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17/08/2018

Reunião de negociação da CAIXA e do BB nesta sexta-feira (17/08)



 Haverá reunião de negociação entre a Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação – CEBNN/Contec e a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL e, também com o BANCO DO BRASIL nesta sexta-feira (17/08), logo após o término da reunião com a FENABANM, que será realizada no Maksoud Plaza, em São Paulo. Carlos Roberto Rodrigues, vice-presidente do Sindicato, estará presente. 



17/08/2018

Fenaban: negociações terminam sem nova proposta. Nova rodada dia 21

 

Nesta sexta-feira durante o dia todo aconteceu mais uma rodada de negociação com a Fenaban, que terminou sem a apresentação de uma nova proposta por parte dos bancos.


De acordo com o vice-presidente do nosso Sindicato, Carlos Roberto Rodrigues, que representa os bancários de Maringá na mesa de negociação, está agendada uma nova rodada para o próximo dia 21, terça-feira, com a promessa de continuar até o esgotamento das negociações.


“A negociação é difícil, mas temos certeza que irá avançar. Os bancos já apresentaram na penúltima rodada uma contraproposta que cobre a inflação do período e renova nossa Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Agora, estamos trabalhando para ir além desta proposta inicial, pressionando, apresentando números, deixando claro que os bancos têm condição de atender às reivindicações da categoria bancária”, frisa Rodrigues.


Após a rodada com a Fenaban, tiveram início as negociações com o Banco do Brasil. 



16/08/2018

Nesta sexta-feira, 17/8, acontecerá 7ª rodada de negociação com a Fenaban



A Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação – CEBNN – da Contec (Confederação Nacional dos Bancários) e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) realizam nesta sexta-feira (17), a partir das 14 horas, em São Paulo, a sétima rodada de negociação desta campanha salarial. Logo após a reunião da Fenaban, haverá rodadas de negociação do comando nacional dos bancários com as direções do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

O Paraná estará representado nessas reuniões pelo presidente da Federação dos Bancários do Paraná e do Sindicato de Cascavel e Região, Gladir Basso; Carlos Roberto Rodrigues, vice-presidente do Seeb de Maringá, e Gilberto Lopez Leite, presidente do Seeb de Ponta Grossa.

De acordo com Gladir, nesta nova reunião estarão novamente na mesa de negociação as cláusulas econômicas, já que na sexta rodada, realizada dia 7, a contraproposta da Fenaban foi rejeitada na mesa pelo comando nacional, posição essa ratificada pelas assembleias de bancários por todo País. 

A proposta patronal prevê apenas a reposição da inflação medida pelo INPC dos últimos doze meses, sendo que a categoria reivindica mais 5% de aumento real.

“Vamos insistir nesse ganho real na próxima rodada de negociação. Sabemos que, mesmo diante das sucessivas crises econômicas enfrentadas pelo País, que atualmente provoca mais de 12 milhões de desempregos, os bancos continuam obtendo lucros recordes e promovendo demissões. Por isso, é inaceitável essa proposta patronal, que não assegura os empregos dos bancários, não oferece nada de aumento real e não dá resposta a outras reivindicações”, avaliou Gladir Basso.

Ele observa ainda que a contraproposta apresentada pela Fenaban dia 7, também não contempla reivindicações importantes, como a não substituição de bancários por terceirizados, a não adoção das novas formas de contratação previstas na reforma trabalhista e o combate às metas abusivas que adoecem grande número de bancários.



16/08/2018

Mais de 34 mil autorizam ANABB a ajuizar ação por Resolução CGPAR

 

Mais de 34 mil associados enviaram autorizações para que a ANABB (Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil) possa ajuizar ação coletiva contra a União para impugnar a  Resolução CGPAR nº 23/2018.

Com isso, já foi atingido o quórum mínimo de assinaturas exigido pelo STF. Até a amanhã desta quinta-feira (16/8), 34.292 associados encaminharam o Termo de Consulta para a ANABB.

O prazo termina dia 17 de agosto.

