Bancários

Sindicato de Maringá e Região

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28/06/2018

Nesta quinta-feira ocorre a primeira rodada de negociação desta campanha salarial


 

Nesta quinta-feira (28), a partir das 14 horas, em São Paulo, será realizada a primeira rodada de negociação da campanha salarial 2018/2019, entre o movimento sindical bancário e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). Estarão na mesa as pautas de reivindicações dos bancos privados e públicos.

 

Nesta reunião, o Paraná estará representado pelo presidente da Federação (Feeb-PR), Gladir Basso, que preside também o Sindicato de Cascavel; Gilberto Lopes Leite (Seeb-Ponta Grossa), Carlos Roberto Rodrigues e Israel Lobo Coelho (Seeb-Maringá).

 

De acordo com o que foi definido no Encontro Nacional dos Bancários, realizado de 25 a 27 de maio, em São Paulo, nesta campanha salarial a classe reivindica reajuste com base no INPC dos últimos doze meses (setembro/2017 a agosto/2018) mais aumento real de 5%, e aumento real de 10% sobre verbas e benefícios, como vale-alimentação e cesta-alimentação, e que a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) continue valendo até a assinatura do novo acordo. Vale lembrar que a data-base é 1º de setembro.

 

Além da questão salarial, a classe pede ainda:

- Contratação de mais bancários para atender a demanda de serviços e evitar a extrapolação da jornada de trabalho;

- Que as homologações das rescisões de trabalho voltem a ser realizadas nos sindicatos, já que alguns bancos, entre eles o Santander, Itaú e Banco do Brasil, vêm realizando essas homologações em suas agências, brecha essa aberta pela reforma trabalhista;

- Maior participação na PLR;

- Fim das metas abusivas e do assédio moral;

- Fim das terceirizações;

- Melhoria da segurança nas agências;

- Melhoria no ambiente de trabalho para prevenir e combater as doenças ocupacionais. (FEEB-PR)

 

 

 

 



28/06/2018

Bancos frustram na primeira rodada de negociação com Fenaban


 

Bancos foram para a mesa de negociação nesta quinta-feira, em São Paulo, na primeira rodada, sem nenhuma proposta. “Muita discussão e não saímos do lugar”, resume Carlos Roberto Rodrigues, vice-presidente do Sindicato.

 

Um dos itens da pauta de reivindicações era a prorrogação do atual acordo até a celebração de nova Convenção Coletiva de Trabalho, mas não houve avanço. “O que saiu de concreto foi o agendamento de uma nova rodada, no próximo dia 12 de julho.”

 

“Fomos para a mesa de negociação preparados, sabendo que não seria fácil. Cobramos, discutimos, argumentamos, mas, como toda negociação com os bancos, é sempre difícil qualquer avanço. Vamos aguardar a próxima rodada”, frisa, ressaltando que durante todo a tarde os representantes dos trabalhadores deixaram claro que as reivindicações são todas legítimas e totalmente possíveis de serem atendidas. “Basta que os bancos tenham boa  vontade e respeito para com os trabalhadores bancários, responsáveis direitos por seus lucros”, enfatiza.  

 

BB

Nesta sexta-feira acontece a rodada de negociação com o BB



27/06/2018

Cassi: esclarecimento sobre voto da conselheira Rosineia Balbino

Sobre situação da Cassi, confira esclarecimento da conselheira Rosinéia Balbino, justificando seu voto sobre proposta enviada ao Banco do Brasil.

 

 

“Colegas, demorei um pouco para me pronunciar, até mesmo pelo fato de que tudo que escrevemos, hoje vai para o mundo e cada um entende e interpreta como quer, de acordo com sua posição.

 

Em relação ao meu voto contrário, foi por considerar necessário um prazo maior para discussão com os associados, considerando que a apresentação da proposta aconteceu na tarde do dia 20/06 e o assunto é delicado e não me deixa confortável em aceitar o encaminhamento principalmente em relação ao voto minerva e alguns outros itens que eu gostaria de ter melhor entendimento.

Não sou contrária em enviar a proposta ao banco, (até por que nosso tempo é curto e o banco precisa responder a ANS).

Desde que em paralelo haja a possibilidade de revisão caso surja novos dados oferecidos pelas entidades ou associados.

