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19/02/2018

Sindicato manifesta apoio a greve de jornalistas de “O Diário”


 
Diretores do Sindicato dos Bancários receberam, nesta sexta-feira, 16, em sua sede administrativa, funcionários do jornal “O Diário”, que estão em greve.
 
Os jornalistas relataram a situação pela qual passa a empresa, que está buscando recuperação judicial. Segundo eles, os salários estão atrasados há vários meses e há ainda diversos outros benefícios não pagos, como férias, 13.o salário, entre outros.
 
Acompanhados de representantes do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Norte do Paraná, seccional de Maringá, os trabalhadores estiveram no Sindicato dos Bancários em busca de apoio, a exemplo do que já fizeram com relação a outros sindicatos laborais, do Arcebispo Dom Anuar Battisti e de outras entidades.
 
O presidente Claudecir de Souza enfatizou que o Sindicato dos Bancários, como entidade que atua na defesa dos trabalhadores, se solidariza com este movimento grevista, entendo-o como legítimo direito dos profissionais que estão com seus salários e outros benefícios atrasados.
 
“O pagamento dos salários em dia é um direito básico de todo trabalhador. Por isso, apoiamos esta luta. Vivemos um momento em que os trabalhadores sofrem ataques de todas as formas e só temos de enaltecer a coragem destes profissionais, que estão lutando por seus legítimos direitos.”


16/02/2018

Itaú é condenado a pagar R$90 mil ao Grendacc e indenizar o Sindicato de Jundaí


Banco tentou impedir greve; Justiça vê violação de direitos e atitude antissindical

O tribunal Regional da 15ª região condenou o Itaú Unibanco a indenizar o Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região em R$ 201 mil por má-fé. Em 2011 o banco entrou com ação contra o Sindicato, na tentativa de impedir que os bancários realizassem a greve na Campanha Salarial.

De acordo com a Justiça do Trabalho, em decisão publicada em 26 de janeiro, a ação do banco foi utilizada como estratégia para violar o direito de greve de seus funcionários em atitude claramente antissindical.

Na ação, o banco teria, inclusive, se utilizado de um “fura greve oficial” para levantar a hipótese de que a trabalhadora teria sido barrada.

“Durante a greve, o Sindicato tem o legítimo direito de conversar e convencer os trabalhadores a aderirem ao movimento”, informa Vladimir Tavares, advogado do departamento jurídico Sindicato.

Além da indenização, o Itaú Unibanco também foi condenado a pagar mais R$ 90 mil em multa por abuso processual, a serem revertidos para o Grupo em Defesa da Criança com Câncer (Grendacc).

O advogado informa que ainda cabe recurso para ambas as partes. (Fonte: Seeb - Jundiaí-SP)



15/02/2018

Bancários do Santander recebem PLR no dia 20


Banco atendeu reivindicação do movimento sindicale vai antecipar pagamento segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados; data limite prevista pela CCT é 2 de março

O Santander vai antecipar para o dia 20 o pagamento da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados aos bancários. 
A regra básica da PLR será majorada de acordo com o lucro do banco – que cresceu 35,6% em 2017 – e os trabalhadores receberão 2,2 salários, descontada a primeira parcela paga no ano passado, limitado a R$ 26.478,55.

A parcela adicional também será paga pelo teto, de R$ 4.487,16, descontado o valor de R$ 2.243,58, creditado em 2017. 
Todos os bancários do Santander receberão pelo menos R$ 2.260,50 a título de PPRS (Programa Próprio de Resultados do Santander).

“O lucro do Santander foi astronômico e fruto do resultado do trabalho dos bancários. A distribuição de todo esse lucro é uma luta constante do Sindicato, seja por meio da PLR, dos programas próprios, com melhores salários, empregos e condições de trabalho. A força da união e mobilização entre bancários e Sindicato é que faz nossos direitos avançarem”, afirma a Maria Rosani, diretora executiva do Sindicato de SP e coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados do Santander.

Isso é conquista
Os bancários foram a primeira categoria a conquistar o direito à PLR previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) nacional, em 1995. A luta conjunta ao lado do Sindicato garantiu outros avanços como forma de distribuir renda por meio da Participação nos Lucros de Resultados dos bancos. Na Campanha Nacional Unificada de 2007, a mobilização da categoria garantiu o valor adicional à PLR. Além disso, desde 2013, os trabalhadores têm direito à PLR sem IR para determinados valores e, a partir desses, descontos progressivos.

