Bancários

Sindicato de Maringá e Região

CONTEC
21° MIN 31° MÁX MARINGÁ
Seu Banco:


03/12/2018

Assembleia aprova contas do Sindicato

 

O Sindicato realizou nesta sexta-feira, em sua sede administrativa, no dia 30/11, a partir das 18h, assembleia para discussão e deliberação das contas da entidade referentes ao exercício de 2017, suplementação de 2018 e dotação para o ano de 2019.


Após a apresentação dos relatórios referentes a receitas e despesas, as contas do Sindicato foram aprovadas por unanimidade pelos presentes.


A convocação para a assembleia foi feita a todos os bancários mediante divulgação de edital em todas as agências bancárias.



26/11/2018

SINDICATO CONVOCA: ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA BANCO ITAÚ-UNIBANCO

O Sindicato convoca os funcionários do Banco Itaú-Unibanco, lotados em sua base territorial, para assembleia geral extraordinária, que será realizada no dia 29 de novembro, quinta-feira, às 18h, na sede administrativa da entidade – trav. Guilherme de Almeida, 36, 1º andar, a fim de deliberar sobre a seguinte ordem do dia:

 

1-    Discussão e deliberação sobre a proposta de criação de Comissão de Conciliação Prévia (CCP) para os funcionários da instituição, com o objetivo de buscar a conciliação e a solução de conflitos trabalhistas envolvendo os ex-empregados dos bancos acordantes, com duração de dois anos.

 

          É imprescindível a presença de todos!



19/11/2018

Sindicato participa de reunião com Fenaban nesta quinta, 22


O presidente da Federação dos Bancários do Estado do Paraná (Feeb-PR) e do Sindicato de Cascavel, Gladir Basso, vai participar na próxima quinta-feira (22), em São Paulo, da reunião da CEBNN (Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação) da Contec (Confederação Nacional dos Bancários) com a Fenaban  (Federação Nacional dos Bancos).

Estarão presentes também o presidente do Sindicato dos Bancários de Ponta Grossa, Gilberto Lopes Leite e o vice-presidente do Sindicato dos Bancários de Maringá, Carlos Roberto Rodrigues.

O encontro ocorrerá das 9h30 às 13h, na Sala Tamarindo, do Hotel Macksud Plaza. Estarão em pauta os seguintes assuntos:

1 - Agenda e calendário de reuniões das Comissões Temáticas Bipartites;
2 - Explicitação, administração e esclarecimentos sobre pontos  da Convenção Coletiva de Trabalho.





16/11/2018

BB se recusa a negociar, contrariando associados


 

Entidades entregaram proposta para equilíbrio financeiro, mas o banco se recusa a negociar uma nova proposta.

 

A ANABB (Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil) e a Contec (Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito) entregaram à Cassi e ao Banco do Brasil (patrocinadora), no dia 5 de novembro, proposta para equilíbrio financeiro da caixa de assistência. Antes mesmo da análise técnica da própria Cassi, o banco recusou o documento sob a alegação de que os termos não sugerem cobrança por dependente, aumento da contribuição por parte do associado, mudança na estrutura organizacional da Cassi e, o voto de minerva e a sustentabilidade da Cassi.

Essas são justamente as premissas rechaçadas na votação da reforma estatutária da Cassi, quando mais de dois terços dos associados que participaram do pleito votaram contra a proposta de sustentabilidade temporária apresentada pelo banco. 

 

IRREDUTÍVEL

As entidades representativas dos trabalhadores apresentaram  propostas para resolver a situação financeira da Cassi que de nada adiantarão se o banco continuar se recusando a negociar. 

“O movimento sindical vem cobrando a reabertura das negociações, pois esta é a vontade da maioria absoluta dos associados à Cassi. Vamos continuar pressionando. O banco está ciente da sua responsabilidade pela saúde dos funcionários e que será responsabilizado jurídica e financeiramente, caso a Cassi venha a sofrer intervenção ou qualquer outro prejuízo”, acrescenta o diretor jurídico do Sindicato e funcionário do BB, Odilon Carlos de Oliveira.  

 

 

CASSI: BANCÁRIOS DIZEM NÃO

À PROPOSTA DO BB

 

Sindicato defendeu o “NÃO” à proposta do banco, que contrariava os interesses dos associados

 

 

A apuração do resultado da votação da reforma estatutária da Cassi ocorreu no dia 5/10. Ao todo, 132.504 associados votaram; destes, 91.796 disseram não à proposta do Banco do Brasil, que retira direitos e onera o participante. Em contrapartida, 38.970 votaram a favor. Foram registrados também 805 votos brancos e 933 nulos. O Sindicato, bem como outras entidades representativas dos trabalhadores defenderam o voto não.

