Bancários

Sindicato de Maringá e Região

CONTEC
17° MIN 28° MÁX MARINGÁ
Seu Banco:


20/03/2017

Posse da nova diretoria da Federação dos Bancários do Paraná


Aconteceu na última sexta-feira, 17, no restaurante Madalosso em Curitiba, a cerimônia festiva de posse da nova diretoria da Federação dos Bancários do Paraná para o quinquênio 2017/2021.


Reeleito para a presidência Gladir Basso que também é presidente do Sindicato dos Bancários de Cascavel falou aos presentes em seu discurso sobre as preocupações e desafios que assolam os trabalhadores no Brasil. Gladir enfatizou que o Brasil da atualidade é um país corroído por uma crise moral e essa crise moral lança gigantescos desafios ao movimento sindical.


Gladir abordou como principais "bandeiras de luta" do sindicalismo a Centralidade do Emprego na luta sindical - O emprego é condição para a vida econômica, o salário é o catalizador do consumo o que anima a atividade produtiva das empresas e ajusta a capacidade fiscal e de arrecadação. É fundamental recuperar os empregos no país revertendo assim a dinâmica econômica que estamos vivendo, o combate às terceirizações tem papel importantíssimo nesse contexto.


Outro desafio abordado por Gladir foi a necessidade de um enfrentamento às regressões sociais como as medidas de ajustes fiscais e principalmente a reforma da previdência pois ambas ferem mortalmente o pacto de proteção social firmado na Constituição de 1988 onde a previdência tem que ter preservada sua função preponderante de garantia de assistência justa à todos os trabalhadores.


Finalmente em seu discurso Gladir Basso falou sobre a defesa da proteção trabalhista, fortalecimento do direito coletivo que confere a base para as negociações coletivas e trata os conflitos laborais. Novamente neste ponto foram retomadas as questões, agora sob o foco jurídico, da nocividade das terceirizações, necessidade de proteção à saúde e segurança no trabalho bem como as novas formas de ocupação que se multiplicam no setor de serviços e que também invadem a indústria, o comércio e o trabalho no campo, para que seja considerada sempre a qualidade dos empregos e a qualidade das relações do trabalho.


Dentre os quase 300 convidados presentes na posse estiveram inúmeras autoridades, o Sr Lourenço Ferreira do Prado presidente da CONTEC - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Crédito acompanhado da Sra Rumiko Tanaka - Diretora de Finanças da CONTEC, além deles, representantes da Assembleia Legislativa, ex-governador, deputados estaduais e vereadores bem como dirigentes de todos os bancos e FEBRABAN além de entidades sindicais representantes de várias categorias profissionais e principalmente de bancários de todos os cantos do Brasil.


Entre os presentes destaque para os presidentes e diretores de todos os sindicatos filiados à Federação: Cascavel, Cianorte, Foz do Iguaçu, Goioerê, Maringá, Paranaguá, Pato Branco, Ponta Grossa, Telêmaco Borba e União da Vitória.


Lourenço do Prado - Presidente da CONTEC também discursou aos presentes falando sobre vários temas inerentes à conjuntura atual, combate às terceirizações e rebatendo a proposta do Governo Federal que quer reformar a Previdência. No final da solenidade, Lourenço deu posse à nova diretoria dando o fecho formal à cerimônia.






18/03/2017

Ato de Maia prevê atalho para aprovar reforma trabalhista na Câmara


O pacote de reformulação da legislação trabalhista, que dá a acordos maior peso do que a lei e permite o parcelamento de férias, entre outros pontos, pode ser aprovado sem a necessidade de ser votado pelo plenário da Câmara, de acordo com decisão atualmente em vigor da presidência da Casa. (Ranier Bragon e Laís Alegretti)

Despacho técnico assinado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), estabelece que a reforma tramite só na comissão especial que discute o tema, formada por 37 dos 513 deputados.

Com isso, bastaria a aprovação da comissão para que o tema seguisse para análise do Senado, sem a necessidade da opinião dos outros 476 deputados. 
Essa tramitação "enxuta" é reservada a projetos bem mais simples, que não se enquadram em artigos do regimento interno da Câmara que exigem votação em plenário.