Dinheiro no bolso
Outros bancos já atenderam à solicitação do movimento sindical de antecipação do pagamento da segunda parcela aos seus trabalhadores. O Citibank pagou no dia 1º de fevereiro, o Bradesco e a Losango no dia 9 e o Safra creditará no dia 23. A data limite para pagamento, prevista na CCT é 2 de março. (Fonte: Seeb SP)



15/02/2018

Bancos fecham recorde de 1.500 agências no Brasil em um ano


Bancos encerraram o ano de 2017 com 21.062 agências no país

Quase 1.500 agências bancárias fecharam as portas em 2017, maior queda anual da série histórica, de acordo com dados do Banco Central. O ano terminou com 21.062 agências em funcionamento.

A principal “vítima” foi o BB, que perdeu 670 agências, além de demitir aproximadamente 10 mil funcionários em um programa de demissão voluntária (PDV).

Em segundo lugar, o Bradesco fechou 564 agências – mas isso foi após incorporar aproximadamente 850 endereços físicos com a compra do HSBC em 2016. Itaú e Caixa fecharam, respectivamente, 125 e 18 agências.

Dentre os maiores, o único banco que fechou o ano com mais agências do que iniciou foi o Santander, mas com inexpressivas 3 novas unidades físicas na rede. (Fonte: InfoMoney)



15/02/2018

Bradesco é condenado em R$ 800 mil por condições de trabalho em agências


A obrigação deve ser cumprida no prazo de 60 dias úteis, a partir da intimação da sentença, sob pena de multa diária de R$ 2 mil

O Banco Bradesco foi condenado pela 1ª Vara do Trabalho de Bauru ao pagamento de R$ 800 mil por danos morais coletivos decorrentes da falta de avaliação ergonômica de trabalho, expondo funcionários ao risco de lesões por esforços repetitivos. A ação civil pública é do Ministério Público do Trabalho em Bauru, interior de São Paulo.

A sentença também determina que a empresa elabore efetivamente uma análise ergonômica de trabalho em agências e postos de atendimento da cidade de Bauru, que não contemple apenas o exame de mobiliários e adequação dos equipamentos, mas também o exame da conduta real de trabalho dos empregados e a organização do trabalho.

Para realizar tal análise, o banco deve também ouvir seus funcionários na fase de levantamento de informações, de validação de resultados e de adequação da ergonomia a ser adotada. A obrigação deve ser cumprida no prazo de 60 dias úteis, a partir da intimação da sentença, independente do trânsito em julgado, sob pena de multa diária de R$ 2 mil, reversível ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).

Para investir em renda fixa, clique aqui e abra sua conta na XP Entenda o caso O procurador José Fernando Ruiz Maturana investigou a conduta do banco após denúncias encaminhadas pelo Sindicato dos Bancários de Bauru, noticiando que o Bradesco estava deixando de emitir Comunicações de Acidente de Trabalho nos casos de suspeita de doença ocupacional.

A partir de depoimentos tomados pelo MPT, incluindo aqueles de pessoas ligadas à manutenção de programas de saúde e segurança do trabalho na empresa, e também a partir de provas colhidas nas agências de atendimento, ficaram configurados problemas de metodologia na análise ergonômica dos locais de trabalho, o que evita a prevenção de doenças por esforços repetitivos.

“A postura do empregador Bradesco, a bem da verdade, revela que sua política de prevenção está baseada na superficialidade e na formal e burocrática elaboração de documentos, mas desprovidos de conteúdo material que impliquem efetiva melhoria da condição de trabalho e prevenção à ocorrência de LER/Dort”, finaliza Maturana.

Ainda cabe recurso ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região. (Fonte: InfoMoney)



15/02/2018

MP que altera reforma trabalhista ainda não começou a tramitar


O presidente deverá ser o senador Bendito de Lira (PP-AL)
A poucos dias de perder a validade – no dia 22 de fevereiro –, a medida provisória que altera pontos da reforma trabalhista (MP 808/2017) nem sequer teve os membros da comissão especial mista designados, para a primeira etapa de tramitação da matéria.

O presidente deverá ser o senador Bendito de Lira (PP-AL). Já o relator será um deputado. Inicialmente, a ideia era que Rogério Marinho (PSDB-RN), que foi o relator da reforma na Câmara, também fosse o da MP, mas as conversas não avançaram.

