Bancários

Sindicato de Maringá e Região

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27/04/2018

Informe aos bancários




24/04/2018

Vacinação encerra-se dia 8 de maio

Os cupons para a vacinação contra a gripe poderão ser adquiridos pelos bancários e seus dependentes legais somente até no próximo dia 8 de maio. Já os cupons adquiridos devem ser utilizados até nesta data, na Casa da Vacina, responsável pela vacinação. Frisamos, portanto, que a venda dos cupons, bem como a vacinação, encerram-se até no dia 08/05.



23/04/2018

ITAÚ PAGARÁ PLR INTEGRAL PARA MULHERES EM LICENÇA-MATERNIDADE



Banco informou ainda que trabalhadoras em licença terão avaliações de performance baseadas somente no período trabalhado; medidas são parte de um contexto de luta pela igualdade de oportunidades, antiga bandeira do movimento sindical

Em comunicado interno, o Itaú informou que vai pagar a PLR integral para as mulheres em licença-maternidade, e não mais proporcional, como acontecia até então. Além disso, o banco informou que as trabalhadoras em licença-maternidade terão suas avaliações de performance baseadas somente no período trabalhado, sem contabilização do período de licença.

A dirigente do Sindicato e bancária do Itaú, Erica Godoy, destaca que as mudanças informadas pelo banco são parte de um contexto de luta pela igualdade de oportunidades no setor financeiro.

“São mudanças que contribuem para avançarmos na questão de igualdade de oportunidades no Itaú e refletem todo um debate levantado pelo Sindicato junto ao banco sobre o tema”, avalia Erica.

“Desde 2009, as bancárias, conquistaram a licença-maternidade ampliada de seis meses, fundamental para o período de amamentação, para o vínculo afetivo entre mãe e bebê e no fortalecimento do sistema imunológico da criança. 

Também, em 2016, foi conquistada a licença-paternidade de 20 dias, mediante participação do bancário em cursos de paternidade responsável, o que proporciona que as responsabilidades com o bebê sejam compartilhadas de forma mais justa entre pais e mães”, acrescenta.

O Itaú informou que as mudanças em relação à PLR e avaliação de performance de trabalhadoras em licença-maternidade passam a valer a partir do ciclo de meritocracia de 2018.

“Sabemos que o Itaú, assim como os demais bancos, tem um longo caminho a percorrer em termos de equidade salarial entre homens e mulheres e na ascensão profissional da mulher dentro da instituição. Felizmente, essas duas mudanças vão nessa direção”, conclui Erica. (Fonte: Seeb SP)



19/04/2018

Sindicato vai à base ouvir categoria. Primeira reunião em Sarandi

O Sindicato deu o pontapé  à Campanha Salarial 2018 com a realização de diversas reuniões na base. A ideia é expor a conjuntura nacional e política sob a qual serão realizadas as negociações e ouvir dos bancários as suas reivindicações.


A primeira reunião aconteceu nesta quarta-feira, 18 de abril, em Sarandi. Estão agendadas reuniões também em Astorga (25/04), Marialva (27/04), além de Mandaguaçu, Mandaguari e Santa Fé.


Os bancários podem contribuir ainda enviado sugestões para campanhasalarial2018@bancarios.org.br.



16/04/2018

Sindicato dá largada à Campanha Salarial com reuniões na base




11/04/2018

Caixa é condenada por discriminar empregado que não aderiu a novo plano de previdência


 

A 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT/MT) condenou a Caixa Econômica Federal a pagar 10 mil reais de indenização a um empregado por criar regras proibindo sua participação em processo seletivo para preenchimento de cargo comissionado. O banco condicionava a inscrição na seleção à adesão ao novo plano de previdência. A prática foi considerada discriminatória.

O trabalhador, que receberá a indenização, é associado a um mesmo plano de previdência desde 1989, ano em que entrou no banco, assim como vários outros colegas que chegaram na instituição na mesma época que ele. A estatal, todavia, estabeleceu um novo plano previdenciário, com novas regras e diferentes benefícios para quem aderisse, o que não foi o caso do trabalhador, que escolheu continuar no antigo.

