Bancários

Sindicato de Maringá e Região

CONTEC
15° MIN 27° MÁX MARINGÁ
Seu Banco:


26/03/2018

Rescisão de contrato de trabalho sem sindicato fragiliza empregado, aponta debate no Senado


A Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017), em vigor desde novembro do ano passado, acabou com a necessidade de o sindicato da categoria ou o Ministério do Trabalho revisar a rescisão dos contratos dos trabalhadores. Com isso, empregados e empregadores têm recorrido a cartórios para finalizar as relações trabalhistas. Audiência pública promovida na última quinta-feira (22) pela Subcomissão Temporária do Estatuto do Trabalho apontou que a medida deixa os profissionais desprotegidos. Na Agência Senado

Segundo o presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho, Ângelo Fabiano Farias da Costa, cartórios já têm oferecido o serviço por meio de uma escritura pública que pode ser emitida, inclusive, por meio eletrônico, sem a necessidade de comparecimento ao local físico. Ele observou que a participação dos sindicatos e do Ministério do Trabalho garantia o pagamento correto dos valores rescisórios.

“Estão fazendo por meio eletrônico, o que aumenta a possibilidade de sonegação de direitos trabalhistas. A reforma trouxe uma série de instrumentos para retirada de direitos trabalhistas. É preciso rever esses instrumentos”, apontou.

Para o vice-presidente da subcomissão, senador Paulo Paim (PT-RS), a extinção da necessidade de comparecimento ao sindicato ou à superintendência do Ministério do Trabalho para homologar uma rescisão contratual abre espaço para fraudes.

“Daqui a pouco o trabalhador vai receber a rescisão pelo correio”, lamentou Paim.

Itamar Kunert, da Central dos Sindicatos Brasileiros, ressaltou que a homologação garante segurança jurídica para trabalhadores e empresários, pois demonstra que o empregador pagou o que deveria e o trabalhador recebeu aquilo que tinha direito.

“A homologação é a coisa mais importante não apenas para o trabalhador, mas para o empresário. É uma garantia de que houve um corte no contrato de trabalho”, assinalou.

Demissão imotivada

A Reforma Trabalhista criou a possibilidade de funcionário e patrão negociarem uma demissão de comum acordo. O trabalhador que optar por essa nova forma de demissão perde o direito ao seguro-desemprego e ganha somente a metade do valor correspondente ao aviso prévio e da multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Essa nova ferramenta pode ser utilizada para coagir o trabalhador ao consenso, segundo participantes da audiência.

Na avaliação de Rogério Silva, membro do Comando Nacional de Mobilização do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), a demissão sem justa causa — aquela que não pode ser justificada por falta grave do trabalhador ou por motivos econômicos relevantes — precisa ser revista.

“A dispensa imotivada é hoje um poder que o empregador tem sobre o empregado, algo que já não é permitido em vários países. Essa dispensa não poderia ser por puro arbítrio do empregador”, criticou.

O presidente da Associação Latino-Americana de Juízes do Trabalho, Hugo Melo Filho, também defendeu a regulamentação do artigo 7º Inciso I da Constituição Federal, estabelecendo regras para proteção do empregado contra dispensas arbitrárias.

Contratos precários

Outro ponto frisado na reunião foi a regulamentação de novas modalidades de contratos de trabalho como intermitente e temporário. Para a vice-presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a juíza Noemia Porto, esses contratos precários enfraquecem os sindicatos e diminuem o poder de negociação dos trabalhadores e o respeito aos seus direitos.

“Está em curso um processo de desprofissionalização dos trabalhadores e um processo de desindicalização que atinge a identidade coletiva dos trabalhadores, que é fundamental pela luta de melhor qualidade de vida e de trabalho. Eu deixo de ser o engenheiro ou a cozinheira e passo a ser o PJ, o autônomo, o trabalhador intermitente”, alertou.

Mercado de trabalho

Apontada pelo governo como saída para gerar emprego no país, a reforma trabalhista não conseguiu abrir nenhum novo posto de trabalho, de acordo com a pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade de Campinas (Cesit/Unicamp), Marilane Oliveira Teixeira. Também não conseguirá assimilar as 4,5 milhões de pessoas em idade economicamente ativa que entraram no mercado de trabalho desde 2015, conforme a pesquisadora.

