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16/03/2017

Vamos nos aposentar só aos 65? Políticos ainda vão debater regras; entenda


Paralisações em todo o país nesta quarta­feira (15) protestam contra a proposta de reforma da Previdência, enviada pelo governo ao Congresso. Um dos pontos mais polêmicos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287 é a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem.

Afinal, em que pé está a proposta? Ela já sofreu algum tipo de mudança? Entenda.

Em que pé está a reforma da Previdência?
Por enquanto, a proposta de reforma da Previdência está
sendo discutida em audiências públicas na Comissão Especial na Câmara dos Deputados. Isso acontece até 28 de março. Até lá, o relator da reforma, deputado Arthur Maia (PPS­BA), deve analisar todas as emendas (pedidos de mudança) apresentadas e decidir se elas entram ou não em seu relatório final.

Que mudanças foram pedidas?
O prazo para pedir mudanças na PEC 287 foi esta terça­feira (14). Ao todo, ela recebeu 146 emendas, ou seja, 146 pedidos para mudar trechos da proposta ou deixá­los de lado e manter as regras atuais. As emendas pedem, por exemplo, para mudar a idade mínima, a regra de transição e a forma de cálculo dos benefícios.

Alguns exemplos. O deputado Paulo Pereira da Silva (SD­SP) sugere idade mínima de 58 anos, para mulheres, e 60 anos, para homens. Para a regra de transição, ele defende que os trabalhadores contribuam com 30% do tempo que falta para se aposentar, e não 50%, como propôs o governo.
O deputado Pedro Uczai (PT­SC) pediu para que o governo não mexa nas regras dos benefícios assistenciais e dos trabalhadores rurais.

Quando essa fase deve terminar?
Após a análise das emendas dos deputados e dos debates públicos, o deputado Arthur Maia terá que apresentar seu relatório final, chamado de parecer. A expectativa é que isso aconteça até a primeira semana de abril, segundo a assessoria de imprensa dele.

Apresentado o parecer, a comissão especial terá que decidir se aprova ou não. Se aprovar, a proposta de reforma da Previdência segue para votação no plenário da Câmara. Se não aprovar, o presidente da comissão, deputado Carlos Marun (PMDB­MS), deve nomear outro relator para escrever um novo parecer, até que ele seja aprovado pela Comissão Especial.

E as sugestões que forem desconsideradas?
Após ser aprovado na Comissão Especial, a PEC 287 segue para votação no plenário da Câmara, em dois turnos. Ela precisa ter a aprovação de pelo menos 308 deputados em cada uma das votações, o que equivale a 3/5 dos parlamentares.

Antes dessa votação acontecer, as emendas que não foram incluídas pelo relator da comissão especial em seu parecer final poderão voltar ao debate. Os líderes dos partidos podem apresentar os chamados "destaques", que são emendas ou partes do texto do relator que eles querem votar separadamente. Se o destaque for aprovado, ele muda o texto principal.

Se a proposta não passar nas votações do plenário, a PEC é arquivada. Se passar, segue para o Senado.

O que acontece no Senado?
A primeira fase no Senado é passar pela Comissão de Constituição e Justiça. Após análise dessa comissão, o texto segue para votação no plenário. Também será necessária aprovação em dois turnos, com pelo menos 49 votos a favor em cada votação (o que representa 3/5 dos senadores).

Se o Senado não fizer nenhuma alteração na proposta que chegou da Câmara, ela é publicada. Se houver alteração, a proposta volta para a Câmara para ser votada novamente.