 

O QUE DIZ A RESOLUÇÃO CGPAR

Em 22 de janeiro de 2007, o ”Presidente da República”, Sr, Luiz Inácio Lula da Silva<<< no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea "a", da Constituição Federal, publicou o Decreto n. 6.021 criando a Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR) com a finalidade de tratar de matérias relacionadas com a governança corporativa das empresas estatais federais e da administração de participações societárias da União.

Em síntese, o Presidente da República conferiu à CGPAR o poder de traçar diretrizes para atuação dos gestores das empresas estatais federais (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobras, Eletrobrás, etc.), tudo com intuito de defender os interesses da União.

Ocorre que a CGPAR, sob o argumento de utilizar as atribuições conferidas pelo Decreto Presidencial nº. 6.021/2007, emitiu a Resolução nº 23, de 18 de janeiro de 2018, que estabelece uma série de imposições e parâmetros a serem seguidos pelas empresas estatais no tocante ao custeio dos benefícios de assistência à saúde de seus empregados.

Dentre as várias imposições destacam-se as seguintes:

a) a contribuição da empresa estatal federal para o custeio do benefício de assistência à saúde não poderá exceder a contribuição dos empregados. (Art. 3º, § 3º);

b) a oferta de benefício de assistência à saúde, na modalidade autogestão, será permitida, desde que haja cobrança de mensalidade por beneficiário, de acordo com faixa etária e/ou renda e limitação da inscrição, como beneficiários dependentes de seus empregados, a cônjuge e filhos (Art. 9º);

c) os editais de processos seletivos para admissão de empregados das empresas estatais federais não deverão prever o oferecimento de benefícios de assistência à saúde (Art. 11);

d) as empresas estatais federais que possuam o benefício de assistência à saúde previsto em Acordos Coletivos de Trabalho ACT deverão tomar as providências necessárias para que, nas futuras negociações, a previsão constante no ACT se limite à garantia do benefício de assistência à saúde, sem previsão de qualquer detalhamento do mesmo (Art. 15).

Da análise das disposições contidas na referida Resolução, verifica-se um enorme prejuízo aos planos de saúde dos funcionários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, pois em resumo:

a) diminui a participação das empresas no custeio dos planos de saúde dos empregados;

b) aumenta a contribuição dos empregados;

c) retira o plano de saúde para os novos funcionários e para os futuros aposentados;

d) estabelece a cobrança de contribuição para dependentes;

e) reduz os benefícios oferecidos pelos planos (redução da cobertura).

 

O Diretor Odilon Carlos de Oliveira diz que apesar de tudo a referida resolução garante o direito adquirido dos funcionários que já fazem parte do quadro das empresas estatais mas, o Banco do Brasil e a Caixa ignoram a referida garantia. Veja o que diz a resolução em seu artigo 16 e 17:

Art. 16. Respeitado o direito adquirido, as empresas estatais federais deverão adequar seus normativos internos, de forma a deixá-­los em conformidade com esta Resolução.

Art. 17. As empresas que estiverem operando seus benefícios de assistência à saúde em desacordo com o previsto nesta Resolução deverão se adequar em até quarenta e oito meses, a contar da data da vigência desta Resolução.

Por conta disso, quando da votação da proposta para a CASSI que o banco vai submeter ao corpo social, a orientação do Sindicato é de voto “NÃO”.

 



13/08/2018

Atenção: rodada de negociação dia 17/08

Nesta sexta, dia 17, acontecerá a próxima rodada de negociação com os bancos. Queremos uma proposta melhorada, que atenda aos anseios de toda a categoria bancária.

Na última rodada, a Fenaban mandou a reposição da inflação e renovação da atual CCT. Agora, esperamos que retornem à mesa de negociação com uma proposta condizente com o importante papel desempenhado pelos bancários.


10/08/2018

BB tem lucro de R$ 3,13 bi no 2º trimestre, alta de 19,7%

No 1º semestre, lucro do banco estatal somou R$ 5,883 bilhões, o que representa um aumento de 16,2% na comparação anual. (Por Darlan Alvarenga)

O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 3,135 bilhões no 2º trimestre, um resultado 19,7% acima do registrado na mesma etapa do ano passado (R$ 2,618 bilhões). Na comparação como 1º trimestre, quando o banco reportou lucro de R$ 2,749 bilhões, a alta foi de 14%.

