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26/05/2017

Marcha vitoriosa; centrais avaliam grande ato dos trabalhadores


Sob qualquer ângulo que se queira avaliar a 9ª Marcha dos Trabalhadores sobre Brasília, nesta quarta-feira (24), a conclusão é que foi um ato unitário, maciço, forte e que cumpriu ao que se propôs — demonstrar oposição firme ao governo ilegítimo e contra as reformas neoliberais da Previdência (PEC 287/16) e trabalhista-sindical (PLC 38/17 - PL 6.787/16), que exterminam o direito à aposentadoria e ao trabalho.


Talvez, a única crítica que possa se fazer é o fato de a coordenação da marcha não ter cuidado, adequadamente, da segurança interna do evento, contra as infiltrações das forças repressivas e de direita para tentar desestabilizar o grande ato político do movimento sindical, a fim de afastá-lo do povo.


No mais, a marcha deu uma demonstração de força, vitalidade política do movimento sindical, coesão, e, sobretudo, capacidade de mobilização dos trabalhadores contra a retirada de direitos dos assalariados, em particular, e da sociedade em geral.


A repressão policial à marcha foi tão descabida e sem propósito, que o presidente Michel Temer revogou, nesta quinta-feira (25), o decreto que autorizou o uso da Forças Armadas na Esplanada dos Ministérios. Ou seja, o presidente convocou as Forças Armadas para conter a ação localizada e isolada de vândalos e agentes provocadores. Decisão irresponsável, não poderia ter outro destino.


O movimento sindical, em seus atos, em Brasília, nunca depredou ou vandalizou prédios públicos. Nenhum dirigente sindical sairia de seu estado, num momento desse em que vivemos, para cometer os desatinos, que ficaram evidentes foram praticados por agentes infiltrados das forças repressivas.


“Maior marcha da história” 
A CUT, em nota, disse que foi a “maior marcha da história”. E concluiu que “não vão [as centrais] esmorecer na luta em defesa dos direitos e da democracia, devendo reunir-se para discutir a continuidade da luta e, continuando a tramitar as reformas, adotar o chamado a uma nova greve geral maior do que paralisou o Brasil em 28 de abril.”


Retirar as reformas 
“A solução para a pacificação do povo brasileiro, com a consequente retomada da economia, está, outra vez, com o próprio governo e com o Congresso Nacional. Não há a mínima condição de estas reformas prosseguirem. Têm de ser retiradas e refeitas, repactuadas com toda a sociedade e, especialmente, com o movimento sindical. Não há mais como não ver esta realidade”, chama a atenção a Força Sindical.


Violência contra os trabalhadores 
A UGT “condena violência contra trabalhadores em Brasília”. “A marcha, que reuniu trabalhadores de todo o País, saiu pacificamente das imediações do estádio Mané Garrincha e, quando chegou próximo ao Congresso Nacional, a manifestação democrática e pacífica foi recebida por uma polícia despreparada que, provocada por agentes infiltrados, identificados pelos trabalhadores como estranhos ao movimento, e por um grupo de mascarados, reprimiu de forma violenta homens e mulheres que exerciam seu democrático direito de protesto.”

Contra o retrocesso neoliberal 
“A 9ª Marcha da Classe Trabalhadora, organizada de forma unificada pelas centrais sindicais, foi a maior manifestação já vista em Brasília e reflete não só a capacidade de luta dos trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil, mas, sobretudo, a insatisfação da sociedade com tudo que vier desse governo ilegítimo”, destacou a CTB.


Retirada dos projetos que subtraem direitos 
“Para o bem da Nação e manutenção do diálogo democrático, sugerimos de imediato, a suspenção dos projetos que subtraiam direitos conquistados ao logo dos anos pelo povo brasileiro e o movimento sindical”, chamou a atenção da Nova Central Sindical dos Trabalhadores.


“Marcha histórica reúne 200 mil em Brasília” 
“O secretário de Formação Sindical da CSB, Cosme Nogueira, assegurou que o povo não vai permitir a aprovação de projetos que prejudicarão a vida de milhões de brasileiros. ‘Falta assistência à saúde, assistência à educação, e esses que não nos representam querem impor reforma da Previdência, reforma trabalhista. Olhem só, as vozes da rua! O povo está descontente. Chega!’, disse o dirigente na marcha.