“Infelizmente, qualquer pergunta em relação a esse tema tem que ser dirigida ao presidente do Congresso Nacional [Eunício Oliveira]. As medidas provisórias são congressuais [Câmara e Senado, com comissões mistas] e desde que a medida veio para o Congresso, dia 14 de novembro, até agora o presidente ainda não acenou de que forma essa comissão iria funcionar.

Vários partidos já designaram membros, mesmo assim o presidente ainda não definiu o funcionamento da comissão. Eu fui indicado pelo líder do governo como relator, mas a rotina, a liturgia é de primeiro eleger o presidente, que será alguém do Senado”, explicou Marinho à Agência Brasil.

O deputado lembrou que o presidente geralmente acata a designação feita pela liderança do governo que é fruto de um consenso e de um rodízio entre os partidos. “Não tenho mais expectativa sobre isso não, já era pra estar funcionando, não vou agora fazer prognóstico, vamos aguardar o que o presidente do Congresso vai decidir”, disse o deputado.

Acordo 
A edição da MP foi um compromisso do presidente Michel Temer com os senadores, que estavam insatisfeitos com alguns pontos da reforma aprovada na Câmara. O acordo garantiu que o texto fosse aprovado pelo Senado sem alterações, para que a matéria não tivesse de ser analisada mais uma vez pelos deputados, pois o governo tinha pressa.

O atraso na instalação da comissão acontece porque o presidente do Senado e do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), busca garantir que as modificações acertadas com Temer sejam mantidas na MP. Já Marinho indicou anteriormente que não tem esse compromisso, o que causa desconforto.

Até o fechamento desta reportagem o presidente do Senado não foi encontrado para comentar o assunto.

A MP alterou 17 artigos da reforma trabalhista, considerados mais polêmicos. Entre os parlamentares, a falta de consenso se reflete não só no impasse para destravar a tramitação da matéria, mas também nas 967 emendas ao texto apresentadas à Comissão – o número é recorde.

Saiba quais são os principais pontos da MP: 
Trabalho intermitente (executado em períodos alternados de horas, dias ou meses) – A modalidade de contrato garante parcelamento das férias em três vezes, auxílio-doença, salário-maternidade e verbas rescisórias (com algumas restrições), mas proíbe o acesso ao seguro-desemprego ao fim do contrato. A convocação do trabalhador passa de um dia útil para 24 horas.

Trabalhador e empregado poderão pactuar o local de prestação do serviço, os turnos de trabalho, as formas de convocação e resposta e o formato de reparação recíproca, em caso de cancelamento do serviço previamente acertado entre as partes.

O período de inatividade não será considerado como tempo à disposição do empregador e, portanto, não será remunerado. O trabalhador poderá, durante a inatividade, prestar serviço para outro empregador. Em caso de demissão, ele só poderá voltar a trabalhar para o ex-patrão, por contrato de trabalho intermitente, após 18 meses. Essa restrição vale até 2020.

Grávidas e lactantes
As gestantes serão afastadas de atividade insalubre e exercerão o trabalho em local salubre. Neste caso, deixarão de receber o adicional de insalubridade. Para as lactantes, o afastamento terá de ser precedido de apresentação de atestado médico. O trabalho em locais insalubres de grau médio ou mínimo somente será permitido quando a grávida, voluntariamente, apresentar atestado médico autorizando a atividade.

Jornada 12×36 
Acordo individual escrito para a jornada de trabalho de 12 horas, seguidas de 36 horas de descanso, só poderá ser feito no setor de saúde (como hospitais). Nos demais setores econômicos, essa jornada deverá ser estabelecida por convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho.

Contribuição previdenciária 
O trabalhador que em um mês receber menos do que o salário mínimo poderá complementar a diferença para fins de contribuição previdenciária. Se não fizer isso, o mês não será considerado pelo INSS para manutenção de qualidade de segurado. A regra atinge todos os empregados, independentemente do tipo de contrato de trabalho.

Negociação coletiva 
Acordo ou convenção coletiva sobre enquadramento de trabalho em grau de insalubridade e prorrogação de jornada em locais insalubres poderão prevalecer sobre a legislação, desde que respeitadas as normas de saúde, higiene e segurança do trabalho. Os sindicatos não serão mais obrigados a participar de ação de anulação de cláusula de acordo ou convenção impetrada por trabalhador (ação individual). A participação obrigatória (o chamado “litisconsórcio necessário”) havia sido determinada pela reforma trabalhista.

