Bancários

Sindicato de Maringá e Região

CONTEC
13° MIN 28° MÁX MARINGÁ
Seu Banco:


16/06/2017

Reforma trabalhista não garantirá geração de empregos, diz OIT


Não há evidências de que a reforma trabalhista em estudo no Brasil conseguirá gerar empregos. A avaliação é do diretor da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Peter Poschen.


Reforma trabalhista: o diretor da entidade rebateu o discurso do governo federal de que a Reforma Trabalhista conseguirá melhorar as condições do mercado de trabalho (Agência Brasil/Agência Brasil)

O dirigente criticou o discurso de que o país vai “modernizar” a legislação trabalhista, mas sem estabelecer um objetivo. “Concordo em modernizar, mas parece que o objetivo é bem vago”, disse.

Em audiência conjunta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, em maio, o diretor da entidade rebateu o discurso do governo federal de que a reforma trabalhista conseguirá melhorar as condições do mercado de trabalho.

“Sobre a compreensão dos impactos, essa afirmação de que a reforma vai gerar emprego tem pouca evidência”, disse, ao comentar que a experiência internacional mostra que nem sempre a mudança na legislação consegue gerar empregos e o ciclo econômico costuma importante na criação de postos de trabalho.

O dirigente da OIT defendeu que o Brasil deveria “definir melhor e ter objetivos claros” para a reforma trabalhista. Poschen nota ainda que a experiência internacional indica que é importante contar com um bom diagnóstico e é preciso “coerência das políticas”.

Poschen dá como exemplo o fato de o Brasil tocar as reformas trabalhista e a previdenciária ao mesmo tempo.

“A reforma trabalhista dialoga com a reforma da Previdência. Se essa reforma trabalhista mudar o mercado de trabalho, a base de cálculo usada na reforma da Previdência talvez tenha de ser revista”, disse. (Fonte: Diap)



16/06/2017

CAS pode votar relatório Ferraço à reforma trabalhista terça (20)


O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) leu, na última terça-feira (13), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), o relatório sobre o projeto de reforma trabalhista sem apresentar alterações ao texto aprovado pela Câmara dos Deputados, recusando as mais de 200 emendas sugeridas no colegiado. O projeto (PLC 38/17), assim, pode ser votado na terça-feira (20) no colegiado.

A oposição apresentou votos em separado (relatórios alternativos). O primeiro a ler o texto alternativo foi o senador Paulo Paim (PT-RS), que pediu a rejeição da proposição por acreditar que não permitirá a criação de nenhum novo emprego, pois torna a legislação mais agressiva contra o trabalhador.

Na mesma linha, os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Lídice da Mata (PSB-BA), também, leram seus votos contra a matéria.

Proposta da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), aceita pela presidente da comissão, Marta Suplicy (PMDB-SP), vai garantir pelo menos uma hora e meia de debates para o encaminhamento da matéria antes da votação do projeto.

Mercado tem pressa 
O relatório restringiu-se a chancelar o projeto aprovado pela Câmara dos Deputados, no dia 26 de abril. O relator faz apenas sugestões ao presidente da República para que vete alguns pontos da matéria, que considera nebulosos.

O mercado, autor da proposta, que conduz o debate no Congresso quer aprovar logo a proposta. Preocupa-se que haja uma debacle política, em razão da sucessão diária da crise política, que pode prejudicar o andamento do projeto.

Destaque-se que, na CAS, a correlação de forças é absolutamente adversa aos trabalhadores. Dos 21 membros do colegiado espera-se que apenas sete votem contra o projeto que retira direitos dos trabalhadores.

Próximos passos 
Após aprovação pela CAS, o projeto será examinado na quarta-feira (21) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que por sua vez o votará na próxima quarta-feira (28). Em seguida, a matéria vai ao plenário, que poderá votá-la entre os dias 4 e 5 de julho. (Fonte: Diap)



13/06/2017

Reforma trabalhista é vista como negativa por 70% dos brasileiros, diz pesquisa


Apenas 3% dos entrevistados consideram que conseguiriam se aposentar com novas regras da Reforma da Previdência. Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) realiza reunião que trata da reforma trabalhista


Um levantamento feito pela CUT/Vox Populi aponta que as reformas trabalhista e da Previdência são vistas de forma negativa por grande parte dos trabalhadores brasileiros e o assunto tem causado insegurança na população. A pesquisa foi realizada neste mês nas capitais, regiões metropolitanas e interior de todos os Estados do país e indica que o presidente golpista, Michel Temer (PMDB), tem rejeição de 75% dos entrevistados.

