de responsabilidade da Caixa.

Os empregados custerão o convênio através da mensalidade de 2% sobre a remuneração-base e 20% de coparticipação sobre o valor dos procedimentos médicos, limitado a R$ 2.400 ao ano. Com isso, os bancários arcarão com 30% do custeio do Saúde Caixa. Além disso, foi garantido que a implementação do teto de 6,5% da folha de pagamento e proventos só serão implementadas a partir do exercício de 2021. Os atuais dependentes indiretos com idade de 24 anos ou mais serão mantidos no Saúde Caixa até os 27 anos, com o custo de R$ 110 ao mês. Futuramente a limitação será de 24 anos.

Foi retirada o ponto que condicionava a cobertura do Saúde Caixa aos filhos e enteados dependentes indiretos com renda inferior a R$ 1.800.

Contudo, os empregados admitidos após 31 de agosto de 2018 não terão direito ao Saúde Caixa nos moldes atuais. A Caixa assegurará aos empregados admitidos após 31 de agosto e seus dependentes, assistência à saúde submetido à legislação vigente.

“Manifestamos nosso absoluto repúdio em relação a essa discriminação e vamos construir a luta junto com os futuros trabalhadores, como já fizemos no passado, para inseri-los no Saúde Caixa”, afirma Dionisio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).

PLR e PLR Social
Foi garantida a PLR social (4% do lucro líquido apurado no exercício de 2018, distribuído em valores iguais para todos os empregados.

Pagamento da PLR pela regra Fenaban (90% da remuneração-base vigente em primeiro de setembro de 2018 acrescido do valor de R$ 2.355,76, limitado ao valor de R$ 12.637,50) .

Antecipação de 50% do valor da PLR devida a ser paga em 20 de setembro. Pelo acordo atual, a porcentagem da antecipação é de 60%.

CEE Caixa garante  manutenção da função das gestantes
A negociação atual conquistou a manutenção da titularidade da  função gratificada das gestantes e empregadas que usufruem de licença-maternidade. Ou seja, a Caixa não pode descomissioná-las.

Adicional noturno em jornada mista
Está mantida a redação do acordo coletivo atual quanto ao adicional noturno, principalmente quanto a jornada mista, que compreende as que se iniciam entre 22h e 2h30 e se encerram após as 7h do dia seguinte, a chamada jornada mista. Hoje, as horas trabalhadas após as 7h, nesse tipo de jornada, são pagas acrescidas também de adicional noturno.

VA, VR e Cesta Alimentação durante licença médica
Também estão mantidas as garantias do acordo coletivo atual, que garante vale alimentação, vale refeição e cesta alimentação aos empregados em licença médica. A Caixa queria limitar esses auxílios para o período máximo de 180 dias e, no caso de doenças graves, para o período máximo de dois anos.

Isenção de tarifas
As isenções de tarifas para empregados estão mantidas. Outro item que a Caixa queria alterar.

Ausências permitidas
Nas negociações anteriores, a Caixa tentou limitar ausências permitidas garantidas pelo ACT atual.

O banco voltou atrás e  manteve o direito de se ausentar do trabalho para participar de seminários, congressos ou outras atividades, desde que previamente autorizado pelo gestor, e que não implique custos para a empresa.  

Também manteve o direito dos empregados de se ausentarem por até 12 ou 16 horas por ano, conforme a jornada de 6 ou 8 horas, respectivamente, para levar cônjuge, companheiro, pai, mãe, filho, enteado menor de 18 anos ou dependente menor de 18 anos a  consultas e procedimentos médicos.

Entretanto, na proposta mais recente apresentada, a Caixa suprime a ausência permitida de até dois dias por ano para internação hospitalar por motivo de doença de cônjuge ou companheiro, filho, enteado, pai ou mãe.

Intervalo intrajornada
A Caixa voltou atrás na tentativa de estender o intervalo intrajornada para empregados com jornada de até 6 horas para 30 minutos, sendo que 15 minutos ficariam dentro da jornada e outros 15 ficariam fora da jornada. Também recuou na proposta de reduzir redução do intervalo de 1 hora para 30 minutos para empregados com jornada acima de 6 horas.

Mais direitos garantidos
Entre outras clausulas mantidas estão: delegados sindicais, Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), descanso adicional em agência barco, grupos de trabalho, incorporação ao REB ao novo plano da Funcef, promoção ano base 2018/2019, qualidade de vida dos empregados, tesoureiro executivo, trabalho da gestante, registro de jornada, 13ª cesta alimentação. (FEEB-PR)


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