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01/02/2018

Segunda parcela da PLR do Bradesco será paga dia 09/02



Após contatos do movimento sindical com a direção do Bradesco reivindicando o pagamento da PLR antecipado ao prazo final previsto na CCT, o banco confirmou, na tarde desta quarta feira (31), o pagamento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) para sexta-feira 09/02. 

O pagamento da PLR para todos os bancários está previsto na Convenção Coletiva de Trabalho assinada em 2016 e válida até 2018.



01/02/2018

A QUEM INTERESSA O ENFRAQUECIMENTO DO MOVIMENTO SINDICAL?

Os sindicatos são a voz e a vez dos trabalhadores. É quem luta, defende, atua por melhores condições de trabalho, de salários, de direitos e benefícios para a classe trabalhadora. E quanto mais forte, mais representativo, maiores são as chances de fazer o enfrentamento de fato às manobras patronais na tentativa de se reduzir direitos, cortar salários, aumentar a jornada.


 Portanto, a tentativa de enfraquecer o movimento sindical, que está em curso, só interessa ao patrão, ao político corrupto, que está a serviço das entidades patronais. Os ataques aos sindicatos, que ganharam fôlego com a alçada de Michel Temer ao poder, pois este atua visivelmente a serviço da classe patronal, tem como finalidade prejudicar a ação de quem realmente está na defesa dos trabalhadores.


E você, caro bancário, não se engane. Qualquer ataque ao seu Sindicato é também um ataque diretamente a você, aos seus direitos. Afinal, nossa luta é por seu salário, seu vale refeição, sua PLR, seu plano de saúde, seu direito a aposentadoria, entre outros.


Por isso, contribuição, participe. Faça sua parte. Fortaleça o seu sindicato. 


Leia mais nesta edição do Jornal Divulgação Bancária, que pode ser acessado neste site.



31/01/2018

Edital de convocação assembleia dia 08-02 - contribuição sindical

Edital publicado nos jornais O Diário do Norte do Paraná e Jornal do Povo, nos dias 26, 27 e 28 de janeiro de 2018, conforme determina a legislação vigente. 


31/01/2018

SINDICATO ATENTO À REESTRUTURAÇÃO DO BB

O Sindicato vem se posicionando contra a reestruturação do Banco do Brasil, proposta pela diretoria da instituição. “Somos contrários a esta reestruturação da forma como foi apresentada, pois apenas prejudicará ainda mais o atendimento a clientes e usuários, sobrecarregando o quadro remanescente. Além disso, isso não passa de uma tentativa de sucatear a instituição, como é a vontade deste Governo entreguista, que está aí a serviço do mercado financeiro”, critica o diretor Odilon Carlos de Oliveira.

O PROGRAMA

Na primeira semana de janeiro deste ano, o BB anunciou o Programa de Adequação de Quadros (PAQ), programa que amplia o processo de esvaziamento do BB, incentivando a transferência compulsória e desligamento incentivado de funcionários, além do corte de mais de 1.200 caixas, que pode prejudicar ainda mais o atendimento nas agências. Sem aviso prévio ou debate com a classe trabalhadora, o PAQ é uma continuidade da reestruturação que o Banco do Brasil vem sofrendo desde o final de 2016.

 

Com a reestruturação, cerca de 400 agências já foram fechadas e 10 mil postos de trabalho foram perdidos no Brasil. Agora, com o PAQ, serão perdidos mais postos de trabalho e isso também prejudica a população, pois com menos funcionários, o tempo de espera nas filas aumenta, o atendimento é precarizado e os funcionários acabam ficando sobrecarregados.

Por isso, o Sindicato continuará mobilizado contra esta reestruturação, agindo principalmente junto à Confederação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito (Contec), que vem atuando em Brasília para tentar reverter a situação.



