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28/06/2017

Paraná Banco eleva lucro em 7,6% no 1º trimestre, para R$ 33,3 milhões


O Paraná Banco teve lucro líquido consolidado de R$ 33,3 milhões no primeiro trimestre deste ano, aumento de 7,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2016 (R$ 30,9 milhões). As informações foram divulgadas na noite desta sexta­feira.

A rentabilidade da carteira de crédito (ROAA) atingiu 3,6% no primeiro trimestre de 2017, um aumento de 0,5 ponto percentual sobre o mesmo perúiodo de 2016. 
A receita de intermediação financeira foi de R$ 276,5 milhões entre janeiro e março deste ano, queda de 5,5% sobre os R$ 292,8 milhões de igual intervalo do ano passado.

O resultado da intermediação financeira (sem considerar provisões para devedores duvidoso ­ PDD) aumentou 1,4% no primeiro trimestre de 2017 em comparação ao mesmo período de 2016, finalizando o trimestre em R$ 137,6 milhões.

A carteira de crédito do banco finalizou o trimestre inicial deste ano com R$ 3,8 bilhões, representando uma redução de 4,9% em relação ao mesmo período de 2016.

Essa redução está em linha com a estratégia do banco, que centralizou seus esforços na carteira de crédito consignado para o setor público, enquanto descontinuou as carteiras de crédito empresarial e crédito com garantia de imóvel (home equity). Ao final do primeiro trimestre de 2017, a carteira de crédito consignado para o setor público representava 87,3% da carteira total, informou a instituição.

O retorno sobre os ativos totais (ROAA) no primeiro trimestre deste ano foi de 2,4% e , quando destacada apenas a carteira de crédito, esse retorno foi de 3,6%, que representaram um aumento de 0,3 e 0,5 ponto percentual, respectivamente, em relação ao primeiro trimestre de 2016.

A margem financeira líquida no primeiro trimestre deste ano atingiu 11,4%, sendo 0,9 ponto percentual superior ao de igual período de 2016. 
No primeiro trimestre deste ano, a despesa de provisão para devedores duvidosos (PDD) somou R$ 40,9 milhões, apresentando um aumento de 14,7% em relação ao mesmo intervalo de 2016. (Fonte: Valor Econômico)



28/06/2017

Desmonte trabalhista vai a voto na CCJ nesta quarta

Mais do que nunca é hora de pressionar titulares e suplentes da Comissão de Constituição e Justiça do Senado para rejeitarem o parecer sobre o PL 38; na sexta 30 tem greve geral contra ataques aos direitos dos trabalhadores

Os senadores da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) votam na quarta 28 o relatório de Romero Jucá (PMDB-RR) sobre o PLC 38/2017, a reforma trabalhista. A comissão é a última pela qual a proposta tem de passar antes de ser apreciada pelo plenário do Senado, de onde, se aprovada, dependerá apenas da assinatura de Michel Temer para virar lei.

Como Temer foi quem propôs a reforma trabalhista, com apoio de lobistas e empresários, e ela já foi aprovada pela Câmara, a única forma de barrá-la é no Senado. Portanto, é mais importante que nunca pressionar os senadores, integrantes da CCJ ou não, para rejeitarem tanto o parecer de Jucá quanto o PLC em si, que vai a plenário independente do resultado da votação na comissão.

Entenda
A leitura do parecer de Jucá, favorável à proposta que destrói os direitos dos trabalhadores brasileiros, foi feita na quarta 21. Falta apenas a votação do relatório. Independente do resultado, ele será encaminhado ao plenário, junto com os dois outros anteriores aprovados, sendo um a favor - o da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) - e um contra - o da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Na CAS, o parecer original do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) era favorável à reforma, porém foi rejeitado pela comissão por 10 votos a 9 e em seu lugar foi aprovado o voto em separado de Paulo Paim (PT-RS), contrário ao projeto de desmonte trabalhista. A votação da CAS foi a segunda do trâmite, o que mostra que a pressão sobre os senadores está surtindo efeito. A primeira, na CAE, foi 14 a 11 a favor da proposta.