Um dos principais pontos das mudanças que estariam por vir é a prevalência da negociação coletiva sobre a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). A pesquisa da CUT mostra que 68% dos entrevistados enxergam essa situação como muito mais favorecedora aos patrões do que aos próprios trabalhadores.

Outra medida que modifica bastante a relação de trabalho entre empresa e funcionário é o chamado contrato intermitente, que consiste na contratação dos trabalhadores por algumas horas ou dias por mês, com recebimento de salário de acordo com a quantidade de horas trabalhadas.

Se vier a ser aplicada, 89% dos entrevistados dizem que não teriam condições de manter suas famílias. A possibilidade também influencia o setor de crediários, já que 90% não teriam coragem de se comprometer com um financiamento em condições de trabalho temporário.

Em relação às mudanças previstas na reforma da Previdência, apenas 3% dos entrevistados consideram que conseguiriam se aposentar depois dos 40 anos de contribuição, enquanto 69% não vêem perspectivas de conseguir acessar os benefícios da aposentadoria. (Fonte: Brasil de Fato)



13/06/2017

Dia 30: novamente, vamos parar o país em greve geral


Depois de realizar, no dia 28 de abril, uma greve geral histórica, com a adesão de 40 milhões de trabalhadores, movimento sindical convoca nova greve geral para próximo dia 30/06


A intenção, segundo Claudecir, é parar novamente o país em um grande ato contra as reformas que predicarão a classe trabalhadora e os mais pobres.


“E temos de agir rápido e com muita união, garra e determinação. A reforma trabalhista, por exemplo, mesmo depois de todos os escândalos envolvendo  o próprio presidente, continua avançando no Senado. Sabemos que é nociva aos trabalhadores, precarizando ainda mais as relações de trabalho, e só beneficiam a classe patronal”, aponta.


“Depois de tantos escândalos envolvendo a classe política, com denúncias vindas a público, fica clara a quem esses políticos estão servindo. Estão lá a serviço de quem os financia, que é o mercado financeiro e as grandes empresas. Portanto, é contra tudo isso que vamos às ruas novamente e desde já convocamos a categoria bancária à adesão”, frisa. 



08/06/2017

Reformas trabalhistas não geram emprego, aponta OIT


Levantamento realizado em 110 países aponta que alterações em legislação trabalhista podem gerar até desemprego, segundo Clemente Ganz Lúcio (foto), do Dieese

Um levantamento realizado pela OIT - Organização Internacional do Trabalho, após a crise internacional de 2008, aponta que as 670 alterações no sistema coletivo de negociação e na legislação trabalhista de 110 países não tiveram nenhum impacto positivo na geração de emprego.

Esse dado foi informado pelo diretor do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, durante o MB com a Presidenta desta segunda, 6 de junho. Ele ainda ressaltou que essas alterações têm impacto nulo e que quando há crise economia, acabam gerando na verdade: desemprego.

“Você poderá ser contratado por cinco bancos e trabalhar zero hora. Ao final do mês você terá cinco contratos de trabalho sem ter trabalhado nenhum hora. Agora se o banco “A” te chamar para trabalhar no sábado para fazer um determinado atendimento, que ele resolveu fazer em um dia, você trabalha oito horas.

E no final do mês, você estará empregado recebendo por 8 horas ou zero hora, por exemplo. É o trabalho intermitente. Hoje isso é ilegal, mas pela reforma seria formal e legal”, destaca Clemente.

O diretor técnico do Dieese destaca ainda que se a reforma proposta pelo governo Temer for aprovada, haverá ainda mais precarização nas condições de trabalho, já que poderá haver contratação de trabalho formal por hora, permissão para que o trabalhador seja contratado em vários empregos e não prestar serviço para nenhum, e portanto não ser remunerado ou apenas ter seu salário baseado nas horas trabalhadas por mês.