 

Aproveitei para sugerir que com o encaminhamento da proposta da Diretoria Executiva da Cassi ao BB, que seja incluído para análise, a exclusão dos dependentes PcDs (Pessoa com Deficiência) da proposta de custeio.

Todos sabemos que estas famílias já possuem gastos expressivos com estes dependentes. E que se tenha um olhar especial  para este público.

 

Sabemos que não tem como fazer omelete sem quebrar ovos.

 

Mas precisamos exercitar a empatia, colocar-se no lugar do outro,   seja ele qualquer um dos atores envolvidos.

 

ROSINEIA BALBINO”



26/06/2018

Saiba como você deve agir se sofrer assédio moral no trabalho

 

 

Em tempos de crise e cobranças crescentes de gestores sobre empregados por metas e resultados, há quem passe do ponto e acabe cometendo assédio moral. (Erik Farina) 

 

Os casos são considerados um fantasma dentro das organizações: gradativamente, drenam a motivação de trabalhadores e arruínam a reputação da companhia. Para quem sofre, são golpes na autoestima e na produtividade, vez que essas pessoas podem se sentir inibidas a dar o seu melhor no serviço. Em algumas situações, podem até levar ao desenvolvimento de doenças laborais e transtornos emocionais.

 

“O assédio é diferente das simples cobranças por resultado do dia a dia no ambiente de trabalho. Ele ocorre quando essa cobrança é feita de forma ofensiva, ou quando o empregado é submetido a situações vexatórias, inclusive a respeito de exigências por resultados em tarefas que não são de sua alçada”, explica Gilberto Bento Jr., especialista em Direito do Trabalho e sócio da Bento Jr. Advogados.

 

Para que seja caracterizado, o assédio moral precisa ocorrer com alguma frequência. Um caso isolado, portanto, não costuma ser tipificado como agressão, embora possa acenar para um mau hábito dos chefes. Por isso, assim que surgir o primeiro caso, é importante que o empregado deixe claro que não ficou confortável com a cobrança, evitando que se torne uma bola de neve, alertam especialistas em Recursos Humanos e advogados.

 

Se as ocorrências persistirem, o trabalhador deve procurar o setor de RH da própria empresa para denunciar e cobrar providências - e é possível entrar na Justiça pleiteando indenização.

 

“O assédio nem sempre é intencional e, às vezes, os agressores não têm o objetivo de provocar violência psicológica. Isso, porém, não retira a gravidade do ato e dos danos causados”, observa o advogado trabalhista Luís Alfredo Costa.

 

Teto da indenização

Os processos por assédio moral na Justiça são tão frequentes que a reforma trabalhista (Lei 13.467/2017), em vigor desde novembro de 2017, estabeleceu as formas de cálculo da indenização, que até então dependiam apenas da percepção do juiz para cada caso. Agora, o juiz pode definir indenização que varia de três a 50 vezes o último vencimento do empregado, de acordo com o grau do dano sofrido. A questão é alvo de ação no Supremo Tribunal Federal (STF), ajuizada pela Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra).

 

De acordo com Renato Santos, sócio da S2 Consultoria, especializada em compliance -- campo de trabalho que atua na "autofiscalização" das empresas para que sigam leis e boas normas gerenciais -, as companhias precisam dar o devido foco ao tema para evitar prejuízos financeiros consideráveis com processos por danos morais. Isso passa por observar a atuação de seus gestores junto às equipes e apresentar aos funcionários ouvidorias e canais de comunicação para denunciarem eventuais assédios.

 

“Com isso, a organização demonstra que há um tratamento adequado aos casos de assédio, com a devida investigação de denúncias, inclusive buscando por estas informações nas entrevistas demissionais”, aponta Santos.

 

Mas, afinal, o que é assédio moral?

O assédio consiste na constante e deliberada desqualificação de um funcionário, seguida de sua consequente fragilização dentro da firma. Pode acontecer por meio de ações diretas (acusações, insultos, gritos, humilhações públicas) ou indiretas (propagação de boatos, isolamento, recusa na comunicação, fofocas e exclusão social).

 

Entre os motivos mais frequentes para o comportamento abusivo, estão a pressão para que alguém peça demissão, aposentadoria ou remoção, além de tentar mudar a maneira como um trabalhador se posiciona.

 

O assédio, no entanto, nem sempre é intencional. Às vezes, os agressores não têm o objetivo de provocar violência psicológica. Isso, porém, não retira a gravidade do ato e dos danos.

