Bancários

Sindicato de Maringá e Região

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22/02/2017

Realização de mesa sobre a reorganização do BB acontece hoje


O Banco do Brasil confirmou a realização de Mesa sobre a reorganização em curso nesta quarta-feira 22, a partir das 14 h 30, no Edifício. Sede III - 20º andar, sala ONU, em Brasília/DF.

O Diretor Carlos Ferreira Kravicz (foto) do Sindicato dos Bancários de Ponta Grossa e Região irá representar esta Federação e seus Sindicatos filiados no evento. Com o fechamento de agências e consequentemente com a redução de 9402 postos de trabalho através do PEAI, houve muitos descomissionamentos a nível nacional, prejudicando sobremaneira os funcionários envolvidos.

A política adotada pelo governo é a diminuição do papel público do Banco do Brasil, com prejuízo direto para o bolso do consumidor, e uma vez que os bancos privados entrarem no crédito rural, as taxas de juros serão muito maiores do que as subsidiadas pelo Banco do Brasil e, com certeza, o custo será repassado para o consumidor final.

Diante disso, solicitamos a todos os sindicatos que nos enviem perguntas e questionamentos acerca da reestruturação lançado no final do ano passado e que está refletindo atualmente nas agências do Banco do Brasil.



22/02/2017

BC deve manter ritmo e cortar juros em 0,75 ponto hoje, segundo analistas


O Banco Central deve manter o ritmo e reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 0,75 ponto percentual nesta quarta-feira (22), de acordo com economistas consultados na pesquisa Focus do BC, que passaram a ver a inflação e o dólar ainda mais baixos este ano.

A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC deve ser divulgado no começo da noite, depois de uma reunião de dois dias. A taxa atual é de 13%. 
A redução dos juros começou no fim do ano passado, com dois cortes de 0,25 ponto. Na últim
a reunião, em janeiro, fez o maior corte em quase cinco anos: de 0,75 ponto percentual.

Numa pesquisa da agência de notícias Reuters, 53 de 54 analistas disseram esperar um corte de 0,75 ponto, para 12,25% ao ano.

Segundo o economista Gesner Oliveira, da GO Associados e colunista do UOL, o mais provável é que o corte seja de 0,75 ponto, mas o BC poderia até surpreender o mercado e anunciar uma baixa de 1 ponto, para 12% ao ano. Do ponto de vista técnico, segundo ele, haveria condições para isso.

Juros X Inflação 
Os juros são usados pelo Banco Central para tentar controlar a inflação. De modo geral, quando a inflação está alta, o BC sobe os juros para reduzir o consumo e forçar os preços a caírem. Quando a inflação está baixa, o BC derruba os juros para estimular o consumo.

A meta é manter a inflação em 4,5% ao ano, mas há uma tolerância de 1,5 ponto, ou seja, pode variar entre 3% e 6%.

Juros para o consumidor são mais altos 
A Selic é a taxa básica da economia e serve de referência para outras taxas de juros (financiamentos) e para remunerar investimentos corrigidos por ela. Ela não representa exatamente os juros cobrados dos consumidores, que são muito mais altos.

Segundo os últimos dados divulgados pelo BC, a taxa de juros do cheque especial em dezembro atingiu 328,6% ano ano, e os juros do rotativo do cartão de crédito ficaram em 484,6% ao ano. (Fonte: UOL)



20/02/2017

Sindicato fecha agência do Santander em Maringá por 1 hora em protesto

O Sindicato dos Bancários realizará nesta segunda-feira, 20, um protesto em frente a agência do banco Santander, em Maringá, a partir das 9h. O ato, com retardamento da abertura da unidade em uma hora, será na agência da Avenida São Paulo, 635.

O assédio moral, no banco, chegou a uma situação insuportável, aponta o presidente em exercício do Sindicato, Carlos Roberto Rodrigues. Devido a essa pressão exagerada de gestores, a maioria dos funcionários está adoecendo, muitos inclusive já afastados para tratamento médico.