Em fevereiro, o STF barrou a tentativa do Senado de enviar para sanção presidencial o projeto de lei que muda as regras de telecomunicação, que havia sido aprovado de forma conclusiva em comissões, sem passar pelo plenário da Casa.

O PDT questionou a decisão de Maia, pedindo formalmente que a reforma trabalhista passe pelo plenário, mas o deputado manteve sua decisão em despacho na última sexta-feira (10).

Procurado pela Folha, o presidente da Câmara disse que regimentalmente não poderia revogar a tramitação "enxuta", pois, na visão de sua área técnica, o pacote de reforma trabalhista não se encaixa no rol dos que necessitam de votação no plenário.

Maia afirmou, no entanto, que não há hipótese de a reforma ser enviada ao Senado sem a deliberação do plenário da Casa. 
"Eu vou levar a plenário de qualquer jeito. A nossa decisão foi indeferir o pedido do PDT, em respeito à regra [do regimento], mas fazer um acordo político para votar a reforma no plenário."

OPOSIÇÃO 
A oposição discorda da decisão formal de Maia —que defende a proposta de Temer e já disse que a Justiça do Trabalho não deveria nem existir— e aponta tentativa da base governista de aprovar as alterações trabalhistas a jato, aproveitando que as atenções estão mais voltadas à reforma da Previdência.

O PT irá recolher assinaturas para recorrer em plenário da decisão de Maia. Para ser aprovado, esse recurso precisa do voto da maioria dos deputados. A base de Michel Temer é amplamente majoritária na Câmara.

Segundo PT e PDT, há características da reforma trabalhista que, em sua visão, se encaixam nas regras do regimento da Câmara para obrigar a votação em plenário.

Entre eles o de que não poderão ser objeto de votação só em comissões projetos que tratem de direitos individuais e de cidadania. 
Um dos principais pontos da reforma trabalhista é a definição de que acordos entre patrões e empregados valham mais do que a legislação, a chamada prevalência do "negociado sobre o legislado".

Defensores apontam que isso irá destravar uma legislação ultrapassada e impulsionará a geração de empregos. Críticos dizem que os trabalhadores perderão direitos, principalmente em categorias representadas por sindicatos fracos.

A intenção do Palácio do Planalto é aprovar a reforma, na Câmara, na primeira quinzena de abril. (Fonte: Folha.com)



18/03/2017

Cancelada rodada do Campeonato Suíço prevista para este sábado, 18


Tendo em vista a chuva forte que atinge Maringá nesta sexta-feira e as previsões para os próximos dias, a diretoria de Esporte e Lazer do Sindicato cancela a rodada do Campeonato de Futebol Suíço dos Bancários, que estava prevista para acontecer neste sábado, dia 18 de março.


A nova data para esta rodada será informada ao longo da próxima semana, assim que melhorarem as condições do tempo.

 

 



18/03/2017

Federação dos Bancários do Paraná empossa nova diretoria


Nesta sexta-feira (17), às 20h, no Restaurante Madalosso, em Curitiba, vai tomar posse a nova diretoria da Federação dos Bancários do Paraná (Feeb-PR).

Reeleito em setembro passado, Gladir Basso (foto), que preside também o Sindicato dos Bancários de Cascavel e Região, vai tomar posse para o novo mandato de cinco anos (2017/2022). Como vice-presidentes assumem Claudecir de Souza, Cristina Teixeira Delgado e Waldir Souza de Oliveira.

Já para a tesouraria tomará posse Algacir Isaias Alberti, para a secretaria Edson Capinski e como diretor de comunicação, Paulo Roberto da Costa. A Feeb-PR reúne dez sindicatos de bancários no Paraná, que representam aproximadamente 25 mil bancários no Estado.

