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23/05/2018

Sindicato protesta hoje contra demissões e assédio no Santander


 

 

Diretores do Sindicato dos Bancários de Maringá e Região realizam, nesta quarta-feira, 23/05, protesto em frente a agência centro do banco Santander, em decorrência de diversas situações que prejudicam os seus funcionários.

 

No ato são utilizadas faixas e banners, além de distribuição de carta aberta à população, denunciando os abusos.

 

O Santander lucrou nos primeiros três meses deste ano quase R$ 3 bilhões, aumento de 54% em relação ao mesmo período do ano passado. Mesmo assim, continua pressionando seus funcionários para o cumprimento de metas abusivas, cada vez mais inatingíveis.

 

O clima de terror faz parte permanente da rotina dos funcionários do Santander. O banco continua se valendo de qualquer subterfúgio para promover uma onda de demissões. A prática faz parte de uma política perversa do banco, tornando-se uma espécie de regra que tem deixado em pânico seus funcionários.

 

Essas demissões trazem como consequência a sobrecarga de trabalho, além de prejudicar o atendimento à população, com filas, demora no atendimento, entre outras situações.

 

 

Este ato trata-se de uma primeira advertência que o Sindicato faz. Caso persista estas práticas abusivas, poderão ocorrer outras ações, inclusive com o fechamento de agências.

 

 

 



17/05/2018

Sindicato realiza protesto contra situações abusivas no Itaú




Ato acontece nesta quinta-feira em frente a agência centro do banco

 

O Sindicato dos Bancários de Maringá e Região realiza nesta quinta-feira, 17/05, protesto contra o Banco Itaú em decorrência de diversas situações que prejudicam os seus funcionários, bem como compromete o atendimento a toda a população. O ato acontece em frente a agência centro. Com faixas e banners e a distribuição de uma carta aberta, a entidade chama a atenção para abusos que estão ocorrendo no banco.

 

O Itaú lucrou nos primeiros três meses deste ano mais de R$ 6 bilhões. Mesmo assim, continua pressionando seus funcionários para o cumprimento de metas abusivas, cada vez mais inatingíveis.

 

O clima de terror faz parte permanente da rotina dos funcionários do Itaú. O banco continua se valendo de qualquer subterfúgio para promover uma onda de demissões. Não escapam nem os trabalhadores com deficiência. A prática faz parte de uma política perversa do banco, tornando-se uma espécie de regra que tem deixado em pânico seus funcionários.

 

Essas demissões trazem como consequência a sobrecarga de trabalho, além de prejudicar o atendimento à população, com filas, demora no atendimento, entre outras situações.

 

Outro problema grave é a presença de gestores do banco em audiências trabalhistas, o que leva ao constrangimento de testemunhas.

 

“Este protesto é contra essas situações absurdas que estão acontecendo neste banco. Estamos aqui para dar um basta. Caso o banco mantenha esta postura, tomaremos outras providências, inclusive com possibilidade de fechamento de agências”, frisa o presidente em exercício do Sindicato, Carlos Rodrigues.

 

 

 

 



16/05/2018

Confira horário bancário para os jogos do Brasil na Copa do Mundo

De acordo com a Circular n.º 3.897, de 09.05.2018, do Banco Central do Brasil, e por motivos de segurança das agências e de transporte de valores, recomendamos que sejam adotados os seguintes horários de funcionamento das agências bancárias nos dias de jogos da Seleção Brasileira de Futebol:

a) Jogos no horário das 9h00
Interior: das 13h00 às 17h00 (horário de Brasília/DF);
Capitais e Regiões Metropolitanas: das 13h00 às 17h00 (horário de Brasília/DF).

b) Jogos no horário das 11h00
Interior: das 8h30 às 10h30 (horário de Brasília/DF) e das 14h00 às 16h00 horário de
Brasília/DF);

Capitais e Regiões Metropolitanas: das 8h30 às 10h30 (horário de Brasília/DF) e das 14h00
às 16h00 horário de Brasília/DF).

c) Jogos no horário das 15h00
Interior: das 9h00 às 13h00 (horário de Brasília/DF);
Capitais e Regiões Metropolitanas: das 9h00 às 13h00 (horário de Brasília/DF).

Os bancos deverão, com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas, afixar em suas
dependências aviso sobre o horário de atendimento nos dias de jogos.