“Do ponto de vista estatístico, essa reforma gerará emprego. Mas, no ponto de vista social e trabalhista, não”, finaliza Clemente. (Fonte: Seeb SP)



07/06/2017

Reunião da Mesa Permanente de Negociação CONTEC/CAIXA


Foi realizada nesta segunda-feira (05/06) reunião de negociação da mesa permanente da Caixa Econômica Federal, no Allia Gran Hotel, em Brasília DF.

Estiveram presentes os membros da representação dos empregados da Caixa da Comissão Contec sob a coordenação da Dra. Rumiko Tanaka e representantes da Caixa Econômica Federal, coordenada pelo superintende nacional, Sebastião Martins Andrade, para tratarem de temas importantes relacionados aos empregados da Caixa.

Esteve presente e representando esta Federação e seus Sindicatos filiados, o vice presidente do Sindicato dos Bancários de Maringá e Região, Carlos Roberto Rodrigues.

Feitas as apresentações das comissões, o coordenador da Caixa apresentou a gerente nacional Teresa Cristina, como sua substituta, que passará a coordenar a mesa nacional de negociação. Na sequência, foram abordados os seguintes assuntos:

DIA DE GREVE - O primeiro assunto a ser abordado foi a greve do dia 28 de abril. A Comissão Contec após os esclarecimentos sobre o dia de protesto, insistiu para que não seja considerado como falta não justificada a ausência no dia 28 de abril, pedindo para que não haja nenhum desconto em folha de pagamento.

Solicitou que os valores que já tenham sido descontados sejam repostos aos empregados na próxima folha de pagamento. Após as argumentações, a comissão Caixa informou que o assunto vem sendo avaliado pela empresa e que este ponto está passível de discussão.

REFORMA TRABALHISTA E TERCEIRIZAÇÃO - A Comissão Contec manifestou sua posição contrária às reformas trabalhistas e a terceirização, salientando as ameaças aos direitos dos trabalhadores e os riscos para a própria empresa, por se tratar de empresa pública. A Comissão Caixa declarou não ter estudos a respeito uma vez que as reformas trabalhistas ainda não foram implementadas e que a política de terceirização não sofreu alteração na caixa.

RH 184 - Questionada sobre esta nova posição adotada pela empresa quanto a nova metodologia e critérios para descomissionamento, a Caixa informou que estas regras já existiam no papel e que nunca se utilizou delas. Todavia agora, a utiliza como uma ferramenta para sua gestão no interesse da empresa, visando a qualidade e o resultado no exercício da função.

A Comissão Contec manifestou seu entendimento de que a Caixa pode estar se aproveitando deste normativo para evitar a incorporação, não sendo justa com os critérios que vem sendo adotados no RH 184.

Informou que esta situação traz descontentamento junto aos gestores com Função Gratificada e que não contribui em nada com o desempenho de suas atividades, deixando de oferecer aos mesmos a segurança e a tranquilidade necessária para o bom desempenho de suas funções. Assim, pediu que a Caixa avalie melhor suas posições com relação ao descomissionamento e valorize mais os empregados que ocupam funções gratificadas, deixando estas ameaças de lado.

A Comissão Caixa informou que esta é uma prerrogativa que só será utilizada quando demonstrado desinteresse pelo empregado nas funções que vem exercendo e que esta não será uma prática habitual, devendo para tanto proceder duas avaliações com feedback ao empregado. Disse também que no decorrer do ano muitos empregados tiveram a incorporação realizada, quando do interesse da empresa.

JORNADA DE TRABALHO – a Comissão Contec reforçou que a jornada de seis horas deve ser respeitada, e pediu que o SIPON seja melhor monitorado rigorosamente, inclusive com a implantação definitiva do login único em todas as estações para todos os sistemas. A Comissão informou que já implementou em vários sistemas o login único, e que vem aprimorando de forma a tornar mais efetivo a exatidão do ponto eletrônico e do acesso aos sistemas.

A Comissão Caixa também entende ser imprescindível a retomada das contratações para que a jornada seja respeitada, uma vez que com um quadro deficitário, os empregados acabam sendo obrigados a extrapolar a sua jornada, e muitas vezes sem o devido registro e remuneração.