 

FALTA DE FUNCIONÁRIOS

A falta de funcionários – devido a uma política de demissões sem novas contratações –  também tem gerado outra consequência, além da sobrecarga de trabalho: as longas filas se tornaram rotina. Inclusive o Procon Municipal já emitiu diversas notificações devido a isso.

“Queremos um basta. Ou o banco toma uma atitude urgente no sentido de cessar esse assédio, contrata mais bancários, ou iremos continuar com a denúncia pública, mediante o fechamento de agências bancárias em protesto”, frisa o presidente.



20/02/2017

Contra assédio e falta de funcionários, Sindicato realiza protesto em agência do Santander


 

O Sindicato realizou nesta segunda-feira, 20, protesto em frente a agência do Santander da Av. São Paulo. A ação é contra o assédio moral na instituição, que atingiu níveis absurdos, e a falta de funcionários, o que aumenta a sobrecarga de trabalho, o estresse, pressão e longas filas. O banco vem promovendo demissões sem novas contratações.

 

 

Além disso, o banco transformou a agência da Av. São Paulo, alvo deste primeiro protesto, que deverá se estender para outas unidades, em atendimento digital. Com isso, os clientes foram migrados para a agência centro e não houve aumento na quantidade de funcionários, nem de caixas.

 

 

Para tentar fugir das longas filas, clientes e usuários estão utilizando as agências mais periféricas, que também vivem o caos, com longas filas e correria o dia todo dos funcionários. A maioria tem trabalhado até bem depois do expediente, que já é extenuante.

 

 

Os gestores também têm pesado a mão e estão abusando nas cobranças exageradas e feitas com o claro intuito de desestabilizar o funcionário. Muitos estão se afastando para tratamento médico.

 

 

“A situação realmente está terrível neste banco. Caso o Santander não reveja sua forma de atuação, cessando demissões e contratando mais, dando um basta nesse assédio, vamos continuar pressionando, com novas ações”, adianta o presidente em exercício, Carlos Roberto Rodrigues. 



20/02/2017

Reunião no Ministério Público do Trabalho sobre PDVE da CAIXA


A diretora de Finanças da CONTEC e coordenadora da Comissão de Negociação da CONTEC junto a CAIXA, Rumiko Tanaka, participou nesta manhã (17/02) de audiência mediadora, no Ministério Público do Trabalho, que tratou das regras do novo Plano de Desligamento Voluntário Extraordinário (PDVE) da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. Pela representação da CAIXA estavam presentes: Almir Márcio Miguel, Fábio dos Santos Souza e Alcefredo Pereira de Souza, além das procuradoras do Trabalho: Marici Coelho de Barros Pereira e Ana Cristina Tostes Ribeiro.

Na ocasião, a CAIXA esclareceu que atendeu o pedido de seus empregados e realizou algumas modificações no PDVE. Entre elas: 

retirou a cláusula 3ª, que exigia a quitação total do contrato de trabalho; 
- estendeu o prazo de adesão até o dia 24 de fevereiro com desligamento até 31 de março de 2017; 
- retirou a cláusula 4ª, que estabelecia a competência do foro a justiça federal; 
- manutenção do plano de saúde por 24 meses, caso o empregado não comprove a aposentadoria até 28/02/2018; 
- ampliou o público elegível para que atenda também os empregados com condições de aposentar-se até 31/12/2017; 
- permanecem, em relação à FUNCEF, as regras atuais a respeito dos empregados desligados por aposentadoria; 
- esclareceu que os empregados desligados na condição de aposentados terão os mesmos benefícios previstos no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT);

Após os esclarecimentos, os representantes dos bancários denunciaram que haviam gestores coagindo e pressionando empregados a aderirem ao PDVE. As procuradoras consideraram as denúncias graves e determinaram que a CAIXA oriente melhor os seus gestores para que a adesão seja realmente individual e voluntária. Destacaram ainda a necessidade de a CAIXA aplicar “providências disciplinares” para aqueles que estiverem praticando esse tipo de coação.