“No mesmo período foram retiradas 726 mil pessoas do mercado. É como se ninguém tivesse sido incorporado e, além disso, mais de 700 mil saíram. É uma catástrofe”, disse.

Trabalho informal

Ainda de acordo com dados apresentados pela pesquisadora, o trabalho informal, que vinha registrando queda até 2013, disparou nos últimos anos e tende a aumentar com a reforma:

“Hoje, somando o trabalho não registrado e o por conta própria são 36 milhões de homens e mulheres contra 34 milhões com carteira de trabalho”, registrou.

Fonte: Diap



23/03/2018

Confira alguns de nossos convênios na área de Educação. Aproveite!




23/03/2018

PIB deverá crescer 3% em 2018, indica IPEA

Segundo estudo, inflação deve fechar este ano em 3,6%, o que indica um cenário positivo para a retomada do nível de atividade econômica do País

O PIB (Produto Interno Bruto) de 2018 deve crescer 3%, segundo projeções do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com a Carta de Conjuntura, divulgada nesta quinta-feira (22), este percentual deve se repetir em 2019.

Pela avaliação do Grupo de Conjuntura do Ipea, a inflação deve fechar este ano em 3,6%, mesmo com o esperado aumento de preços dos alimentos. Isso indica um cenário positivo para a recuperação do PIB do País.

O principal resultado positivo do primeiro bimestre do ano, segundo os economistas, veio da taxa de inflação. “Apesar da importante contribuição dos alimentos, mesmo com a exclusão desses preços do cálculo do IPCA [Índice Nacional de preços ao Consumidor Amplo, do IBGE), o índice acumulado em 12 meses recuou de 10% para 4,2% entre janeiro de 2016 e fevereiro de 2018”, diz o estudo.

Ainda de acordo com o levantamento do Ipea, a inflação em patamar baixo mostra que há espaço para que a política monetária possa estimular o crescimento sem grandes riscos de escalada de preços. O entendimento é que o resultado em 2018 será explicado principalmente pela expansão do consumo das famílias (estimado em 3,4%) e do investimento (4,5%).

O consumo do governo deve registrar crescimento nulo, enquanto as exportações líquidas de bens e serviços devem contribuir negativamente para o resultado do Produto Interno Bruto, com avanço das importações (7,5%) superior as exportações (6,5%). O crescimento da indústria (3,6%) e dos serviços (2,9%) deve compensar a queda do PIB agropecuário, projetado para 2,2%).

Em relação ao Produto Interno Bruto do primeiro trimestre, os economistas do Ipea preveem um crescimento de 1,9% para o PIB do 1º trimestre do ano, em comparação ao mesmo período do ano passado, puxado pelo aumento de 3,4% do consumo das famílias, de 4,3% do investimento agregado, e pelos avanços da indústria, que deverá crescer 2,6% e dos serviços (2,4%).

Já para os trimestres subsequentes, existe a expectativa de um novo impulso ao investimento e de aumento do consumo privado, fazendo com que essas variáveis fechem 2018 com taxas de crescimento acumulado de 4,5% e 3,4%, respectivamente.

Apesar da forte desaceleração no último trimestre de 2017, o consumo deve permanecer para o crescimento econômico em 2018. “A inflação controlada, os juros em queda ao longo de todo ano passado e em níveis inéditos de baixa, a redução do endividamento das famílias como proporção da sua renda, e o comportamento favorável do mercado de trabalho – com o aumento da ocupação e elevação do rendimento médio do trabalho – são fatores que apontam para uma aceleração do crescimento do consumo”, conforme análise do Grupo de Conjuntura.

O Indicador Ipea de Vendas do Comércio (varejo ampliado) – prévia do resultado da Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE – apontou um avanço de 5,7% na comparação com fevereiro do ano passado, o que também pode exercer influência no PIB. (Fonte: Brasil Econômico)



22/03/2018

Imposto de Renda 2018: Como declarar carros e imóveis

 

 

Na declaração do Imposto de Renda 2018, além dos rendimentos recebidos em 2017, é preciso informar ao fisco os bens de cada contribuinte. Quem se esquecer disto pode acabar caindo na malha fina, portanto, é melhor ter cuidado. Vale lembrar também que quem possui bens cujos valores, somados, superem R$ 300 mil está obrigado a fazer a declaração, mesmo que esteja liberado da prestação de contas por outros critérios. Fique atento e tire as suas dúvidas sobre como declarar veículos e imóveis.