Greve geral de 48 horas 
A CSP Conlutas publicou em seu portal matéria que expressa a vitoriosa marcha. "Os 150 mil que ocuparam Brasília são expressão de uma mobilização crescente que não se constrói desde hoje, mas ganhou força nas recentes atividades unitárias marcadas pelas centrais sindicais e movimentos.


O Dia Internacional da Mulher, no último 8 de março, e o dia 15, com paralisação nacional e lutas, impulsionaram a forte greve geral realizada no dia 28 de abril e culminaram com o #OcupeBrasília." (Fonte: Diap)



26/05/2017

Em Brasília, trabalhador foi baleado durante marcha contra as reformas


Carlos Giovani Cirilo, representante da ATHEMG/SINDPROS-MG, filiado à União Geral dos Trabalhadores (UGT), foi baleado ontem (24/05) por policiais militares, durante marcha dos trabalhadores em protesto às injustas Reformas Trabalhista e Previdenciária na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

O trabalhador segue internado, em estado grave na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital de Base. A UGT está acompanhando as investigações e, mandou buscar familiares dele, que já estão na capital federal para acompanha-lo.

O presidente da CONTEC e secretário de Relações Internacionais da UGT, Lourenço Prado, criticou duramente a ação policial durante o protesto. Segundo ele, todas as medidas serão tomadas por parte da central sindical para cobrar a responsabilização dos culpados.

“O policial errou e deve ser penalizado por isto. Não dá pra admitir que uma arma letal fosse disparada durante um protesto de trabalhadores. O que queriam? Nos calar?”, questionou Prado.

Além de combater as reformas, o movimento também pediu o afastamento do presidente, Michel Temer, flagrado recentemente em conversas não republicanas com um empresário investigado na Operação Lava-Jato.

Segundo Prado, a UGT vai acompanhar de perto todo o processo de investigação dos culpados para assegurar que os responsáveis sejam punidos. O secretário da UGT informou ainda que vai denunciar o atentado contra a vida de um trabalhador na Organização Internacional do Trabalho (OIT) e na UNI GLOBAL.

“Vamos denunciar isto a todas as organizações internacionais. Não se pode ameaçar o direito de um trabalhador de protestar, principalmente se vivemos num pais democrata! Temos de buscar forças para garantir que isto não ocorra mais”, indignou-se.

O último boletim médico de Carlos Cirilo foi apresentado no final desta tarde de quinta-feira. Ainda há risco de morte e por isto, a Diretoria Executiva da CONTEC pede a todos que formem uma corrente de oração em favor da vida dele. (Fonte: Contec)



26/05/2017

Reforma trabalhista: ministros do TST apontam cerca de 50 lesões a direitos na proposta


Email Documento entregue à Presidência do Senado e ao relator do PLC nº 38/2017 é assinado por 17 ministros 
Dezessete ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o que corresponde a mais de 62% da composição do Tribunal Pleno, entregaram à Presidência do Senado Federal na tarde desta quarta-feira (24/5) documento com considerações jurídicas ao PLC nº 38/2017, que dispõe sobre a reforma trabalhista.

O documento também foi entregue ao gabinete do senador Ricardo Ferraço, relator da proposta na Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Assuntos Sociais (CAS) e a diversos parlamentares presentes à sessão.

Os ministros encontraram no texto da reforma cerca de 50 lesões graves de direitos, muitos deles de caráter múltiplo, bem como de garantias trabalhistas dos empregados, além de ameaças a regras de segurança dos trabalhadores.

O documento também ressalta a preocupação dos signatários com a liberação da prática da terceirização de forma irrestrita em benefício das empresas tomadoras de serviços e a falta da isonomia obrigatória entre o trabalhador terceirizado e o empregado contratado diretamente. Ainda o segundo o documento, a reforma projeta efeitos restritivos também no âmbito do Direito Processual do Trabalho.