31/01/2018

Funcionamento dos bancos no carnaval 2018


Na segunda-feira 12 e terça-feira 13 do Carnaval 2018, não haverá atendimento ao público. As agências bancarias voltam a funcionar no dia 14 de fevereiro na quarta-feira de Cinzas, em horário especial das 12:00h às 15:00h. (Fonte: Febraban)



26/01/2018

Atenção bancários: CPA 10 e CPA 20 com 20% de desconto



 

Estão disponíveis, com desconto de 20%, para bancários sindicalizados, curso preparatório para CPA-10 e CPA-20. O treinamento será realizado pela JF Cursos, com o professor Nelson Guerra, responsável por alto índice de aprovação nos testes da Anbima.

 

CPA 10 

Data do curso:  30/01/18 (terça), 31/01, 01/02, 02/02, no período noturno, das 19h às 22h30, e no sábado (03/02), das 8h às  13h50.

              

CPA 20

 Em fase de montagem de turma.




INVESTIMENTO

CPA - 10

3 X 160,00

450,00 à vista

20 % DE DESCONTO PARA SINDICALIZADOS

 

CPA – 20

630,00 3 X 210,00

600,00 À VISTA

20 % DE DESCONTO PARA SINDICALIZADOS

 

  





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23/01/2018

Após uso político, Caixa terá de encolher para se manter


O uso político da Caixa fez o banco se tornar o maior na concessão de empréstimos, mas hoje a instituição paga um preço alto: virou alvo da Lava Jato, teve de afastar quatro executivos por irregularidades e, sem socorro do governo, terá de encolher para cumprir as regras internacionais de solidez financeira. (JULIO WIZIACK e FÁBIO FABRINI)

O presidente Gilberto Occhi (PP), que também está sob investigação por irregularidades, tentou primeiro obter dinheiro do Tesouro. Depois, do FGTS. Mas sofreu um revés, e a saída agora, segundo pessoas que acompanham as discussões, é vender parte da carteira de crédito e repassar menos dividendos à União. Com isso, seria possível levantar R$ 15 bilhões.

Braço da União na implementação de programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida, o Bolsa Família e o Fies, a Caixa foi loteada: das 12 vice-presidências, 8 foram indicações políticas.

Pego pela PF na Operação Cui Bono?, o então vice-presidente de Pessoa Jurídica (hoje chamada de Corporativa), Geddel Vieira Lima, é acusado de aprovar empréstimos em troca de propina ou para agradar a políticos.

Para liberar de R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões em financiamentos para empresas, Geddel recebeu ao menos R$ 20 milhões em propina, segundo o delator Lúcio Funaro, operador do esquema no banco.

EXPANSÃO 
A Caixa cresceu bastante durante os dois mandatos de Lula. Quando ele assumiu o governo, em 2003, tinha R$ 18,8 bilhões na carteira de crédito. Em 2011, na chegada de Dilma ao poder, esse estoque já era de R$ 212,7 bilhões.

A ex-presidente acelerou a política expansionista ainda mais e usou o banco para forçar as demais instituições a baixar os juros. Esse movimento foi acompanhado por uma diversificação das atividades da Caixa, que passou a fazer consignado e até financiamento de veículos.

Auditores do TCU (Tribunal de Contas da União) consideram que até programas sociais foram lançados "sem muita consistência". Criado em 2014, o Minha Casa Melhor, por exemplo, gerou prejuízo de cerca de R$ 500 milhões no primeiro ano.

Em 2016, quando Dilma deixou o governo, a Caixa já estava à frente do Banco do Brasil, com R$ 661 bilhões na carteira de crédito. A receita bateu em R$ 22,4 bilhões, mas o lucro foi de R$ 4,1 bilhões, segundo levantamento da consultoria Austin Asis.

"A Caixa foi quase uma extensão do Orçamento federal, uma forma de gastar sem prestar contas e segurar a crise financeira pelo crédito", disse Luis Miguel Santacreu, analista da Austin Asis.