A mudança estatutária da Cassi feria a representação dos associados com a mudanças de governança na Caixa de Assistência, introdução de cobrança por dependente, aumento da contribuição por parte do associado, mudança na estrutura organizacional da Cassi, introdução do voto de minerva e a sustentabilidade da Cassi não estaria garantida.

Para isso, o BB usou de métodos, como: assédio, mensagens intimidadoras nos terminais de autoatendimento, nos celulares dos funcionários, nas redes sociais e nas reuniões convocadas pelos administradores que aconteceram por todo o país, como nunca havia feito em nenhuma campanha anterior.

 

PROPOSTA

O Banco do Brasil informou que a contratação da consultoria Accenture havia sido efetuada pela empresa - e não pela CASSI - considerando, portanto, o Banco do Brasil o proprietário de seu conteúdo. Assim, foi indeferido o acesso ao Relatório Final completo da Consultoria para avanço do processo negocial. Vejam que o Banco age de má fé em relação aos seus funcionários associados da Cassi ao ocultar informação contida no relatório da consultoria. Apesar de o Banco manter sob sigilo o relatório final da Accenture os representantes dos trabalhadores, por outro lado, apresentaram uma proposta detalhada para a sustentabilidade da Cassi. A proposta preserva o princípio da solidariedade, segundo o qual os associados contribuem de forma proporcional ao salário, independentemente da idade ou condição de saúde; defende a manutenção da Cassi sob o comando dos representantes dos associados, sendo gerida de forma paritária; dentre outros pontos.



16/11/2018

Edital de convocação Assembleia de Prestação de Contas

O Sindicato convoca todos os bancários para assembleia a ser realizada no próximo dia 30 de novembro, na sede administrativa, a partir das 18h, para discussão e deliberação sobre prestação de contas da entidade.

Todos estão convocados.


12/11/2018

Diretores do Sindicato participam de formação

Diretores do Sindicato participam nos dias 6 e 7 de outubro do curso de formação sindical com o tema "Dilemas e Desafios para o Movimento Sindical diante da atual situação Política e Econômica Brasileira". Com professor Erledes Elias da Silveira, coordenador do Departamento de Formação da União Geral dos Trabalhadores, sendo uma das maiores autoridades na área sindical brasileira.

A finalidade do evento foi debater o contexto político, econômico, social e sindical da atualidade e seus reflexos na luta dos trabalhadores. "O que concluímos deste evento é que estamos adentrando a uma nova era, com a denominada Revolução Industrial 4.0, que está alterando profundamente o mercado de trabalho, as relações de produção e de consumo. Em poucos anos, a maioria das funções até então exercidas pelo homem serão totalmente substituídas pela inteligência artificial. Além disso, temos o avanço do neoliberalismo, em que os trabalhadores terão de lutar muito, junto a suas entidades de classe, para garantir seus direitos, que estão sob ameaça", define o presidente Claudecir de Souza.


26/10/2018

Bancos demitiram quase 25 mil de janeiro a setembro

As instituições bancárias demitiram 24.025 trabalhadores nos nove primeiros meses de 2018, segundo análise elaborada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base nas informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Entre janeiro e setembro deste ano, os bancos já eliminaram 1.741 postos de trabalho em todo o país, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. Ao todo, foram 22.284 admissões e 24.025 desligamentos nos nove primeiros meses de 2018.

Os bancos múltiplos com carteira comercial (entre eles Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil) foram responsáveis pelo fechamento de 870 postos no período. A Caixa, por sua vez, eliminou 1.021 vagas de janeiro a setembro. Juntos, estes cinco bancos empregam cerca de 90% dos bancários no país e lucraram, somente no primeiro semestre, R$ 41,9 bilhões, crescimento de 17,8% em relação ao mesmo período de 2017.

“O saldo negativo de contratações contrasta com o lucro sempre crescente dos bancos. Itaú, Santander, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa, que já divulgaram seus balanços semestrais, apresentaram resultados bem acima do que tiveram no mesmo período de 2017, ano em que já tiveram lucros recordes. Não existe qualquer justificativa para esse número de cortes. Como concessões públicas, os bancos deveriam ter responsabilidade social”, critica a diretora do Sindicato de SP, Marta Soares.