"Trata-se um importante documento produzido e subscrito por quase dois terços dos ministros do TST, inclusive pelos dois presidentes anteriores, com um perfil técnico, e que merece ser lido por todos os senadores antes de qualquer deliberação", afirma o presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Germano Siqueira, que acompanhou a entrega do documento juntamente com diversos ministros e o diretor de Assuntos Legislativos, Luiz Colussi. (Fonte: Anamatra)

Clique aqui e confira a íntegra do documento, assinado pelos seguintes ministros do TST:

João Oreste Dalazen – ex-presidente 
Antonio José de Barros Levenhagen – ex-presidente 
Lelio Bentes Corrêa 
Luiz Philippe Vieira de Mello Filho 
Alberto Bresciani 
Maria de Assis Calsing 
Guilherme Augusto Caputo Bastos 
Walmir Oliveira da Costa 
Maurício Godinho Delgado 
Katia Magalhães Arruda 
Augusto Cesar Leite de Carvalho 
José Roberto Freire Pimenta 
Delaíde Arantes 
Hugo Scheuermann 
Alexandre Agra Belmonte 
Cláudio Mascarenhas Brandão 
Maria Helena Mallmann



26/05/2017

Projeto quer dar 2 folgas ao ano para trabalhador tratar de assunto pessoal


A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-­feira (25) proposta que permite ao trabalhador faltar uma vez por ano, sem prejuízo do salário, para tratar de interesse particular e, outra vez, para participar de atividade escolar de dependente matriculado no ensino fundamental ou médio.

O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Fábio Mitidieri (PSD­SE), ao Projeto de Lei 483/11, do Senado. Conforme o substitutivo, o empregado, se assim preferir, poderá usar as duas faltas só para tratar de assuntos particulares ou apenas para participar de compromissos escolares.

"Cabe ao trabalhador decidir como melhor alocar os seus afastamentos justificados", afirmou Mitidieri. "Alteramos o projeto para dar maior liberdade ao trabalhador no gerenciamento do seu afastamento", complementou.

Além disso, o texto aprovado estabelece que a participação na atividade escolar deverá ser requerida pelo empregado com, pelo menos, 15 dias de antecedência.

Na proposta original, do senador Paulo Paim (PT­RS), o pedido deveria ser feito com, no mínimo, 30 dias de antecedência. "No caso dos eventos escolares, muitas vezes o pai ou a mãe da criança recebe a comunicação do evento menos de um mês antes", argumentou o relator.

O projeto acrescenta dispositivos à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Tramitação 
Já aprovada em 2011 pela então Comissão de Educação e Cultura, a matéria segue para análise conclusiva da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). (Fonte: UOL)



25/05/2017

Sindicato participa de dia histórico em Brasília


 

“Nesta quarta-feira, 24, tivemos a firme convicção que, mais que estamos presentes a uma grande mobilização, participamos de um momento histórico, em que a classe trabalhadora reassume o protagonismo e vai à luta reescrever uma história que já estava praticamente pronta. Foi um basta a este conluio pernicioso entre Governo, Congresso e a elite econômica, que tentavam impor um retrocesso sem precedentes aos trabalhadores e a toda a sociedade brasileira.”

 

A avaliação é do diretor Luiz Carlos Pereira, um dos representantes dos bancários de Maringá na ocupação de Brasília, que reuniu em torno de 200 mil trabalhadores em um protesto histórico contra as reformas do presidente Temer e seus aliados. Do Sindicato estiveram presentes ainda Ricardo, Paulinho, Vilmar, Carlos Antônio, Chicão, Nicélia, Odilon, Edson Mosca e Leopoldino.

 

“Estes bravos diretores estão de parabéns. Foram à luta, representando todos os bancários da nossa base, ajudando a engrossar este grande movimento em favor de todos os trabalhadores. Esta marcha é um novo marco no sindicalismo brasileiro. Deixamos claro que não aceitaremos retrocessos em nossas conquistas históricas e necessárias", acrescenta o presidente Claudecir de Souza.

 

RECEBIDOS A BALA

O #OcupaBrasília,  segundo a organização do movimento, reuniu mais de 200 mil manifestantes. Trabalhadores do campo e da cidade e movimentos sociais iniciaram o protesto com marcha que saiu do estádio Mané Garrincha em direção à Esplanada dos Ministérios. Apesar de pacífica, quando o início da marcha chegou próximo ao Congresso Nacional foi recebida com bombas de efeito moral e balas de borracha pela Polícia Militar do Distrito Federal e pela Força Nacional. Segundo imagens da Rede Globo, há suspeitas inclusive do uso de arma de fogo por policiais.