PROPOSTAS 
De acordo com o presidente reeleito Gladir Basso, entre as propostas de trabalho da nova diretoria da Feeb-PR destacam-se:

 - ampliação do número de bancários para atender melhor a demanda da população;
 
 - defesa do aumento do número de bancários; 

 - luta contra o assédio moral, metas abusivas e doenças ocupacionais; 

 - pelo cumprimento da jornada de trabalho; 

 - luta contra a reforma da Previdência encaminhada pelo governo federal ao Congresso Nacional, que tira direitos e benefícios dos trabalhadores; 

 - contra a terceirização dos serviços; 

 - contra a reforma trabalhista pretendida pelo governo, que elimina direitos dos trabalhadores; 

 - luta intransigente contra a tese do negociado sobre o legislado, sistema que, se implantado no País, prejudicará principalmente categorias com menor poder de força; e luta permanente em defesa dos bancários. (fonte: FEEB-PR)



16/03/2017

Bradesco é a instituição com o maior número de queixas no Banco Central


Ranking é divulgado periodicamente pelo Banco Central e aponta as instituições financeiras que mais tiveram queixa no primeiro bimestre

Pelo visto não há motivo de comemoração ao Dia Internacional do Consumidor, celebrado nesta quarta-feira (15). Mesmo com a criação do Código de Defesa do Consumidor, entidades que fiscalizam as ações das empresas e as redes sociais como aliados na hora de reclamar, o empresário ainda preza pelo lucro e se esquece do que mais importa na operação, o consumidor.

Ranking divulgado nesta quinta-feira (15) pelo Banco Central (BC) listou as instituições financeiras mais reclamadas no País no primeiro bimestre deste ano. Entre os bancos de maior porte, com mais de 4 milhões de correntistas, a instituição mais reclamada pelo consumidor brasileiro foi o Bradesco. Com mais de 92 milhões de clientes, ele somou quase 1600 reclamações entre os meses de janeiro e fevereiro.

Em segundo lugar no ranking dos players de grande porte está o Banco do Brasil (BB) que em dois meses somou 1024 queixas referentes aos seus serviços registradas no Banco Central. A instituição que acaba de anunciar a redução da taxa de juros do rotativo de sua linha de cartão de crédito tem mais de 59 milhões de correntistas.

Em terceiro lugar aparece como a mais reclamada a Caixa Econômica Federal, dos mais de 83 milhões de correntistas, 1286 registraram queixas formais do banco no BC. Vale ressaltar que os consumidores utilizam outros canais para denunciar as instituições financeiras no País.

Na quarta posição está o Banco Santander com 514 reclamações em dois meses. Na quinta posição aparece o Itaú com 790 queixas registradas no Banco Central entre janeiro e fevereiro deste ano. O Banrisul é o sexto mais reclamado pelo correntista brasileiro com 43 reclamações; seguido do Votorantim com 21; do MidWay com 7queixas; Pernambucanas com uma reclamação e na décima posição o Banco do Nordeste com uma reclamação.

O Banco Central para listar o ranking pega o número de reclamações reguladas procedentes e divide pelo número de clientes e multiplicado por 1.000.000.

Pequenas instituições
Entre os bancos de menor porte, com menos de 4 milhões de correntistas, o líder em reclamação no primeiro bimestre deste ano foi o banco Safra, com 79 reclamações reguladas e procedentes no Banco Central. Em segundo está o Pan com mais de 200 queixas e em terceiro no ranking com maior número de reclamações de consumidores está o Paraná Banco com 31 queixas. (Fonte: Brasil Econômico)



16/03/2017

Vamos nos aposentar só aos 65? Políticos ainda vão debater regras; entenda


Paralisações em todo o país nesta quarta­feira (15) protestam contra a proposta de reforma da Previdência, enviada pelo governo ao Congresso. Um dos pontos mais polêmicos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287 é a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem.

Afinal, em que pé está a proposta? Ela já sofreu algum tipo de mudança? Entenda.

Em que pé está a reforma da Previdência?
Por enquanto, a proposta de reforma da Previdência está
sendo discutida em audiências públicas na Comissão Especial na Câmara dos Deputados. Isso acontece até 28 de março. Até lá, o relator da reforma, deputado Arthur Maia (PPS­BA), deve analisar todas as emendas (pedidos de mudança) apresentadas e decidir se elas entram ou não em seu relatório final.

Que mudanças foram pedidas?
O prazo para pedir mudanças na PEC 287 foi esta terça­feira (14). Ao todo, ela recebeu 146 emendas, ou seja, 146 pedidos para mudar trechos da proposta ou deixá­los de lado e manter as regras atuais. As emendas pedem, por exemplo, para mudar a idade mínima, a regra de transição e a forma de cálculo dos benefícios.