Fonte: Febraban



11/05/2018

Bancos cortaram cerca de 56 mil postos de trabalho desde 2012


Além de frear desenvolvimento econômico devido às altas taxas de juros cobradas, grandes bancos colaboram com avanço do desemprego no país, mesmo registrando lucros bilionários (Thiago Pereira)

 

Com taxas de juros que "enforcam" a economia real e colaboram para a estagnação do crescimento, os grandes bancos que atuam no Brasil também têm contribuído com a elevação do desemprego. Desde 2012, o setor, que registra sucessivos lucros bilionários, cortou cerca de 56 mil postos de trabalho no país. A reportagem é da Rede Brasil Atual.

 

O maior movimento de fechamento de vagas se deu nos últimos três anos, com cerca de 50 mil cortes. No ano passado, Bradesco, Itaú, Santander e Banco do Brasil – as quatro maiores instituições com ações listadas na Bolsa – somaram R$ 57,63 bilhões em lucros. Em 2016, esse número foi de R$ 50,2 bilhões e, em 2015, alcançaram a cifra de R$ 61,9 bilhões, de acordo com a consultoria Economatica.

 

Já o fechamento de vagas – diferença entre demitidos e contratados – foi de 17.905, em 2017, depois de ter alcançado 20.553 no ano anterior. Mesmo em 2015, quando os lucros foram recordes, 9.886 postos de trabalho foram extintos.

 

Em dezembro do ano passado, os dispensados ganhavam em média R$ 7.456. Já a média salarial dos contratados foi de R$ 4.139, o que representa apenas 56% da remuneração dos desligados.

 

Neste ano, a tendência continua. Nos primeiros três meses deste ano, foram 2.226 vagas extintas, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

 

De janeiro a março, apenas os três maiores bancos privados –  Itaú Unibanco, Santander e Bradesco – registraram lucro líquido de R$ 14,3 bilhões.

 

Reestruturação que corrói empregos

Segundo o economista do Dieese Gustavo Cavarzan, trata-se de uma "reestruturação produtiva" por meio da qual o setor pretende maximizar resultados reduzindo estruturas. Mas nem sempre foi assim. De 2003 a 2011, os bancos conciliavam a ampliação dos negócios, com o crescimento do número de agências e de funcionários. Desde 2012, a terceirização e a substituição tecnológica, tendências verificadas desde os anos 1990, são intensificadas.

 

Além da terceirização (transferência de serviços para empresas prestadoras de serviços, ainda que de natureza bancária), os bancos se utilizam dos chamados "correspondentes bancários" – quando outros estabelecimentos comerciais, lotéricas e agências dos Correios, por exemplo, passam a oferecer serviços financeiros, em substituição a agências de bancos.

 

"Esses estabelecimentos fazem contratos com os bancos para prestar determinados serviços, só que os trabalhadores não são bancários, não têm os direitos previstos em convenção coletiva da categoria, têm salários muito menores, entre outros fatores. Assim, os bancos conseguem expandir suas atividades sem contratar, ou até mesmo demitindo", explica Cavarzan.

 

Outro processo ainda mais decisivo é a intensificação da tecnologia no setor. Estudo divulgado pela própria Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que 35% de todas as operações bancárias hoje são realizadas por meio de smartphones. Só em 2017, os grandes bancos investiram R$ 19,5 bilhões em desenvolvimento tecnológico.

 

Só os bancos ganham

Contudo, apesar dos custos infinitamente mais baixos dessas transações, as tarifas bancárias não caem, ao contrário, continuam subindo. O técnico do Dieese destaca que, segundo relatório do Bradesco, o custo das operações virtuais é de cerca de 3% do que seria se elas fossem realizadas numa agência. Ainda assim, as tarifas tiveram reajuste de cerca de 9%, segundo o Dieese, frente a uma inflação oficial de 2,95%, no ano passado.

 

"A gente não vê esse movimento, que está no discurso dos bancos – de que os clientes seriam beneficiados com a redução de custos –, sendo reproduzido na prática. As tarifas seguem aumentando muito acima da inflação geral. Essa redução de custos está sendo totalmente apropriada pelas empresas", ressalta Gustavo.