 

Alguns exemplos de comportamentos que configuram o assédio moral são: contestar sistematicamente opiniões e decisões do empregado, constranger com cobranças abruptas em público, implicar com origens, crenças religiosas ou convicções políticas, espalhar rumores a respeito da pessoa, fazer ameaças de qualquer tipo e mesmo ignorar sua presença, dirigindo-se apenas a outros colegas.

 

Como a vítima deve agir

O primeiro passo deve ser procurar o agressor para uma conversa franca, expondo a ele como se sente com a situação. Uma opção é levar um colega ou representante sindical à conversa para servir como testemunha.

 

É importante dar visibilidade ao assédio, procurando outras vítimas e informando colegas sobre os fatos. Isso pode desencorajar o agressor de cometer novos abusos. Até porque, se for parar na Justiça, serão necessárias testemunhas.

 

Para se precaver do assédio e do desvio de função, o empregado deve exigir que “ordens” sejam dadas por escrito e guardar este material. Advogados sugerem registrar por escrito todas as humilhações com detalhes como data, forma, testemunhas etc.

 

Quando houver registro de um caso, a vítima deve procurar ajuda, seja via o setor de Recursos Humanos da empresa, seja via sindicato, órgão de defesa especializado (delegacia, Ministério Público, Ministério do Trabalho, por exemplo) ou contatando advogado.

 

O que diz a lei

As práticas de assédio moral geralmente são enquadradas no artigo 483 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), que determina que o empregado pode considerar rescindido o contrato e pleitear indenização quando, entre outros motivos, “forem exigidos serviços superiores às suas forças, contrários aos bons costumes ou alheios ao contrato, ou ainda quando for tratado pelo empregador ou por seus superiores hierárquicos com rigor excessivo ou ato lesivo da honra e boa fama”.

 

A reforma trabalhista classificou as indenizações por danos morais no ambiente laboral. A partir de agora, quando os casos vão parar na Justiça, o juiz leva em consideração alguns parâmetros para definir a indenização:

 

Casos leves:

até três vezes o último salário.

 

Casos graves:

até 20 vezes o último salário.

 

Casos médios:

até cinco vezes o último salário.

 

Casos gravíssimos:

até 50 vezes o último salário. (Fonte: Gazeta do Povo)



25/06/2018

Bancos fecham 2.675 postos de trabalho nos cinco primeiros meses de 2018





Os bancos fecharam 2.675 postos de trabalho no Brasil, nos cinco primeiros meses de 2018, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Desde janeiro de 2016, em apenas 4 meses os saldos foram positivos (janeiro de 2016, julho e novembro de 2017 e janeiro de 2018).

São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná foram os estados com maiores saldos negativos. Foram, ao todo, 11.283 admissões e 13.958 desligamentos no período. Somente em maio, os bancos fecharam 328 postos de trabalho pelo país

Os reflexos da Reforma Trabalhista já ficaram claros. As demissões sem justa causa representaram 53,4% do total de desligamentos no setor bancário entre janeiro e maio de 2018. As saídas a pedido do trabalhador representaram 38,8% dos tipos de desligamento. 

Nesse período foram registrados, ainda, 24 casos de demissão por acordo entre empregado e empregador. Essa modalidade de demissão foi criada com a aprovação da Lei 13.467/2017, em vigência desde novembro de 2017. Os empregados que saíram do emprego nessa modalidade apresentaram remuneração média de R$ 8.898,58.

São Paulo registrou 57,9% das admissões e 52,6% do total de desligamentos, apresentando o maior saldo negativo no emprego bancário no período analisado, com 814 postos fechados no ano. Rio de Janeiro e Paraná foram os estados que mais fecharam postos, depois de São Paulo. Foram fechados, respectivamente, 605 e 366 postos. O Pará apresentou o maior saldo positivo (107 postos).

A análise por Setor de Atividade Econômica revela que os “Bancos múltiplos com carteira comercial”, categoria que engloba bancos como, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil, foram responsáveis pelo fechamento de 1.557 postos nos cinco primeiros meses do ano, como mostra a Tabela 1. No caso da Caixa, devido, em grande parte, ao “Programa de Desligamento de Empregados”, lançado em 22 de fevereiro, o fechamento foi de 1.191 postos no período.