A CONTEC registrou na ocasião a necessidade de a direção da CAIXA entender a necessidade de ampliar o debate antes mesmo de qualquer providência ou ato administrativo que vá impactar diretamente na vida dos bancários. Pois as indisposições podem ser evitadas com o amplo debate em mesa de negociação. (Fonte: Contec)




17/02/2017

Já está circulando entre os bancários edição de fevereiro do jornal da entidae




17/02/2017

Procon de Londrina fecha banco por descumprir tempo máximo de espera

O Procon de Londrina, no norte do Paraná, fechou uma agência bancária, na manhã desta terça-feira (14h), devido ao descumprimento do tempo máximo de espera por atendimento estabelecido por lei, que é de 15 minutos em dias normais.

O processo administrativo movido contra o banco durou aproximadamente um ano e foi aberto a partir de denúncias de consumidores.



O órgão informou que a agência do Banco Santander, localizada na Rua Minas Gerais, no Centro de Londrina, foi notificada durante o andamento do processo para que tomasse providências quanto ao tempo de espera na fila. Como não houve manifestação do banco, o alvará de licença para funcionamento da agência foi suspenso temporariamente, pelo prazo de sete dias.

De acordo com o coordenador do Procon de Londrina, Gustavo Richa, a lei determina que, a partir da quinta reclamação, o alvará pode ser suspenso.

Lei municipal
Uma lei municipal, de 1998, determina que agências e postos de serviços bancários devem garantir um tempo de espera de, no máximo, 15 minutos, em dias normais, e de meia hora, na véspera de feriado prolongado, um dia após o feriados e em dias de pagamento de funcionários públicos.

A legislação exige entrega de senha de atendimento ao consumidor, que contenha o horário de emissão. Em caso de descumprimento, o banco pode ser punido com advertência, multa e, por fim, suspensão do alvará de funcionamento.

Por meio de nota, o banco Santander informou que vai recorrer da decisão.



17/02/2017

Sindicato apoia Rosinéia Balbino para Caref




17/02/2017

Com aposentadoria incentivada, lucro do BB desaba

 
O Banco do Brasil (BB) obteve lucro líquido ajustado de R$ 1,747 bilhão no quarto trimestre de 2016, resultado 34% inferior ao obtido no mesmo período do ano anterior. O número exclui o impacto das despesas não recorrentes de R$ 1,401 bilhão com o plano de aposentadorias incentivadas lançado pela instituição.

O lucro contábil, que inclui itens extraordinários, foi de R$ 963 milhões, com redução de 61,6% em relação aos três últimos meses de 2015. 
No ano passado como um todo, o lucro ajustado foi de 7,171 bilhões, o que representa queda de 38,2%. Analistas consultados pelo Valor previam lucro ajustado de R$ 2 bilhões para o BB entre outubro e dezembro.

As ações do banco, no entanto, estão entre as maiores altas do Ibovespa no dia. Às 14h49, BB ON avançava 2,45%, para R$ 32,64, frente às expectativas do mercado para o desempenho da instituição este ano.

A margem financeira bruta somou R$ 15,333 bilhões no quarto trimestre, o que representa alta de 7,5% na comparação com igual intervalo do ano anterior. A renda de tarifas avançou 6,3%, para R$ 6,361 bilhões.

As despesas líquidas com provisões para devedores duvidosos somaram R$ 6,636 bilhões nos três últimos meses do ano passado, com alta de 9% frente ao terceiro trimestre e de 4,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Retorno ajustado 
O BB apresentou retorno sobre o patrimôni
o líquido anualizado ajustado (ROAE) de 7,2% no quarto trimestre do ano passado. Em 2016 como um todo, ficou em 7,5%. O retorno ajustado havia sido de 12% no quarto trimestre de 2015.