Rotatividade
Além de economizar com o corte de postos de trabalho, os bancos também encontraram na rotatividade uma forma de reduzir a remuneração média no setor e maximizar ganhos. De janeiro a setembro, os bancários admitidos recebiam, em média, R$ 4.272, enquanto desligados tinham remuneração média de R$ 6.525. Ou seja, a remuneração dos admitidos correspondeu a apenas 65% do salário médio dos que deixaram o setor.

Desigualdade entre homens e mulheres
Os dados do Caged também revelam a desigualdade de gênero na remuneração do trabalhador bancário. As 10.726 mulheres admitidas no setor entre janeiro e setembro recebem, em média, R$ 3.587, valor que corresponde a 73% da remuneração média dos 11.558 homens admitidos (R$ 4.907) no mesmo período.

Entre os desligados, a desigualdade de gênero também se revela. As 11.900 mulheres desligadas dos bancos recebiam, em média, R$ 5.585, 75% da remuneração média dos 12.125 homens (R$ 7.449) desligados entre janeiro e setembro.

“Na propaganda dos bancos tudo é lindo e o respeito e o empoderamento das mulheres são constantemente mencionados. Porém, na vida real, os dados do Caged mostram que mulheres entram no setor ganhando menos que os homens e, uma vez dentro, possuem maiores obstáculos para subirem na carreira. A igualdade de oportunidades no setor é uma luta histórica e fundamental para o movimento sindical”, conclui Marta. (Fonte: Seeb SP)


24/10/2018

Fenae lança campanha contra a privatização da Caixa

O governo tenta incessantemente privatizar a Caixa Econômica Federal. Isso significa reduzir e enfraquecer o banco público e o desenvolvimento socioeconômico do Brasil.  Para a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) a privatização Não Tem Sentido. É com base nessa afirmação e com esse mote, que a entidade lançou a campanha para defender a Caixa 100% Pública.

O site do movimento recebe e publica depoimentos de toda a população sobre a importância da Caixa para o desenvolvimento do país.  “Não tem sentido a sociedade brasileira abrir mão de uma empresa tão importante como a Caixa. Por isso, nós, todos os trabalhadores da Caixa e trabalhadores brasileiros, queremos que a Caixa continue firme e forte como ela está: uma empresa dedicada que tem um papel importantíssimo na sociedade brasileira”, afirmou Jair Ferreira, presidente da Fenae, em um dos depoimentos publicados no site da campanha.

Com 157 anos de história, a Caixa exerce um papel fundamental no desenvolvimento do país com a realização de financiamentos habitacional, de saneamento e de obras públicas, além de oferecer programas sociais inovadores e eficientes, como: o Programa de Integração Social (PIS), Seguro-Desemprego, Bolsa Família, FIES e o Minha Casa Minha Vida.  O banco também é responsável pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

De acordo com Sergio Takemoto, vice-presidente da Fenae, cerca de 75% das moradias hoje no Brasil são ou foram financiadas pela Caixa. “A Caixa é, historicamente, o banco da habitação. Reduzir o acesso ao financiamento da casa própria significa diminuir a função pública e social do banco”, disse.

A representante dos empregados no Conselho de Administração da Caixa, Rita Serrano, afirma que é preciso combater a privatização, que só visa beneficiar os empresários. “Não tem sentido manter a Caixa pública, que é uma conquista dos trabalhadores, e ao mesmo tempo ter uma iniciativa da direção do governo de privatizar a gestão da Caixa. Isso desvaloriza a carreira, os empregados e coloca a direção da empresa sob os interesses privados. É uma outra modalidade de privatização que precisamos combater juntos”, enfatizou.

Para participar da campanha, é preciso entrar no site www.naotemsentido.com.br e enviar um vídeo de até 15 segundos com uma mensagem dizendo por qual motivo a Caixa não pode ser privatizada. Compartilhe o seu recado com o Brasil e ajude a defender a Caixa. (Fonte: Fenae)


24/10/2018

Caixa prepara novo PDE

A Caixa Econômica Federal vai reabrir em novembro o Programa de Desligamento do Empregado (PDE). Lançado em fevereiro, cerca de 1,3 mil bancários aderiram ao programa. Nessa etapa, o Banco acredita que outros 1,6 mil trabalhadores poderão aderir.