PRINCIPAIS PONTOS DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA
 - Idade mínima para se aposentar: 65 anos Tempo mínimo de contribuição: 25 anos (na prática, 49 anos para chegar aos 100% do valor)
 - Regra igual para homens e mulheres
 - Vale para trabalhadores de empresas privadas, servidores públicos e políticos. Militares ficam fora
 - Homens com 50 anos ou mais e mulheres com 45 anos ou mais terão regra de transição: só terão de trabalhar 50% a mais do que falta hoje para sua aposentadoria (se faltarem dois anos, trabalham três)
 - Nada muda para quem já tem tempo de aposentadoria pelas regras atuais
 - Pensão por morte não pode ser acumulada com aposentadoria e será de 50% da aposentadoria do falecido, mais 10% por dependente
 - O Congresso ainda vai analisar o projeto, que só vai valer em 2017. (Fonte: UOL)



15/03/2017

Contra ‘PEC da morte’, multidão protesta em frente ao INSS


 

 

Milhares de trabalhadores participaram de protesto, no dia 15/03, contra a Reforma da Previdência. A concentração teve início em frente ao Terminal Urbano. Após as 9h, a mobilização aconteceu em frente a agência do INSS de Maringá.

 

A mobilização, puxada pelo Sindicato dos Bancários, entre outras entidades sindicais, tem como intenção conclamar os trabalhadores e a sociedade em geral em uma cruzada nacional contra esta reforma que está em discussão no Congresso Nacional.

 

“Esta PEC da morte está retirando um direito básico de todos os trabalhadores brasileiros, que é a sua aposentadoria. Do jeito que o governo encaminhou a proposta, poucos alcançarão o benefício com vida”, adianta o presidente do Sindicato, Claudecir de Souza.

 

“E não daremos trégua a este governo, aos deputados e senadores. Este ato de hoje, que reúne esta multidão, é apenas o primeiro de uma série de ações que levaremos a cabo contra este ato desumano, vergonhoso, deste governo.”

 

O próximo passo, aponta o presidente, será pressionar deputados e senadores para que assumam uma posição em favor dos trabalhadores. “Vamos pressionar. Quem trair o trabalhador não terá o voto da população, pois esta reforma prejudicará a todos”, destaca. 



15/03/2017

Contra ‘PEC da morte’, multidão protesta em frente ao INSS


 

 

Milhares de trabalhadores estão participando nesta quarta-feira de protesto contra a Reforma da Previdência. A concentração teve início em frente ao Terminal Urbano. Após as 9h, a mobilização acontece em frente a agência do INSS de Maringá.

 

A mobilização, puxada pelo Sindicato dos Bancários, entre outras entidades sindicais, tem como intenção conclamar os trabalhadores e a sociedade em geral em uma cruzada nacional contra esta reforma que está em discussão no Congresso Nacional.

 

“Esta PEC da morte está retirando um direito básico de todos os trabalhadores brasileiros, que é a sua aposentadoria. Do jeito que o governo encaminhou a proposta, poucos alcançarão o benefício com vida”, adianta o presidente do Sindicato, Claudecir de Souza.

 

“E não daremos trégua a este governo, aos deputados e senadores. Este ato de hoje, que reúne esta multidão, é apenas o primeiro de uma série de ações que levaremos a cabo contra este ato desumano, vergonhoso, deste governo.”

 

O próximo passo, aponta o presidente, será pressionar deputados e senadores para que assumam uma posição em favor dos trabalhadores. “Vamos pressionar. Quem trair o trabalhador não terá o voto da população, pois esta reforma prejudicará a todos”, destaca. 



13/03/2017

Nesta quarta, 15, Sindicato vai às ruas contra Reforma da Previdência


O Sindicato dos Bancários de Maringá e Região prepara para esta quarta-feira, dia 15/03, um protesto contra a Reforma da Previdência Social, que está em discussão no Congresso Nacional. A concentração, com o apoio da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e de outras entidades sindicais, será em frente ao Terminal Urbano, no centro da cidade. A intenção é conclamar a população para esta luta que é de todos os trabalhadores. É preciso reagir antes que seja tarde.


Conforme avalia o presidente Claudecir de Oliveira, somente a mobilização da sociedade será possível levar os parlamentares e o Governo a recuarem neste projeto que penalizará todos aqueles que estão contribuindo com a previdência pública e um dia esperam se aposentar. "Da forma como está sendo encaminhado será praticamente impossível se aposentar com o valor integral do benefício. Para isso teria que trabalhar quase 50 anos. É um absurdo", frisa.