BANCO VIRTUAL - Questionada a comissão caixa sobre o projeto agência digital, a mesma informou que já estão em piloto algumas unidades, como: São Paulo (2), Campinas, Goiânia, Rio de Janeiro, Brasília. As unidades não substituirão as agências físicas, estando destinadas ao atendimento de clientes com perfil de usuário digital. Hoje, elas atuam com negócios de outras unidades, não havendo previsão para atuarem com negócios próprios.

SAÚDE – A Contec oficializará a indicação de quatro membros, os quais farão parte do conselho consultivo do Saúde Caixa, representando os empregados em proporção paritária com os representantes da Caixa. Com relação a campanha de vacinação , a comissão Contec solicitou maior transparência e uniformização dos critérios adotados pelas GIPES regionais, inclusive com formalização junto aos sindicatos, com relação aos valores a serem ressarcidos e o tratamento que será dado aos dependentes.

PCMSO - A Comissão Contec reforçou seu pedido para que os exames sejam monitorados e que não sejam realizados a “toque de caixa” , como vem ocorrendo em algumas regiões. Pediu que a Caixa tenha uma coordenação mais efetiva neste processo e que se evite promover os exames/consultas nos locais de trabalho, de forma a evitar a exposição dos empregados, quando realizados em ambientes de muita exposição.

Reforçou para que a Caixa possa continuar aprimorando este processo, por se tratar de uma importante ferramenta para a saúde dos empregados. A Comissão Caixa se comprometeu a proceder os ajustes que se fizerem necessários para a melhoria do Programa.

SEGURANÇA – Considerando as ocorrências de assaltos nas unidades, a Comissão Contec reiterou a importância de se fazer um trabalho conjunto entre as áreas de engenharia e segurança quando da construção ou reformas dos prédios.

CARREIRAS PROFISSIONAIS – Foram apresentados demandas das carreiras dos profissionais das áreas de engenharia, arquitetura e advogados e dos auditores, que serão tratados em negociação específica com a caixa. Ao final , a coordenadora da Comissão Contec deu boas vindas à nova coordenadora Caixa na mesa de negociação, Teresa Cristina.

Na oportunidade a comissão Contec externou um profundo agradecimento ao coordenador da Comissão Caixa, Sebastião Martins Andrade, pela convivência cordial, honesta e transparente nestes vinte anos de mesa de negociação, onde foi possível alcançar importantes avanços e solução de conflitos em prol dos empregados. (Fonte: Contec)



07/06/2017

BB é condenado a pagar 7ª e 8ª horas aos assistentes de negócio


Além das horas extras, banco foi condenado a pagar os reflexos em descanso semanal, 13º salário, férias, licença-prêmio, licença-saúde, FGTS e contribuições para a Previ

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) julgou favorável a ação coletiva movida pelo Sindicato dos Bancários de Brasília em favor dos Assistentes de Unidades de Negócios (Asnegs) do Banco do Brasil. A decisão foi publicada na sexta-feira (2).

A sentença, da 15ª Vara do Trabalho de Brasília, proferida pela juíza Audrey Choucair Vaz, condena o BB a pagar 2 horas extras diárias (7ª e 8ª horas) aos bancários que exerceram a função. Cabe recurso.

Além do pagamento das horas extras, o banco foi condenado a pagar os reflexos em descanso semanal, 13º salário, férias, licença-prêmio, licença-saúde, FGTS e contribuições para a Previ.

A ação coletiva beneficia a todos os bancários e bancárias, associados ou não ao Sindicato. Os sindicalizados têm a seu favor as interrupções de prescrição ajuizadas pelo Sindicato, recebendo as horas extras a partir da data em que a prescrição foi interrompida.

Isso quer dizer os bancários não sindicalizados recebem os cinco anos anteriores à entrada da ação coletiva, ou seja, recebem 7ª e 8ª horas a partir de 26 de abril de 2008. E os sindicalizados receberão contando a partir 16 de dezembro de 2004, conforme a data do protesto.