Segundo ele, a Caixa viu seu capital minguar diante dos custos elevados da prestação de serviços e do pagamento de dividendos bilionários para que o governo cumprisse suas metas fiscais.

Desde 1995, quando FHC assumiu o cargo, até o fim de 2016, a Caixa pagou quase R$ 40 bilhões à União, em valores corrigidos pela inflação. Somente com Dilma, o banco remeteu ao controlador R$ 29 bilhões –72,5% do total. Nesse mesmo período, o lucro do banco caiu 20%.

Sob Dilma, a eficiência medida pela relação despesas/receita bateu em 71%. Hoje está em 59%. Os bancos privados têm índice abaixo de 50%, diz Santacreu.

Desse período, diversas operações ainda seguem sob investigação do TCU. Os auditores questionam desde manobras para aumento do lucro até distribuição de dividendos.

UMA CAIXA DE ESCÂNDALOS 
Os principais casos em que o banco foi alvo de investigações:

2004 
Presidente do banco e outros executivos foram denunciados por gestão fraudulenta e corrupção na renovação do contrato com a GTech, dona do sistema de loterias

2006 
O caseiro Francenildo Costa contou que o então ministro da Fazenda Antonio Palocci recebia empresários numa mansão. Suspeito de ter sido subornado, teve o sigilo quebrado pela Caixa, o que levou a queda de Palocci

2007 
Controladoria-Geral da União (CGU) exonerou um superintendente do banco por ter recebido dinheiro de uma quadrilha que operou pela construtora Gautama

2010 
Compra de participação no PanAmericano, banco que pertencia ao apresentador Silvio Santos, foi questionada após intervenção do Banco Central por fraudes na instituição

2011 
Suposta falha no sistema de informações do banco permitiu que uma corretora vendesse papéis da dívida pública de baixo ou nenhum valor por preços acima do mercado. Prejuízo foi de R$ 1 bilhão

2012 
CGU investigou o banco por inflar seus resultados em cerca de R$ 400 milhões com o encerramento de contas inativas sem devido "respaldo legal"

2015 
TCU constatou o uso indevido do banco no pagamento de benefícios sociais, uma das bases para o impeachment de Dilma Rousseff. Banco foi envolvido na Lava Jato pela primeira vez. Empresas do deputado André Vargas receberam 10% dos ganhos de uma agência de publicidade com a Caixa

2016 
Vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Cleto afirma à PF ter feito parte de esquema com o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de cobrança de propinas de grandes empresas em FI-FGTS, fundo administrado pelo banco

2017 
Operação da PF investiga esquema de pagamento de propinas pelo então vice de Pessoa Jurídica, Geddel Vieira Lima, de empresas interessadas em obter financiamentos da Caixa (Fonte: Folha.com)



19/01/2018

Em crise, Caixa Econômica prevê 37% de aumento para seus vice-presidentes


A Caixa prevê aumentar em 37% o salário anual de seus vice-presidentes em 2018. A remuneração total de cada um dos 12 executivos pode chegar a R$ 87.398,94 mensais, se acumulados os limites máximos dos honorários, mais ganhos por metas e desempenho pessoal – que são variáveis – e benefícios. Era de R$ 63.548,63 no ano anterior. O último reajuste dos bancários foi de 2,75%, um pouco abaixo da inflação do ano passado, que foi de 2,95%.

O plano do banco de aumentar a remuneração dos vice-presidentes coincide com um momento complicado para a instituição financeira. Nesta semana, quatro executivos foram afastados por suspeita de corrupção e outras irregularidades.

Depois de anos como líder na concessão de crédito no País, a Caixa precisa de dinheiro para não descumprir regras bancárias internacionais. O banco contava com um aporte de R$ 15 bilhões do FGTS para se adequar – o que não deve ocorrer depois do escândalo envolvendo os executivos.

Os quatro vice-presidentes afastados são acusados de vazamento de informações privilegiadas para políticos sobre o andamento de pedidos de empréstimos e também de negociar cargo em uma estatal como moeda de troca para liberação de crédito. Os cargos de vice-presidentes na Caixa costumam entrar no rol de negociações do governo com a base aliada em busca de apoio.