A direção do banco tomou a decisão de reabrir o PDE na semana passada. Pesou a favor da decisão, o fato de já ter autorização dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e orçamento aprovado para pagar as indenizações.

O banco aguarda apenas o fim do período eleitoral para dar início a reabertura do programa.

CONDIÇÕES PARA ADESÃO

Como se trata de uma reabertura, as condições para aderir ao PDE são as mesmas de fevereiro:

– aposentados pelo INSS até a data do desligamento, com exceção de aposentados por invalidez;

– que estejam aptos a se aposentarem pelo INSS até 31 de dezembro deste ano;

– com no mínimo 15 anos de trabalho na Caixa até a data do desligamento;

– com adicional de incorporação de função de confiança ou cargo em comissão/função gratificada até a data de desligamento.

Apenas os prazos para cumprimento de algumas das exigências serão ajustados.

Os bancários que aderirem ao plano receberão indenização de 9,8 salários base limitado a R$ 490 mil. O pagamento será feito em parcela única até 10 dias após o desligamento. Como se trata de indenização, não é cobrado imposto de renda sobre esse valor.

SAÚDE CAIXA
Inicialmente, o Saúde Caixa estaria garantido para os empregados se aposentassem até 31 de dezembro e aderissem ao PDE. Essa data será alterada. Os bancários que não tivessem aposentados, poderiam manter o plano por até 24 meses sem a possibilidade de prorrogação. (Fonte: Contec)


22/10/2018

ANS retira suspensão do Saúde Caixa


 

Agência reguladora confirma que situação do plano está normalizada para entrada de novos usuários. Plano está em 2º lugar no ranking de reclamações

 

Voltou ao normal a situação do Saúde Caixa, após a Fenae e o Conselho de Usuários terem denunciado a suspensão do plano pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Devido à restrição, muitos dependentes de usuários deixaram de ser incluídos no plano. A situação se regularizou depois que a Caixa melhorou a estrutura na Central de Atendimento e o número de reclamações diminuiu.

 

Em nota, a ANS confirma que a Caixa “não tem, no momento, nenhum produto com comercialização suspensa pelo Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento”. Esse programa é realizado a cada três meses pelo órgão regulador e se baseia nas reclamações de usuários sobre problemas relacionados à cobertura assistencial, como negativas de atendimento ou descumprimento de prazos máximos para a realização de consultas, exames e cirurgias. A ANS também informa que a Caixa não se encontra sob regime especial, situação em que ocorre intervenção na gestão de uma operadora.

 

Ranking de reclamações

Depois de passar mais de seis meses no topo do ranking de reclamações da ANS, o Saúde Caixa chegou a descer para a terceira colocação e agora está em segundo lugar, atrás da PoStal Saúde, do pessoal dos Correios. O índice atual do Saúde Caixa é 7,04, enquanto a média geral do setor é 2,66.

 

Saúde Caixa é “plano antigo”

Contudo, o usuário que consultar o site da ANS ainda encontrará a informação de que o Saúde Caixa estaria suspenso. Isto ocorre porque a Caixa se registrou na ANS em 21/12/1998 e registrou apenas um plano que, conforme a legislação, é considerado “antigo”. Planos antigos são aqueles registrados antes do início da vigência da Lei 9656, que começou a vigorar em janeiro de 1999. Aos olhos da ANS, o Saúde Caixa é um plano antigo, logo não pode ser comercializado. No caso das autogestões, como não há comercialização de planos, caso o regulamento tenha sido adaptado à lei, o ingresso de novos usuários é autorizado.

 

A Caixa não esclarece por que mantém o Saúde Caixa como um plano antigo, embora a assistência siga todas as determinações da regulação, como o Rol de Procedimentos, por exemplo. Dados da ANS mostram que a presença dos planos antigos no setor é cada vez menor. No mercado somente 9% dos usuários estão em planos antigos. Nas autogestões, somente 37,8%. (Fonte: Fenae)



Anterior | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 | 31 | 32 | 33 | 34 | 35 | 36 | 37 | 38 | 39 | 40 | 41 | 42 | 43 | 44 | 45 | 46 | 47 | 48 | 49 | 50 | 51 | 52 | 53 | 54 | 55 | Próxima






Travessa Guilherme de Almeida, 36 - 1º andar
Centro - CEP 87013-150 - Maringá/PR

Fone (044) 3227-2955 - Fax (044) 3031-2965

2015 - Sindicato dos Bancários de Maringá e região - Todos os direitos reservados.