Vitória importante 
O Sindicato deu entrada nesta ação cobrando a 7ª e 8ª horas em 2013, após ter ajuizado com sucesso uma outra ação coletiva, em 2009, somente para que fosse reconhecido o direito à jornada de 6 horas para os Asnegs.

“Essa vitória vem num momento importante, para que os Assistentes de Negócios permaneçam unidos nesta ação, evitando a dispersão. Juntos alcançaremos a vitória”, ressalta a secretária de Assuntos Jurídicos do sindicato, Marianna Coelho, destacando, mais uma vez, a acertada estratégia jurídica adotada. (Fonte: Seeb/Brasília)



07/06/2017

Centrais definem 30 de junho como data de nova paralisação nacional


Dirigentes após reunião na sede da Nova Central As Centrais Sindicais aprovaram nesta segunda (5) um calendário de lutas no mês de junho, que deve culminar com nova greve nacional dia 30.

Em reunião na sede da Nova Central, em São Paulo, CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central, CTB, CGTB, Intersindical, CSP-Conlutas, CSB decidiram também convocar para 20 de junho o Dia Nacional Mobilização Rumo à Greve Geral.

O calendário de ações prevê ainda que, de 6 a 23 deste mês, serão convocadas plenárias, assembleias e reuniões, em todo o Brasil, visando a construção do movimento.

Em nota, as Centrais destacam que “irão colocar força total na mobilização da greve em defesa dos direitos sociais, contra as reformas trabalhista e previdenciária e a terceirização indiscriminada” que o governo Temer tenta impor ao País.

A Agência Sindical conversou com o presidente da Nova Central São Paulo, Luiz Gonçalves (Luizinho), que considera o dia 30 a data mais apropriada para a paralisação de todas as categorias profissionais.

“Tivemos uma reunião produtiva, com a presença de muitos dirigentes das Centrais. Foi muito importante fechar um dia para a greve ocorrer, não deixando apenas um indicativo solto”, afirma.

A preparação da greve começa imediatamente e a data será referendada pelas categorias nas plenárias e assembleias estaduais. “Não podemos fazer uma greve pequena”, avalia João Carlos Gonçalves (Juruna), secretário-geral da Força Sindical. Ele lembra que a Central irá acompanhar o desenrolar da mobilização, destacando a necessidade de que cada Sindicato, Federação e Confederação apoie a data.

“Vamos fazer uma grande greve, maior que a de 28 de abril”, ressalta Luiz Carlos Prates (Mancha), da executiva nacional da CSP-Conlutas.

Nova reunião - Ficou agendada nova reunião para organização da greve nesta quarta (7), às 10 horas, na sede do Dieese, região central da capital paulista. No encontro, deve ser definida a elaboração de um jornal unitário com quatro páginas, com circulação em todo o País. (Fonte: Repórter Sindical)



07/06/2017

Comissão do Senado aprova reforma trabalhista por 14 votos a 11


A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou a proposta de reforma trabalhista nesta terça­feira (6), após uma sessão que durou mais de oito horas. Foram 14 votos a favor e 11 contrários. Todas as mais de 200 emendas propostas ao projeto foram rejeitadas.

Agora, o projeto da reforma será enviado para a Comissão de Assuntos Sociais. Na sequência, está previsto que ele ainda passe pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, antes que finalmente seja votado no plenário da Casa.

Relatório não mudou projeto 
O parecer favorável à reforma foi apresentado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB­ES) no mês passado. Seu relatório não fez mudanças no projeto aprovado pela Câmara, mas propôs que o presidente Michel Temer vete alguns pontos da reforma ou altere outros "por meio da edição de medida provisória".

A decisão de não mexer diretamente no texto foi acordada entre o Palácio do Planalto e a base governista no Congresso porque, em caso de mudanças, o projeto deve voltar à Câmara para ser analisado novamente.

O governo quer que a reforma seja aprovada com rapidez para demonstrar força em meio à crise política.