Isso, sem contar inúmeros outros obstáculos que tornarão a aposentadoria do trabalhador cada vez mais distante.  




10/03/2017

Saque do FGTS: Sindicato acompanha movimentação nas agências da Caixa


Diretores do Sindicato estiveram na manhã desta sexta-feira, 10/03, acompanhando a movimentação nas agências da Caixa. A finalidade é verificar as condições de trabalho dos funcionários do banco durante este período de saque das contas inativas do FGTS.


O Sindicato aproveitou a oportunidade para verificar também questões de segurança, uma vez que a movimentação é muito grande, tanto dentro das agências, como nas imediações. Por isso, foi solicitado reforço na segurança mediante ofício encaminhado ao Comando da Polícia Militar.

“Nossa preocupação é com a segurança tanto de funcionários quanto de clientes. Percebemos que, nesta manhã, mesmo com toda a movimentação não havia policiamento nas imediações. Também vamos acompanhar, durante esses dias de maior movimentação, as condições de trabalho oferecidas aos funcionários”, aponta o presidente Claudecir de Souza. 



10/03/2017

Sindicato acompanha movimentação nas agências da Caixa


Diretores do Sindicato estiveram na manhã desta sexta-feira, 10/03, acompanhando a movimentação nas agências da Caixa. A finalidade é verificar as condições de trabalho dos funcionários do banco durante este período de saque das contas inativas do FGTS.


O Sindicato aproveitou a oportunidade para verificar também questões de segurança, uma vez que a movimentação é muito grande, tanto dentro das agências, como nas imediações. Por isso, foi solicitado reforço na segurança mediante ofício encaminhado ao Comando da Polícia Militar.

“Nossa preocupação é com a segurança tanto de funcionários quanto de clientes. Percebemos que, nesta manhã, mesmo com toda a movimentação não havia policiamento nas imediações. Também vamos acompanhar, durante esses dias de maior movimentação, as condições de trabalho oferecidas aos funcionários”, aponta o presidente Claudecir de Souza. 



10/03/2017

Caixa eletrônico inovador pode acabar com agências bancárias


O novo caixa eletrônico desenvolvido pela empresa NCR promete revolucionar o próprio conceito de agências bancárias. Isto porque muito mais do que sacar dinheiro, a moderna máquina permite que o cliente faça tudo o que hoje ainda só pode ser feito frente a frente com um bancário humano.

A nova geração das máquinas de autoatendimento permite que o cliente converse por videoconferência com seu gerente. Tudo por meio de uma tela de 19 polegadas sensível ao toque.

Com isso, será possível solicitar empréstimos e outras operações sem precisar falar pessoalmente com nenhum funcionário – e o melhor: sem ter de enfrentar uma penosa fila.

Ao adotarem tais máquinas, as agências bancárias poderiam se tornar mais dinâmicas e, ao mesmo tempo, atenderem de modo pleno à sua clientela mesmo em horários alternativos – noturnos, por exemplo.

A NCR informa que “diversos dos maiores bancos do mundo já assinaram contratos para usar o equipamento”. Entretanto, a empresa não divulga uma data para a estreia operacional do aparelho.

A nova gama de caixas eletrônicos, batizada de SelfServ 80 Series, garantirá, segundo a fabricante, que “as instituições financeiras aumentem suas receitas, reduzam custos, gerenciem riscos e aprimorem a experiência do cliente”.

O mercado de tecnologia avalia que a novidade é o primeiro grande avanço no sistema bancário automatizado desde que as primeiras máquinas de autoatendimento foram lançadas, há cinco décadas.

De lá para cá, pouca coisa mudou quanto aos serviços possíveis, embora tenham surgido avanços como telas sensíveis ao toque e novos sistemas de segurança, mais eficazes.

O novo produto da NCR também representa evoluções tecnológicas em termos de segurança, “uma grande preocupação para cada cliente bancário”, conforme frisa a NCR.