Com o passar dos anos, o programa de Processos Seletivo Interno (PSI) do banco também mudou. Em 2010, uma das modificações implementadas foi a de que só poderiam participar das seletivas os empregados que aderissem ao plano de previdência mais recente.

O trabalhador então procurou a Justiça do Trabalho em 2016 pedindo uma indenização por danos morais. Sua alegação era a de que o PSI criou discriminação indevida e impedimento à admissão de função gratificada por ter restringido a participação só para quem havia aderido ao novo plano.

A empresa se defendeu dizendo que o empregado continuou recebendo promoções por mérito e antiguidade entre 2007 e 2014, mesmo fazendo parte do grupo que escolheu continuar no antigo modelo previdenciário. A estatal, todavia, confessou que o novo plano de funções gratificadas não era aplicado aos trabalhadores vinculados ao plano de benefícios antigo, mas que os empregados que ainda eram beneficiários do plano poderiam permanecer no cargo em comissão ocupado antes das mudanças no PSI.

O juiz da 2ª Vara do Trabalho de Rondonópolis, Paulo Barrionuevo, reconheceu a ilegalidade do comportamento do banco e impôs o pagamento de 50 mil reais em indenização ao empregado.

A Caixa recorreu ao TRT mato-grossense, alegando que não houve prova de dano extrapatrimonial para autorizar a condenação por danos morais e que a empresa apenas estava seguindo às normas internas.

O relator do processo na 1ª Turma, juiz convocado Paulo Brescovici, destacou que a conduta da empresa foi discriminatória. “Criou-se critério distintivo arbitrário ao diferenciar grupos de empregados conforme a entidade de previdência complementar a que pertencem, especialmente porque os requisitos para participação em processo seletivo não têm, ou não deveriam ter, qualquer vinculação ao regime de previdência complementar”.

O voto do magistrado foi acompanhado pelos demais integrantes da Turma. Todavia, considerando critérios de não enriquecimento sem causa, caráter pedagógico, entre outros, reduziu o valor da condenação para 10 mil reais. CONTEC

 

Processo 0001442-12.2016.5.23.0022

 



11/04/2018

TRT de Campinas determina retorno de comissão de “quebra de caixa”


Após perder em 1ª instância, Sindicato dos Bancários de Franca reverteu decisão no TRT de Campinas em ação que solicita o retorno do pagamento de comissão  de “quebra de caixa” para os empregados da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, que exercem a função.

O sindicato ingressou com ação coletiva para todos os empregados da Caixa Econômica Federal daquela base, que exercem ou exerceram a função de caixa a partir do dia 15/02/2012, sendo que os que ainda estão na ativa serão favorecidos até o trânsito em julgado da presente ação.

A ação visa restabelecer a comissão de quebra de caixa suprimida pelo banco, sendo que em primeira instância a ação foi julgada improcedente. Diante disso, o advogado do sindicato, Dr. Antônio Carlos Saraúza, recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho em Campinas e conseguiu reverter a decisão de primeira instância.

O sindicato destaca que a ação não contempla aqueles funcionários que ingressaram com ação individual e que da referida decisão ainda cabe Recurso de Revista ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Fonte: SEEB Franca



09/04/2018

Campeonato Bancário 2018 realiza primeira rodada


Aconteceu no sábado, dia 7/4, a primeira rodada do Campeonato Bancário 2018. Doze equipes entraram em campo. 
Clique aqui e confira todas as imagens.


06/04/2018

Novo plano de demissões da Caixa tem menos da metade da adesão esperada

Banco fará 1.296 desligamentos, 43,7% do número estimado; programa deve gerar uma economia anual de R$ 256 milhões (Taís Laporta)

O último Programa de Desligamento de Empregado (PDE) da Caixa Econômica recebeu 1.296 adesões de empregados este ano, informou o banco. O número equivale a 43,7% da adesão prevista. O prazo para aderir à proposta terminou no dia 5 de março.

O limite de desligamentos para este ano estava fixado em 2.964 funcionários. Segundo a Caixa, os desligamentos deverão gerar uma economia anual de R$ 256 milhões para o banco.

As duas últimas edições dos planos de desligamento voluntários, realizados em 2017, tiveram a adesão de 7.036 empregados, informou o banco. A intenção era desligar 10 mil funcionários. A economia das três edições deve ultrapassar R$ 1,68 bilhão por ano.