"O relatório da CCJ tem um peso grande, que pode ser decisivo na votação final. Por isso, precisamos entupir as caixas de mensagens dos senadores", reforça Ivone Silva. O PLC 38/2017 deve ser apreciado no plenário do Senado poucos dias depois da votação na CCJ.

Desmonte
A tal "reforma" trabalhista é, na verdade, a demolição completa dos direitos dos trabalhadores, conquistados a duras penas em décadas de luta (veja quadro abaixo). De uma vez só, pode aumentar a jornada para até 12 horas/dia, reduzir o tempo para almoço, eliminar a PLR, dificultar - e muito - o acesso à Justiça do trabalho, reduzir ou eliminar férias e 13º salário, deixar o funcionário à disposição do empregador recebendo apenas quando efetivamente trabalhar, facilitar a demissão em massa. Para os bancários, um retrocesso sem tamanho: adeus à incorporação de função. (Fonte: Seeb SP)



28/06/2017

Campeonato entra na segunda fase




27/06/2017

Crise econômica aumenta casos de afastamento do trabalho por ansiedade



Transtornos mentais e de comportamento são o terceiro maior motivo de afastamento do trabalho hoje, atrás apenas de lesões e doenças do sistema osteomuscular


A ansiedade já responde por dois em cada dez afastamentos por transtornos mentais e comportamentais. | Jonathan Campos/Gazeta 



Medo do futuro, palpitações, insônia, falta de ar, sensação de paralisia. Situações assim, que descrevem alguns dos sintomas de ansiedade, têm levado mais pessoas ao afastamento do trabalho.


Dados da Secretaria de Previdência mostram que as concessões de auxílio-doença por transtornos de ansiedade cresceram 17% em quatro anos: de 22,6 mil, em 2012, para 26,5 mil, em 2016.


Nesse período, as despesas com o benefício à União foram de R$ 1,3 bilhão. 


A ansiedade já responde por dois em cada dez afastamentos por transtornos mentais e comportamentais, categoria que também abrange depressão, esquizofrenia e problemas relacionado ao uso de drogas.


Fica atrás apenas de depressão, que responde por três em cada dez concessões desse tipo de benefício. O auxílio-doença é previsto para segurados do INSS acometidos por doenças que impeçam o trabalho.


Para especialistas, entre os fatores para o aumento dos afastamentos por ansiedade, estão a crise econômica e a maior conscientização sobre a doença, o que colabora para diagnóstico e tratamento.


“Doenças psiquiátricas menores, em que o estresse e ambiental é um fator para desencadeamento, aumentam em época de crise econômica, porque cresce a insegurança”, afirma Márcio Bernik, coordenador do ambulatório de ansiedade do Instituto de Psiquiatria da USP.


Ansiedade, segundo ele, é mais comum que depressão, mas é menos diagnosticada.


“É desafiador enfrentar transtorno mental porque é subjetivo”, afirma o subsecretário da Previdência Social Benedito Brunca. 


Bernik diz que a incapacitação profissional é um dos fatores que ajudam a diagnosticar quando a ansiedade é uma doença. “O que vai determinar se é uma doença ou não é o sofrimento excessivo e prejuízo funcional”, diz.


Hoje, transtornos mentais e de comportamento são o terceiro maior motivo de afastamento do trabalho, atrás de lesões e doenças do sistema osteomuscular. 


Afastamento “Comecei a ser muito pressionado. Quando vi, estava doente”, afirma o bancário Webert Maciel, 28. Segundo ele, a doença começou após ter sofrido assédio moral no trabalho.


“Tinha pânico de sair de casa. Passava cinco dias sem dormir e comecei a desmaiar. Era depressão profunda.” 


Mesmo com laudo de três médicos e dois psicólogos, ele diz que teve de recorrer à Justiça para comprovar no INSS que o quadro tinha ligação com o trabalho. (Fonte: Gazeta do Povo)



27/06/2017

O que direi aos meus filhos?