Veículo
Os automóveis devem ser discriminados na linha “21-veículo automotor terrestre – caminhão, automóvel, moto, etc.”. O contribuinte precisa informar quando adquiriu o veículo, qual foi o preço pago e qual foi o vendedor (pessoa física ou jurídica).

Na parte dos valores (“situação em 31/12/2016” e “situação em 31/12/2017”), a forma de preenchimento depende de algumas questões:

Contribuinte já tinha o veículo quitado em 2016
Nesse caso, deve-se repetir o valor incluído na declaração do ano passado, colocando o valor de aquisição do carro nos campos “situação em 31/12/2016” e “situação em 31/12/2017”. Lembrando que nesse campo vale sempre o valor pago no momento da aquisição do bem – não importa se houve desvalorização ao longo dos anos.

Contribuinte comprou e pagou pelo veículo em 2017
Se esta é a sua situação, você deve deixar o campo “situação em 31/12/2016” com o valor zerado, e no campo “situação em 31/12/2017” colocar o valor integral do veículo.

Veículo financiado adquirido antes de 2017
Neste caso, o bem já deve ter sido declarado no ano passado. Em “situação em 31/12/2016”, o contribuinte deverá incluir o valor pago pelo veículo até o fim de 2016. Em “situação em 31/12/2017”, deve-se somar ao valor anterior todas as parcelas pagas ao longo de 2017.

Quer um exemplo? Se em 2016 o contribuinte comprou um carro e deu R$ 10 mil de entrada, e ao longo de 2017 pagou R$ 1 mil por mês, o campo”situação em 31/12/2017” deverá ser preenchido como R$ 22 mil (R$ 10 mil pagos em 2016 mais os R$ 12 mil pagos ao longo de 2017).

Veículo foi vendido em 2017
Se o veículo foi vendido em 2017, é necessário declarar essa transação. Neste caso, o valor descrito no campo “situação em 31/12/2016” deve ser o mesmo informado no IR do ano passado (se o bem já tinha sido quitado, será o valor integral de aquisição). Já o campo “situação em 31/12/2017” deve ficar zerado. No campo discriminação, o contribuinte precisa informar que vendeu o veículo, o valor da operação e os dados do comprador, com CNPJ ou CPF.

Se o carro vendido for dado como parte do pagamento para a compra de outro veículo, isto também deve ser declarado. Deve-se abrir uma nova ficha na aba de bens e direitos para declarar o novo veículo, e informar ali que o automóvel antigo foi usado como parte do pagamento, explicitando o valor total e a forma de pagamento do saldo restante.

Imóvel
A declaração de imóveis é similar à de veículos. Esses bens também devem ser discriminados na ficha “Bens e Direitos”. Se o imóvel for um apartamento, ele deve ser incluído na linha 11. Se for uma casa, na linha 12. Os terrenos devem ser descritos na linha 13.

O ideal é incluir no campo discriminação o maior número de informações possível, como endereço, matrícula do imóvel, de quem foi adquirido, quando foi feita a compra, se foi financiado e qual foi a instituição financeira que concedeu o financiamento. Se o contribuinte comprou o imóvel na planta, por exemplo, e deu uma entrada à construtora, mas depois passou a pagar as parcelas a uma instituição financeira, é importante deixar claro quais os valores pagos a cada um.

Qual valor deve ser declarado?
O valor do bem, para a Receita Federal, será sempre aquele pelo qual foi adquirido o imóvel — mesmo que haja valorização no mercado. O contribuinte também não pode fazer a correção monetária. A Receita não permite que o valor seja atualizado.

Imóvel financiado
Se o imóvel for financiado, o procedimento é similar ao do veículo. O contribuinte deve colocar como “situação em 31/12/2017” o valor total pago até esta data: a entrada mais as parcelas pagas, inclusive os juros. A cada ano, o contribuinte vai aumentar o valor do imóvel de acordo com o que pagou até quitar o bem – colocando, inclusive, o que foi pago a título de juros.