Faixa Etária
Os bancos continuam concentrando suas contratações nas faixas etárias até 29 anos, em especial entre 18 e 24 anos. Foram criadas 4.142 vagas para trabalhadores até 29 anos. Acima de 30 anos, todas as faixas apresentaram saldo negativo (ao todo, -6.817 postos), com destaque para a faixa de 50 a 64 anos, com fechamento de 3.521 postos no período.

Desigualdade entre Homens e Mulheres
As 5.474 mulheres admitidas nos bancos entre janeiro e maio de 2018 receberam, em média, R$ 3.398,39. Esse valor corresponde a 71,5% da remuneração média auferida pelos 5.809 homens contratados no período. Constata-se a diferença de remuneração entre homens e mulheres também nos desligamentos. As 6.878 mulheres desligadas dos bancos recebiam, em média, R$ 5.636,42, o que representou 75,2% da remuneração média dos 7.080 homens desligados dos bancos. (Fonte: Caged)



21/06/2018

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20/06/2018

Primeira rodada de negociação com a Fenaban será dia 28; com BB, 29

A primeira rodada de negociação da Campanha Salarial 2018 com a Fenaban está agendada para o próximo dia 28 de junho, em São Paulo. Já os negociadores do Banco do Brasil agendaram para 29. Diretores do Sindicato estarão presentes.


Conforme adianta o vice-presidente do Sindicato, Carlos Roberto Rodrigues, é muito importante que os bancários acompanhem todo o desenrolar de cada rodada de negociação, que não será nada fácil, diante do contexto atual, porém os representantes dos trabalhadores na mesa de negociação irão dispostos a arrancar a renovação do atual acordo coletivo de trabalho, bem como avançar em novos conquistas.


Como índice econômico, a categoria bancária defende 5% de ganho real, mais a inflação do período medida pelo INPC.



19/06/2018

Sindicato recebe título de Mérito Comunitário

Entidade recebeu honraria pelos 60 anos de história e atuação ativa em favor dos bancários e da comunidade

 

O Sindicato dos Bancários de Maringá e Região recebeu, na manhã desta terça-feira, 19/06, o título de Mérito Comunitário e o Brasão do Município. A honraria foi concedida pela Câmara Municipal, em proposição do vereador Gean Marques.

Em seu discurso, o vereador autor citou algumas das razões para a propositura da merecida homenagem. “O Sindicato dos Bancários de Maringá completou 60 anos de sua fundação em novembro do ano passado. Ao longo desse período vem construindo uma história de lutas, de vitórias em favor da categoria bancária, sem esquecer uma ativa participação social, fazendo a diferença em favor da nossa comunidade”, frisa.

Marques lembrou que o Sindicato tem participado ativamente de diversas entidades da sociedade civil organizada, tendo inclusive ocupado a presidência do Conselho Municipal de Saúde e do Conselho de Segurança, realiza ações sociais, além de ser exemplo em sua atuação em favor da categoria bancária, bem como de todos os trabalhadores, ao empreender lutas por direitos e melhores condições de trabalho.

O presidente do Sindicato, Claudecir de Souza, que recebeu a homenagem em nome de toda a diretoria, lembrou de inúmeras ações realizadas pela entidade e que trouxeram melhorias para toda a comunidade, como a luta de anos em favor de mais contratações e menos filas nos bancos, em que foram levantadas, em diversas oportunidades, milhares de assinaturas em abaixo-assinado, e encaminhadas ao Procon.

“O nosso Sindicato tem efetivamente uma atuação muito presente, com o intuito de dar sua contribuição, de fazer a diferença na vida da comunidade em que está inserido. E na defesa da nossa categoria, somos hoje um dos mais respeitados do Brasil, com assento em todas as mesas de negociação, devido a um trabalho realizado com muita dedicação, muito empenho, em favor dos bancários”, acrescenta. 



15/06/2018

Técnico bancário da CEF poderá acumular cargo de professor

 

A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho considerou válida a acumulação dos cargos de técnico bancário e de professor do Ensino Fundamental na administração pública. A decisão segue o entendimento do TST de que a situação se enquadra na exceção prevista na Constituição da República que autoriza a acumulação.

Na reclamação trabalhista, o bancário informou que foi admitido na Caixa para exercer a função de técnico bancário. Três anos depois, passou em concurso para professor de Ciências no Ensino Fundamental na rede pública do Município de Contagem (MG).