Claudecir de Souza, presidente do Sindicato dos Bancários de Maringá e Região

 

Tenho dois filhos. Uma de 11 anos e outro de 18. Fico pensando na resposta que poderia dar a eles se um dia me perguntassem: “Pai, você efetivamente acredita na política? Acredita que pode vir algo de bom desses caras metidos em atos de corrupção, em conluio com empresas, que escondem dinheiro na cueca, correm com malas de dinheiro, se digladiam pelo poder, sem se importar com as pessoas que realmente precisam?”


Confesso que, mesmo discutindo política em casa praticamente o tempo todo, sempre falando de luta, defesa dos trabalhadores, criticando este estado de putrefação que vive a política brasileira na atualidade, ficaria sem voz por um bom tempo.


Miraria o horizonte distante, permanecendo por algum tempo absorto em pensamentos, talvez seria tomado por uma tristeza, um estado de desânimo, ao pensar que poderia dar uma resposta simples e sincera: “Não. Não acredito. Estamos perdidos, sem saída. Venceu a corrupção, o mal, a ignorância, o absurdo. Estamos literalmente nas mãos de bandidos”.


Lembraria de um “conselho” que teria sido dado pelo então poderoso ministro no Governo FHC, o falecido Sérgio Motta, a seu sucessor: “A ética, na política, não é a mesma do cidadão comum. É mais flexível”.
Pensaria que nos nossos dias tem imperado um conceito atribuído a Nicolás Maquiavel, o autor de “O Príncipe”, obra Renascentista que trata de conselhos práticos de como o monarca deveria agir para se manter no poder. O conceito básico é: os fins justificam os meios.


E foi exatamente esta a lógica adotada pelo alto escalão do PT, que deixou para trás sua história construída sob os escombros da Ditadura Militar, ao chegar ao poder. Utilizaram-se de todos os meios abomináveis para  manter-se no poder.


Situação semelhante vive o PSDB que, após retirar o país de uma hiperinflação, criando a estabilidade da moeda, com o Plano Real, vive atualmente mergulhado em um lamaçal de corrupção, recebendo propinas dos mesmos financiadores do partido adversário. Isso, é lógico, sem esquecer as demais legendas, como o próprio partido do presidente da República, o PMDB, que virou um balcão de negócios.  Praticamente todos os membros do alto escalão destas legendas estão nas planilhas da corrupção da Odebrecht, JBS, entre outras empresas criadas para manter este sistema.


Mas, passado alguns instantes, mergulhando mais à fundo em minhas convicções, revendo antigos ensinamentos recebidos em casa quando criança sobre ética, amor, valores cristãos, passando pelas inúmeras lutas travadas no movimento sindical, nas vitórias alcançadas em favor dos trabalhadores, mesmo quando tudo parecia perdido, tomaria um alento, para então responder: “Sim, eu acredito na política!” E citaria o filósofo grego Aristóteles, para o qual  a política é a ciência que tem por objetivo a felicidade humana, o bem comum.
Citaria que, ao mesmo tempo em que estamos vendo tantos e tantos políticos mergulhados em um estado lamentável de podridão, também presenciamos um momento único em nossa história. Pela primeira vez temos a nítida sensação de que a impunidade está perdendo para a Justiça.


Temos de reconhecer que há retrocessos, como a vergonhosa votação no TSE, em que alguns ministros livraram o presidente Michel Temer da cassação, mas os avanços são maiores. Basta ver o empenho dos procuradores e juízes de Curitiba, há anos retirando a sujeira que estava embaixo do tapete, com a Operação Lava-Jato. Os avanços em termos de transparência acontecendo por pressão da sociedade. As pessoas tomando as ruas para dizer “basta de sacanagem”.


Portanto, tudo o que não devemos neste momento é ceder ao desânimo, à desesperança, ao conformismo. Essa letargia só beneficia o bandido, o corrupto ou corruptor. É preciso retomar as forças e ir à luta, acreditando que podemos passar nosso país à limpo e eleger homens comprometidos com a ética, a responsabilidade e com a verdadeira política.  Esta esperança, o jovem não deve perder jamais.