Imóvel comprado à vista em 2017
Se você comprou um imóvel à vista em 2017, deve preencher o campo “situação em 31/12/2016” como zero, e no campo “situação em 31/12/2017” deve incluir o valor total do imóvel.

Contribuinte já tinha o imóvel quitado em 2016
Se você tem um imóvel que já estava completamente pago em 2016, deve repetir o valor incluído na declaração do ano passado. Neste caso, os campos “situação em 31/12/2016” e “situação em 31/12/2017” ficarão iguais.

Contribuinte vendeu imóvel em 2017
Quem vendeu um imóvel no ano passado precisa declarar a operação. Neste caso, o contribuinte precisa repetir, no campo “situação em 31/12/2016”, o valor declarado nos anos anteriores, e deixar o item “situação em 31/12/2017” zerado. É preciso informar qual foi o preço da venda e identificar o comprador, com CPF ou CNPJ.

Reforma
Quem fez reformas e benfeitorias em um imóvel pode declarar o que foi gasto nesse serviço. Esse valor deve ser lançado também na ficha “Bens e Direitos”, na linha “17 – Benfeitorias”. É preciso ter todos os comprovantes dos serviços e da compra de materiais. No campo descriminação, é importante explicar a qual imóvel é referente a reforma.

Informar esses gastos pode trazer benefícios futuros ao contribuinte, pois quando o imóvel for vendido o valor das benfeitorias poderá ser somado ao valor de aquisição declarado, reduzindo a base de cálculo do IR sobre o ganho de capital com a venda. Imagine que seu imóvel foi adquirido por R$ 100 mil, foram feitas reformas no valor de R$ 30 mil e o imóvel for vendido posteriormente por R$ 200 mil. O ganho de capital apurado será de R$ 70 mil (200-130), e não R$ 100 mil. Já que o ganho de capital é tributável, essa redução é vantajosa para o contribuinte.

Fonte: Revista Época Negócios

 



22/03/2018

Michel Temer dará aval a empréstimo da CAIXA com garantia ilegal



O presidente Michel Temer deve passar por cima da decisão do Conselho de Administração da Caixa e liberar a concessão de empréstimos a Estados e municípios sem o aval do Tesouro, apenas com garantias de receitas tributárias. Essas transações são consideradas mais arriscadas para as instituições financeiras e viraram alvo de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) após o Estado revelar que o banco estatal estava aceitando garantias consideradas ilegais nessas operações.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, Temer vai blindar os bancos que concederem empréstimos com essas garantias. Com isso espera que, mesmo que o TCU considere ilegal o uso de receitas tributárias para a obtenção dos empréstimos, os bancos fiquem resguardados. Na queda de braço sobre esses financiamentos entre a diretoria da Caixa, presidida por Gilberto Occhi, e o Conselho de Administração do banco, que tem como presidente a secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi, o Palácio do Planalto optou pelo apoio a Occhi. A decisão tem potencial para acentuar a crise entre a Caixa e o Ministério da Fazenda.

Em ano eleitoral, e com Temer disposto a disputar a reeleição, Planalto e governadores têm pressa para liberar esses empréstimos. Além da Caixa, o BNDES também recebeu a missão de garantir crédito barato para as administrações estaduais investirem em segurança pública.

A Advocacia-Geral da União já recebeu sinal do TCU de que o estoque de empréstimos já concedidos não será afetado, caso o tribunal mais tarde avalie que as garantias são ilegais. A ministra da AGU, Grace Mendonça, esteve ontem no TCU. O parecer apresentado pelo governo é sustentado por um relatório do Banco Central argumentando que não há risco nesses empréstimos, cuja inadimplência foi calculada em 0,1%.

Mesmo com a pressão política dos governadores e parlamentares, o Conselho de Administração da Caixa havia determinado a suspensão temporária à concessão dos empréstimos – muitos deles já prontos para a liberação.

Vinculação

A decisão de Temer vai vincular toda a administração pública. Ou seja, os demais bancos públicos poderão aceitar essas garantias, entre elas, receitas dos fundos de participação dos Estados (FPE) e dos municípios (FPM). A Constituição proíbe o uso dessas garantias e, por isso, o Ministério Público Federal pediu ao TCU a suspensão dos empréstimos. A cautelar ainda não foi apreciada pela Corte de contas, que pediu mais informações aos bancos e ao Banco Central.