Vetos sugeridos pelo relator 
O relator recomenda que o presidente Michel Temer vete ou mude seis pontos da reforma trabalhista:

 - possibilidade de gestantes trabalharem em locais insalubres 
 - possibilidade de acordo individual para a jornada 12 x 36 
 - criação do trabalho intermitente
 - possibilidade de negociação do intervalo para almoço 
 - nomeação de um representante dos trabalhadores dentro das empresas 
 - revogação dos 15 minutos de descanso antes de a mulher fazer hora extra

Polêmicas 
A passagem da reforma pela CAE tem sido polêmica. A leitura do relatório foi impedida pelos senadores de oposição na primeira vez que ele entrou em pauta, numa reunião tumultuada. Depois disso, o presidente da comissão, senador Tasso Jereissati (PSDB­CE), deu o texto como lido e determinou o prosseguimento da tramitação.

Com isso, a expectativa era que a reforma fosse votada na Comissão na terça­feira passada. A base do governo e a oposição, porém, fizerem um acordo para que o texto fosse lido e discutido na sessão, adiando a votação para esta terça­feira (6).

Na sessão desta terça­feira, parlamentares de oposição voltaram a criticar a reforma, pedindo a rejeição total do projeto. Eles afirmam que ela representa perda de direitos aos trabalhadores e torna mais precárias as condições de trabalho, beneficiando apenas os "maus empregadores".

Foram apresentados três votos em separados, que são relatórios alternativos ao do relator Ricardo Ferraço. A leitura dos votos contrários durou quase 6 horas.

O governo nega que o projeto retira direitos, dizendo que o objetivo da reforma é modernizar as leis trabalhistas.

Próximos passos 
A reforma ainda deverá passar por mais duas comissões: a CAS (Comissão de Assuntos Sociais), onde o relator também é o senador Ferraço, e pela CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), onde o relator é o senador Romero Jucá (PMDB­RR).

Se for aprovado nas três comissões, o texto segue para votação no plenário do Senado. Não há um prazo mínimo ou máximo determinado para isso acontecer. Quem determina quando o projeto entra na lista de votações é o presidente do Senado.

Antes disso, porém, senadores podem entrar com pedido de urgência do projeto. Caso ele seja aprovado, o texto pula etapas, não passando pelas outras comissões e seguindo direto para votação em plenário.

No plenário, o texto precisa de maioria simples para ser aprovado, ou seja, metade dos senadores presentes na sessão, mais um. Se for aprovada pelo Senado sem mudanças, a reforma segue para sanção do presidente Michel Temer (PMDB).

O que muda nos direitos trabalhistas 
Confira abaixo dez pontos das regras trabalhistas que podem ou não mudar com a reforma:

 - Convenções e acordos coletivos poderão se sobrepor às leis 
 - Alguns direitos específicos não podem ser modificados por acordo, como: 13º salário, FGTS, licença­maternidade, seguro­desemprego A jornada de trabalho pode ser negociada, mas sem ultrapassar os limites da Constituição 
 - O tempo do intervalo, como o almoço, pode ser negociado, mas precisa ter no mínimo 30 minutos, se a jornada tiver mais do que seis horas 
 - Os acordos coletivos podem trocar os dias dos feriados 
 - As férias poderão ser divididas em até três períodos, mas nenhum deles pode ter menos do que cinco dias, e um deve ter 14 dias, no mínimo 
 - O imposto sindical se torna opcional 
 - A reforma define as regras para home office 
 - Ex­funcionário não pode ser recontratado como terceirizado nos 18 meses após deixar a empresa 
 - Gestantes e quem está amamentando poderão trabalhar em ambientes insalubres se isso for autorizado por um atestado médico. No caso das grávidas, isso só não será possível se a insalubridade for de grau máximo (Fonte: UOL com Agência Senado)



05/06/2017

Banco do Brasil e a reestruturação


BB INFORMA QUE, NO MOMENTO, DECISÃO É DE NÃO RENOVAÇÃO DA VCP DOS FUNCIONÁRIOS DESCOMISSIONADOS EM RAZÃO DA REESTRUTURAÇÃO

Na tarde desta quinta-feira (01/06/2017), a partir das 14 horas, no Ed. Sede VII, em Brasília/DF, a CONTEC se reuniu com o Banco do Brasil, para tratar de soluções dos problemas decorrentes da reestruturação promovida pelo Banco, com redução de cargos e funções e fechamento de agências.