27/06/2017

Assembleia no Sindicato aprova adesão a paralisação nacional


 

Foi aprovada nesta segunda-feira, 26, em assembleia realizada na sede administrativa do Sindicato, a adesão da entidade à paralisação nacional prevista para ocorrer nesta sexta-feira, dia 30 de junho.


O protesto, em Maringá, terá concentração em frente ao INSS, a partir das 9h. Está prevista também caminhada por vias centrais da cidade, a exemplo da mobilização anterior, realizada no dia 28 de abril, que reuniu milhares de trabalhadores e integrantes de movimentos sociais.


“Este ato canaliza todo o nosso descontentamento, indignação e reação a esta política perversa em curso no país, onde estão sendo eliminados direitos sociais e trabalhistas, sob o argumento de reformas, que na realidade não passam de propostas para atender à classe empresarial e mercado financeiro”, aponta o presidente Claudecir de Souza.


“Por isso, nosso Sindicato estará à frente deste ato, ao lado de demais entidades representativas dos trabalhadores. E desde já estamos convidando todos os bancários, para que venham somar forças a este grande ato contra toda esta sacanagem que estamos presenciando. É este o momento de sairmos às ruas, de dizendo não a este conluio vergonhoso que tomou conta de Brasília para massacrar ainda mais os trabalhadores.”



26/06/2017

Senador quer que bancários trabalhem todos os sábados


Inspirado na Caixa Federal, Roberto Muniz (PP-BA) protocolou projeto de lei para extinguir norma que proíbe instituições financeiras de abrirem neste dia da semana; dê sua opinião na consulta pública que está no site do Senado (Danilo Motta)

Onde passa um boi, passa uma boiada. Começou com a abertura da Caixa Federal aos sábados, para saque dos valores das contas inativas do FGTS, e pode se tornar lei. Então, imagine você, bancário, ter de trabalhar todos os sábados? Se depender do senador Roberto Muniz (PP-BA), esta pode ser a sua nova realidade.

O parlamentar protocolou na quarta-feira 21 o Projeto de Lei 203/2017. O texto propõe a revogação do art. 1º da Lei 4.178/62, que diz que “estabelecimentos de crédito não funcionarão aos sábados, em expediente externo ou interno”. Dessa forma, bancos passariam a poder abrir as portas um dia a mais na semana.

Você concorda com esta iniciativa? Deixe a sua opinião na consulta pública que está no site do Senado!

Na justificativa do projeto, o senador defende que “não há motivos objetivos para que uma instituição financeira que queira, por razões econômicas, abrir suas agências aos sábados, seja proibida de fazê-lo”. O parlamentar menciona, ainda, a ampliação do horário de funcionamento das agências da Caixa para saques do FGTS, utilizando a medida como exemplo de “êxito”.

Para a secretária-geral do Sindicato, Ivone Silva, a ampliação da jornada de trabalho para um dia a mais na semana é um retrocesso.

“As agências não precisam abrir aos sábados. O que os bancos têm de fazer é contratar mais empregados para atender melhor a população durante o horário de expediente bancário. Mudar isso é um retrocesso para os trabalhadores, que adoecem cada vez mais com uma sobrecarga cada vez maior de trabalho e metas abusivas”, disse.

O PL passará pelas comissões de Assuntos Econômicos (CAE), de Assuntos Sociais (CAS) e de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC). (Fonte: Seeb SP)



26/06/2017

Destruição dos seus direitos pode ser votada até o fim do mês

A previsão do presidente do Senado, Eunício de Oliveira (PMDB-CE), é de que a "reforma" trabalhista de Temer, que desmonta a Consolidação das Leis do Trabalho ao alterar cerca de 100 de seus artigos, será votada no plenário do Senado até o fim do mês. Após ser rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado na terça-feira 20, o projeto chegou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na quarta-feira 21, quando o senador Romero Jucá (PMDB-RR) apresentou relatório favorável à proposta que destrói os direitos dos trabalhadores brasileiros.