Trabalhador autônomo 
A MP acaba com a possibilidade de o trabalhador autônomo prestar serviço a um só tomador (fim da cláusula de exclusividade). O autônomo poderá ter mais de um trabalho, no mesmo setor ou em outro diferente. Tem o direito de recusar atividade exigida pelo tomador.

Representação em local de trabalho 
A comissão de representantes dos empregados, permitida em empresas com mais de 200 empregados, não substituirá a função do sindicato, devendo este ter participação obrigatória nas negociações coletivas.

Prêmios 
Aqueles concedidos ao trabalhador (ligados a fatores como produtividade, assiduidade ou outro mérito) poderão ser pagos em duas parcelas.

Gorjetas 
Não constituem receita própria dos empregadores, destinando-se aos trabalhadores. O rateio seguirá critérios estabelecidos em normas coletivas de trabalho. (Fonte: Agência Brasil)



09/02/2018

Bancários do Safra receberão PLR no dia 23

 
Instituição atendeu reivindicação do movimento sindical, pagamento 20% maior para todos na PLR adicional


O Safra atendeu à solicitação do movimento sindical e vai antecipar o pagamento da PLR aos bancários para 23 de fevereiro. Negociação entre a entidade representativa dos trabalhadores e o banco garantiu também 20% a mais no pagamento da PLR adicional a todos os trabalhadores.

O banco antecipa o crédito da segunda parcela da Participação nos Lucros e Resultados. O primeiro foi o Bradesco. De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho, as instituições financeiras têm até 2 de março para fazer esse crédito.

Valores 
A PLR deve ser paga no valor equivalente a 90% do salário de setembro de 2017, acrescida a importância de R$ 2.243,58, limitado a R$ 12.035,71, ou a distribuição mínima de 5% do lucro líquido, até o limite de 2,2 salários ou R$ 26.478,75. Desse montante, será abatida a parcela paga em 25 de setembro do ano passado.

Cada bancário do Safra receberá 20% a mais na parcela adicional complementar à PLR que deverá totalizar 5.384,60. O teto estabelecido pela CCT é de R$ 4.478,16.

É conquista
Os bancários foram a primeira categoria a conquistar o direito à PLR previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), em 1995. A mobilização conjunta ao lado do seu Sindicato, na Campanha Nacional Unificada de 2007, garantiu o valor adicional à PLR. Além disso, desde 2013, os trabalhadores têm direito à PLR sem IR para determinados valores e, a partir destes, descontos progressivos. (Fonte: Seeb SP)



08/02/2018

Lucro do Santander aumenta 42% no Brasil e impulsiona resultados do banco no mundo todo


Entidade financeira obteve lucro de mais de 26 bilhões de reais em 2017 (Íñigo Barrón)

O Banco Santander fechou 2017 no Brasil com um forte aumento dos lucros, 42% mais que no ano anterior e muito acima de todas as outras divisões internacionais da entidade financeira espanhola.

O Santander obteve no ano passado no Brasil um lucro que foi decisivo para impulsionar os resultados globais de todo o grupo. O Brasil respondeu por 26% dos lucros totais do Santander, que foram de 6,619 bilhões de euros (25,8 bilhões de reais). A evolução das taxas de câmbio entre a divisa brasileira e a europeia contribuiu para melhorar as receitas do banco.

Atrás do Brasil ficou a divisão do Santander do Reino Unido. A hegemonia da filial brasileira cresce em relação a todas as divisões do grupo, obtendo um resultado de 2,54 bilhões de euros, o que perfaz 26% dos lucros totais e 42% a mais que em 2016.

Em segundo lugar, bem longe, vem o Reino Unido, com 16% dos lucros, ou 1,49 bilhões de euros (5,8 bilhões de reais), embora com uma queda de 9% em comparação com 2016. A Espanha representa 15% dos lucros. No total, a América contribui com quase metade (48%) dos lucros do banco.

Ana Botín, presidenta do Santander, declarou, segundo comunicado divulgado pelo banco: “2017 foi, uma vez mais, um ano muito bom, e os resultados que anunciamos hoje mostram a fortaleza de nossa dimensão e diversificação. O Santander manteve sua posição como um dos bancos mais rentáveis e eficientes do mundo.”