O Banco iniciou a reunião informando que, no momento, a decisão é de não prorrogação da VCP – Verba de Caráter Pessoal equivalente à perda salarial sofrida – que o banco pagou por quatro meses.

O banco informou que, na quarta-feira (31/05), o número de funcionários descomissionados que não conseguiram recuperar o cargo e terão perdas de salários alcança 2.105, que equivale a 25% dos colegas descomissionados, enquanto 1.590 funcionários ocupam cargos inferiores aos anteriormente ocupados e sofrerão redução em suas remunerações.

Os representantes dos funcionários insistiram para que o banco prorrogue o pagamento da VCP, considerando que a causa das perdas de cargos decorre de alteração da política estratégica adotada pela empresa, bem como as comprovadas dificuldades de recolocação dos remanescentes, que ainda atinge 25% dos funcionários que perderam os cargos anteriormente ocupados.

O banco destacou que os colegas prejudicados pela reestruturação continuarão priorizados nas concorrências à ocupação de vagas.

A respeito das condições de trabalho nas unidades, o banco limitou-se a informar a solução de três casos em unidades de negócios e que as vagas decorrentes do PEAI surgidas na rede de AJUREs foram todas repostas ou estão em processos de reposição, sem previsão de redução de quadros, havendo a AJURE DF tido a dotação aumentada em um supervisor e quatro advogados e a AJURE RS mantido o quadro, apesar da transferência do consultivo pela AJURE PR. Acrescentou ainda que está revendo a política de estagiários.

A CONTEC apontou problemas com locomoção, em núcleos de PSOscriados, bem como insistiu na manutenção no prefixo de origem, dos colegas destacados para os núcleos de venda e cobrança.

PRORROGAÇÃO DAS HORAS EXTRAS - NOVO PLANO DE FUNÇÕES 
A CONTEC pediu a prorrogação do prazo para que os funcionários que aderiram à jornada de 6 horas no novo plano de funções, continuarem prestado até 20 horas extraordinárias. O Banco negou o pedido, dizendo que, em todo caso, havendo necessidade do serviço, certamente os funcionários que aderiram às 6 horas terão prioridade na prestação dessa sobrejornada.

ESCRITÓRIOS DIGITAIS 
A CONTEC pediu a adoção de intervalo para funcionários lotados em Escritórios digitais, para os trabalhadores que usam headset. O BB negou, alegando que, a seu ver, a situação não configura trabalho de teleatendimento. A CONTEC relatou problemas nas condições de trabalho nos escritórios digitais, a exemplo de aparelhos com defeitos, bem como dificuldades enfrentadas pelos colegas, no desenvolvimento das atividades nos escritórios, inclusive pela não observância da NR 17.

O banco ficou de manter contato com gestores dos escritórios digitais, objetivando verificar e corrigir desvios encontrados.

AGÊNCIAS EXPLODIDAS 
A CONTEC pediu celeridade na recuperação de agências explodidas, o que o banco ficou de fazer o possível.

AVALIAÇÃO 
É preciso continuar insistindo na prorrogação do pagamento da VCP, considerando que as perdas de cargos decorreram da alteração da política estratégica da empresa, não havendo como ignorar ainda a dificuldade de recolocação dos funcionários atingidos pela reestruturação e considerando que o grau de dificuldade é o fundamento para o estabelecimento do pagamento por doze meses para os executivos.

É um expressivo número de colegas se sentindo injustiçados, decorrentes da alteração da política estratégica da empresa, que fechou 402 agências, reduziu de porte 379 agências e extinguiu expressivo número de cargos comissionados.

A próxima audiência de Mediação no Ministério Público do Trabalho está agendada para 9 de junho, no MPT em Brasília/DF. A audiência é aberta a quem desejar comparecer. (Fonte: Comissão Executiva Bancária Nacional de Negociação - CEBNN)



Anterior | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | Próxima






Travessa Guilherme de Almeida, 36 - 1º andar
Centro - CEP 87013-150 - Maringá/PR

Fone (044) 3227-2955 - Fax (044) 3031-2965

2015 - Sindicato dos Bancários de Maringá e região - Todos os direitos reservados.