 

Para a presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, Ivone Silva, os avanços tecnológicos são importantes, mas não podem ficar a serviço apenas dos banqueiros. "É preciso assegurar transações seguras, com a redução do valor das taxas para população, com melhores serviços e melhores condições de trabalho para a categoria."

 

Ela lembra que o uso das novas tecnologias pode ainda aumentar a exclusão de parcela mais pobre da população, além daqueles que vivem em áreas afastadas, fora dos espaços urbanos, e que não contam com fácil acesso à internet.

 

Segundo, em vez de haver um compartilhamento dos ganhos tecnológicos, parte das inovações serve para tornar mais precárias as relações de trabalho no sistema financeiro. "Os trabalhadores sempre tiveram de se mobilizar para conquistar seus direitos, e isso não vai mudar. No ano passado, durante negociação salarial, os trabalhadores conseguiram incluir cláusula para garantir a requalificação e realocação de trabalhadores atingidos pelo avanço tecnológico. Esperamos que todos os bancos mantenham e cumpram o compromisso." (Fonte: Rede Brasil Atual)



11/05/2018

Financiários vão entregar minuta de reivindicações na terça-feira (15)


 

 

Campanha será a primeira após entrada em vigor da reforma trabalhista; data-base da categoria é 1º de junho

 

Os financiários vão entregar sua minuta de reivindicações à Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Fenacrefi) na próxima terça-feira (15). O documento foi aprovado durante a 3ª Conferência Nacional dos Financiários, ocorrido nos dias 3 e 4 de maio, em São Paulo, reivindica reajuste salarial da inflação medida pelo INPC/IBGE, mais aumento real. É o início da fase de negociações da Campanha Nacional da categoria, que tem data-base em 1º de junho.

 

O principal objetivo dos trabalhadores é manter os direitos garantidos na Convenção Coletiva de Trabalho que está em vigor até 31 de maio. “Como alertávamos, a reforma trabalhista pode trazer prejuízos aos trabalhadores. Esta será a primeira negociação após a entrada em vigor da reforma.

 

Nossa intenção é evitar que a nova legislação afete direitos que tínhamos garantidos em nossa Convenção, bem como aqueles que estavam omissos nela justamente por serem garantidos pela antiga lei trabalhista. Por isso, além de manter a Convenção, queremos que sejam feitos alguns ajustes”, explicou Jair Alves, dirigente sindical e coordenador da mesa de negociações com as financeiras.

 

As reivindicações da minuta tratam sobre os seguintes temas:

 

1.         Defesa da CCT e manutenção de direitos;

2.         A CCT tem de continuar válida para todos e todas da categoria;

3.         Proibir as demissões em massa;

4.         Reajuste salarial e aumento real;

5.         Manutenção das homologações das rescisões de contrato de trabalho nos sindicatos;

6.         Não à Terceirização;

7.         Em Defesa do Emprego;

8.         Criação de uma taxa de negociação para manutenção das entidades de representação sindical que realizam as negociações com as empresas financeiras.

 

Os trabalhadores também aprovaram como pontos centrais da Campanha Nacional a defesa intransigente da democracia como forma de garantia de direitos dos trabalhadores e de toda a população brasileira; e as eleições 2018 como estratégicas na luta contra os ataques aos direitos dos trabalhadores e, por isso, a chamada para que eles votem em candidatos comprometidos com a defesa de seus direitos. (Feeb-PR)



10/05/2018

Parabéns Cidade Canção




08/05/2018

Bancários do Sul discutem campanha salarial e reivindicam aumento real de 5%, mais INPC


 

Dirigentes sindicais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul participaram do Encontro Interestadual do Sul dos Bancários e Securitários, realizado no último dia 3, em Curitiba. O evento foi preparatório para o 46º Encontro Nacional dos Bancários e Securitários de Planejamento da Campanha Salarial 2018/2019, que será realizado dias 25, 26 e 27 de maio, em São Paulo, pela Contec (Confederação Nacional dos Bancários).

De Maringá, estão presentes vários diretores do Sindicato, representando os três segmentos: bancos privados, Caixa e Banco do Brasil. São eles: Claudecir de Souza, presidente, Carlos Roberto Rodrigues, vice-presidentes e os diretores César, Carlos, Ricardo, Edson Mosca, Israel e Odilon.