O presidente do BB, Paulo Caffarelli, tem afirmado que o objetivo é levar o retorno da instituição, no médio prazo, a um patamar parecido com o dos grandes bancos privados. Ou seja, em torno de 20%. Para isso, tem apostado em medidas de melhoria da eficiência operacional.

Caffarelli, no entanto, conseguiu entregar no quarto trimestre outra de suas metas — a de elevar o capital principal do BB a 9,5% até 2019. 
O BB fechou o ano passado com 9,6% de capital principal, aquele considerado de melhor qualidade, ante 9,1% em setembro e 8,2% em dezembro de 2015. 
O índice de Basileia aumentou para 18,6% no fim do ano passado, ante 17,6% em setembro e no fim do ano anterior.

Expectativas 
Em relatórios divulgados nesta manhã, analistas de diversas casas destacaram como ponto positivo da divulgação de resultados as metas traçadas pela instituição para 2017.

Para o Goldman Sachs, a meta do BB para o lucro líquido em 2017 parece ser “conservadora e alcançável”. O Banco do Brasil divulgou hoje uma projeção de lucro líquido ajustado para este ano entre R$ 9,5 bilhões e R$ 12,5 bilhões. Em 2016, o resultado foi de R$ 7,2 bilhões.

Pelos cálculos do Goldman Sachs, o banco atingirá R$ 10,1 bilhões de lucro neste ano, com parco crescimento do crédito, menores despesas com provisão para crédito e uma pequena pressão na margem.

O Credit Suisse também considerou os números do BB em linha com o esperado e prevê um resultado de R$ 11,6 bilhões. 
Para o BTG Pactual, as projeções para 2017 foram o ponto alto da divulgação de resultados do BB, apesar de não acompanharem as previsões mais otimistas feitas para provisão de crédito e despesas.

O ponto que deixou a desejar, segundo o BTG, diz respeito à rentabilidade. Os analistas dizem que a recuperação do retorno está acontecendo, mas de forma gradual. A rentabilidade do BB em 2016 foi de 7,5%. A preocupação dos analistas está relacionada à qualidade dos ativos. (Fonte: Valor Econômico)



17/02/2017

Itaú ultrapassa BB e se torna o maior banco do país


 
O Itaú Unibanco ultrapassou em dezembro o Banco do Brasil (BB) em ativos totais. Com isso, o Itaú tornou­se o maior banco do país.

O Itaú apresentou um total de R$ 1,425 trilhão de ativos ao fim de dezembro, enquanto o BB ficou com R$1,401 trilhão. Ao longo do último ano,os ativos do Itaú cresceram 4,8%, enquanto os do BB se mantiveram praticamente estáveis.

Nesta quinta­feira, o BB divulgou os resultados do quarto trimestre. A instituição obteve lucro líquido ajustado de R$ 1,747 bilhão no quarto rimestre de 2016, resultado 34% inferior ao obtido no mesmo período do ano anterior. O número exclui o impacto das despesas não recorrentes de R$ 1,401 bilhão com o plano de aposentadorias incentivadas lançado pela instituição.

O lucro contábil, que inclui itens extraordinários, foi de R$ 963 milhões, com redução de 61,6% em relação aos três últimos meses de 2015.

No último dia 7, o Itaú divulgou seu balanço, com lucro líquido recorrente R$ 5,817 bilhões no quarto trimestre do ano passado, o que representa aumento de 1,8% em relação ao mesmo período de 2015 em bases pro forma, incluindo o CorpBanca em todo o período analisado. De janeiro a dezembro de 2016, o banco lucrou R$ 22,150 bilhões, com redução de 7%.

Em termos contábeis, o lucro do Itaú recuou 2,7% no quarto trimestre, para R$ 5,543 bilhões, e 7,4% no ano passado como um todo, quando somou R$ 21,639 bilhões. (Fonte: Valor Econômico)



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