A empresa 
Fundada em 1884 como uma fábrica de caixas registradoras, a NCR é a líder mundial em máquinas de autoatendimento bancário atualmente. Dos 3,1 milhões de caixas eletrônicos em funcionamento no planeta, mais de 830 mil são da marca. (Fonte: Yahoo Notícias)




09/03/2017

Bancárias recebem lembrança do Sindicato neste 8 de março

As bancárias de Maringá e região, filiadas ao Sindicato, receberam, nesta quarta-feira, 8 de março, um mimo por conta do Dia Internacional da Mulher. A lembrança pela data foi preparada pela Secretaria de Relações Socais e Sindicais, comandada pela diretora Veridiany Pinotti.

"Preparamos com muito carinho este mimo às nossas bancárias. Elas merecem todo o nosso respeito, consideração. Esta data tem também uma importância histórica muito grande, pois é um marco da luta feminina pela igualdade, por melhores condições de vida e de trabalho", comenta a diretora. 

O presente entregue neste ano foi um aromatizante para ambientes, personalizado, contendo a logomarca dos 60 anos do Sindicato e a citação da data em homenagem a todas as mulheres. 


09/03/2017

Bancárias recebem lembrança do Sindicato neste 8 de março


As bancárias de Maringá e região, filiadas ao Sindicato, receberam, nesta quarta-feira, 8 de março, um mimo por conta do Dia Internacional da Mulher. A lembrança pela data foi preparada pela Secretaria de Relações Socais e Sindicais, comandada pela diretora Veridiany Pinotti.

"Preparamos com muito carinho este mimo às nossas bancárias. Elas merecem todo o nosso respeito, consideração. Esta data tem também uma importância histórica muito grande, pois é um marco da luta feminina pela igualdade, por melhores condições de vida e de trabalho", comenta a diretora. 

O presente entregue neste ano foi um aromatizante para ambientes, personalizado, contendo a logomarca dos 60 anos do Sindicato e a citação da data em homenagem a todas as mulheres. 


09/03/2017

Confederações vão participar do Dia Nacional de Paralisações, 15 de março


Dirigentes do Fórum decidem reforçar luta contra reformas 
O Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) deliberou terça (7), em Brasília, pela participação no Dia Nacional de Protesto contra as reformas da Previdência e a trabalhista, chamado pelas Centrais Sindicais para 15 de março.

Artur Bueno de Camargo, coordenador do FST, informou à Agência Sindical que serão mobilizados, também, Federações e Sindicatos filiados às 20 Confederações nacionais que integram o Fórum.

“Nossa ideia é ajudar a organizar protestos em todos os Estados. Contamos, pra isso, com nossas Federações e Sindicatos, que são milhares, por todo o País”, diz. Para o sindicalista, a força da classe trabalhadora está em sua unidade. “Vamos somar forças com as Centrais Sindicais e demais organizações de trabalhadores”, argumenta o sindicalista.

As Confederações já estão atuando contra as reformas neoliberais de Temer, seja no contato com parlamentares em Brasília, seja por meio de pressão nas bases eleitorais de deputados e senadores.

Protesto
Para Artur Bueno de Camargo, a mobilização nacional do dia 15 é decisiva. Ele afirma: “O descontentamento dos trabalhadores com o desemprego, o arrocho e os ataques a conquistas é real. Mas é uma força que precisa ser posta em movimento, por meio das suas entidades de classe. Temos disposição e organização pra barrar o desmonte de direitos e a agressão à própria organização sindical”.

Metalúrgicos
A Agência Sindical falou também com Miguel Torres, que preside a CNTM. A entidade mobiliza suas Federações e Sindicatos, buscando promover manifestações fortes no dia programado. “Vale paralisação, assembleia, passeata. A intenção é que seja um dia efetivo de luta, que mobilize a base fortemente e esquente o movimento pra uma greve geral em abril. É nossa expectativa”, diz Miguel. (Fonte: Reporte Sindical)



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