 

A solenidade de abertura foi prestigiada pelo secretário de Estado do Trabalho do Paraná, Paulo Rossi, pelo presidente da Federação dos Comerciários do Paraná, Vicente da Silva, pelo presidente da Federação dos Bancários de Santa Catarina, João Barbosa, pelo representante da Delegacia da Contec no Rio Grande do Sul, Luiz Carlos dos Santos Barbosa, Iara Freire representando a UGT e pelo presidente da Federação dos Bancários do Paraná, Gladir Basso.

 

Mesas temáticas

No período da tarde, foram discutidas as minutas de reivindicações dos bancos privados (Fenaban), da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil. As mesas temáticas foram supervisionadas por Jucemar Jorge Patrício (bancos privados), Carlos Roberto Rodrigues e Valfrido Antonio Oliveira (Caixa) e João Haroldo Ruiz Martins e Luiz Francisco Cardozo (Banco do Brasil). A coordenação esteve a cargo de Gladir Basso.

De acordo com Gladir Basso, que preside também o Sindicato de Cascavel e Região, além de palestras sobre temas importantes, o Encontro do Sul discutiu as principais reivindicações da categoria para este ano, com destaque para o aumento real de salários de 5% mais INPC do período de setembro/2017 a agosto/2018.

 “Agora, essas propostas dos estados do Sul serão encaminhadas para o Encontro Nacional, para serem debatidas e incluídas na minuta nacional, documento que será entregue à entidade patronal (Fenaban) visando a campanha salarial 2018/2019”, explicou Gladir Basso.

Além do ganho real e do reajuste salarial, o Encontro do Sul discutiu e definiu outras reivindicações para este ano, conforme segue:

- Contratação de mais bancários para atender a demanda de serviços e evitar a extrapolação da jornada de trabalho;

- Que as homologações das rescisões de trabalho voltem a ser realizadas nos sindicatos, já que alguns bancos, entre eles o Santander, Itaú e Banco do Brasil, vêm realizando essas homologações em suas agências, brecha essa aberta pela reforma trabalhista;

- Maior participação na PLR;

- Fim das metas abusivas e do assédio moral;

- Fim das terceirizações;

- Melhoria da segurança nas agências;

- Melhoria no ambiente de trabalho para prevenir e combater as doenças ocupacionais.

O calendário definido pela Contec prevê que a pauta de reivindicações será entregue à Fenaban até o dia 12 de junho.

                                 

                                 

                                 

                                 

                                 

                                 



07/05/2018

Caixa pode operar em 2018 sem capitalização do FGTS


O banco recorrerá a outras iniciativas para sanar sua posição de capital

 

A Caixa Econômica Federal desistiu de acessar até R$ 15 bilhões de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para fortalecer a posição de capital, em acordo com o Ministério da Fazenda.

 

Em nota conjunta nesta sexta-feira, o ministério e o banco estatal afirmaram que a Caixa pode executar seu plano de negócios neste ano sem necessidade de recursos do fundo.

 

"A atual estrutura de capital permite, na avaliação do Ministério da Fazenda e do comando da Caixa, a execução do plano de negócios previsto para o ano, sem a necessidade de capitalização mediante a utilização do FGTS", diz o comunicado.

 

Segundo apurou a agência Reuters, na conversa com o Ministério da Fazenda houve consenso de que o banco recorrerá a outras iniciativas para sanar sua posição de capital, por meio de uso do próprio lucro para fortalecer o patrimônio, mas pode incluir também a redução do ritmo de algumas operações e a venda de alguns ativos e de carteiras de crédito.

 

Em janeiro, a Câmara dos Deputados autorizou o Conselho Curador do FGTS a comprar até R$ 15 bilhões em instrumentos de capital da Caixa.

 

O banco inteiramente controlado pelo governo federal tem hoje o menor nível de capital dentre as grandes instituições financeiras do país, após vários anos ampliando fortemente o crédito num país em recessão, na contramão dos rivais.

 

Agências de classificação de risco, como a Fitch, têm alertado para a possibilidade de a Caixa ter que receber injeção de recursos do controlador para se adequar a regras de capital mais rígidas, previstas em Basileia III, que entram em vigor integralmente em 2019.

 

Dentre as várias iniciativas em discussão para melhorar seus níveis de capital, a Caixa tem considerado vender carteiras de crédito, desfazer-se parcialmente de alguns ativos e desacelerar as operações de crédito.