O presidente do BC, Ilan Goldfajn, se reuniu nessa quarta-feira, 21, com o ministro do TCU, José Múcio, que analisa o pedido de cautelar. À saída do encontro, o presidente do BC disse que entregou o histórico das operações feitas com esse tipo de garantias. Ilan não quis dar detalhes. Mas, segundo apurou a reportagem, na reunião, Ilan destacou que essas operações são de menor risco e baixa inadimplência.

A área técnica do TCU está ouvindo os bancos antes de decidir sobre a cautelar. A avaliação até agora, segundo apurou o Estadão/Broadcast, é que não há subsídios para adotar a cautelar – uma medida restritiva – já que esse tipo de financiamento com garantia de receita futura vem sendo feita há muito tempo. Um técnico do TCU explicou que, por preocupação, o tribunal ainda não decidiu se concederá a cautelar.

Por isso, a necessidade de ouvir os bancos envolvidos e o BC. A Caixa, principal banco que faz esse tipo de empréstimo, ainda não enviou a documentação e deve pedir mais tempo. O banco quer protelar o envio dos dados porque aguarda o parecer de Temer. Grupos políticos aliados do presidente aguardam a liberação dos empréstimos que já estavam em andamento e são fundamentais para tocar empreendimentos dos governadores que buscam a reeleição.

Fonte: Estadão



21/03/2018

Campeonato dos Bancários começa dia 7 de abril


 

Foi realizado, nesta terça-feira, dia 20 de março, na sede administrativa do Sindicato, o arbitral do Campeonato dos Bancários 2018. As competições terão início no dia 07 de abril, na sede campestre, com a participação de 12 equipes, contemplando todos os bancos.


CHAVES NA 1.0 FASE:

Chave A                                                                  Chave B

Bradesco Maringá                                                 Bradesco Mandaguari

Itaú 1                                                                       Caixa 1

Caixa  Master                                                          Itaú2

Sicredi                                                                       Sicoob

Bradesco Cianorte                                                 Bradesco União

Santander                                                               Banco do Brasil

 

 



20/03/2018

Sindicato investe na Sede Campestre, patrimônio de todos os bancários


Nos últimos três anos ocorreram diversas melhorias, como a revitalização completa do salão, banheiros, cozinha, churrasqueira, entre outros, tudo para atender bem nos eventos do Sindicato, bem como no uso particular à disposição de cada bancário.



20/03/2018

Caixa vai reduzir juros de financiamento com recursos da poupança


A Caixa Econômica Federal irá reduzir as taxas de juros de financiamento imobiliário com recursos da poupança. O presidente da instituição, Gilberto Occhi, afirmou, nesta segunda-feira (19/3), em um evento no Rio de Janeiro, que o conselho do banco está estudando a movimentação do mercado e deve alinhar suas taxas. O balanço sairá até semana que vem.

Segundo o presidente, foi observada uma atração na demanda do mercado, à medida em que os bancos privados anunciaram a redução em suas taxas. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a Caixa perdeu liderança no financiamento imobiliário nas linhas de créditos com recursos da poupança e foi ultrapassada por concorrentes pelo terceiro mês seguido.

No entanto, Occhi revelou que o balanço da instituição será o melhor da história do banco e, pela primeira, vez será melhor do que o desempenho do Banco do Brasil. Segundo ele, os dados positivos foram resultados de ajustes, redução de custos e melhorias na eficiência do banco.

De acordo com o presidente da instituição, a Caixa tem um orçamento para 2018 de R$ 82,1 bilhões de investimentos habitacionais no país. Desse total, cerca de R$ 58,8 bilhões virão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), R$ 12,7 bilhões do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo  (SBPE) e, o restante, de outras fontes.

Ele afirmou que a meta da Caixa é financiar cerca de 650 mil novas unidades habitacionais nos próximos anos, especialmente do programa governamental Minha Casa Minha Vida. Occhi disse que avalia com o governo a criação de um complemento à caderneta de poupança no financiamento do crédito imobiliário, a Letra Imobiliária Garantida (LIG).