O banco prevê gastar R$ 12,5 milhões com salários e benefícios dos executivos entre abril de 2017 e março de 2018. No período anterior, os vices receberam R$ 9,1 milhões. A informação está em um relatório do comitê de remuneração, que é responsável por elaborar a proposta de gastos de pessoal que o conselho de administração do banco submete ao ministro da Fazenda. (Fonte:Estadão)



19/01/2018

Caixa faz assembleia nesta sexta para aprovar novo estatuto; saiba como será


A assembleia geral extraordinária da Caixa Econômica Federal que vai aprovar o novo estatuto do banco acontecerá nesta sexta-feira (19), às 11h. (João Borges)

Como a Caixa tem um único controlador, a União, a assembleia terá a participação de somente três pessoas:

 - O presidente da assembleia (que pode ser o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, ou algum diretor indicado por ele); 
 - Um procurador da Fazenda Nacional (representando a União); 
 - E um secretário.

Assim que o estatuto for aprovado, será registrado na junta comercial do Distrito Federal. Após o registro, o documento se tornará público. O presidente da assembleia, porém, pode autorizar a divulgação antes mesmo do registro.

Com base no novo estatuto, o Conselho de Administração da Caixa, atualmente presidido pela secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi, se reunirá na próxima terça (23).

O Conselho passará a ter a prerrogativa de mudar a direção da Caixa, trocando ou mantendo os atuais vice-presidentes e diretores, de acordo com os critérios definidos na lei das estatais aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Michel Temer.

O presidente da República poderá, somente, nomear o presidente da Caixa, não mais os vice-presidentes.

Afastamento de vice-presidentes 
A assembleia acontece na mesma semana em que quatro dos 12 vice-presidentes da Caixa foram afastados por determinação do presidente Michel Temer.

O afastamento foi decidido após recomendações do Ministério Público Federal do Distrito Federal e do Banco Central.

Todos os vice-presidentes afastados foram indicados por partidos políticos e são investigados pelo MPF e pela Polícia Federal por suspeitas de irregularidades. (Fonte: G1)



19/01/2018

Occhi garante que não haverá novas correções no Saúde


O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi afirmou dia 17, que a inclusão do teto de gastos do Saúde Caixa em 6,5% sobre as folhas de pagamentos e proventos, vai permitir com que não haja alteração no plano até 2020.

“Se nós não tivéssemos feito uma discussão, sincera, transparente, explicando, aberta, dando o significado do Saúde Caixa, nós não teríamos feito e não teríamos tido a compreensão dos empregados da Caixa. E garantimos que até 2020 não haverá nenhuma mudança”.

Pelas regras atuais do Saúde Caixa, o banco arca com 70% das despesas assistenciais, e os empregados, 30%. Os custos administrativos são todos de responsabilidade da Caixa.

A porcentagem relativa aos trabalhadores é mantida por meio de 2% do valor do salário, mais 20% de coparticipação nos procedimentos médicos, limitado a R$ 2,4 mil. O atual modelo de custeio não discrimina idade, faixa salarial ou se o empregado é aposentado ou da ativa. Todos pagam o mesmo valor.

Em 26 de janeiro do ano passado, a direção da Caixa divulgou comunicado informando aumentos no Saúde Caixa, que entrariam em vigor a partir de 1º de fevereiro de 2017. O valor passaria de 2% para 3,46% da remuneração base.

Já em relação à coparticipação das despesas assistenciais, o percentual passaria de 20% para 30%, e o valor limite anual subiria de R$ 2,4 mil para R$ 4.209,05. O aumento, porém, foi suspenso por liminar judicial, expedida no âmbito de uma ação impetrada pelo movimento sindical. Nova audiência está marcada para o próximo dia 23 de janeiro. (Fonte: Contec)



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