O Santander é o maior banco da zona do euro, com uma capitalização na Bolsa de 88,4 bilhões de euros (344,7 bilhões de reais) em 31 de dezembro de 2017. Tem uma presença forte em 10 dos principais mercados da Europa e da América, que atendem a 133 milhões de clientes. Conta com 13.697 agências, 11,9% mais que há um ano. (Fonte: El Pais)



08/02/2018

Assembleia no Sindicato aprova manutenção da contribuição sindical

Em assembleia realizada nesta quinta-feira, dia 8, na Sede Campestre do Sindicato, foi aprovada, por ampla maioria, a manutenção da contribuição sindical. 

Na abertura dos trabalhos, o presidente Claudecir de Souza expôs as razões para a defesa da contribuição sindical, enfatizando a importância do recurso para a manutenção do próprio sindicato e toda a luta realizada em favor dos trabalhadores, bem como a manutenção de todo o sistema sindical, pois parte dos recursos é direcionada à Federação dos Bancários, à Confederação, Central Sindical, além de percentual para o Governo Federal.

Claudecir de Souza destacou ainda que, com a Reforma Trabalhista, houve a tentativa de se acabar com esta contribuição, pois o objetivo do legislador era exatamente enfraquecer o movimento sindical e com isso fortalecer a  classe patronal. "Mas a nossa diretoria tem ido para dentro dos bancos, expondo a situação, esclarecendo todas estas artimanhas e o resultado desta assembleia demonstra que a categoria tem entendido a nossa mensagem", aponta. 

Para a realização da assembleia foram  cumpridos todos os trâmites legais, como a publicação de edital nos dois jornais de maior circulação em Maringá, durante três dias consecutivos, em dois jornais editados pela própria entidade sindical, além dos meios eletrônicos e feita ampla divulgação nas agências bancárias, convocando toda a categoria bancária dos bancos públicos e privados.




06/02/2018

Lucro do Itaú cresce 10% em 2017 e atinge R$ 24 bilhões



Resultado do banco bateu R$ 24 bilhões, puxado por redução de despesas com provisão para crédito de liquidação duvidosa. (Karina Trevizan)
O Itaú Unibanco fechou 2017 com lucro líquido de R$ 24 bilhões, o que representa um aumento de 10,7% na comparação com o ano anterior. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (5).

Segundo o banco, o resultado foi puxado por menos gastos com provisão para crédito de liquidação duvidosa, o que compensou a redução da margem financeira da empresa - ou seja, o banco precisou reservar um montante menor para cobrir eventuais empréstimos com pagamento em atraso.

O ano foi marcado por aumento de 0,4% na carteira de crédito do Itaú Unibanco, atingindo os R$ 564 bilhões. Na apresentação de resultados, a empresa destacou o aumento na demanda por crédito de veículos.

“A economia brasileira já mostrou sinais de recuperação. A retomada da atividade econômica e dos índices de confiança do consumidor impulsionaram aumento na demanda por crédito. Em 2017, foram concedidos 12% mais créditos para pessoas físicas que em 2016 e 14% mais créditos para micro, pequenas e médias empresas”, afirmou em nota Candido Bracher, presidente executivo do Itaú Unibanco.

Melhora na inadimplência
O banco apontou que, no final de 2017, foi verificada uma melhora nos índices de inadimplência em relação ao ano anterior.

O índice de inadimplência medido por créditos vencidos há mais de 90 dias apresentou melhora de 0,4 ponto percentual, passando de 3,4% para 3,0%. Em 12 meses, a inadimplência de pessoas físicas no Brasil apresentou melhora de 0,8 ponto percentual, caindo de 5,6% para 4,8%, registrando a sétima melhora trimestral consecutiva ao final de dezembro.

Ainda de acordo com os dados da empresa, no mesmo período, foram observadas reduções de 1,2 ponto percentual da inadimplência de micro, pequenas e médias empresas (de 5,8% para 4,6%) e de 0,3 ponto percentual da inadimplência de grandes empresas (de 1,3% para 1,0%).

Compra do Citibank 
Em 2017 ocorreu a aquisição das operações de varejo do Citibank pelo Itaú Unibanco. Com isso, o banco ganhou R$ 8,6 bilhões em ativos. Desse total, R$ 6,2 bilhões se referem a carteira de crédito.

O negócio rendeu ainda ao Itaú Unibanco R$ 4,8 bilhões em depósitos e uma base de cerca de 300 mil clientes. (Fonte: G1)



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