Já o lucro líquido ajustado no segundo trimestre foi de R$ 3,2 bilhões, 22,3% maior que o do mesmo período do ano passado e 7,1% superior ao do primeiro trimestre.

No 1º semestre, o lucro líquido contábil, usado como referência para remuneração aos acionistas, somou R$ 5,883 bilhões, o que representa um aumento de 16,2% na comparação anual.

O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL), que mede como o banco remunera o capital de seus acionistas, ficou em 12% no 1º semestre, frente a 11,7% nos 6 primeiros meses de 2017.

"O resultado foi influenciado pelo aumento das rendas de tarifas, controle das despesas administrativas e menores provisões de crédito", destacou o banco em comunicado.

Em seu balanço, o BB destacou o crescimento das receitas com tarifas de conta corrente, de pacotes de serviços e de administração de fundos.

A carteira de crédito do banco teve alta de 1,5% em relação a março de 2018.

A despesa de provisão de recuperação caiu 32% em relação ao segundo trimestre de 2017 e, com isso, o BB melhorou a previsão de perdas com devedores duvidosos e passou a estimar uma faixa de R$ 14 bilhões s R$ 16 bilhões, contra uma expectativa que até então era entre R$ 16 bilhões e R$ 19 bilhões.

O Banco do Brasil encerrou junho com 648 agências digitais e especializadas. Já as transações via internet e telefone celular atingiram 77% das transações do BB no segundo trimestre deste ano. (Fonte: G1)


10/08/2018

Caixa: negociação decepciona

Nesta terça-feira (07/08), às 18h, após negociação Fenaban, foi realizada mais uma reunião entre a Caixa Econômica Federal e a Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação – CEBNN/CONTEC,  no Maksoud Plaza Hotel  em São Paulo – SP,.


Depois de várias rodadas de negociação, a Caixa apresentou parte da contraproposta dela para o ACT revisando, dizendo que manterá a mesma redação. E não apresentou ainda resposta para o pleito das cláusulas econômicas. Irá apresentar a contraproposta no dia 17/08, quando haverá nova reunião de negociação, em São Paulo, no Maksoud Plaza.

A questão do Saúde Caixa e PLR ainda não tem uma resposta definitiva por parte da CAIXA, ficaram de responder sobre essas cláusulas posteriormente.

A Comissão CONTEC insistiu que não se pode mudar as regras do plano, sem consultar os empregados. A Contec insistiu na manutenção do Saúde Caixa, programa superavitário, para todos os empregados, para os que ingressaram em 1997,  sem programa de saúde, que eram atendidos pelo SUS, e foram incluídos, também para aposentados e pensionistas que passaram a contribuir solidariamente. Portanto, é um programa solidário,mutualista que tem sido superavitário.

A Comissão CONTEC não vê motivo para modificar a gestão do plano, que está indo muito bem e que foi objeto de Acordo Coletivo e inclusive faz parte do contrato de trabalho dos empregados.

Infelizmente a Caixa traz a mesa uma proposta incompleta que não atende aos anseios dos empregados, necessitando de maiores esclarecimentos.

Ficou acordado uma nova rodada de negociação para o dia 17 de agosto, após a reunião com a Fenaban, onde esperamos que a empresa traga informações concretas sobre os itens pendentes, especialmente em relação à PLR, Saúde Caixa e cláusulas econômicas.

Convocamos todos os sindicatos para informar o andamento das negociações em assembleias, nos dias 8 e 9 de agosto, tendo o enfoque na mobilização da categoria em busca da renovação integral do Acordo Coletivo de Trabalho, conforme Cláusula 1ª da Pauta de Reivindicações da CONTEC. (Fonte: Contec)


09/08/2018

Assembleia no Sindicato discute contraproposta da Fenaban


 

O Sindicato realizou nesta quarta-feira, 8, às 19h, na sede campestre, assembleia para discutir a contraproposta da Fenaban, apresentada na terça-feira, 7.