Alguns exemplos. O deputado Paulo Pereira da Silva (SD­SP) sugere idade mínima de 58 anos, para mulheres, e 60 anos, para homens. Para a regra de transição, ele defende que os trabalhadores contribuam com 30% do tempo que falta para se aposentar, e não 50%, como propôs o governo.
O deputado Pedro Uczai (PT­SC) pediu para que o governo não mexa nas regras dos benefícios assistenciais e dos trabalhadores rurais.

Quando essa fase deve terminar?
Após a análise das emendas dos deputados e dos debates públicos, o deputado Arthur Maia terá que apresentar seu relatório final, chamado de parecer. A expectativa é que isso aconteça até a primeira semana de abril, segundo a assessoria de imprensa dele.

Apresentado o parecer, a comissão especial terá que decidir se aprova ou não. Se aprovar, a proposta de reforma da Previdência segue para votação no plenário da Câmara. Se não aprovar, o presidente da comissão, deputado Carlos Marun (PMDB­MS), deve nomear outro relator para escrever um novo parecer, até que ele seja aprovado pela Comissão Especial.

E as sugestões que forem desconsideradas?
Após ser aprovado na Comissão Especial, a PEC 287 segue para votação no plenário da Câmara, em dois turnos. Ela precisa ter a aprovação de pelo menos 308 deputados em cada uma das votações, o que equivale a 3/5 dos parlamentares.

Antes dessa votação acontecer, as emendas que não foram incluídas pelo relator da comissão especial em seu parecer final poderão voltar ao debate. Os líderes dos partidos podem apresentar os chamados "destaques", que são emendas ou partes do texto do relator que eles querem votar separadamente. Se o destaque for aprovado, ele muda o texto principal.

Se a proposta não passar nas votações do plenário, a PEC é arquivada. Se passar, segue para o Senado.

O que acontece no Senado?
A primeira fase no Senado é passar pela Comissão de Constituição e Justiça. Após análise dessa comissão, o texto segue para votação no plenário. Também será necessária aprovação em dois turnos, com pelo menos 49 votos a favor em cada votação (o que representa 3/5 dos senadores).

Se o Senado não fizer nenhuma alteração na proposta que chegou da Câmara, ela é publicada. Se houver alteração, a proposta volta para a Câmara para ser votada novamente.

PRINCIPAIS PONTOS DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA
 - Idade mínima para se aposentar: 65 anos Tempo mínimo de contribuição: 25 anos (na prática, 49 anos para chegar aos 100% do valor)
 - Regra igual para homens e mulheres
 - Vale para trabalhadores de empresas privadas, servidores públicos e políticos. Militares ficam fora
 - Homens com 50 anos ou mais e mulheres com 45 anos ou mais terão regra de transição: só terão de trabalhar 50% a mais do que falta hoje para sua aposentadoria (se faltarem dois anos, trabalham três)
 - Nada muda para quem já tem tempo de aposentadoria pelas regras atuais
 - Pensão por morte não pode ser acumulada com aposentadoria e será de 50% da aposentadoria do falecido, mais 10% por dependente
 - O Congresso ainda vai analisar o projeto, que só vai valer em 2017. (Fonte: UOL)



15/03/2017

Contra ‘PEC da morte’, multidão protesta em frente ao INSS


 

 

Milhares de trabalhadores participaram de protesto, no dia 15/03, contra a Reforma da Previdência. A concentração teve início em frente ao Terminal Urbano. Após as 9h, a mobilização aconteceu em frente a agência do INSS de Maringá.

 

A mobilização, puxada pelo Sindicato dos Bancários, entre outras entidades sindicais, tem como intenção conclamar os trabalhadores e a sociedade em geral em uma cruzada nacional contra esta reforma que está em discussão no Congresso Nacional.

 

“Esta PEC da morte está retirando um direito básico de todos os trabalhadores brasileiros, que é a sua aposentadoria. Do jeito que o governo encaminhou a proposta, poucos alcançarão o benefício com vida”, adianta o presidente do Sindicato, Claudecir de Souza.