 

A marcha foi organizada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), UGT (União Geral de Trabalhadores), Força Sindical, NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores), CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), Intersindical, CSP-Conlutas e CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros).



24/05/2017

Movimento sindical coloca pressão em Brasília em marcha contra reformas



Milhares de representantes de sindicatos de todo o país, entre eles, dos Bancários de Maringá, "ocupam" Brasília, nesta quarta-feira, dia 24/05, em protesto contra as reformas.


Mais de 25 mil pessoas estão na Capital. Os representantes dos trabalhadores foram recebidos com violência pelas forças de segurança, que utilizaram gás lacrimogêneo, sprays de pimenta, cacetetes, entre outros instrumentos para dispersar os manifestantes e evitar que se aproximassem do Congresso Nacional. 


 "Chega de sacanagem deste governo, deste Congresso. Basta. Hoje estamos aqui para demonstrar nossa indignação, nossa força e união contra esta agenda perniciosa para a classe trabalhadora, para as futuras gerações", aponta o diretor Vilmar Alves Feitosa, que integra comitiva do sindicato. 


"Esta grande marcha será um novo marco no sindicalismo brasileiro. Não podemos retroceder em nossas conquistas históricas e necessárias.  A única fronteira contra o desmantelamento dos direitos trabalhistas e previdenciários são os SINDICATOS, sem estes organismos, adeus aposentadoria e condições de trabalho, adeus conquistas galgadas degrau a degrau, com sangue e muito suor", destaca o presidente Claudecir de Souza.


A marcha foi organizada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), UGT (União Geral de Trabalhadores), Força Sindical, NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores), CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), Intersindical, CSP-Conlutas e CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros).


Crise e suspensão
As reformas trabalhista (PLC 38/2017) e da Previdência (PEC 287) tiveram seus trâmites suspensos pelos relatores das propostas logo depois da divulgação de áudios sobre uma reunião de Temer com Joesley Batista. Na segunda 22, porém, a trabalhista teve anunciado o retorno de seu trâmite pelo relator da matéria, Ricardo Ferraço (PSDB-ES).


A proposta, que representa na prática o fim dos direitos previstos na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), já foi aprovada pela Câmara e agora espera análise das Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Assuntos Sociais (CAS) do Senado.

A reforma da Previdência, que na prática acaba com a aposentadoria pública no país, permanece paralisada na Câmara dos Deputados. O relator da PEC 287, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), alegou em nota que "não há espaço para avançarmos com a Reforma da Previdência no Congresso Nacional nessas circunstâncias'. 



23/05/2017

Diretores do Sindicato se dirigem a Brasília para participar de protesto nesta quarta, 24


Milhares de representantes de sindicatos de todo o país, entre eles, dos Bancários de Maringá, estarão em Brasília, nesta quarta-feira, dia 24/05, em protesto contra as reformas. Comitiva do sindicato saiu nesta manhã de Maringá rumo a Capital Federal.


"Esta grande marcha será um novo marco no sindicalismo brasileiro. Não podemos retroceder em nossas conquistas históricas e necessárias.  A única fronteira contra o desmantelamento dos direitos trabalhistas e previdenciários são os SINDICATOS, sem estes organismos, adeus aposentadoria e condições de trabalho, adeus conquistas galgadas degrau a degrau, com sangue e muito suor", destaca o presidente Claudecir de Souza.


Aos dirigentes do nosso sindicato, que embarcaram para Brasília, o presidente comenta: "Vocês, nesta viagem, estão representando milhares, ou seja, milhões de trabalhadores  de todos os segmentos profissionais, que mesmo sem conhecê-los esperam por nossa vitória. Como sabemos, este projeto de reforma é basicamente patronal, do capitalismo selvagem. Lutem pelos bancários e lutem por todos os trabalhadores. Deus vos acompanhe!"


A marcha está sendo organizada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), UGT (União Geral de Trabalhadores), Força Sindical, NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores), CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), Intersindical, CSP-Conlutas e CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros).


Crise e suspensão
As reformas trabalhista (PLC 38/2017) e da Previdência (PEC 287) tiveram seus trâmites suspensos pelos relatores das propostas logo depois da divulgação de áudios sobre uma reunião de Temer com Joesley Batista. Na segunda 22, porém, a trabalhista teve anunciado o retorno de seu trâmite pelo relator da matéria, Ricardo Ferraço (PSDB-ES).