A  ideia, segundo o presidente Claudecir de Souza, é colocar os bancários a par do andamento das negociações, das perspectivas de avanço e esmiuçar a contraproposta patronal.


“Esta primeira proposta apresentada na mesa de negociação pela Fenaban sinaliza que é possível avançar. Tanto que já agendaram a próxima rodada, no dia 17. Por enquanto garantiram a inflação mais a manutenção da atual Convenção Coletiva de Trabalho”, destaca.


Presente às rodadas de negociação com os bancos, o vice-presidente do Sindicato, Carlos Roberto Rodrigues, abordou os pontos principais da contraproposta.

“Esta primeira proposta ainda é fraca diante das reivindicações da nossa categoria, porém vamos aguardar a próxima rodada. Além do índice, que precisa melhorar, entendemos que existem questões importantes a serem negociadas, como a manutenção dos planos de saúde, principalmente nos bancos públicos”, explica.


“Por isso, na próxima rodada, como os bancos já sinalizaram pela renovação da atual CCT e garantiram a inflação, vamos trabalhar para melhorar o índice e focar em outros pontos da pauta”, conclui. 



08/08/2018

Fenaban propõe correção da inflação



 

A Fenaban apresentou, nesta terça-feira, dia 7/8, sétima rodada de negociação, uma contraproposta à categoria bancária.


Os bancos propõem como índice econômico a correção da inflação medida pelo INPC/IBGE  e a vigência do acordo pelo período de quatro anos.


O mesmo índice valendo também para as demais verbas, como Participação nos Lucros e Resultados (PLR), Vale Alimentação (VA), Vale Refeição (VR) e auxílio-creche/babá.

 

RENOVAÇÃO DA CCT

A Fenaban prevê ainda na proposta que “se as entidades sindicais aceitarem o conjunto de propostas para as convenções coletivas, os bancários terão as normas coletivas garantidas antes da próxima data-base”, ou seja, renovação do atual acordo até 31 de agosto.


PLR

Pela proposta, a primeira parcela da PLR será paga em setembro – com cerca de um mês de antecedência.


GRATIFICAÇÕES

Propõe a manutenção negociada do pagamento da Gratificação de Caixa e Gratificação de Compensação de Cheque e Gratificação de Função a partir de setembro e o pagamento ao reajuste antecipado em um mês, considerando a média dos fechamentos passados.


VALE TRANSPORTE

Os bancos propõem ainda que seja mantida a redução da contribuição de 6% para 4% para o vale transporte. Já a estabilidade na pré-aposentadoria fica de um ou dois anos garantida.


VÁLIDO POR 4 ANOS

Pela proposta da Fenaban, o acordo seria de quatro anos, com reposição da inflação a cada data base da categoria (1º de setembro). Para este ano, o reajuste seria de 3,90% (projeção do INPC entre 1º de setembro de 2017 e 31 de agosto de 2018).

 

Negociações continuam dia 17

Para Carlos Roberto Rodrigues, que está representando o Sindicato na mesa de negociação com a Fenaban, os bancos pouco discutiram nesta rodada de negociação, se limitando a apresentar a contraproposta patronal.

“Vamos apresentar e discutir esta proposta com os bancários, e mantermos aberto o canal de negociação. Vamos trabalhar para melhorar esta proposta na próxima rodada, no dia 17”, avalia. 



07/08/2018

Fenaban oferece reposição da inflação, sem ganho real

A Fenaban acaba de apresentar contraproposta de reajuste que apenas repõe a inflação medida pelo INPC, sem ganho real. Os bancos propuseram ainda o pagamento da primeira parcela da PLR para o mês de setembro. A proposta foi feita agora, durante reunião com a Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação – CEBNN/CONTEC, que está acontecendo em São Paulo.

A reunião prossegue. A comissão CONTEC segue discutindo a proposta.

Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação – CEBNN/CONTEC



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