 

Em 2017, pela primeira vez em pelo menos mais de uma década, o estoque de empréstimos do banco fechou em queda.

 

O movimento acontece quase simultâneo à reestruturação administrativa, envolvendo a troca de quatro vice-presidentes suspeitos de envolvimento em irregularidades investigadas em desdobramentos da operação Lava Jato.

 

Embora aprovado pela Câmara, o uso de recursos do Fundo para ajudar a Caixa não aconteceu de fato, em meio a um acordo para que só acontecesse após aval do Tribunal de Contas da União (TCU). (Fonte: Folha.com)



07/05/2018

Reforma Trabalhista só vale para novos contratos, defendem magistrados


 

 

Associação define posicionamento após MP que regulava aplicabilidade da nova lei caducar (Anaïs Fernandes)

 

A nova lei trabalhista não pode ser aplicada a contratos firmados antes de 11 de novembro de 2017, dia em que ela entrou em vigor, segundo a Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho). A entidade também entendeu que o fim do imposto sindical, como foi conduzido, é inconstitucional.

 

Os posicionamentos são duas das 103 teses aprovadas durante o 19º Congresso Nacional da entidade, que terminou neste sábado (5) após reunir cerca de 700 juízes do trabalho em Belo Horizonte. Foi o primeiro congresso da associação após a implementação da nova CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

 

As teses orientam a atuação da associação perante a sociedade e indicam a opinião oficial da Anamatra, mas não determinam como os juízes trabalhistas devem julgar.

 

Quando as mudanças na CLT foram aprovadas, em meados do ano passado, a questão sobre o período de aplicabilidade da nova legislação levantou muitas dúvidas entre advogados, juízes, trabalhadores e empresas.

 

A Medida Provisória 808, enviada pelo Planalto poucos dias após a reforma entrar em vigor, pacificava o tema e determinava claramente que a nova lei se aplicaria, na integralidade, a todos os contratos de trabalho vigentes. A MP, no entanto, caducou em abril deste ano, e especialistas apontaram a volta de incertezas e o risco de judicialização.

 

"A plenária entendeu que as regras materiais sobre contrato de trabalho não se aplicam aos contratos celebrados antes de 11 de novembro, e que as regras processuais não se aplicam aos processos ajuizados antes dessa data", explica Guilherme Guimarães Feliciano, presidente da associação.

 

Sobre a contribuição sindical, que se tornou voluntária após a reforma, a Anamatra decidiu que seu caráter tributário (de recolhimento obrigatório) não poderia ter sido excluído por uma lei ordinária, como foi a que promoveu alterações na CLT, mas sim por uma lei complementar.

 

 O STF (Supremo Tribunal Federal) tem cerca de 17 ADIs (Ações Diretas de Inconstitucionalidade) solicitando a revisão do fim do imposto.

 

A Anamatra reconheceu ainda como inconstitucional a possibilidade de normas de segurança, saúde e higiene serem negociadas. A nova lei definiu que acordos coletivos podem prevalecer sobre a legislação em temas como jornada de trabalho, intervalo para almoço e trabalho em ambientes insalubres.

 

Feliciano destaca ainda que a plenária viu irregularidades na determinação da nova lei de que a parte que perde a ação deve pagar eventuais honorários periciais, mesmo que ela seja beneficiária da justiça gratuita. "A Constituição diz que as pessoas pobres têm direito a assistência integral e gratuita, mas se elas tiverem que pagar esses honorários, a assistência perde o caráter integral e gratuito", afirma.

 

No Brasil, existem aproximadamente 4.500 magistrados da Justiça do Trabalho, entre ativos e aposentados, sendo 4.200 associados da Anamatra, de acordo com Feliciano.

 

Em outubro do ano passado, a um mês da implementação da reforma, a associação já havia feito um encontro para discutir o tema. O evento, que reuniu juízes, promotores e advogados trabalhistas, chegou a aprovar alguns enunciados que davam uma indicação do posicionamento da entidade. No entanto, apenas o congresso anual, encerrado neste sábado, é que poderia tirar as teses oficiais da Anamatra. (Fonte: Folha.com)



05/05/2018

Confira editais de convocação para assembleia dia 11/06

Referente Campanha Salarial 2018.


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