A proposta, que representa na prática o fim dos direitos previstos na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), já foi aprovada pela Câmara e agora espera análise das Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Assuntos Sociais (CAS) do Senado.

A reforma da Previdência, que na prática acaba com a aposentadoria pública no país, permanece paralisada na Câmara dos Deputados. O relator da PEC 287, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), alegou em nota que "não há espaço para avançarmos com a Reforma da Previdência no Congresso Nacional nessas circunstâncias'. (Sindicato e FEEB-PR)



23/05/2017

Rodada de negociação sobre reestruturação no Banco do Brasil


O Banco do Brasil confirmou para o próximo dia 01/06 a realização de rodada de negociação sobre a reestruturação.    
                    
Na oportunidade será discutida a prorrogação da VCP (Verba de Caráter Pessoal) por 12 meses para os atingidos pela reestruturação. 
No início do mês, houve reunião na Procuradoria Geral do Trabalho em Brasília, para a quarta audiência pública para tratar da reestruturação em curso no banco.

Os assuntos abordados foram os assistentes de gerente, a situação dos caixas nos casos de agências que possuem um único funcionário na função.

O BB informou, na oportunidade, que a prorrogação do pagamento da VCP, assunto que seria reavaliado naquela audiência, só seria decidida em 1º de junho. Atualmente o BB possui 3.629 funcionários em VCP total ou parcial.


18/05/2017

‘Temer perde a legitimidade para continuar no Governo’, defende presidente do Sindicato

 

“O presidente Michel Temer perde a legitimidade para continuar à frente da Presidência da República diante de tão graves denúncias divulgadas pela imprensa. Mais ainda: ele perde toda a condição para continuar conduzindo essas ‘reformas’, que objetivavam acabar com a aposentadoria para a maioria dos trabalhadores e retirar direitos trabalhistas.”

 

A afirmação é do presidente do Sindicato dos Bancários de Maringá e Região, Claudecir de Souza. Para o dirigente sindical, o presidente não tem mais condições de continuar governando. “Pelo que tivemos conhecimento até o momento, as provas são irrefutáveis. Este é um escândalo grave. E um momento triste para o nosso país, pois diminui ainda mais a esperança do povo no sistema de governo, nos políticos, eleva ainda mais a instabilidade política e econômica. E se não bastasse, agrava a crise que penaliza o trabalhador, os menos favorecidos.”

 

Claudecir de Souza acrescenta ainda: “O mínimo que esperamos é a renúncia imediata de Michel Temer. Queremos também a punição para todos os demais políticos envolvidos em escândalos de corrupção, independente de quem quer que sejam”.



16/05/2017

Campeonato de futebol suíço dos bancários


Será sábado, dia 20 de maio, quinta rodada do campeonato de Futebol Suíço, edição 2017. Confira a tabela de jogos das rodadas:

 

 

CAMPO “A”

9   horas – Bradesco União                      X                     Caixa Econômica   

10 horas – Banco do Brasil                      X                     Sicoob

 

CAMPO “B”

09 horas –Sicredi                                       X                     Santander

10 horas – Bradesco Mandaguari           X                     Banco Itaú

Folga : Bradesco Maringá

 

 

Resultados da Rodada Anterior

Banco do Brasil       04       X         00       Santander

Sicredi                       00       X         00       Bradesco União

Bradesco Maringá   01       X         02       Banco Itaú

           

 

EQUIPES                               PG    J     V     E     D   GP   GC    SG     

1º BANCO ITAÚ

10

04

03

01

00

08

06

02

2º BRADESCO MARINGÁ

09

04

03

00

01

17

10

07

3º BRADESCO MANDAGUARI

06

03

02

00

01

10

10

00

4º CAIXA ECONÔMICA

04

02

01

01

00

11

05

06

5º SICREDI

04

03

01

01

01

04

02

02

6º BRADESCO UNIÃO

04

04

01

01

02

05

07

-02

7º BANCO DO BRASIL

04

03

01

01

01

13

12

 01

8º SICOOB

01

03

00

01

02

04

09

-05

9º SANTANDER

00

04

00

00

04

02

15

-13



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