Fonte: Correio Braziliense



16/03/2018

Previdência: vencemos uma batalha, mas não a guerra


Valeu a luta, levada a cabo nos últimos dois anos. Depois de muita pressão, o Governo finalmente recuou, engavetando, por ora, a tão famigerada “Reforma da Previdência”. Esta era uma tentativa esdrúxula de penalizar o trabalhador brasileiro, de obrigá-lo a trabalhar até morrer, enquanto permaneceriam praticamente intactos, senão ampliados, os benefícios de uma camada privilegiada, composta por políticos, juízes, o alto escalão do funcionalismo público, entre outros.

Foi preciso muita disposição, muitos protestos, muita pressão no Congresso para que a classe política recuasse. Era mais que óbvio que esta reforma não promoveria justiça social, não acabaria com privilégios. Pelo contrário, os ampliaria. Os únicos prejudicados seriam os trabalhadores da iniciativa privada, sobretudo aqueles que não têm condições de custear uma previdência privada.

Pelo texto, praticamente ninguém conseguiria reunir o tempo necessário para alcançar uma aposentaria integral. A não ser que começasse a trabalhar aos 15 anos de idade sem nunca deixar de contribuir um mês sequer. Portanto, esta vergonhosa proposta está totalmente aquém da realidade do nosso país. Aqui, onde a rotatividade de mão de obra é tão alta, quem conseguiria trabalhar ininterruptamente, contribuindo por 40, 50 anos. Algo totalmente irreal.

Aliás, o que o governo queria, e isso foi por mais de uma vez denunciado por nós, era empurrar os trabalhadores para os planos de previdência privados. Estes sim seriam os beneficiados. Já estavam esperando de boca aberta. Sem qualquer condição de contar com um benefício público, haveria uma corrida em busca destes planos. Basta analisar as dezenas de reuniões feitas entre o secretário da Previdência, Marcelo Caetano, e os responsáveis pelos grandes planos de previdência privada do país.

Porém, não nos enganemos, precisamos continuar muito atentos, pois conforme garantiu Michel Temer recentemente, esta proposta ainda pode voltar à pauta do Congresso Nacional em “setembro ou outubro” deste ano. Tudo dependerá do sucesso da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. Esta, aliás, feita apenas para desviar a atenção de problemas mais graves e para tentar elevar um pouco a rejeição do presidente, que decidiu apostar suas fichas nesta malfadada intervenção.

Nós, do movimento sindical, continuaremos atentos, monitorando de perto, para evitar qualquer surpresa. Deste governo não podemos esperar boa coisa. Sabemos que, de uma hora para outra, ele pode empurrar para votação esta proposta vergonhosa. Precisamos também contar com a participação ativa de todos os bancários, pois qualquer mudança, por mais que a propaganda governamental tente convencer em contrário, somente trará prejuízos aos trabalhadores. A todos os trabalhadores indistintamente.

Portanto, vencemos uma batalha, uma importante batalha, mas não a guerra. Esta tentativa de ataque a nossos direitos vai continuar. Se haverá avanços ou retrocessos, só dependerá de nossa disposição, de nossa garra, coragem e união. Não somente dos bancários, mas de todos os trabalhadores brasileiros.



15/03/2018

Relatório Cassi: Sindicato orienta pela rejeição

Em breve os associados da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) terão que votar o relatório do exercício de 2017 da entidade. O Sindicato orienta pela rejeição. A rejeição é uma forma de provocar a mudança na maneira como o relatório é encaminhado aos associados. “O associado não tem tempo, nem condições de analisar o relatório, que é enviado de maneira resumida, com nítidas distorções. Já passou da hora da diretoria desta entidade passar a realizar as coisas às claras”, aponta o diretor Odilon Carlos de Oliveira. De acordo com ele, o Sindicato vem há anos pressionando, mas é preciso que a resposta negativa ao relatório parta dos associados. A Cassi vem apresentando diversos problemas, como deficiência na assistência, déficit, entre outros problemas, mas os associados têm pouco acesso aos detalhes da condução da Caixa de Assistência.


Anterior | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 | 31 | 32 | 33 | 34 | 35 | 36 | 37 | 38 | 39 | 40 | 41 | 42 | 43 | 44 | Próxima






Travessa Guilherme de Almeida, 36 - 1º andar
Centro - CEP 87013-150 - Maringá/PR

Fone (044) 3227-2955 - Fax (044) 3031-2965

2015 - Sindicato dos Bancários de Maringá e região - Todos os direitos reservados.