Após 19 anos exercendo as funções simultaneamente, disse que foi notificado pela CEF do impedimento de acúmulo das funções. Foi aberto prazo para que ele optasse pela exoneração do cargo de professor ou a rescisão do contrato de trabalho de técnico bancário. Diante disso, o bancário buscou na Justiça do Trabalho garantir a permanência nos dois cargos.

O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) julgou improcedente o pedido, considerando que o técnico bancário exerce função meramente burocrática, e não tipicamente técnica como a de engenheiros e de advogados. Segundo o TRT, a CEF “possui centenas, quiçá milhares de ‘técnicos’ em todo o Brasil”, mas as rotinas bancárias não autorizam a acumulação desse cargo com o de professor.

Para o ministro Hugo Carlos Scheuermann, relator do recurso do bancário, o Tribunal Regional decidiu em desacordo com a Constituição da República, que permite a acumulação de cargos que demandem conhecimentos específicos. 

Esse entendimento, segundo o ministro, já foi uniformizado na jurisprudência do TST em diversos julgados que reconhecem que a atividade de técnico bancário não é meramente burocrática e demanda conhecimento especifico. A decisão foi unânime. (DA/CF) Processo: 
RR-1253-65.2011.5.03.0022  (Fonte: SCS/TST)



15/06/2018

Banco rejeita proposta das entidades para a CASSI


A atitude do Banco apresenta-se contraditória com seu discurso de disposição de debate de sua proposta.

No último dia 5, as Entidades que integram a Mesa de Negociação que busca a sustentabilidade da Cassi (ANABB, AAFBB, CONTEC e FAABB) apresentaram proposta realista que possibilita a negociação de alternativas para superação das dificuldades enfrentadas pela CASSI.

Mas, contrariando o discurso até agora utilizado junto aos associados, na quinta-feira (07/06) à noite, o Banco encaminhou nota para as Entidades, informando que a empresa não aceita o conjunto de propostas apresentadas pelas Entidades e defende a proposta que apresentou para a governança da CASSI no dia 1º do corrente mês.

A propósito da proposta de adiantamento de cerca de R$ 1,2 bilhão para quitação em 10 (dez) anos, o Banco respondeu que não fará nova antecipação de recursos ao fundamento de já haver antecipado as contribuições patronais sobre o 13º salário dos próximos quatro anos, no importe de R$ 323 milhões e por entender que as proposições não se enquadrariam ao que foi acordado no memorando, nem às conclusões do diagnóstico, ignorando que o próprio Relatório Anual 2017 da Cassi, deixa claro que os referidos recursos não foram suficientes para sanar os déficits da Caixa de Assistência e que em dezembro de 2016 – quando foi firmado o Memorando – a previsão do próprio Banco era de que o aporte adicional provisório de 1% por parte dos associados seria suficiente para o equilíbrio financeiro da CASSI até dezembro de 2019.

Destaque-se que a proposta defendida pelo Banco contempla a quebra do princípio da solidariedade (com a instituição da contribuição por dependente, com reajustes baseados no plano CASSI Família), a elevação de despesas na cúpula da CASSI (com a criação de diretorias a serem ocupadas com a contratação de diretores no mercado), quebra da atual proporcionalidade contributiva (o BB quer tornar permanente a contribuição provisória de 1% dos associados, que passariam a contribuir com 4%, mantendo sua contribuição patronal em 4,5%), além de pretender a instituição do voto de minerva pelo patrocinador, ou seja, o Banco quer aumentar seu poder de comando e diminuir sua responsabilidade, o que é incompatível.

A atitude do Banco é contraria ao discurso até então propalado pela instituição sobre a importância da participação das Entidades nas discussões sobre Cassi. Em todas as recentes reuniões, os representantes do BB conclamaram as Entidades – representantes dos funcionários da ativa e aposentados –, a encaminharem suas sugestões. O objetivo sempre foi construir uma proposta em conjunto. Mas, na prática, o que vemos é o Banco tentando impor unilateralmente sua proposta com desproporcional ônus aos associados.

Manteremos os associados informados a respeito.

Clique aqui para Downloads da Proposta das Entidades para a CASSI

Clique aqui para Downloads da Resposta do BB

Diretoria Executiva da CONTEC



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