Após a votação do que foi apresentado por Jucá na CCJ, o que deve ocorrer na quarta-feira 28, os relatórios aprovados em três comissões do Senado (CAE, CAS e CCJ) serão enviados para apreciação do plenário da casa. O relatório da Comissão de Assuntos Sociais (CAS), que rejeitou o parecer favorável do senador Ricardo Ferraço (PSDB) e aprovou o voto em separado de Paulo Paim (PT-RS), contrário ao projeto de desmonte trabalhista do governo Temer, pode ser considerado em plenário. Entretanto, geralmente, o plenário vota nos termos do parecer mais pertinente que, no caso, é o da CCJ.



23/06/2017

Sindicato convoca bancários para assembleia nesta segunda, 26

Categoria bancária de Maringá e região está sendo convocada para assembleia a ser realizada nesta segunda-feira, 26, para decidir sobre paralisação das atividades na próxima sexta-feira, dia 30, em adesão a mobilização nacional contra as reformas e perda de direitos dos trabalhadores.


20/06/2017

Financiários terão reajuste salarial de 4,38%


Aumento corresponde aos 3,35% de reposição da inflação acumulada de junho de 2016 a maio de 2017 mais 1% de aumento real conquistado em 2016; financeiras poderão pagar PLR até 30 de setembro

Com data-base em 1º de junho, os financiários começam a receber os salários com o reajuste conquistado na Campanha 2016. O acordo foi fechado com validade para dois anos e os trabalhadores garantiram a reposição da inflação mais aumento real de 1%.

Assim, os salários e demais verbas serão reajustados em 4,38%, o que corresponde aos 3,35% de reposição da inflação acumulada de junho de 2016 a maio de 2017, mais o 1% de aumento real conquistado em 2016 (veja valores na tabela abaixo).

“Bancários e financiários saíram da Campanha 2016 com aumento real de 1% já garantido para este ano. Uma conquista importante da luta dos trabalhadores ao lado dos seus sindicatos e mais uma prova de que só a luta garante direitos e avanços", afirma Marta Soares, diretora executiva do Sindicato de SP que participa das negociações com a federação das financeiras (Fenacrefi).

PLR
Foi necessária uma retificação no parágrafo único da cláusula IV da Convenção Coletiva de Trabalho Aditiva – 2016/2018 dos financiários. A regra trata das financeiras que possuem programas próprios de participação nos lucros e resultados (PLR) e pagam a antecipação desses programas juntamente com o adiantamento estabelecido na CCT Aditiva PLR. A mudança teve de ser feita para adequar a data de 30 de junho para 30 de setembro, pois o pagamento está condicionado à divulgação do seu balanço semestral.

Assim, o texto corrigido passa a ter a seguinte redação: “Parágrafo Único: Até o dia 30/09/2017, as empresas representadas pelo Sindicat de Empregadores efetuarão um pagamento de R$ 1.490,57 (hum mil, quatrocentos e noventa reais e cinquenta e sete centavos), reajustado em 01/06/2017 pelo INPC/IBGE acumulado de junho de 2016 a maio de 2017, acrescido de aumento real de 1% (um por cento), referente ao adiantamento do valor fixo constante no caput desta cláusula”.

"No mais, permanecem inalteradas as demais cláusulas dos instrumentos coletivos supramencionados”, finaliza Marta.

Pauta
Entre os dias 2 e 3 de junho, foi realizada a 2ª Conferência Nacional dos Financiários, em São Paulo. Durante o encontro foram definidas reivindicações prioritárias que devem ser mantidas na pauta de negociação a ser discutida com as financeiras. Entre elas, a de auxílio educacional para os trabalhadores; o parcelamento do gozo de férias em até duas vezes e garantia de qualificação e requalificação profissional.

No caso de demissão, os participantes defenderam o envio de uma carta pelo empregador à entidade sindical com a justificativa do desligamento do trabalhador. (Fonte: Seeb SP)



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