 

“E não daremos trégua a este governo, aos deputados e senadores. Este ato de hoje, que reúne esta multidão, é apenas o primeiro de uma série de ações que levaremos a cabo contra este ato desumano, vergonhoso, deste governo.”

 

O próximo passo, aponta o presidente, será pressionar deputados e senadores para que assumam uma posição em favor dos trabalhadores. “Vamos pressionar. Quem trair o trabalhador não terá o voto da população, pois esta reforma prejudicará a todos”, destaca. 



15/03/2017

Contra ‘PEC da morte’, multidão protesta em frente ao INSS


 

 

Milhares de trabalhadores estão participando nesta quarta-feira de protesto contra a Reforma da Previdência. A concentração teve início em frente ao Terminal Urbano. Após as 9h, a mobilização acontece em frente a agência do INSS de Maringá.

 

A mobilização, puxada pelo Sindicato dos Bancários, entre outras entidades sindicais, tem como intenção conclamar os trabalhadores e a sociedade em geral em uma cruzada nacional contra esta reforma que está em discussão no Congresso Nacional.

 

“Esta PEC da morte está retirando um direito básico de todos os trabalhadores brasileiros, que é a sua aposentadoria. Do jeito que o governo encaminhou a proposta, poucos alcançarão o benefício com vida”, adianta o presidente do Sindicato, Claudecir de Souza.

 

“E não daremos trégua a este governo, aos deputados e senadores. Este ato de hoje, que reúne esta multidão, é apenas o primeiro de uma série de ações que levaremos a cabo contra este ato desumano, vergonhoso, deste governo.”

 

O próximo passo, aponta o presidente, será pressionar deputados e senadores para que assumam uma posição em favor dos trabalhadores. “Vamos pressionar. Quem trair o trabalhador não terá o voto da população, pois esta reforma prejudicará a todos”, destaca. 



13/03/2017

Nesta quarta, 15, Sindicato vai às ruas contra Reforma da Previdência


O Sindicato dos Bancários de Maringá e Região prepara para esta quarta-feira, dia 15/03, um protesto contra a Reforma da Previdência Social, que está em discussão no Congresso Nacional. A concentração, com o apoio da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e de outras entidades sindicais, será em frente ao Terminal Urbano, no centro da cidade. A intenção é conclamar a população para esta luta que é de todos os trabalhadores. É preciso reagir antes que seja tarde.


Conforme avalia o presidente Claudecir de Oliveira, somente a mobilização da sociedade será possível levar os parlamentares e o Governo a recuarem neste projeto que penalizará todos aqueles que estão contribuindo com a previdência pública e um dia esperam se aposentar. "Da forma como está sendo encaminhado será praticamente impossível se aposentar com o valor integral do benefício. Para isso teria que trabalhar quase 50 anos. É um absurdo", frisa.


Isso, sem contar inúmeros outros obstáculos que tornarão a aposentadoria do trabalhador cada vez mais distante.  




10/03/2017

Saque do FGTS: Sindicato acompanha movimentação nas agências da Caixa


Diretores do Sindicato estiveram na manhã desta sexta-feira, 10/03, acompanhando a movimentação nas agências da Caixa. A finalidade é verificar as condições de trabalho dos funcionários do banco durante este período de saque das contas inativas do FGTS.


O Sindicato aproveitou a oportunidade para verificar também questões de segurança, uma vez que a movimentação é muito grande, tanto dentro das agências, como nas imediações. Por isso, foi solicitado reforço na segurança mediante ofício encaminhado ao Comando da Polícia Militar.

“Nossa preocupação é com a segurança tanto de funcionários quanto de clientes. Percebemos que, nesta manhã, mesmo com toda a movimentação não havia policiamento nas imediações. Também vamos acompanhar, durante esses dias de maior movimentação, as condições de trabalho oferecidas aos funcionários”, aponta o presidente Claudecir de Souza. 



Anterior | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | Próxima






Travessa Guilherme de Almeida, 36 - 1º andar
Centro - CEP 87013-150 - Maringá/PR

Fone (044) 3227-2955 - Fax (044) 3031-2965

2015 - Sindicato dos Bancários de Maringá e região - Todos os direitos reservados.