A opção pela adesão ficou a critério do empregado e a prerrogativa de aceitar a proposta de desligamento é da Caixa.

Segundo a Caixa, puderam aderir ao PDV empregados que atendessem a uma das exigências abaixo:

 - aposentados pelo INSS até a data do desligamento, com exceção de aposentados por invalidez;
 - que estejam aptos a se aposentarem pelo INSS até 31 de dezembro deste ano;
 - com no mínimo 15 anos de trabalho na Caixa até a data do desligamento;
 - com adicional de incorporação de função de confiança ou cargo em comissão/função gratificada até a data de desligamento.

Remuneração
O PDV anunciado este ano prevê a indenização em parcela única equivalente a 9,8 remunerações do empregado, limitada a R$ 490 mil, considerando como referência o pagamento recebido em 31 de janeiro.

O pagamento será em parcela única junto com as verbas rescisórias e será feito em até 10 dias após a data de desligamento.

Segundo a Caixa, os empregados que têm o plano de saúde Saúde Caixa que se aposentarem até 31 de dezembro e aderirem ao programa de demissão voluntária, terão a manutenção do plano. Os demais casos terão a manutenção do plano por 24 meses sem a possibilidade de prorrogação. (Fonte: G1)



05/04/2018

Comissão do Senado aprova licença-maternidade de 180 dias


Texto de autoria da senadora Rose de Freitas (MDB-ES) também permite ao pai acompanhar a mãe do bebê em consultas e exames durante a gravidez

 

 

A licença maternidade de 180 dias, já praticada por empresas públicas e algumas privadas, está mais perto de ser uma realidade para todas as mulheres. Foi aprovado, nesta quarta-feira, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, o Projeto de Lei que amplia o prazo da licença-maternidade de 120 para 180 dias.

 

O texto, de autoria da senadora Rose de Freitas (MDB-ES), também permite ao pai acompanhar a mãe do bebê em consultas e exames durante a gravidez. Como foi aprovado em caráter terminativo, caso não haja recurso para que a proposta seja analisada pelo plenário do Senado, o texto seguirá direto para a Câmara dos Deputados.

 

"É uma medida que estimula a paternidade responsável, inserindo o genitor, desde os primeiros momentos, na rotina de cuidados com o seu filho que irá nascer", disse o relator da proposta, Paulo Paim (PT-RS).

 

Sobre a extensão da licença maternidade, o relator indicou dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, mostrando que bebês que ficam seis meses ao lado da mãe têm reduzidas as chances de contrair pneumonia, desenvolver anemia ou sofrer com crises de diarreia. Segundo o relator, o Brasil gasta somas altíssimas por ano para atender crianças com doenças que poderiam ser evitadas, caso a amamentação regular tivesse ocorrido durante os primeiros meses de vida.

 

Novidades

 

Outra proposta mais abrangente sobre o assunto está em análise na comissão, mas apesar de lida e discutida, ainda não pode ser votada por falta de quórum. Também da senadora Rose Freitas, o PLS 151/2017 modifica a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para ampliar a licença-maternidade para 180 dias, permitindo o compartilhamento de 60 dias, mesmo nos casos de licença-adoção. Na proposta, além de ampliar o tempo da licença, a senadora sugere o aumento no prazo da licença-maternidade, com a possibilidade de compartilhamento, como estímulo à paternidade responsável.

 

A proposta ainda prevê a concessão de licença-maternidade em dobro, no caso de filho com deficiência ou com necessidade especial, com previsão de compartilhamento por até a metade do prazo, com o cônjuge ou companheiro, de forma alternada.

 

O senador Jorge Viana (PT-AC), relator da proposta, apresentou um substitutivo ao projeto, favorável ao compartilhamento dos cuidados da criança nos primeiros meses de vida. Para o senador, cabe aos pais, em conjunto, decidir quem está mais apto, nos primeiros meses de vida do bebê, a ficar afastado de seu posto de trabalho, a fim de ministrar os cuidados necessários ao bem-estar da criança, e quem, no mesmo período, está em melhores condições de permanecer trabalhando. Agência Brasil



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